Sintra é a uma vila portuguesa conhecida pelo romantismo. É uma vila de palácios, castelos, e casas senhoriais da época dos reis, e rainhas, principes e princesas... Nesta imagem observamos o ambiente da vila, com o castelo dos mouros no topo da serra

Sintra é a uma vila portuguesa conhecida pelo romantismo. É uma vila de palácios, castelos, e casas senhoriais da época dos reis, e rainhas, principes e princesas… Nesta imagem observamos o ambiente da vila, com o castelo dos mouros no topo da serra

Sintra

Sintra é uma vila portuguesa, parte do distrito da grande Lisboa. Sintra, conhecida como a capital do romantismo em Portugal, é considerada uma das mais belas vilas do mundo. É conhecida por ser um conto de fadas real, onde é possível viajar no tempo sem sair do século XXI. Ainda nos dias de hoje, passeia-se a cavalo, passeia-se de coche pela serra de Sintra, até ao Palácio da Pena, ao Palácio de Monserrate ou ao Castelo dos Mouros. Se fechar os olhos, consegue visualizar e viajar para o século XIX e respirar a atmosfera desses tempos ao passear pelas estradas rodeadas por árvores e plantas, o que proporciona uma atmosfera de paz única no mundo. As ruas de Sintra tem uma aparencia do antigo, com o chão em pedra calçada, a arquitetura das casas tradicionais, e a vida das pessoas locais e turistas que passeiam e comentam a beleza dos pormenores observados.

Situação geográfica e clima de Sintra

A vila de Sintra encontra-se localizada num vale da Serra de Sintra com e um microclima semelhante ao clima subtropical do tipo Csb de acordo com a Köppen e Geiger. A vila de Sintra está situada a uma altitude de 175 metros, atinge uma altitude máxima de 529 metros, a uma distancia de menos de trinta minutos de carro de Lisboa. Sintra é uma vila pequena, sendo classificada Património Mundial da UNESCO desde 1995, conhecida pelo grande número de monumentos e palácios, pelas pessoas simples e hospitaleiras, pela doçaria tradicional composta por Travesseiros, Queijadas e Fofos de Belas, pelas praias, pela natureza luxuriante e pelas vistas panoramicas 360º desde lisboa até ao Oceano Atlântico. O centro histórico de Sintra apresenta uma arquitetura de casas baixas com telhados em estilo germânico, ruas sinuosas e estreitas construídas ao longo do sopé da Serra de Sintra e um largo central onde se encontra o Palácio Nacional da Vila. Ao redor da vila de Sintra, existem quintas, palácios, árvores centenárias, jardins luxuriantes, os trilhos da Volta do Duche que fazem a ligação entre o Castelo dos Mouros e a vila de Sintra, monumentos classificados património mundial da UNESCO, nomeadamente o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros, Quinta da Regaleira, Palácio de Monserrate, o Chalet da Condessa d’Edla e o Convento dos Capuchos que transformam a vila de Sintra na capital do Romantismo em Portugal. A Serra de Sintra foi reflorestada no Parque da Pena pelo Rei-Consorte Dom Fernando II com aproximadamente 150 espécies de plantas importadas de várias partes do mundo, especialmente do Brasil, do México, do Japão ou da Nova Zelândia.

O que fazer em Sintra

Sintra é uma vila espetacular para visitar, conhecer e viver o ambiente de uma vila escolhida por reis e rainhas, principes, princesas e familias nobres originárias dos mais variados paises do mundo. Passar por Sintra é certeza de disfrutar de dias agradáveis com um ambiente tranquilo cheio de atrações históricas, natureza, arquitetura, gastronomia, cultura, vida social e paisagens para apreciar. Neste artigo sobre Sintra vamos mostrar o que Sintra tem, de bom e muito bom para fazer com o seu tempo de visita:

  • Passeio de charrete: os passeios de charrete são uma viagem na vila do conto de fadas, com vários percursos para apreciar. O passei do Parque da Pena é um o circuito que inclui passagem pelo Vale dos Lagos, Chalet da Condessa d’Edla, Quinta da Pena e Jardim da Condessa d’Edla. Os Passeios de Charrete são mais regurales entre 1 de maio de 2019 a 30 de setembro de 2019.
  • Comboio Turístico: o passeio no Comboio Turístico de Sintra permite observar vários locais, especialmente, a Volta do Duche, Paços do Concelho, Palácio Valenças, a vila de São Pedro, Quinta da Regaleira, o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros. É um comboio com várias paragens ao longo da vila. O tour do comboio turístico de Sintra é um tour guiado e dura aproximadamente 45 minutos.
  • Elétrico de Sintra: o Elétrico de Sintra é um transporte turístico de Sintra, faz a ligação de Sintra à Praia das Maçãs durante aproximadamente 45 minutos ao longo de 13 kilometros, com paragens nos Montes Santos, Ribeira de Sintra, Galamares, Colares, Banzão, Pinhal e Praia das Maçãs. O elétrico foi inaugurado em 1904 com o objetivo de fazer a ligação entre a vila de Sintra e a Praia das Maçãs, tendo em 1930 chegado às Azenhas do Mar

As Atrações de Sintra (top 10)

1. Palácio Pena ![(38.787598, -9.390620)]: o Palácio da Pena é o ex-libris português do Romantismo, construído nos estilos Neo Gótico, Neo Árabe, Neo Manuelino e Neo Oriental e inspirado nos Castelos de Luís II da Baviera e no espírito de Wagner. Situado no topo de uma rocha escarpada, numa altitude aproximada de 500 metros. O Palácio da Pena integra a Rede de Residências Reais Europeias desde 2013, foi construído a partir do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, sendo possível distinguir três estruturas:

  • Mosteiro de Nossa Senhora da Pena – O Mosteiro de Nossa Senhora da Pena foi inaugurado em 1511 com um projeto da autoria de Diogo de Botaica(1460-1528) por desejo de Dom Manuel I (1469-1521) para alojar dezoito monges da Ordem de São Jerónimo, antiga sede na Quinta da Penha Longa. Os principais destaques do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena são:
    • Retábulo da autoria de Nicolau de Chanterene (1470-1551)
    • Painel de azulejos oferecido por Filipe II (1527-1598) em 1619
  • Palácio da Pena: O Palácio da Pena, localizado no Monte da Pena, foi construído entre 1839 e 1852 por desejo do Rei Dom Fernando II (1816-1885), com um projeto da autoria do Barão de Eschwege (1777-1855) para ser residência de verão de Dom Fernando II. Os principais destaques são:
    -Muralhas envolventes com duas portas e uma ponte levadiça
  • Pátio dos Arcos: localizado em frente à Capela
  • Arco dos Lagartos: o Arco dos Lagartos é um arco triunfal em estilo oriental inspirado na Porta da Justiça do Alcazar de Alhambra em Granada. No topo da porta encontram-se três rosas abertas, esculpidas na pedra, que simbolizam o conhecimento, duas colunas com margaridas e viscos, a planta dos Druidas
  • Portão Monumental: este portão terá sido desenhado por Dom Fernando, representando vários motivos ligados a Lisboa, a capital do Império e construído em três estilos: Renascentista, Manuelino e Medieval. O portão foi inspirado nos seguintes edifícios:o Palácio do Cunhal das Bolas no Bairro Alto, a Casa dos Bicos no Campo das Cebolas e a Torre de Belém em Belém. Na parte superior do portão encontram-se representados cinco merlões em que se destaca o do meio com a Cruz de Cristo coberta de peles de animais
  • Pórtico do Tritão: o Pórtico do Tritão foi projetado por Dom Fernando e inspirado numa janela que existe no Convento de Cristo em Tomar. O pórtico é também designado de Pórtico alegórico da criação do mundo, apresentando quatro arquivoltas em estilo Neo Gótico, emoldurados por corais manuelinos. O Tritão é um ser mitológico, metade homem e metade peixe, que se encontra muito associado à época da Expansão Portuguesa. A representação do Tritão foi inspirada no busto que sustenta a janela da Sacristia do Convento de Cristo em Tomar
  • Porta da Origem: na Porta da Origem destaca-se a janela em estilo Manuelino, inspirada na Janela Manuelina do Convento de Cristo de Tomar. Por baixo da janela encontra-se o brasão de Dona Maria e de Dom Fernando II e no topo uma esfera com a Cruz da Ordem de Cristo ladeada por duas esferas armilares
  • Torre do Relógio: a Torre do Relógio foi inspirada na Torre de Belém
  • Entrada do Palácio: destaca-se o busto de Dom Fernando II
  • Claustro do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena: foi mandado reconstruir por Dom Fernando II em estilo hispano-árabe, sendo utilizado como sala de exposições. No centro do claustro destaca-se a fonte apoiada em três tartarugas, cujas quatro patas representam os quatro elementos. As tartarugas suportam a carapaça, símbolo do Cosmos, e apoiam-se nas eras que representam a eternidade
  • Quarto de Dom Carlos I: o principal destaque do quarto de Dom Carlos I é o mobiliário em estilo império, nomeadamente a cama, mesa-de-cabeceira, chaise-longue e um espelho. Na casa-de-banho existe o primeiro water-closet de Portugal e um chuveiro de águas quentes e frias
  • Atelier do Rei Dom Carlos I: o Atelier de Dom Carlos I era o local onde o rei português se distraia, especialmente a pintar. Destacam-se as caixas de tintas, os pincéis e sete telas por terminar
  • Capela: esta divisão era uma das celas dos monges do antigo mosteiro, tendo sido reaproveitada por Dom Fernando II para fazer uma capela. Os principais pontos de interesse são o Retábulo da capela-mor da autoria de Nicolau de Chanterenne, uma oferta de Dom João III para a mulher Dona Leonor, e os quatro Vitrais com as seguintes representações:
    • Primeiro Vitral: Esfera armilar e a Cruz de Cristo, as bandeiras com as armas de Portugal e de Saxe-Coburgo-Gota
    • Segundo Vitral: Imagem de Nossa Senhora da Pena com Jesus nos braços
    • Terceiro Vitral: imagem de São Jorge
    • Quarto vitral: imagem a representar Dom Manuel I a segurar o Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, Vasco da Gama a contemplar a Torre de Belém e uma caravela
  • Quarto da Rainha: destaque para as paredes de estuque e folha de ouro em estilo mourisco, e a cama, o contador e o bufete construídas em pau-santo
  • Sala de Jantar: destaque para o serviço de mesa usado pela Família Real, centro de mesa em forma de Caravela sustentada por Neptuno e pelas Ninfas a homenagear a Expansão Portuguesa e os tetos com representações dos brasões de Portugal, brasões da Ordem de Cristo e a Esfera Armilar
  • Sala de Saxe: a sala apresenta a coleção de Porcelana de Saxe do Rei Dom Fernando II
  • Escritório da Rainha: o escritório apresenta algumas peças de mobiliário interessantes, nomeadamente uma secretária, uma cadeira em estilo Romântico e um estudo a óleo do pintor Cristino Silva
  • Sala Árabe: os destaques são as paredes revestidas a fresco, têmpera e trompe l’oeil com o objetivo de dar uma sensação de monumentalidade à sala
  • Terraço da Rainha: deste terraço é possível observar o Monte do Gigante, onde se encontra uma estátua de bronze que representa um guerreiro que protege o Palácio da Pena e o Oceano Atlântico
  • Sala Indiana: a Sala Indiana encontra-se decorada com temas e mobiliário de origem indiana. As paredes encontram-se cobertas de estuques em estilo mourisco e indiano. O teto é de madeira e decorado com motivos neo-mouriscos
  • Salão Nobre: o salão nobre era usado como sala de recepção dos visitantes do palácio, tendo como principais destaques os móveis em estilo indiano, as doze rosáceas superiores que representam as doze casas do Zodíaco e as doze Portas da Jerusalém Celeste
  • Sala dos Veados: A Sala dos Veados também designada como Sala dos Cavaleiros, era usada como sala de jantar da Família Real, destaca-se devido à exposição de alguns vitrais que integravam a coleção do Rei Dom Fernando II, ao Maquete do Palácio da Pena e às Cabeças de veado em gesso com hastes salientes. O centro da sala é uma coluna que representa o tronco de uma árvore.
  • Cozinha Real: onde é possível observar os equipamentos e utensílios utilizados durante o quotidiano da familia real.
Palácio da Pena é o ex-libris português do Romantismo. É um palácio situado no topo da serra de Sintra com uma arquitetura mistura de vários estilos, inspirado no Castelo de Luís II da Baviera. As cores do palácio tornam a arquitetura e o ambiente extremamente fascinante. Esta imagem do Palácio da Pena foi tirada do ponto mais alto de Sintra, o miradouro da Cruz Alta.

Palácio da Pena é o ex-libris português do Romantismo. É um palácio situado no topo da serra de Sintra com uma arquitetura mistura de vários estilos, inspirado no Castelo de Luís II da Baviera. As cores do palácio tornam a arquitetura e o ambiente extremamente fascinante. Esta imagem do Palácio da Pena foi tirada do ponto mais alto de Sintra, o miradouro da Cruz Alta.

Palácio da Pena terraço oeste, local de onde temos uma vista panoramica sobre a serra e o oceano Atlântico

Palácio da Pena terraço oeste, local de onde temos uma vista panoramica sobre a serra e o oceano Atlântico

Palácio da Pena, fachada leste vista do terraço da rainha.

Palácio da Pena, fachada leste vista do terraço da rainha.

2. Castelo dos Mouros: ![(38.792557, -9.389338)] o Castelo dos Mouros é a estrutura militar mais antiga de Sintra, tendo sido construído no século X durante a ocupação muçulmana com o objetivo de constituir uma defesa avançada de Lisboa. O castelo ocupa aproximadamente uma área de 12 mil m2, apresentando uma muralha com 450 metros de extensão. Daqui é possível observar num dia com céu limpo a paisagem até às Ilhas Berlengas. O local foi propositadamente escolhido para que fosse possível avisar Lisboa da vinda dos vikings. Existem registos de várias tentativas de tomada do castelo por parte de guerreiros cristãos, especialmente por Sigurd o Cruzado (1103-1130), Rei da Noruega em 1109 a caminho de Jerusalém. O castelo dispunha de várias estruturas de apoio, nomeadamente um forno comunitário, silos de armazenamento de cereais e leguminosas e casas. O bairro muçulmano foi completamente destruído em 1147 depois da conquista de Lisboa, Santarém e Sintra por Dom Afonso Henriques. Em 1154 o Castelo e a vila de Sintra foram doados por Dom Afonso Henriques a Dom Gualdim Pais, Mestre dos Templários. Com o passar dos séculos o Castelo dos Mouros foi perdendo a função defensiva e a vila de Sintra começou a crescer. Em 1839 o Rei Dom Fernando II comprou e transformou o Castelo dos Mouros num castelo-paisagem, tendo sido reabilitado entre 2008 e 2012. Os principais destaques do Castelo dos Mouros são:

  • Cavalariças do Castelo dos Mouros
  • Silos islâmicos para armazenar os cereais e leguminosas
  • Bairro islâmico com forno comunitário
  • Igreja de São Pedro de Canaferrim do século XII construída por cima do destruído bairro islâmico
  • Necrópole medieval
  • Grande Cisterna
  • Porta da Traição
Castelo dos Mouros é a estrutra militar mais antiga de Sintra, construído no século X durante a ocupação mulçulmana em Portugal

Castelo dos Mouros é a estrutra militar mais antiga de Sintra, construído no século X durante a ocupação mulçulmana em Portugal

Castelo dos Mouros na serra e Sintra visto desde o centro da vila

Castelo dos Mouros na serra e Sintra visto desde o centro da vila

3. Cabo da Roca: ![(38º 46′,99 N, 09º 29′,75 W)] o Cabo da Roca é o ponto mais ocidental da Europa, sendo também designado por Cabo da Ofiussa, Cabo da Serpente ou Promontório da Lua. O farol do Cabo da Roca foi construído no dia 1 de Fevereiro de 1758, tendo entrado em funções em 1772 e automatizado em 1990. O Farol do Cabo da Roca apresenta uma altura de 22 metros, tendo sido construído no topo de uma falésia com uma altitude de 165 metros, podendo ser observado até 48,1 km de distância no oceano. Os principais destaques são o Farol de datado de 1772, a vista sobre o Oceano Atlântico, a Praia da Ursa e o Guincho.

Cabo da Roca é o ponto mais ocidental da Europa, sendo também designado por Cabo da Ofiussa, Cabo da Serpente ou Promontório da Lua. É um local de grande energia, com uma vista fantástica sobre o oceano e da força do mar que bate nas escarpas.

Cabo da Roca é o ponto mais ocidental da Europa, sendo também designado por Cabo da Ofiussa, Cabo da Serpente ou Promontório da Lua. É um local de grande energia, com uma vista fantástica sobre o oceano e da força do mar que bate nas escarpas.

Desde o Cabo da Roca podemos observar a norte a praia da Ursa e a praia da Aroeira e o Guincho a sul. As praias têm acesso através de um caminho pedonal

Desde o Cabo da Roca podemos observar a norte a praia da Ursa e a praia da Aroeira e o Guincho a sul. As praias têm acesso através de um caminho pedonal

O farol do Cabo da Roca é um importante ponto de sinalização para os navegadores que passam pelas aguas costeiras.

O farol do Cabo da Roca é um importante ponto de sinalização para os navegadores que passam pelas aguas costeiras.

A praia da Ursa é uma praia paradisiaca isolada por entre escarpas de rocha. O nome de Ursa deve-se à rocha imponente que avistamos à beira mar, juntamente com uma segunda rocha à qual chamam de A Noiva. A praia da Ursa é considerada a praia mais ocidental da Europa continental, acessivel através de uma caminhada de aproximadamente 20 minutos por um caminho irregular perto do Cabo da Roca. A praia é pequena, isolada, com uma ondulação forte. A praia da Ursa não tem vigilância.

A praia da Ursa é uma praia paradisiaca isolada por entre escarpas de rocha. O nome de Ursa deve-se à rocha imponente que avistamos à beira mar, juntamente com uma segunda rocha à qual chamam de A Noiva. A praia da Ursa é considerada a praia mais ocidental da Europa continental, acessivel através de uma caminhada de aproximadamente 20 minutos por um caminho irregular perto do Cabo da Roca. A praia é pequena, isolada, com uma ondulação forte. A praia da Ursa não tem vigilância.

Acesso à praia da Ursa é feito por um caminho pedonal com alguma dificuldade devido ao terreno inclinado e irregular, acedido apenas pelos mais agéis

Acesso à praia da Ursa é feito por um caminho pedonal com alguma dificuldade devido ao terreno inclinado e irregular, acedido apenas pelos mais agéis

4. Palácio Nacional de Sintra: ![(38.797679, -9.390666)] o Palácio Nacional de Sintra era um dos palácios utilizados para as férias da Família Real, localizado no centro da vila de Sintra. O Palácio Nacional de Sintra, também designado por Paço Real ou Palácio da Vila, foi sendo construído ao longo dos séculos, nomeadamente:

  • Século X: começou por ser a sede do governador muçulmano;
  • Reinado de Dom Dinis: foram efectuadas obras de recuperação devido à degradação do palácio, nomeadamente novos aposentos reais, uma capela e o quarto-prisão de Dom Afonso VI;
  • Reinado de Dom João I: Dom João I atribuiu a recuperação do palácio a João Garcia de Toledo, que construiu várias estruturas, nomeadamente os três arcos da entrada principal voltada para a vila com vista para o povo, a construção da Sala das Pegas, da Sala das Sereias, da Sala dos Árabes, da Sala dos Cisnes e as chaminés da cozinha;
  • Reinado de Dom Manuel I: durante este reinado foi construído o Paço Real e a Sala dos Brasões.
    O Palácio Nacional da Vila de Sintra foi classificado Monumento Nacional em 1910, Património Mundial da Humanidade da UNESCO desde 1995 e passou a integrar a Rede de Residências Reais Europeias desde 2013. Os principais pontos de interesse são:
  • Sala dos Cisnes: as pinturas atuais são um restauro do século XVII das originais do século XV. Os cisnes representam a Casa Real Inglesa em homenagem a Dona Filipa de Lencastre (1360-1414), mulher de Dom João I. O Cisne da Casa Real Inglesa encontrava-se associado a Lohengrin, um dos Cavaleiros da Távola Redonda do Rei Artur
  • Sala das Pegas: o principal destaque é a pintura do teto que inclui a alegoria da ave pega, conhecida por roubar objectos, uma rosa vermelha associada à Casa Inglesa da Rainha Inês de Lencastre e a inscrição Por Bem associada ao Rei Dom João I
  • apela do Espírito Santo: na capela destacam-se os painéis de azulejos hispano-mouriscos das paredes, únicos em Portugal
  • Sala dos Brasões: é a mais importante sala heráldica da Europa. A pintura do teto encontra-se organizada em cinco círculos, o Primeiro círculo – com representação das armas do Rei Dom Manuel I com o escudo, a coroa e o dragão da Lenda do Rei Artur, o Segundo círculo com representação dos medalhões com as armas dos oito filhos do segundo casamento com Dona Maria de Aragão (1482-1517), filha dos Reis Católicos de Espanha, Fernando (1452-1516) e Isabel (1451-1504), o Terceiro círculo com representação dos medalhões com as armas dos membros da Casa Real, o Quarto círculo com representação dos veados dentro de medalhões, e o Quinto círculo com representação de 72 painéis das famílias nobres mais importantes da época, e que apoiavam o Rei Dom Manuel I, nomeadamente os Noronhas, Coutinho, Castro, Ataíde, D’Eça, os Menezes, Castros de Penha Verde, Cunha, Sousa, Pereiras, Vasconcellos, Melo, Silvas, Albuquerque, Andrade, Almeida, Manoel, Febo Moniz, Lima, Távoras, Henriques, Mendonça, Albergaria, Almada, Azevedo, Castelo-Branco, Abreu, Brito, Moura, Lobo, Sá, Corte-Real, Lemos, Ribeiro, Cabral, Miranda, Tavares, Mascarenhas, Sampaio, Malafaia, Meira, Aboim, Carvalho, Mota, Costa, Pessanha, Pacheco, Sotomaior, Lobato, Teixeira, Valente, Serpa, Gama, Nogueira, Bethancourt, Góis, Pestana, Barreto, Coelho, Queirós, Ferreira, Siqueira, Cerqueira, Pimentel, Fois, Arca, Pinto, Gouveia, Faria, Vieira, Aguiar e Borges. A pintura dos cinco círculos foi realizada com o objetivo de mostrar união depois dos tempos de divisão do Reinado de Dom João II.
  • Cozinha: os destaques da cozinha são as duas chaminés de 33 metros de altura;
  • Sala Árabe: era o local mais antigo do palácio, local onde se reunia o responsável árabe de Sintra. O principal destaque é um tanque no pavimento que funcionava como um local de refresco. Este tanque era comum nos palácios do Império Islâmico.
Palácio Nacional de Sintra é uma imponente estrutura que marca o centro da vila. O palácio era um dos palácios utilizados para as férias da Família Real. O Palácio Nacional de Sintra é também designado por Paço Real ou Palácio da Vila

Palácio Nacional de Sintra é uma imponente estrutura que marca o centro da vila. O palácio era um dos palácios utilizados para as férias da Família Real. O Palácio Nacional de Sintra é também designado por Paço Real ou Palácio da Vila

5. Palácio e Parque de Monserrate: ![(38.794154, -9.420646)] o Palácio de Monserrate é um palácio conhecido pela arquitetura e pelo paisagismo, localizado a quatro kilometros do centro histórico de Sintra. O nome Monserrate surgiu em 1540 devido à construção de uma capela dedicada a Nossa Senhora de Montserrat na quinta que pertenceu à família Mello e Castro entre 1600 e 1790, ano em que o inglês Gerard de Visme arrendou o palácio. O atual Palácio de Monserrate é o resultado de várias intervenções de cidadãos ingleses, nomeadamente Gerard de Visme, William Beckford e Francis Cook. A Quinta de Monserrate foi comprada por Gerard de Visme em 1789, um comerciante rico inglês que vivia em Lisboa, tendo sido alugada a várias personalidades, nomeadamente William Beckford até 1794, a Lord Byron. Francis Cook (1817-1901), comprou a propriedade em 1863 e reconstruiu-a com um projeto com mistura de vários estilos, nomeadamente o gótico, indiano e mourisco, da autoria do arquiteto James Knowles. Os principais destaques do Palácio e Parque de Monserrate são o Jardim do México, o Jardim da África do Sul, o Roseiral de Monserrate, a Ermida de Monserrate , a Capela do Fundador, a Sala da Música, o Torreão Sul, e a Biblioteca.

Palácio de Monserrate é um palácio conhecido pela arquitetura e pelo paisagismo, localizado a quatro kilometros do centro histórico de Sintra

Palácio de Monserrate é um palácio conhecido pela arquitetura e pelo paisagismo, localizado a quatro kilometros do centro histórico de Sintra

Os interiores do palácio de Monserrate são altamente luxuosos, com mistura de vários estilos arquitetónicos, nomeadamente o gótico, indiano e mourisco, da autoria do arquiteto James Knowles

Os interiores do palácio de Monserrate são altamente luxuosos, com mistura de vários estilos arquitetónicos, nomeadamente o gótico, indiano e mourisco, da autoria do arquiteto James Knowles

Cúpula da sala de música do palácio de Monserrate, uma arquitetura imponente que nos absorve a atenção às cores elegantes da pedra branca natural com o dourado e a iluminação, criando um ambiente de luxuria altamente agradável

Cúpula da sala de música do palácio de Monserrate, uma arquitetura imponente que nos absorve a atenção às cores elegantes da pedra branca natural com o dourado e a iluminação, criando um ambiente de luxuria altamente agradável

A construção do atual palácio de Monserrate foi iniciada em 1858 por ordem do novo proprietário Francis Cook com projeto do arquiteto James Thomas Knowles no local onde em 1540 foi construída uma capela dedicada a Nossa Senhora de Monserrate

A construção do atual palácio de Monserrate foi iniciada em 1858 por ordem do novo proprietário Francis Cook com projeto do arquiteto James Thomas Knowles no local onde em 1540 foi construída uma capela dedicada a Nossa Senhora de Monserrate

6. Palácio e Quinta da Regaleira: ![(38.796449, -9.396024)] O Palácio e Quinta da Regaleira é um espaço construído com o objetivo de ser a casa de férias de um empresário de café, localizado no limite do centro histórico de Sintra. A propriedade da Quinta da Regaleira foi comprada por António Monteiro aos Barões da Regaleira, que se inspirou no Palácio Nacional da Pena, no Hotel Palace do Buçaco e na Epopeia Portuguesa dos Descobrimentos para o projeto realizado por Luigi Manini, com experiencia nos projetos do Hotel Palace do Buçaco e no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa. Luigi Manini foi o grande responsável pelos jardins, pelas grutas, pelos lagos, pelo poço iniciático, pela capela, pelas esculturas e pelo palácio. No Palácio e Quinta da Regaleira é possível identificar referências à mitologia grega, a Dante, a Camões, à Ordem de Cristo ou à Ordem dos Rosa-Cruz. O Palácio da Regaleira encontra-se dividido em quatro pisos,

  • Piso zero: também designado de Piso Nobre, destaca-se pela decoração das salas nos estilos Manuelino, Renascentista e Barroco;
  • Piso Primeiro: encontram-se os locais destinados à família Monteiro, nomeadamente a sala de estudo, a sala dos brinquedos e a Sala Lusíada;
  • Piso Segundo: com a sala octogonal, construída tendo por base a Charola do Convento de Cristo em Tomar;
  • Piso Terceiro: com a torre neomedieval, o escritório de António Monteiro e o laboratório;
    O jardim da Regaleira apresenta vários destaques, nomeadamente
  • Alea dos Deuses: é a alameda que faz a ligação entre a Loggia dos Pisões e o Palácio da Regaleira. Os destaques são as nove estátuas de deuses greco-romanos: Fortuna, Orfeu, Vénus, Flora, Ceres, , Dionísio, Vulcano e Hermes;
  • Capela: a capela foi construída em estilo Neo-Manuelino e destaca-se pelas cenas da Anunciação, da Coroação de Maria, das Cruzes da Ordem de Cristo, a herdeira portuguesa da Ordem Templária e um túnel que faz a ligação ao palácio através da cripta;
  • Poço Iniciático: é uma torre invertida com aproximadamente 27 metros escavada no interior da terra. O poço iniciático apresenta uma escadaria em espiral que reproduz o Inferno de Dante e a relação entre a Terra e o Céu.
Palácio e Quinta da Regaleira é um projeto de Luigi Manini inspirado no Palácio Nacional da Pena, no Hotel Palace do Buçaco e na Epopeia Portuguesa dos Descobrimentos.

Palácio e Quinta da Regaleira é um projeto de Luigi Manini inspirado no Palácio Nacional da Pena, no Hotel Palace do Buçaco e na Epopeia Portuguesa dos Descobrimentos.

A Quinta da Regaleira, além do Palácio e do Poço Iniciático, é muito admirada pelos espaços verdes envolventes que criam um ambiente mistico a toda a envolvente

A Quinta da Regaleira, além do Palácio e do Poço Iniciático, é muito admirada pelos espaços verdes envolventes que criam um ambiente mistico a toda a envolvente

O Poço Iniciático da Quinta da Regaleira é uma das grandes atrações, é composto por uma uma escadaria em espiral que significa a reprodução do Inferno de Dante e a relação entre a Terra e o Céu

O Poço Iniciático da Quinta da Regaleira é uma das grandes atrações, é composto por uma uma escadaria em espiral que significa a reprodução do Inferno de Dante e a relação entre a Terra e o Céu

7. Convento dos Capuchos: ![(38.784412, -9.438148)] o Convento dos Capuchos localizado na Serra de Sintra era um convento muito pequeno e foi construído com o objetivo de se confundir com a paisagem envolvente e permitir uma maior proximidade dos oito monges que o habitavam com a natureza da Serra de Sintra. Recebeu a desgnação de Convento da Cortiça porque a cortiça era um dos poucos materiais que ornamentava o edifício. O Convento dos Capuchos foi inaugurado em 1560 por desejo de Dom Álvaro de Castro, conselheiro de Estado do Rei Dom Sebastião. O convento recebeu a designação de Convento de Santa Cruz da Serra de Sintra e foi entregue a frades da Ordem de São Francisco. O Convento dos Capuchos foi abandonado em 1834, ano que decretou o fim das ordens monástico-religiosas em Portugal. Os destaques do Convento dos Capuchos são:

  • Terreiro das Cruzes
  • Pórtico das Fragas
  • Terreiro do Sino
  • Terreiro da Fonte
  • Capela da Paixão de Cristo
  • Porta da Morte
  • Dormitório
  • Casa das Águas
  • Cozinha
  • Refeitório
  • Biblioteca
  • Cela da Penitência
  • Quarto Superior
  • Sala do Capítulo
  • Claustro
  • Ermida do Senhor no Horto

8. Palácio Nacional e Jardins de Queluz: ![(38.750773, -9.259061)] O Palácio Nacional de Queluz é uma das últimas construções da Europa em Estilo Rococó, localizado em Queluz. O Palácio Nacional de Queluz desempenhou várias funções ao longo da história, nomeadamente casa de campo dos Marqueses de Castelo Rodrigo, quinta de recreio durante o período de ocupação espanhola, casa de lazer e férias da Família Real Portuguesa, Residência Oficial da Família Real entre 1794 e 1807 após ao incêndio do Palácio Nacional da Ajuda até às Invasões Francesas, propriedade do Estado em 1908, classificado como Monumento Nacional em 1910. A Família Real, a Corte e a Nobreza usavam o Palácio Real de Queluz como local de férias e entretenimento, a que se chamou Real Quinta de Recreio, especialmente para a realização de festas, de bailes, serenatas, espetáculos de fogo preso, jogos de água, passeios de barco no Canal dos Azulejos, concursos equestres e touradas. O Palácio Nacional de Queluz teve duas fases de construção, nomeadamente a entre 1747 e 1784 com a participação do arquiteto Mateus Vicente de Oliveira e do ourives e arquiteto francês Jean-Baptiste Robillon e a segunda fase de construção entre 1784 e 1792 sob orientação do arquiteto e sargento-mor Manuel Caetano de Sousa. A primeira fase de construção incluiu a construção da Sala do Trono, o Pavilhão de Aposentos Privados, o Lago das Medalhas, a Escadaria dos Leões ou o Canal dos Azulejos.

O Palácio Nacional de Queluz é uma das últimas construções da Europa em Estilo Rococó, teve várias funções ao longo da história, nomeadamente casa de campo dos Marqueses de Castelo Rodrigo, quinta de recreio durante o período de ocupação espanhola, casa de lazer e férias da Família Real Portuguesa, Residência Oficial da Família Real entre 1794 e 1807 após ao incêndio do Palácio Nacional da Ajuda até às Invasões Francesas, propriedade do Estado em 1908, classificado como Monumento Nacional em 1910

O Palácio Nacional de Queluz é uma das últimas construções da Europa em Estilo Rococó, teve várias funções ao longo da história, nomeadamente casa de campo dos Marqueses de Castelo Rodrigo, quinta de recreio durante o período de ocupação espanhola, casa de lazer e férias da Família Real Portuguesa, Residência Oficial da Família Real entre 1794 e 1807 após ao incêndio do Palácio Nacional da Ajuda até às Invasões Francesas, propriedade do Estado em 1908, classificado como Monumento Nacional em 1910

Pousada de Queluz, explorada pelo grupo Pestana, é um hotel histórico instalado no edifício da Torre do Relógio do Palácio de Queluz. Autoria do arquiteto e sargento-mor Manuel Caetano de Sousa, a torre do relógio tem uma arquitetura de influência do barroco e rococó dos séculos XVIII e XIX.

Pousada de Queluz, explorada pelo grupo Pestana, é um hotel histórico instalado no edifício da Torre do Relógio do Palácio de Queluz. Autoria do arquiteto e sargento-mor Manuel Caetano de Sousa, a torre do relógio tem uma arquitetura de influência do barroco e rococó dos séculos XVIII e XIX.

A segunda fase de construção incluiu a edificação da Fachada de Cerimónias e o Pavilhão Dona Maria. Os destaques do Palácio Nacional e Jardins de Queluz são:

  • Sala do Trono: a Sala do Trono começou a ser construída em 1768 e foi terminada em 1774 em Estilo Rococó. O projeto da Sala do Trono é da autoria de Jean-Baptiste Robillion. Esta sala tinha por função principal a realização das festas organizadas por Dona Maria I e por Dom pedro III e algumas cerimónias oficiais. Os principais destaques são as paredes esculpidas em talha dourada da autoria do entalhador Silvestre Faria Lobo, os jogos da luz que vem do exterior e que reflete nos espelhos da sala, as pinturas da autoria de João de Freitas Leitão a representar a Fé, o Sol, a Esperança, a Guerra, a Justiça e a Caridade;

    Salão dos Espelhos do Palácio Nacional de Queluz

    Salão dos Espelhos do Palácio Nacional de Queluz

  • Sala da Música: a Sala da Música foi construída em 1759 e desempenhou várias funções, especialmente sala de festas, sala de audiências e beija-mão, casa da ópera e concertos de música de câmara. As atrações da Sala da Música são as colunas pintadas com o objetivo de imitar o mármore e a decoração do teto em talha dourada da autoria de Silvestre Faria Lobo
  • Salão de baile do Palácio Nacional de Queluz com colunas pintadas com o objetivo de imitar o mármore e a decoração do teto em talha dourada da autoria de Silvestre Faria Lobo

    Salão de baile do Palácio Nacional de Queluz com colunas pintadas com o objetivo de imitar o mármore e a decoração do teto em talha dourada da autoria de Silvestre Faria Lobo

  • Sala dos Embaixadores: a Sala dos Embaixadores integrou o projeto inicial de Jean-Baptiste Robillion. Os principais pontos de interesse são as pinturas da autoria de Bruno José do Vale e Francisco de Melo, a pintura do painel central da autoria do italiano Giovanni Berardi a representar Dom João V, a Rainha Dona Vitória e os filhos, os dois dosséis usados para tronos

    Sala dos Embaixadores do Palácio Nacional de Queluz, com pinturas da autoria de Bruno José do Vale e Francisco de Melo, a pintura do painel central da autoria do italiano Giovanni Berardi a representar Dom João V, a Rainha Dona Vitória e os seus filhos

    Sala dos Embaixadores do Palácio Nacional de Queluz, com pinturas da autoria de Bruno José do Vale e Francisco de Melo, a pintura do painel central da autoria do italiano Giovanni Berardi a representar Dom João V, a Rainha Dona Vitória e os seus filhos

  • Capela: o projeto foi da autoria de Mateus Vicente de Oliveira. A Capela do Palácio Real de Queluz foi o local da realização de várias cerimónias, especialmente a Missa das Pedras quando os materiais chegaram para o início das obras, a cerimónia de lava-pés que geralmente realizava-se no Palácio Nacional da Ajuda, Procissão da Senhora do Cabo e os oito batizados dos filhos de Dom João VI e de Dona Carlota Joaquina. Os destaques são a cúpula da capela-mor, a obra de talha dourada da autoria de Silvestre Faria Lobo, o retábulo que com uma pintura da autoria de André Gonçalves a representar a padroeira de Queluz Nossa Senhora da Conceição, a pintura do teto da autoria de Alexandrino de Carvalho com alusões à Virgem;
  • Biblioteca de Arte Equestre Dom Diogo de Bragança: é a única biblioteca em Portugal exclusivamente dedicada à Arte Equestre aberta ao público. A biblioteca disponibiliza aproximadamente 2000 publicações, 294 livros e folhetos dos séculos XIX e XX, 800 títulos europeus dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX, 322 ilustrados da segunda metade do século XX, 165 gravuras e estampas originais.
  • Pavilhão Robillion: o Pavilhão Robillion foi construído com o objetivo de integrar os aposentos privados da Família Real. O projeto foi da autoria de Jean-Baptiste Robillion e foi usado por Dom Pedro III, Dom João VI, Dona Carlota Joaquina, Dom Miguel e Dom Pedro IV.
  • Corredor das mangas: era o local onde se guardavam as mangas de vidro que protegiam as velas. O Corredor das Mangas é também conhecido por Corredor dos Azulejos devido aos painéis de azulejos de duas épocas distintas: os primeiros azulejos de 1764 pintados por Manuel da Costa Rosado a representar cenas de caça, e os segundos azulejos do ano de 1784 da autoria de Francisco Jorge da Costa a representar os vários continentes, as estações do ano e a mitologia clássica, os vasos de faiança da Real Fábrica do Rato e da Fábrica Viúva Lamego, e alguns carrinhos que foram criados com o objetivo de permitir a deslocação nos jardins;
  • Sala Dom Quixote: nesta sala de efeito circular destacam-se as oito pinturas com ornamentos de talha dourada e pasta de papel com cenas da vida de Dom Quixote La Mancha de Cervantes, a pintura da tela central do teto com uma alegoria dedicada à música. Foi neste local que aconteu a morte de Dom Pedro IV

Jardins de Queluz: os grandes destaques dos Jardins de Queluz são as estátuas, os lagos, as fontes, as grandes dimensões, os vasos, os bustos.

Os jardins do Palácio de Queluz são compostos por várias atrações que variam desde lagos, a estátuas, jardim botânico, canal dos azulejos, onde comportas permitem a passagem do rio Jamor

Os jardins do Palácio de Queluz são compostos por várias atrações que variam desde lagos, a estátuas, jardim botânico, canal dos azulejos, onde comportas permitem a passagem do rio Jamor

Os principais pontos de interesse dos Jardins de Queluz são:

  • Canal dos Azulejos: era o local onde se organizavam passeios de barco. No Canal dos Azulejos destacam-se as pinturas dos painéis de azulejos do Lago Grande da autoria de João Antunes e Manuel da Costa Rosado. O Lago Grande tinha dois objetivos, era um dos elementos decorativos dos Jardins de Queluz e foi a forma encontrada para levar água desde a Ribeira do Jamor até aos Jardins de Queluz numa extensão aproximada de 115 metros. O Lago Grande integra duas esculturas em chumbo que representam Baco, Ariadne, Vénus e Adónis da autoria do escultor de chumbo inglês John Cheere. O Canal dos Azulejos era designado de Lago Grande devido à dimensão. O Canal dos Azulejos foi restaurado durante o Reinado de Carlos por Pereira Cão e Carlos Alberto Nunes;
  • Jardim Botânico de Queluz: o Jardim Botânico de Queluz foi construído entre 1769 e 1776 e era constituído por 24 canteiros de vários frutos e plantas, especialmente a produção de ananás, um fruto raro e exótico no século XVIII. O Jardim Botânico de Queluz também era conhecido por Jardim das Estufas;
  • Lago de Nereide: o grande destaque é o conjunto de escultórico da autoria do inglês John Cheere;
  • Lago de Neptuno: o Lago de Neptuno foi desenhado por Jean-Baptiste Robillion em 1771 e apresenta por principais atrações as esculturas de chumbo da autoria de John Cheere que representam Neptuno, Aquiles, a Primavera, o Verão, o Outono, Meleager, Atlanta, Vertumnus, Pomona, Marte e Minerva;

    Lago de Neptuno é um dos muitos lagos com estátuas que podemos admirar no jardim do palácio de Queluz

    Lago de Neptuno é um dos muitos lagos com estátuas que podemos admirar no jardim do palácio de Queluz

  • Jardim Pênsil: o Jardim Pênsil deve o nome por se encontrar sobre um terreno desnivelado e um reservatório de água. Destaca-se pelo labirinto enorme que constitui o ex-libris do palácio;
  • Jardim de Malta: o Jardim de Malta foi construído a partir de 1754. O Jardim de Malta recebeu este nome porque Dom Pedro III desempenhou a função de Grão Mestre da Ordem de Malta. As principais atrações são os quatro lagos e as esculturas que representam a Música, a Pintura, a Escultura e a Arquitetura.

    O Palácio de Queluz. A "Fachada Cerimonial" do corps de logis da autoria de Mateus Vicente de Oliveira.

    O Palácio de Queluz. A “Fachada Cerimonial” do corps de logis da autoria de Mateus Vicente de Oliveira.

9. Palácio de Seteais: ![(38.796188, -9.398261)] O Palácio de Seteais é um hotel de luxo alojado num palácio do século XVIII e XIX, localizado na estrada de Monserrate à saída do centro histórico de Sintra. Próximo do Palácio de Seteais é possível visitar locais como a Quinta e Palácio da Regaleira ou a Quinta do Relógio. O nome Seteais está relacionado com a Lenda dos Seteais, que segundo a lenda: “que após a conquista de Sintra em 1147, o cavaleiro cristão Dom Mendo de Paiva encontrou uma porta secreta a servir de fuga para alguns muçulmanos. Entre os fugitivos, encontrava-se uma moura muito bonita acompanhada pela aia, tendo ambas sido feitas prisioneiras. Assim que viu o Dom Mendo de Paiva, a jovem moura soltou o primeiro suspiro. O segundo suspiro surgiu quando percebeu que ia ser feita prisioneira, o que fez com que a aia contasse a maldição dos sete suspiros que uma feiticeira lhe tinha lançado. A maldição dizia que ao atingir o sétimo suspiro num dia a jovem moura morreria. O cavaleiro não acreditou e continuou a caminhada. A revelação do segredo deu origem a outro suspiro e o facto de Dom Mendo não ter acreditado foi motivo para que suspirasse mais uma vez. Após saber desta maldição Dom Mendo prometeu que as levaria para um local sossegado. Quando encontrou o local, Dom Mendo afastou-se por breves momentos, mas foi o suficiente para que um grupo de muçulmanos atacasse as mouras e cortasse a cabeça da aia. Foi o sexto suspiro. O sétimo e último suspiro surgiu quando viu a adaga de um dos muçulmanos. Quando Dom Mendo de Paiva regressou ao local já era tarde, pois ambas estavam mortas. Desolado com a situação resolveu chamar Seteais ao sítio onde as duas muçulmanas foram mortas.”
O Palácio de Seteais foi construido a mando do cônsul holandês Daniel Gildemeester (1714-1793) numa propriedade cedida pelo Marquês de Pombal (1699-1782). Após a morte do cônsul holandês o palácio foi vendido ao Marquês de Marialva que alargou o palácio com um projeto em forma de “U” da autoria do arquiteto José da Costa e Silva (1747-1819). O Palácio de Seteais foi comprado pela cadeia Tivoli em 1954, sendo restaurado oficialmente designado por Tivoli Palácio de Seteais Sintra Hotel em 2009 pela Fundação Ricardo Espírito Santo. Os principais destaques do Palácio de Seteais são:

  • Arco da entrada: foi inaugurado em 1802 e construído para receber a visita do Rei Dom João VI e da mulher Dona Carlota Joaquina. O arco triunfal foi construído em Estilo Neoclássico
  • Jardins de Seteais: Os Jardins de Seteais são compostos por arbustos em forma labirintica, de onde é possível observar a vista do vale.

10. Chalet da Condessa d’ Edla: ![(38.785235, -9.399112)]: O Chalet da Condessa d’Edla é uma pequena casa de campo propriedade da Condessa d’Edla, localizado na zona ocidental do Parque da Pena. O Chalet da Condessa d’ Edla foi construído entre 1869 e 1875 por ordem de Dom Fernando II de acordo com o modelo usado nos chalets dos Alpes. O Chalet da Condessa d’ Edla era um espaço privado, construido com o objetivo de recriar a paisagem da Áustria e da Suíça, origens de Dom Fernando e da Condessa d’Edla. O projeto do Chalet da Condessa d’ Edla foi da autoria da Condessa d’Edla, foi abandonado até 2006, ano em que começou a ser restaurado, e reaberto ao público em 2011. Os principais destaques do Chalet da Condessa d’ Edla são a decoração em cortiça, o quarto da Condessa d’Edla, os rochedos no jardim, as plantas importadas dos vários locais do mundo, como os Himalaias, os Estados Unidos da América, Norte da Europa e a vista sobre o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros

Outros locais a explorar em Sintra

Parque da Pena: ![(38.789333, -9.392152)] o Parque da Pena encontra-se integrado em 200 hectares da Serra de Sintra que incluem o Palácio Nacional da Pena. Os principais destaques do Parque da Pena são:

  • Árvore da Vida: é a árvore que se encontra à entrada do Parque da Pena e que reproduz a Árvore do Éden, da entrada do Paraíso
  • Fonte dos Passarinhos é uma fonte em estilo árabe e oriental decorada com azulejos fabricados na Fábrica Roseira em Lisboa com uma inscrição em árabe com o texto “O Sultão Dom Manuel construiu esta capela bendita em nome de Nossa Senhora da Pena no ano de 1503 em comemoração do regresso a salvo de Dom Vasco da Gama do descobrimento das terras e países que encontrou, isto é o Cabo da Boa Esperança, a Índia e outros”. No interior da fonte existiam três estatuetas de passarinhos que entretanto desapareceram;
  • Feteira da Rainha: é uma área composta por várias dezenas de fetos arbóreos, percursos pedestres, nascentes de água e um forno cósmico muito usado na alquimia;
  • Estufas: com o objetivo de abrigar os neófitos ou novas plantas que se destinam a cultivar o Parque da Pena;
  • Templo das Colunas: um templo circular sustentado por doze colunas que representam as doze casas do Zodíaco, encontra-se protegido por um carvalho, a árvore dos Druidas. A porta do templo é guardada por um gnomo esculpido na pedra que representa os quatro elementos:
  • Capela de Santo Amaro: de acordo com a lenda, Santo Amaro lia tanto que andava por cima da água sem se aperceber. A Capela de Santo Amaro é a última paragem antes do Castelo dos Mouros

Museu de História Natural de Sintra: ![(38.798113, -9.389993)] O Museu de História Natural de Sintra é um espaço museológico que preserva e divulga a história natural de Sintra, localizado no Centro Histórico de Sintra. Os principais pontos de interesse são:

  • Mais de dez mil fósseis;
  • Coleção de Trilobites;
  • Coleção de meteoritos, nomeadamente o Meteorito de Nantan da China.

News Museum: ![(38.796438, -9.389937)] O News Museum é um museu dedicado à divulgação das notícias mais importantes da história da Humanidade, localizado no Centro Histórico de Sintra. O museu encontra-se alojado no edifício do antigo Museu do Brinquedo e explica a história da comunicação social e homenageia os jornalistas mais importantes da história.

Quinta do Relógio: ![(38.796292, -9.395318)] a Quinta do Relógio é uma quinta do século XVIII, localizada na Serra de Sintra. A quinta teve vários proprietários ao longo da história, nomeadamente Dom Fernando Maria de Sousa Coutinho Castelo Branco e Meneses, o 15º Conde de Redondo, o multimilionário Metznar, o banqueiro Thomas Horn, o esclavagista Manuel Pinto da Fonseca e o sueco Christopher Berglund. A Quinta do Relógio ficou conhecida quando foi comprada pelo traficante de escravos Manuel Pinto da Fonseca, conhecido por Conde de Monte Cristo, que fez fortuna com o comércio de escravos. Manuel Pinto da Fonseca entregou o projeto da quinta ao arquiteto António Manuel da Fonseca Júnior. A Quinta do Relógio foi classificada como Património da Humanidade da UNESCO em 1997. A tradição popular dos habitantes de Sintra diz que está assombrada devido ao sangue dos escravos que foi derramado ao longo da carreira de Manuel Pinto da Fonseca

Parque da Liberdade: O Parque da Liberdade é um jardim da vila de Sintra, localizado na “Volta do Duche” à entrada do Centro Histórico de Sintra. O Parque da Liberdade foi inaugurado em Julho de 1937, tendo os seguintes pontos de interesse

  • Mais de 60 espécies diferentes de plantas e árvores
  • Teatro Virtual onde é possível visitar a reprodução virtual das relações comerciais entre Portugal e o Japão durante o século XVI

Centro Interactivo Mitos e Lendas de Sintra: ![(38.690424, -9.335667)] O Centro Interactivo Mitos e Lendas de Sintra é o espaço turístico mais recente localizado na vila de Sintra. O centro apresenta filmes tridimensionais sobre mitos e lendas de Sintra, organizado em quatro núcleos:

  • Núcleo 1: a visita tem início no piso mais alto, o equivalente virtual ao topo da Serra de Sintra e é informado sobre a Criação das Penhas, a Lenda dos Cinco Altos de Nomes Iguais e Apelidos Diferentes de Sintra;
  • Núcleo 2: neste piso é contada a História de Sintra;
  • Núcleo 3: aqui são explicadas a Lenda dos Túmulos dos Dois Irmãos, a Lenda dos Sete Ais e a Lenda da Aparição de Nossa Senhora
  • Núcleo 4: neste piso encontra-se a simulação do Poço Iniciático da Quinta da Regaleira e outras experiências tridimensionais únicas sobre a Serra de Sintra

Povoado do Paleolítico / Calcolítico: este núcleo é um nicho arqueológico com vestígios do Paleolítico, Calcolítico e Neolítico Final, localizado na Rua das Padarias, na vila velha de Sintra, com destaques para os mais de 400 artefactos existente no local.

Paços do Concelho

O edifício do Paços do Concelho de Sintra foi construído entre 1906 e 1909, de fachadas imponentes com janelas neo-Manuelinas. No alçado principal destaca-se uma torre com uma cobertura piramidal revestida com azulejos, com representação da Cruz de Cristo e o Escudo Pátrio, e uma esfera armilar no topo. No interior existe claustro com varandins decorados em estilo neo-Manuelino e Renascentista

O edifício do Paços do Concelho de Sintra foi construído entre 1906 e 1909, de fachadas imponentes com janelas neo-Manuelinas. No alçado principal destaca-se uma torre com uma cobertura piramidal revestida com azulejos, com representação da Cruz de Cristo e o Escudo Pátrio, e uma esfera armilar no topo.
No interior existe claustro com varandins decorados em estilo neo-Manuelino e Renascentista

Pontos de interesse que encontramos ao percorrer a vila de Sintra

Explorar a vila de Sintra caminhando

Fonte da Sabuga: A Fonte da Sabuga é uma das fontes mais importantes de Sintra devido às capacidades curativas da água, localizada na estrada que faz a ligação entre Sintra e Colares. A fonte atual foi reconstruída depois do Terramoto de 1755, apresentando o painel de azulejos brancos e azuis como principal destaque.

Miradouro da Cruz Alta: O Miradouro da Cruz Alta é o ponto mais alto da Serra de Sintra, localizado em pleno Parque da Pena a 529 metros de altitude. O principal destaque do miradouro é a vista sobre o Palácio da Pena, do Castelo dos Mouros, da Vila de Sintra e do Oceano Atlântico.

Palácio dos Ribafria: O Palácio dos Ribafria é um palácio do século XVI, localizado na Várzea de Sintra. O palácio foi mandado construir em 1541 por Gaspar Gonçalves em estilo Manuelino. Os principais destaques são os:

  • Jardins;
  • Palácio;
  • Lago;
  • Cisterna.

Biblioteca Municipal de Sintra: A Biblioteca Municipal de Sintra é uma biblioteca pública, localizada na Rua Gomes de Amorim em Sintra. A Biblioteca de Sintra encontra-se integrada na Casa Mantero, apresentando os seguintes serviços:

  • Leitura Presencial;
  • Núcleo de Braille;
  • Núcleo de História Local e Regional;
  • Acervo de Camilo Castelo Branco;
  • Espólios de Vera Jane, Oliva Guerra, Ângelo Costa Cabral e Rodrigo Castro Pereira;
  • Casa de Chá.

Capela de São Mamede de Janas: A Capela de São Mamede de Janas é uma capela do século XVI, localizada em Janas. Janas é uma pequena aldeia do concelho de Sintra, localizada a aproximadamente um kilometro da vila das Azenhas do Mar. A capela apresenta as seguintes atrações:

  • Capela de planta circular dedicada a São Mamede, o santo protetor do gado;
  • Banco corrido a toda a volta da capela.

Cascata dos Pisões: A Cascata dos Pisões é uma pequena cascata que se encontra na estrada que faz a ligação entre Sintra e a Quinta da Regaleira. Há a destacar o som da água a cair que provoca um efeito calmante e o arvoredo que a rodeia, criando um ambiente místico.

Centro Cultural Olga Cadaval: O Centro Cultural Olga Cadaval é a principal sala de espetáculos e de atividades culturais de Sintra. O centro foi construído em 1945 para inaugurar o Cine-Teatro Carlos Manuel com um projeto da autoria de Manuel Joaquim Norte Júnior. O edifício foi abandonado após o incêndio de 1985, até ter sido inaugurado com o nome atual em 2001 em homenagem a Olga Cadaval (1900-1996), Marquesa de Cadaval e mecenas das artes em Lisboa e Sintra. O Centro Cultural Olga Cadaval apresenta os seguintes destaques:

  • Auditório Jorge Sampaio: é o maior auditório do centro cultural, com capacidade para mil lugares;
  • Auditório Acácio Barreiros: é o auditório mais pequeno do centro cultural.

Centro Interativo Sintra, Mitos e Lendas: O Centro Interactivo Sintra, Mitos e Lendas é o espaço turístico mais recente de Sintra, localizado na Praça da República. Este centro apresenta mitos e lendas sobre Sintra em formato multidemnsional. As atracções do Centro Interativo de Sintra são as seguintes:

  • Piso 1: Lendas dos “Túmulos dos dois Irmãos” e dos “Sete Ais”;
  • Piso -1: Entrada num túnel que simula o Poço Iniciático da Quinta da Regaleira

Chalet Biester: O Chalet Biester é um edifício neo Gótico de final do século XIX, localizado na estrada da Pena em plena Serra de Sintra. O Chalet foi construído em 1890 com o objetivo ser a residência de Ernest Biester (1893-1964), empresário do Teatro Nacional Dona Maria II, com um projeto da autoria de José Luís Monteiro, autor da Estação de Comboios do Rossio e do Parque Eduardo Sétimo em Lisboa, e do cenógrafo Luigi Manini, encenador do Teatro Nacional de São Carlos e autor da decoração do interior do Palácio da Quinta da Regaleira. O palácio é atualmente residência privada, tendo ficado conhecido devido a ter sido neste chalet que Roman Polansky filmou “A Nona Porta”, que contou com a participação do ator Johnny Depp, devido à imponência dos vitrais encomendados a França, e devido a de acordo com a tradição popular, existirem sete pisos subterrâmeos onde uma sociedade secreta se reunia e por ser local onde se encontram três cópias de um livro escrito pelo Diabo.

Fonte Mourisca: A Fonte Mourisca é uma fonte de 1922 construída com o objetivo de susbtituir o Chafariz da Câmara Municipal de Sintra, localizada na Volta do Duche, à entrada do Centro Histórico de Sintra. A fonte é um projeto da autoria de José da Fonseca, apresentando os seguintes destaques:

  • Azulejos de inspiração mudéjar;
  • Fachada com três arcos em ferradura;
  • Bancos corridos de pedra;
  • Bica de bronze.

Fonte da Pipa: A Fonte da Pipa é um chafariz do século XVIII, localizada na Serra de Sintra. A Fonte da Pipa surge mencionada pela primeira vez no século XIV, sendo o aspeto atual posterior ao Terramoto de 1755. Os destaques são:

  • Painéis de azulejos a representar Diana e Justiça;
  • Painéis de azulejos a representar florestas de pinheiros.
    !(:fonte-da-pipa)

Fonte da Mata Alva: A Fonte da Mata Alva é uma fonte do século XVIII, localizada na Rua Barbosa du Bocage. A fonte foi refundada em 1875 por Francisco, Visconde de Monserrate, tendo sido construída em semi-círculo. Os principais pontos de interesse são:

  • Quatro painéis de 16 azulejos cada um pintados de azul e amarelo
  • Painéis de azulejos a representar um “tapete de maçarocas”, uma técnica azulejar muito usada no século XVIII

Igreja de São Pedro de Penaferrim: A Igreja de São Pedro de Penaferrim é a igreja matriz de Sintra, localizada em São Pedro de Sintra. A atual igreja foi construída depois do Terramoto de 1755, contudo a ermida primitiva foi inaugurada no século XVI por desejo de Dom Álvaro de Castro. Os principais pontos de interesse da Igreja de São Pedro de Penaferrim são:

  • Painéis de azulejos do século XVIII a representar a vida de São Pedro;
  • Escultura gótica do século XVI a retratar São Pedro;
  • Cristo luso-oriental de marfim do século XVII;
  • Armas do Arcebispo Dom Tomás de Almeida na fachada.

Igreja de Santa Maria: A Igreja de Santa Maria é a igreja de uma das paróquias mais antigas do país, localizada no Arrabalde em Sintra. A igreja original foi construída no século XIII com um projeto da autoria do Prior Martim Dade. Os principais destaques da Igreja de Santa Maria são:

  • Pórtico Gótico original que resistiu ao Terramoto;
  • Pia Batismal em estilo Manuelino;
  • Imagem estofada do século XVII a representar Nossa Senhora da Conceição.

Igreja Paroquial de São Miguel: A Igreja Paroquial de São Miguel é uma igreja contemporânea da de Santa Maria, localizada na rampa de acesso ao Castelo dos Mouros. A igreja atualmente desativada.

Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia: A Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia é uma igreja do século XVI, localizada no Largo do Pelourinho. A igreja foi inaugurada em 1545, na sequência da criação da Misericórdia de Sintra pela Rainha Dona Catarina, esposa de Dom João III. Os principais pontos de interesse da Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia são:

  • Pinturas a representar “A Adoração dos Magos” e “A Ressurreição de Cristo” da autoria de Cristóvão Vaz;
  • Altar-Mor com uma figura a representar Nossa Senhora da Misericórdia.

Igreja de São Martinho: A Igreja de São Martinho é uma igreja do século XVIII, localizada na Praça da República. A igreja primitiva foi construída em estilo Românico no século XII, restaurada durante o Reinado de Dom Dinis e reconstruída depois de 1755 devido à grande destruição que sofreu durante o Terramoto. Os principais pontos de interesse são:

  • Pinturas do século XVI a representar a vida de São Martinho de Dume
  • Lápide de 1334 em estilo Gótico da autoria de Margarida Fernandes
  • Três Tábuas do século XVI pintadas por Mestre de São Quintino a representar “São Martinho e o Pobre”, “São Pedro” e “Santo António”

Miradouro do Adro da Igreja de São Martinho: O Miradouro do Adro da Igreja de São Martinho é um ponto de vista privilegiado da vila e serra de Sintra, localizado na Igreja de São Martinho. O principal destaque é a vista panorâmica que é possível obter sobre a Serra de Sintra, do Palácio da Pena e do Castelo dos Mouros

Miradouro da Correnteza: O Miradouro da Correnteza é um dos pontos de vista mais procurados de Sintra, localizado na Alameda dos Combatentes da Grande Guerra. O grande destaque do Miradouro da Correnteza é a vista que se consegue obter dos seguintes locais:

  • Castelo dos Mouros;
  • Vale da Raposa;
  • Vila de Sintra;
  • Palácio Nacional de Sintra;
  • Oceano Atlântico.

Miradouro da Ferraria: O Miradouro da Ferraria é o miradouro indicado para apreciar o Centro Histórico da Vila de Sintra, localizado na Rua da Ferraria. Deste miradouro é possível observar o Centro Histórico de Sintra, a paisagem da serra e o Oceano Atlântico

Miradouro da Vigia: O Miradouro da Vigia é um miradouro de São Pedro de Sintra, localizado a aproximadamente dois kilometros do Centro Histórico de Sintra. O miradouro permite observar o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e o Castelo de São Gregório

Jardim da Vigia: O Jardim da Vigia é um jardim e miradouro, localizado na Rua Doutor Hermínio de Sousa. Deste jardim e miradouro é possível observar o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros

MU.SA: Museu das Artes de Sintra: O MU.SA (Museu das Artes de Sintra) é um museu de arte contemporânea, localizado na Avenida Heliodoro Salgado. O museu encontra-se integrado no edifício do antigo Casino, próximo do Centro Cultural Olga Cadaval. Os principais destaques do MU.SA são:

  • Coleção Municipal de Arte: esta coleção integra exposições de Emília de Paula Campos (1884-1943), Dorita Castel-Branco (1936-1996);
  • Coleção de Arte Figurativa;
  • Coleção de Fotografia.

Museu Anjos Teixeira: O Museu Anjos Teixeira é um museu dedicado a dois escultores, Artur Anjos Teixeira e Pedro Anjos Teixeira, localizado na Azinhaga de Sintra. O museu encontra-se integrado num edifício que desempenhou várias funções, nomeadamente azenha, serração de pedra, depósito de viaturas municipais e museu a partir de 1976. Os principais destaques do Museu Anjos Teixeira são:

  • Coleção de Artur Anjos Teixeira;
  • Coleção de Pedro Anjos Teixeira.
Museu Anjos Teixeira é um museu dedicado a dois escultores, Artur Anjos Teixeira e Pedro Anjos Teixeira que trabalham as temáticas da anatomia humana e animal, o trabalho, a liberdade, as profissões, a condição feminina e as figuras históricas e religiosas

Museu Anjos Teixeira é um museu dedicado a dois escultores, Artur Anjos Teixeira e Pedro Anjos Teixeira que trabalham as temáticas da anatomia humana e animal, o trabalho, a liberdade, as profissões, a condição feminina e as figuras históricas e religiosas

Museu do Bonsai: O Museu do Bonsai é um museu dedicado à preservação e divulgação do bonsai, localizado na Estrada de Chão de Meninos. Os principais destaques do Museu do Bonsai são:

  • Bonsai Family Residence: oferece a oportunidade de experiênciar uma dormida no Bonsai Family Residence
  • Árvore Murraya: A Árvore Murraya tem mais de 100 anos, 1.60 metros de altura, tendo sido importada da China

Museu Ferreira de Castro: O Museu Ferreira de Castro é um museu dedicado à preservação e divulgação da obra do escritor Ferreira de Castro (1896-1974), localizado na Rua Consiglieri Pedroso no Casal de Santo António. Os principais destaques do Museu Ferreira de Castro são:

  • Coleção dos romances de Ferreira de Castro;
  • Quadros e materiais de escrita de Ferreira de Castro;
  • Espólio documental acessível ao grande público e investigadores.

Museu Klaus Ohnsmann: O Museu Klaus Ohnsmann é dedicado à divulgação da obra do pintor alemão Klaus Ohnsmann, localizado na Rua Costa do Castelo. O pintor centrou grande parte da sua carreira na representação de Sintra. O principal destaque é a representação de Sintra nas telas da autoria de Klaus Ohnsmann

Quinta da Amizade: A Quinta da Amizade é um dos edifícios que podemos visitar em Sintra, fica localizado na Serra de Sintra. A Quinta da Amizade ou Vila Sassetti foi construída no final do século XIX para ser a residência de Vitor Carlos Sassetti, sendo da autoria de Luigi Manini e inspirado nos castelos da Lombardia. Vitor Sassetti foi um empresário nascisdo em Sintra e proprietário do Hotel Vitor. Os principais destaques da Quinta da Amizade são a inserção da propriedade no Percurso da Vila Sassetti, um dos percursos mais procurados em Sintra. Este percurso faz a ligação do Centro Histórico de Sintra ao Castelo dos Mouros e Palácio da Pena. O percurso apresenta os seguintes pontos de interesse:

  • Casa do Caseiro;
  • Penedo da Amizade;
  • Floresta de Loureiros;
  • Tapada dos Bichos;
  • Edifício com uma grande mistura de materiais, nomeadamente pedra rústica e tijoleira;
  • Alto-Relevo da família Sassetti;
  • Azulejos do século XVI.

Quinta da Penha Verde: A Quinta da Penha Verde é uma quinta do século XVI, localizada na Estrada da Pena. A Quinta da Penha Verde foi construída para ser a residência de Dom João de Castro (1500-1548), Vice-Rei da Índia, com um projeto da autoria de Francisco de Holanda. Os principais destaques são:

  • Ermida de Nossa Senhora do Monte;
  • Capela de São Brás;
  • Ermida de São Pedro;
  • Ermida de São João Batista;
  • Ermida de Santa Catarina.

Quinta do Saldanha: A Quinta do Saldanha é propriedade do Patriarcado de Lisboa, localizada A Quinta do Saldanha encontra-se atualmente desativada, contudo merece um destaque devido à história da propriedade, que pertenceu ao Marechal Duque de Saldanha (1790-1876), um dos políticos e militares mais importantes do século XIX, neto do Marquês de Pombal.

Locais a visitar nos arredores de Sintra

Colares: ![(38.807664, -9.443136)] Colares é uma vila conhecida pela praia e pelo vinho, localizada a aproximadamente seis kilometros de Sintra. Colares encontra-se localizada num vale da Serra de Sintra, onde é possível observar a vegetação luxuriante, as vinhas que produzem o Vinho de Colares, e o eléctrico que faz a ligação a Sintra, à Praia das Maçãs e às Azenhas do Mar. Colares foi doada em 1385 a Dom Nuno Álvares Pereira devido à lealdade prestada ao Reino durante a guerra com Espanha de 1383 a 1385. A partir de 1855 Colares passou a integrar o concelho de Sintra como junta de freguesia. Os principais pontos de atração da vila de Colares são:

  • Banzão
  • Cabo da Roca
  • Adega Beira-Mar
  • Adega Visconde de Salréu
  • Adega Regional de Colares
  • Santuário de Nossa Senhora da Peninha
  • Convento de Santa Ana da Ordem do Carmo
  • Igreja de Nossa Senhora da Conceição
  • Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assunção
  • Casa Branca
  • Palácio de Dom Diniz Melo e Castro
  • Quinta dos Freixos
  • Quinta Mazziotti
  • Quinta de Milides

Azenhas do Mar: !(38.839400, -9.460648): As Azenhas do Mar são uma pequena vila, localizada num promontório sobre o Oceano Atlântico a aproximadamente 14 kilometros de Sintra. O nome de Azenhas do mar tem origem na existencia de onze azenhas eram movidas pela água do mar ou do rio, e produziam pão com os cereais produzidos nas proximidades. A vila das Azenhas dos Mar tem aproximadamente 800 habitantes, integrando a freguesia de Colares. Os principais destaques de Azenhas do Mar são:

    • Local de origem da Casta Ramisco do Vinho de Colares
    • Elétrico de Sintra
    • Piscina natural com água salgada
    • Capela de São Lourenço

Praia das Azenhas do Mar

Azenhas do Mar é uma aldeia no litoral do concelho de Sintra, freguesia de Colares. A Azenhas do Mar é muito conhecida devido à praia na qual existe uma piscina oceânica natural, sendo um dos locais mais fotografados para postais de Portugal. O nome Azenhas significa Moinho de Água.

Azenhas do Mar é uma aldeia no litoral do concelho de Sintra, freguesia de Colares. A Azenhas do Mar é muito conhecida devido à praia na qual existe uma piscina oceânica natural, sendo um dos locais mais fotografados para postais de Portugal. O nome Azenhas significa Moinho de Água.

Casa-Museu de Leal da Câmara: A Casa-Museu de Leal da Câmara é um espaço museológico responsável pela divulgação e preservação da obra do Mestre Leal da Câmara, localizada na Calçada da Rinchoa em Rio de Mouro. Mestre Leal da Câmara (1876-1948) foi um pintor e caricaturista que viveu no edifício onde se encontra o atual museu. O edificío desempenhou várias funções, nomeadamente a função de entreposto de muda de cavalos quando o Marquês de Pombal se deslocava entre a Quinta da Granja em Sintra e o Palácio de Oeiras, função de Hospital de Campanha durante as Invasões Francesas e funções de museu. Os principais pontos de interesse da Casa-Museu de Leal da Câmara são:

  • Núcleo dos Saloios da Casa-Museu Leal da Câmara;
  • Coleções de pintura, caricatura e desenho;
  • Arquivo fotográfico e documental;
  • Painéis de azulejos.

Ecoaldeia de Janas: A Ecoaldeia de Janas é “… um colectivo de pessoas unidas com o objetivo de construir um centro de educação não-formal para a sustentabilidade …”, localizada na Quinta do Luzio em Janas. A Ecoaldeia de Janas teve iníco em 2012 com o lançamento oficial do projeto. Os principais destaques da Ecoaldeia de Janas são:

  • O Centro de Educação Ambiental por onde passam mais de cinco mil alunos todos os anos;
  • A Residência Food Farming;
  • A Associação Dolmen;
  • Os Viveiros de Janas;
  • O Apiário Pedagógico de Janas.

Miradouro das Azenhas do Mar: O Miradouro das Azenhas do Mar é um miradouro junto ao Oceano Atlântico, localizado nas Azenhas do Mar. O destaque é a beleza proporcionada pela vista sobre a aldeia das Azenhas do Mar composto por casas brancas na arriba, a piscina natual de água do mar com a continuação da praia, e a força do Oceano Atlântico a embater nas rochas. A situação do miradouro a sul proporciona um angulo perfeito para os aficionados da fotografia, fazendo deste local um dos locais de eleição para a criação de postais sobre Portugal. As Azenhas do Mar são também um dos locais de de observação do por do sol que reflete no mar e transforma o horizonte com cores de tonalidade avermelhadas…

Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas: O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas é um museu que conserva e divulga coleções de arqueologia desde a antiguidade, localizado em São Miguel de Odrinhas. O museu foi inaugurado em 1999, com um projeto da autoria de Alberto Castro Nunes & António Maria Braga. Os principais pontos de interesse do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas são:

  • Exposições “O Livro de Pedra” e “O Claustro do Tempo”
  • Ruínas Romanas de São Miguel de Odrinhas
  • Biblioteca
  • Auditório
  • Café Museu

Museu do Ar: O Museu do Ar é uma área onde estão integrados um conjunto de espaços museológicos responsáveis por “Colecionar, estudar, expor e divulgar …”, localizado em Pêro Pinheiro. O Museu do Ar tem ligação a dois outros pólos em Ovar e em Alverca, com os seguintes destaques:

  • Hangar Principal: numa área aproximada de 3000 m2 com 42 aeronaves
  • TAP: Espaço dedicado à companhia aérea portuguesa com cerca de 700 m2, onde são apresentados simuladores e aeronaves desde a fundação em 1945;
  • ANA: uma sala de 700 m2 dedicada a observar a história da Aeroportos e Navegação Aérea através de vários objetos, nomeadamente a maqueta original do Aeroporto de Lisboa e o mobiliário da primeira Torre de Controlo de Tráfego Aéreo
  • Hangares Históricos: composto por três hangares, o primeiro Hangar é composto pelo auditório multimédia e algumas aeronaves civis, o segundo Hangar é dedicado à Guerra Colonial Portuguesa e o terceiro Hangar tem em exposição dois aviões utilizados habitualmente na formação de pilotos.
  • Sala dos Pioneiros: onde encontramos a descrição dos primeiros vôos realizados por portugueses, a documentação e as descrições das principais viagens aéreas dos portugueses pelo mundo, nomeadamente as viagens de Sacadura Cabral, Gago Coutinho, Sarmento de Beires, Brito Pais, Humberto da Cruz e Carlos Bleck

Quinta dos Pisões – A Quinta dos Pisões é uma quinta abandonada, localizada na antiga Estrada de Colares. A Quinta dos Pisões foi construída no século XVI, apresenta algumas curiosidades históricas, nomeadamente o facto de ter sido a primeira casa de Sintra a ter aquecimento central por caldeira, e ter sido palco como um dos locais de reunião dos planeadores do atentado ao Rei Dom José I em 1758.

Percursos Pedestres em Sintra

  • Pequena Rota 1: Santa Maria – O Percurso de Santa Maria é realizado ao longo de 1.9 kilometros, sendo de fácil execução. A rota começa em frente ao Palácio Nacional da Vila, passa pela Fonte da Sabuga, pela Igreja de Santa Maria e pelo Parque da Liberdade;
  • Pequena Rota 2 e 3: Pena e Mouros – O Percurso Pena e Mouros é realizado ao longo de 4,5kilometros. A rota começa em frente ao Palácio Nacional da Vila, passando pela Praça da República, Fonte da Sabuga, Igreja de Santa Maria, São Pedro de Penaferrim, Castelo dos Mouros, Palácio da Pena e Parque da Liberdade;
  • Pequena Rota 4: Seteais – O Percurso de Seteais é feito ao longo de 3.5 kilometros, sendo um percurso difícil de executar. O Percurso de Seteais começa em frente ao Palácio Nacional da Vila e passa pela Torre do Relógio, Igreja de São Martinho, Quinta da Regaleira, Hotel Palácio de Seteais, Rampa da Pena, Fonte da Pipa e Palácio de Seteais;
  • Pequena Rota 5: Quintas – O Percurso Quintas é realizado ao longo de 2.3 kilometros, começando em frente ao Palácio Nacional da Vila. O Percurso Quintas passa pelas quintas mais emblemáticas de Sintra, nomeadamente Quinta da Regaleira, Quinta do Relógio, Quinta do Castanheiro, Quinta dos Alfinetes, Quinta Dona Amélia e Quinta dos Castanheiras;
  • Pequena Rota 6: Rio da Mula – O Percurso Rio da Mula é realizado ao longo de 11,3 kilometros, começando na Barragem Rio da Mula. A Rota Rio da Mula passa pelo Convento dos Capuchos, Memorial dos Soldados e Pedra Amarela;
  • Pequena Rota 7: Cabo da Roca – O Percurso Cabo da Roca é realizado ao longo de 13.2 kilometros, começando no Cabo da Roca.. A Rota Cabo da Roca passa pela Ulgueira, Praia da Adraga, Praia Grande do Rodízio, pelo local onde se encontram pegadas de Dinossauros e Almoçageme;
  • Pequena Rota 8: Vinho de Colares – O Percurso Vinho de Colares é realizado ao longo de 15.5 kilometros, começando na Adega Regional de Colares. A Rota Vinho de Colares passa pelo Pinhal da Nazaré, Vinhas do Vinho Ramisco, Fontanelas e Janas;
  • Pequena Rota 9: Rota das Aldeias – O Percurso Aldeias é executado ao longo de 13.5 kilometros, começando na Adega Regional de Colares. A Rota das Aldeias passa por São João das Lampas, Ponte Romana, Assafora e Catribana;
  • Pequena Rota 10: Peninha – O Percurso da Peninha é efectuado ao longo de 5.9 kilometros, começando no Largo da Peninha. A Rota da Peninha passa pela Ermida de Nossa Senhora da Peninha, Ermida de São Saturnino, Adrenunes e Pedras Irmãs;
  • Pequena Rota 11: Capuchos- O Percurso dos Capuchos é realizado ao longo de 4.9 kilometros, começando no Convento dos Capuchos. A Rota dos Capuchos passa pelo Convento dos Capuchos, Memorial dos Soldados, Tholos do Monge e Pedra Amarela;
  • Percurso de Grande Rota 11: E9 – O Percurso GR11 é executado ao longo de 29.7 kilometros, começando na Azoia. A Rota GR11 é executado em seis horas, terminando no Carvalhal, localizado a aproximadamente trinta minutos de automóvel

A Doçaria Conventual de Sintra

Travesseiros de Sintra: os Travesseiros de Sintra são uma das especialidades da vila, um bolo em forma de almofada composto por massa fina folhada recheadda com doce de ovos e amêndoa, fabricados na Casa Piriquita desde 1862 e fundada por Amaro dos Santos e Constância Gomes, conhecida na vila de Sintra como Piriquita. A Casa Piriquita começou por fabricar queijadas, as favoritas do Rei Dom Carlos e da Rainha Dona Amélia, sendo que os Travesseiros foram criados só na década de 1940 por Constância Luísa Cunha, filha dos fundadores. A receita do travesseiro só é conhecida pela proprietária. A Casa Piriquita tem recebido vários prémios, nomeadamente nas Exposições Regionais de Sintra em 1920, o registo das marcas Travesseiros da Piriquita e Pastéis de Cruz Alta em 1989 e o registo da Casa Piriquita por António Manuel Santos Cunha.
Queijadas de Sintra: as queijadas de Sintra são confecionadas com queijo ou requeijão, ovos, leite, açúcar e canela, tendo as primeiras sido vendidas no ano de 1756 em Ranholas na produtora Maria Sapa, a fabricante mais antigo de queijadas na Volta do Duche, próxima do centro histórico da Vila de Sintra. As fábricas de queijadas mais conhecidas são:

  • Sapa
  • Gregório
  • Casa do Preto
  • Piriquita
    Os Fofos de Belas*
    : os fofos de Belas são doces tradicionais produzidos na Fábrica dos Fofos de Belas. Os Fofos de Belas são pequenos pães-de-ló moles, recheados com creme de ovo e grãos de açúcar branco. Os bolos são fofos e com tons amarelados, o que dá uma aparência e sabor únicos. Os Fofos de Belas foram criados pela mãe da atual proprietária, a senhora Liberdade, para consumo interno, sendo Inicialmente designados por Fartos de Creme.

O Vinho em Sintra, vinho de Colares e a Região Demarcada de Colares

O vinho de Colares integra a Região de Colares, uma das Regiões Demarcadas mais antigas de Portugal. A Região Demarcada de Colares integra as freguesias de Colares, São Martinho e São João das Lampas, sendo a Região Demarcada mais ocidental da Europa e a mais pequena do país. O vinho começou a ser produzido no século XIII, tendo ganho fama devido aos seguintes motivos:

  • Longevidade
  • Resistência ao clima
  • Aproximadamente 80% da vinha encontra-se instalada em solo de areia
  • Vinha nunca foi afetada pelo insecto filoxera, que dizimou a produção vinícola em toda a Europa no século XIX.
    A Região Demarcada de Colares, demarcada em 1908, encontra-se organizada tendo por base a Adega Regional de Colares, que é considerada a mais antiga do país com a fundação em 1931. As castas mais importantes do Vinho de Colares são:
  • Malvasia de Colares
  • Ramisco de Colares

Os principais produtores do vinho de Colares são:

  • Adega Regional de Colares
  • Adega António Bernardino Paulo da Silva
  • Adega Viúva Gomes
  • Casal de Santa Maria

O Golfe em Sintra

Sintra tem quatro campos principais, nomeadamente:

Penha Longa Hotel & Golf Resort: – O Penha Longa Hotel & Golf Resort, localizado entre Sintra e Cascais, é um dos campos de golf mais notáveis de Portugal, integrando a lista dos trinta melhores campos de golfe da Europa. O campo de golf de 27 buracos foi desenhado por Robert Trent Jones Jr e inaugurado em 1992 com o percurso do “Atlântico Championship”, composto por dezoito buracos e o percurso do “Mosteiro”, composto por nove buracos. O Campo da Penha Longa já recebeu vários torneios importantes, nomeadamente o Open Portugal de 1994, Open Portugal de 1995 e Open Portugal de 2010. Algumas das atrações de destaque do Penha Longa golf course é a presença junto ao “par 5” de um aqueduto do Período Romano e o Mosteiro e Igreja de São Jerónimo da Penha Longa, um mosteiro datado do século XIV que pertencia à Ordem de São Jerónimo

Penha Longa Hotel & Golf Resort é um hotel de luxo situado em pleno campo de golf, com uma envolvente de natureza localizado entre Sintra e Cascais, tem um dos campos de golf mais notáveis de Portugal, integrando a lista dos trinta melhores campos de golfe da Europa

Penha Longa Hotel & Golf Resort é um hotel de luxo situado em pleno campo de golf, com uma envolvente de natureza localizado entre Sintra e Cascais, tem um dos campos de golf mais notáveis de Portugal, integrando a lista dos trinta melhores campos de golfe da Europa

Mapa em azulejo da Quinta da Penha Longa, onde está integrado o Hotel & Golf da Penha Longa Resort

Mapa em azulejo da Quinta da Penha Longa, onde está integrado o Hotel & Golf da Penha Longa Resort

Descrição da história do Mosteiro da Penha Longa, onde descreve que este foi o primeiro convento da Ordem dos Jerónimos em Portugal, com a primeira pedra de fundanção lançada pelo Rei D. João I em 1390, embora hoje, desse edificío apenas se possam identificar com clareza, traços da arquitectura Manuelina (1517) e Renancentista (1543) de séc. XVI. Desta época, e o clautro interior, centro ordenador de todo o conjunto conventual. Com a construção do corpo do alongado Dormitório pelo Infante D. Luís e Cardeal Rei D. Henrique (1580) o conjunto conventual toma as proporções que hoje lhe conhecemos. Pontualmente, é também visível a contribuição Neoclássica e Barroca no recorte de alguns portais e janelas, assim como interessantes exemplos da decoração Romântica, do séc. XIX, entre os quais se destacam o Salão Nobre e a Sala Árabe

Descrição da história do Mosteiro da Penha Longa, onde descreve que este foi o primeiro convento da Ordem dos Jerónimos em Portugal, com a primeira pedra de fundanção lançada pelo Rei D. João I em 1390, embora hoje, desse edificío apenas se possam identificar com clareza, traços da arquitectura Manuelina (1517) e Renancentista (1543) de séc. XVI. Desta época, e o clautro interior, centro ordenador de todo o conjunto conventual. Com a construção do corpo do alongado Dormitório pelo Infante D. Luís e Cardeal Rei D. Henrique (1580) o conjunto conventual toma as proporções que hoje lhe conhecemos. Pontualmente, é também visível a contribuição Neoclássica e Barroca no recorte de alguns portais e janelas, assim como interessantes exemplos da decoração Romântica, do séc. XIX, entre os quais se destacam o Salão Nobre e a Sala Árabe

Pestana Beloura Golf – O Campo Pestana Beloura Golf, localizado entre Sintra e Cascais, apresenta dezoito buracos distribuídos por aproximadamente 60 hectares, sendo da autoria do arquiteto norte-americano Rocky Roquemore. O campo foi inaugurado em 1993, apresentando vários pontos de interesse:

  • Floresta com mais de 40 mil eucaliptos, pinheiros e magnólias
  • Vários lagos e cursos de água
  • Vista da Serra de Sintra
  • Existência de infraestruturas de apoio – Academia de Treino e o Clubhouse

Belas Clube de Campo – O Belas Clube de Campo é um campo de golfe localizado a aproximadamente quinze minutos de automóvel de Sintra, vinte minutos de Cascais e a quinze minutos do Aeroporto de Lisboa. O Belas Clube de Campo com dezoito buracos, foi desenhado pelo arquiteto norte-americano Rocky Roquemore. Os principais pontos de interesse são:

  • Condomínio residencial de luxo
  • Vista do Palácio da Pena e do Castelo dos Mouros
  • Infraestruturas de apoio – academia de treino, ciclovia, restaurante panorâmico, clubhouse e um espaço para crianças

Lisbon Sports Club – O Lisbon Sports Club é um campo de golfe localizado na Serra da Carregueira, estando a aproximadamente vinte km de Lisboa. O Lisbon Sports Club foi criado em 1922 como clube de cricket para a comunidade britânica residente em Lisboa. O campo de golfe foi projetado pela Hawtree & Sons e inaugurado em 1992 com dezoito buracos, sendo um dos poucos clubes tipicamente ingleses que existem em Portugal. O Lisbon Sports Club apresenta vários pontos de interesse, nomeadamente:

  • Serviços e instalações – Club House, serviço de babysitting durante o fim-de-semana, escola de golfe e lições gratuitas para os filhos dos sócios do clube

As praias de Sintra

  • Praia da Adraga: ![(N38º48’8.59” , W9º29’05.17)] a Praia da Adraga encontra-se classificada pelo The Sunday Times como uma das melhores praias europeias. A Praia da Adraga apresenta as seguintes atrações:
    • Vista sobre o Oceano Atlântico e a ribanceira
    • Forma de baía do areal
    • Pedra de Alvidrar ou Pedra do Juízo
    • Gruta do Fojo
  • Praia das Azenhas do Mar: ![(N38º50’25.18” , W9º27’42.36)] é uma praia de pequena dimensão, com aproximadamente trinta metros de extensão. A Praia das Azenhas do Mar apresenta os seguintes pontos de interesse:
    • Forma em anfiteatro
    • Casas caiadas de branco e pintadas com uma lista azul
    • Piscina natural de água salgada
  • Praia Grande: ![(N38º48’51.83” , W9º28’36.32)] a Praia Grande é a maior praia do litoral do concelho de Sintra, sendo muito procurada pelos praticantes de surf e bodyboard. Na Praia Grande realizam-se alguns campeonatos destas atividades, nomeadamente o Campeonato do Mundo de Bodyboard. A Praia Grande apresenta os seguintes pontos de interesse:
    • Realização regular de competições europeias e mundiais de desportos náuticos, nomedamente surf e bodyboard;
    • Existência de vários restaurantes onde é possível saborear o peixe e o marisco pescados no Oceano Atlântico;
    • Seis pegadas de Dinossauros com aproximadamente 170 milhões de anos, localizadas na escarpa Sul da praia.
  • Praia das Maçãs: ![(N38º49’32.03” , W9º28’09.64)] A Praia das Maçãs é uma praia que se encontra localizada na foz do rio das Maçãs, sendo assim designada a antigamente durante a estação do Outono o mar transportava uma grande quantidade de maçãs das quintas que ali existiam. A localidade começou a ser povoada no século XIX com a construção de três casas, nomeadamente do Padre de Colares Matias del Campo, do autor do Hino Nacional de Portugal Alfredo Keil e de um habitante das Azenhas do Mar, Manuel Prego. Os principais destaques são:
    • Alto da Vigia
    • A vila da Praia das Maçãs
    • Elétrico de Sintra
  • Praia do Magoito: ![(N38’51’53.37” , W9º26’55.91”)] A Praia do Magoito, localizada na aldeia do Magoito é conhecida vários aspetos, nomeadamente:
    • Ser das praias com mais iodo da Europa
    • Pela grande quantidade de rochas
    • Pela vista sobre o Cabo da Roca
  • Praia Pequena: A Praia Pequena, localizada próximo da Praia Grande, é muito procurada devido a ser adequada para famílias
  • Praia de São Julião: ![(N38º55’48.41” , W9º25’04.39)] A Praia de São Julião, é a praia que se encontra localizada mais a norte no concelho de Sintra. A Praia de São Julião disponibiliza um areal de aproximadamente dois kilometros, sendo muito procurada para a prática do surf e do bodyboard
  • Praia da Ursa: ![(N38º47’23.98” , W9º29’29.40)] A Praia da Ursa, localizada próximo do Cabo da Roca, destaca-se pela beleza natural e pela areia fina. O acesso à praia é de algum grau de dificuldade, demorando a descida aproximadamente uma hora. O nome atual é devido à presença da Rocha de Ursa, que devido à erosão apresenta a forma de uma ursa com uma cria ao colo
  • Praia da Vigia: ![(N38º55’11.59” , W9º25’27.94)] A Praia da Vigia, localizada a sul de São Julião, destaca-se devido ao areal de aproximadamente dois kilometros e por ser uma praia naturista.
  • Praia da Aguda
  • Praia de Samara

História de Sintra

Sintra é uma vila que respira história, apelidade pelo historiador grego Plutarco como a Serra da Lua. Sintra foi ocupada desde o Neolítico por vários povos, nomeadamente Celtas, Romanos e Muçulmanos, sendo considerada um local mágico e sagrado. O culto da Lua era praticado em Sintra pelos celtas sempre que existiam noites de lua cheia. Estes rituais eram especialmente feitos em locais próximos da Peninha. Os Romanos diziam que Sintra era o Monte Sagrado ou Monte da Lua em homenagem a Cintia, ou seja Deusa da Lua. O nome Sintra começou por ser associado a Cintia, a Deusa da Lua de Roma, depois Xintria, Zintira, Sentra e Xentra já no século XIX.
A vila de Sintra foi conquistada em 1109 pelo conde Dom Henrique uma primeira vez, mas só em 1147 foi definitivamente conquistada por Dom Afonso Henriques, no mesmo ano da conquista de Lisboa. Sintra recebeu foral no dia 9 de Janeiro de 1154.
Esta localidade foi muito destruída pelo terramoto de 1 de Novembro de 1755.
A partir do século XVIII, a vila de Sintra foi promovida devido à presença de celebridades famosas, nomeadamente William Burnett, William Beckford, a princesa Carlota Joaquina, Gerard Devisme, Eça de Queiroz, Richard Strauss, Hans Christian Andersen, Robert Southey, Raúl Lino, Ferreira de Castro, Eduardo Viana, Milly Possoz, Alfredo Keil, Ramalho Ortigão entre muitos outros.
A paisagem atual de Sintra foi construída e desenvolvida ao longo dos séculos, nomeadamente no século XIX pelo rei Dom Fernando II, que era conhecido como o rei-artista. Dom Fernando criou uma réplica do Castelo de Neuschwanstein que foi construído por Luís II da Baviera. O resultado final foi o magnífico e único Palácio da Pena e tudo o que o envolve. A partir de 1995, Sintra foi classificada como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.
A vila de Sintra teve três períodos principais de desenvolvimento, nomeadamente:

  • Séculos X ao XV: Sintra foi uma vila importante durante a ocupação muçulmana, tendo sido construído o Castelo dos Mouros e parte do Palácio Nacional de Sintra, sendo determinante até à conquista de Lisboa em 1147 por Dom Afonso Henriques. Até ao século XV o Palácio Nacional de Sintra foi local de férias da Família Real. Sintra perdeu importância até ao século XVIII devido a vários motivos, nomeadamente a ocupação espanhola entre 1580 e 1640 e a escolha de outros palácios para férias como o Palácio Nacional de Mafra, o Palácio de Pombal em Oeiras e o Palácio Nacional de Queluz;
  • Depois do século XVIII: Sintra voltou a ser importante depois do surgimento do Romantismo, um movimento cultural europeu que defendia uma maior aproximação à Natureza e um regresso ao passado, nomeadamente a Roma e à Grécia. O Romantismo em Portugal surgiu em várias áreas, nomeadamente a História e a Literatura com o surgimento de personalidades importantes como Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco ou Almeida Garrett. Sintra foi também muito visitada por intelectuais, músicos, políticos e homens de negócios estrangeiros, nomeadamente Richard Strauss, William Beckford, Francis Cook, Barão de Eschwege, Lord Byron, Hans Christian Andersen, Robert Southey ou António Monteiro;
  • Património Mundial da UNESCO: Sintra ganhou uma nova vitalidade na segunda metade do século XX com a classificação de Património Mundial pela UNESCO no dia 6 de Dezembro de 1995 e com a visita de mais de três milhões de turistas desde 2017.
As ruas de SIntras foram restauradas em no verão de 2020, com chão de pedra tradicional Portuguesa, contudo nesta imagem ainda temos o antigo piso gasto pelo uso dos visitantes transeuntes

As ruas de SIntras foram restauradas em no verão de 2020, com chão de pedra tradicional Portuguesa, contudo nesta imagem ainda temos o antigo piso gasto pelo uso dos visitantes transeuntes

O centro da vila de Sintra é composto por um grande largo com o sul decorado com a encosta da vila a caminho do Castelo dos Mouros e do Palácio da Pena, e o norte com a imponência do Palácio Nacional de Sintra

O centro da vila de Sintra é composto por um grande largo com o sul decorado com a encosta da vila a caminho do Castelo dos Mouros e do Palácio da Pena, e o norte com a imponência do Palácio Nacional de Sintra

Sintra tem um micro-clima único às portas de Lisboa, com alguns dias de um nevoeiro glamorouso, semelhante ao de Inglaterra. Sintra foi designada Património da UNESCO em 1995. A partir deste momento, a vila cresceu e começou a receber milhões de turistas vindos do mundo inteiro.

O ambiente de Sintra é um ambiente de romantismo, história, glamour, uma viagem ao passado com o conforto do presente

O ambiente de Sintra é um ambiente de romantismo, história, glamour, uma viagem ao passado com o conforto do presente

A vida em Sintra é tranquila, ao sairmos para a praça central de Sintra, frente ao Palácio Nacional de Sintra, conseguimos avistar grupos de turistas de todas as nacionalidades e idades a dirigirem-se para a Vila Velha de Sintra, local onde podemos provar os famosos doces locais “Travesseiros de Sintra” e fazer compras nas inúmeras lojas tradicionais que ali existem, ir até ao Palácio da Pena, à Quinta da Regaleira ou ao Castelo dos Mouros a pé, de bicicleta, de autocarro, de coche ou de tuck tuck.

As ruas de Sintra são ruas estreitas, com um ambiente alegre colorido criado pelo pequeno comércio que serve os muitos visitantes que chegam para conhecerem as várias atrações...

As ruas de Sintra são ruas estreitas, com um ambiente alegre colorido criado pelo pequeno comércio que serve os muitos visitantes que chegam para conhecerem as várias atrações…

Sintra é também Natureza, existindo em cada canto jardins, flores, matas e caminhos pedestres para explorar. As fontes de água fresca merecem um destaque especial, pois existem algumas fontes de onde é possível beber água da nascente da Serra de Sintra.

A vila de Sintra fica situada a aproximadamente trinta kilometros de Lisboa, é um local tranquilo, seguro e com uma grande oferta de hotéis e restaurantes. As praias são também muito procuradas pelos lisboetas durante o verão, não só para veraneio, mas para a prática de desportos náuticos, nomeadamente o surf, o bodyboard, o windsurf. Sintra é uma localidade e um concelho de visita obrigatória com pontos de interesse dos mais bem classificados no mundo, Sintra é um optimo local para viver e trabalhar.

Praia Grande é uma praia mais perto de Sintra, a aproximadamente 11 kilometros de distância. A praia Grande tem boas condições para a prática de desportos náuticos, nomeadamente surf e bodyboard, sendo palco de algumas das etapas dos campeonatos de surf

Praia Grande é uma praia mais perto de Sintra, a aproximadamente 11 kilometros de distância. A praia Grande tem boas condições para a prática de desportos náuticos, nomeadamente surf e bodyboard, sendo palco de algumas das etapas dos campeonatos de surf

Feiras, Festas e Romarias

  • Festas do Divino Espírito Santos: realizam-se anualmente em Colares sete semanas depois da Páscoa
  • Festa de São Pedro de Penaferrim: realizam-se quinzenalmente em São pedro de Penaferrim nos segundo e quarto Domingos de cada mês
  • Círio de Santa Rita de Cássia: peregrinação que se realiza anualmente entre as localidades de Eugaria e Mucifal em Julho
  • Verão na Quinta da Ribafria: festival que se realiza anualmente na Quinta da Ribafria entre Maio e Setembro
  • Festas em Honra de São Mamede: realizam-se anualmente em Janas no mês de Agosto
  • Festas de Nossa Senhora da Praia: realizam-se anualmente na Praia das Maçãs no primeiro Domingo de Setembro
  • Feira Setecentista de Queluz: realiza-se anualmente em Setembro no Palácio Nacional de Queluz

Onde fazer compras em Sintra

  • Beloura Shopping
  • Centro Comercial Forum de Sintra
  • Mercado de Almoçageme
  • Mercado de São Pedro de Sintra
  • Vila Velha de Sintra
A vila velha de Sintra tem um comércio muito tradicional, onde encontramos pequenas lojas de artesanato, restaurantes, bares, e a confeitaria Piriquita, com os famosas queijadas de sintra e outras delicias açucaradas

A vila velha de Sintra tem um comércio muito tradicional, onde encontramos pequenas lojas de artesanato, restaurantes, bares, e a confeitaria Piriquita, com os famosas queijadas de sintra e outras delicias açucaradas

Transportes de e para Sintra

  • Comboios: existem comboios para Sintra que partem das estações da Gare do Oriente e do Rossio. A estação de Queluz-Belas é onde se deve sair para visitar o Palácio Nacional de Queluz e a Matinha de Queluz. As estações de comboio do concelho de Sintra são:
    • Estação de Queluz-Belas
    • Estação de Monte Abraão
    • Estação Massamá-Barcarena
    • Estação Agualva-Cacém
    • Estação de Rio de Mouro
    • Estação das Mercês
    • Estação de Algueirão
    • Estação da Portela de Sintra
    • Estação de Sintra
  • Autocarros: existem autocarros para percursos do quotidiano e outras turísticas:
    • Carreira 434: faz o Circuito da Pena, que inclui o Centro Histórico, o Castelo dos Mouros e o Palácio da Pena. O autocarro parte da estação de Sintra e do centro histórico da vila.
    • Carreira 435: também chamada de Villa Express Quatro Palácios, inclui o seguinte no percurso: Palácio Nacional de Sintra, Palácio da Regaleira, Palácio de Seteais, Palácio de Monserrate.
    • Carreira 441: também designada por Três Praias, inclui Praia Grande, Praia das Maçãs e Praia das Azenhas
  • Eléctrico de Sintra: eléctrico tradicional de Sintra que faz a ligação da vila a Colares durante os meses de Verão. A viagem, muito tranquila e agradável, demora aproximadamente 45 minutos.

Instituições de Ensino em Sintra

  • Colégio Vasco da Gama
  • Colégio dos Plátanos
  • Conservatório de Música em Sintra
  • Escola Portuguesa de Arte Equestre
  • Escola Profissional de Recuperação do Património de Sintra
  • Prime School International – Sintra

Serviços de Saúde em Sintra

  • Clínica CintraMédica – Portela de Sintra
  • CUF Sintra
  • Hospital Amadora-Sintra

Organização Administrativa de Sintra

O concelho de Sintra é o segundo do país com mais habitantes, aproximadamente 378 mil. O município de Sintra é administrativamente organizado em onze freguesias, nomeadamente:

  • Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins
  • Junta de Freguesia de Casal de Cambra
  • Junta de Freguesia de Colares
  • Junta de Freguesia de Rio de Mouro
  • União das Freguesias de Agualva e Mira Sintra
  • União das Freguesias de Almargem do Bispo, Pêro Pinheiro e Montelavar
  • União das Freguesias de Cacém e São Marcos
  • União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão
  • União das Freguesias de Queluz e Belas
  • União das Freguesias de São João das Lampas e Terrugem
  • União das Freguesias de Sintra

Figuras Ilustres de Sintra

  • Dom Fernando II: (1816-1885) Fernando Augusto nasceu em Viena de Áustria no seio da família Saxe-Coburgo Gotha no dia 29 de Outubro de 1816 e morreu em Lisboa a 15 de Dezembro de 1885. Dom Fernando foi o último rei consorte de Portugal e um dos fundadores do Romantismo nacional. Dom Fernando II casou com Dona Maria II em 1836 por procuração, que durou até 1855, ano em que a Rainha morreu durante o parto do décimo primeiro filho. Dom Fernando II ficou como Regente do Reino de Portugal até o filho Dom Pedro atingir a maioridade. Dom Fernando voltou a casar em 1869 com a Condessa d’Edla, tendo sido muito polémico davido ao facto de Condessa d’Edla ser cantora de ópera e mãe solteira. Dom Fernando II morreu em 1885 e foi sepultado no Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa, espaço do Panteão Real da Dinastia de Bragança. Dom Fernando II teve um papel ímpar no desenvolvimento e na proteção do património português através de várias medidas, nomeadamente:
    • Criação da Academia de Belas Artes
    • Oferta de bolsas de estudo a artistas portugueses como Bordalo Pinheiro e Viana da Mota
    • Restauro de vários monumentos: Mosteiro da Batalha, Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém, Sé Catedral de Lisboa, Convento de Mafra, Convento de Cristo em Tomar e o Templo Romano em Évora;
  • Condessa d’Edla: (1836-1929) De nome “Elise Hensler” nasceu na Suíça no dia 22 de Maio de 1836 e faleceu a 21 de Maio de 1929 em Lisboa. Elise Hensler emigrou aos doze anos de idade com os pais para Boston, Estados Unidos da América, tendo começado a trabalhar no Scalla de Milão, onde permaneceu durante três anos. Elise Hensler chegou a Portugal em 1860 para cantar no Teatro Nacional de São João no Porto e no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa, époc em que conheceu Dom Fernando II, com quem viria a casar e a mudar-se definitivamente para Sintra. Em Sintra o casal afastou-se da política de Lisboa e dedicou-se ao desenvolvimento do Palácio da Pena e à construção do Chalet da Condessa d’Edla. A Condessa d’Edla recebeu o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e o Chalet da Condessa d’Edla, após a morte de Dom Fernando em 1885. A Condessa d’ Edla morreu com 91 anos, estando sepultada no Cemitério dos Prazeres.
  • Al Baqr: Um geógrafo muçulmano que viajou por todo o Império Islâmico durante o século X. Foi o primeiro geógrafo a deixar documentação escrita sobre Sintra;
  • Barão de Eschwege: (1777-1855) Wilhelm Ludwig von Eschwege nasceu em Aue, próximo de Eschwege na província de Hesse-Kassel. Eschwege, terminou os estudos em engenharia de minas no ano de 1800 na Universidade de Göttingen e em Marburg. O Barão de Eschwege veio para Portugal em Julho de 1803 para gerir as minas de ferro da Foz do Alge, próximo de Figueiró dos Vinhos e em 1807 ingressou no Exército Português devido à Invasão do Exército Napoleónico de Portugal com a patente de capitão de artilharia. Dois anos depois viajou para o Brasil com o objetivo de proceder à reativação mineira do território, tendo sido nesta colónia portuguesa que ganhou notoriedade como membro da direcção do Real Gabinete de Mineralogia do Rio de Janeiro, professor da Academia Militar, instalação da Fábrica do Prata “A Patriótica” e pela melhoria das estradas das capitanias de Minas Gerais e Goiás. O Barão de Eschwege tinha regressado à Alemanha em 1821, e regressou a Portugal em 1839 para dirigir as obras do Palácio Nacional da Pena, que constituiu a última grande obra em Portugal. A seguir à colaboração no palácio ainda regressou ao Brasil, contudo por pouco tempo, vindo a falecer no dia 1 de Fevereiro de 1855 já na Alemanha;
  • William Beckford: (1760-1844) William Beckford foi um escritor, colecionador e viajante inglês que se apaixonou por Sintra. William Beckford nasceu em Londres numa família rica aristocrata e proprietária de várias plantações de açúcar na Jamaica, tendo sido acusado pela sociedade londrina de práticas sexuais menos próprias para a época, o que o levou a viajar por vários países europeus, nomeadamente França, Espanha, Itália, Suíça e Portugal. As obras mais importantes incluem o romance Vathek: Um Conto Árabe de 1786, o Diário de William Beckford em Portugal e Espanha de 1835 e Alcobaça e Batalha: Recordações de Viagem. William Beckford esteve em Portugal três vezes:
    • 1787 – esteve em Lisboa
    • 1793 e 1795 – esteve hospedado na Quinta e Palácio do Ramalhão em Sintra
    • 1798 a 1799 – arrendou e fez obras de fundo no Palácio e Jardim de Monserrate
  • Lord Byron: (1788-1824) George Gordon Noel nasceu no dia 22 de Janeiro de 1788 e faleceu a 19 de Abril de 1824. Lord Byron foi um dos maiores poetas do século XIX e uma das grandes figuras do Romantismo Europeu, tendo desempenhado com sucesso várias funções, nomeadamente deputado da Câmara dos Lordes, membro do Comité Londrino de Independência da Grécia, escritor e intelectual. As principais obras foram Childe Harold’s Pilgrimage, escrito entre 1812 e 1819 e onde escreve sobre Sintra, The Corsair em 1814, The Siege of Corinth em 1816 e The Liberal em 1822
  • Francis Cook: (1817-1901) Sir Francis Cook nasceu no dia 23 de Janeiro 1817 e morreu a 17 de Fevereiro de 1901. Sir Francis Cook detinha a terceira maior fortuna de Inglaterra e tinha uma das maiores coleções de arte no século XIX, tendo 510 grandes obras de arte em 1876. Francis Cook fez fortuna na indústria têxtil e chegou a ter a sede da empresa no centro de Londres no Armazém Cook & Son, tendo comprado Monserrate em 1863. Sir Francis Cook recebeu vários títulos nobiliárquicos em Portugal e Inglaterra, nomeadamente Primeiro Visconde de Monserrate, Primeiro Baronete em Inglaterra, membro da Sociedade de Antiquários de Londres
  • Luigi Manini: (1848-1936) o cenógrafo italiano Luigi Manini nasceu no dia 8 de Março de 1848 e faleceu a 29 de Junho de 1936. Luigi Manini nasceu numa família humilde, o que o levou a ter de trabalhar aos nove anos no atelier de Giovanni Zaffeva como aprendiz. Manini licenciou-se em Ornamentação na Real Academia de Belas Artes de Milão em 1861, tendo desempenhado vários cargos, nomeadamente como cenógrafo ou arquiteto-decorador na edificação de vários edifícios importantes na Europa, nomeadamente:
    • Teatro Scala em Milão
    • Teatro Nacional de São Carlos
    • Palácio e Quinta da Regaleira
    • Teatro Nacional Dona Maria
    • Palace Hotel do Buçaco
    • Casa de Giardiniere-Biester
    • Villa Sassetti
    • Chalet Lima Mayer em Sintra
    • Teatro Palácio de Foz
    • Teatro Dona Amélia
    • Teatro São Luiz
    • Teatro São João do Porto
    • Museu Militar de Lisboa
    • Museu Conde Castro Guimarães em Cascais.
  • António Monteiro (1848-1920) António Augusto Carvalho Monteiro nasceu no dia 27 de Novembro de 1848 e faleceu em 24 de Outubro de 1920. António Monteiro nasceu no Rio de Janeiro, filho dos portugueses Frederico Augusto Mendes Monteiro e Ana Thereza Carolina de Carvalho. António Monteiro, ficou conhecido como Monteiro dos Milhões devido à fortuna que herdou dos pais e aos negócios que realizou com produtos como o café. António Monteiro licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra em 1871 e casou dois anos depois com Perpétua Augusta Pereira de Melo (1852-1913). Monteiro dos Milhões era um colecionador ávido e um mecenas das artes, sendo de destacar as coleções de relógios, borboletas, e das obras de Luís Vaz de Camões. No ano de 1876 instalou-se definitivamente em Portugal no Palácio Quintela-Farrobo na rua do Alecrim em Lisboa. António Monteiro decidiu construir uma residência de férias em Sintra, a Quinta da Regaleira, e contratar Luigi Manini para a projetar entre 1898 e 1912. António Monteiro recebeu o título de Moço Fidalgo da Casa Real atribuído por Dom Luís I. António Carvalho Monteiro acabou por falecer em 1920 com um desgosto profundo devido à morte da mulher uns anos antes;
  • Gerard de Visme (1725-1798) inglês de origem francesa que foi o primeiro habitante inglês em Monserrate. Gerard de Visme nasceu em Inglaterra numa família de Huguenotes Franceses, ou seja Protestantes Franceses. Gerald de Visme nasceu no dia 22 de Fevereiro de 1725 e faleceu a 20 de Novembro de 1727. Não se sabe muita coisa acerca da vida de Gerard de Visme, exceto que viveu em Portugal entre 1746 e 1794 onde era proprietário de duas quintas: uma em Lisboa, a Quinta de São Domingos de Benfica, e outra em Sintra, a Quinta de Monserrate. Gerald de Visme foi membro da Brithish Factory em Lisboa, estando envolvido na construção do Hospital Inglês em Lisboa e desempenhou o cargo de Administrador das Jóias da Coroa e Minas de Diamantes do Brasil. A principal fonte da fortuna foi o comércio do pau-brasil devido a ter conseguido o monopólio desta mercadoria graças à amizade que tinha com o Marquês de Pombal.

Citações sobre Sintra

  • “Hoje é o dia mais feliz da minha vida! Conheço a Itália, a Sicília, a Grécia e o Egito e nunca vi nada, nada que valha a pena! É coisa mais bela que tenho visto! Este é o verdadeiro jardim de Klingsor e lá no alto está o Castelo do Santo Graal”, Richard Strauss
  • “Verdadeira vinheta das Mil e uma Noites, uma visão de contos de fadas”, Hans Christian Andersen
  • “Cintra’s Glorious Eden”, Lord Byron
  • “Em Sintra não se morre – passa-se vivo para o outro lado. Porque a morte é impossível no vigor da beleza. E a memória que passou fica nela para colaborar”, Virgílio Ferreira

Curiosidades de Sintra

  • Sintra foi o primeiro sítio europeu inscrito pela UNESCO como paisagem cultural em 1995
  • O Palácio Nacional da Pena foi o primeiro palácio romântico da Europa, construído trinta anos do conhecido Schloss Neuschwanstein da Baviera na Alemanha
  • Foi Dom Fernando II que introduziu em Portugal a tradição de decorar um pinheiro no Natal e distribuir presentes às crianças
  • 1836 foi o ano em que Dom Fernando casou com Dona Maria II e em que se verificou o nascimento da Condessa d’Edla, futura mulher do Rei Artista
  • Diz-se que a alma da Dona Carlota Joaquina vagueia pelos corredores do Palácio Nacional de Queluz durante a noite
  • O estilo neogótico inglês foi muito influenciado pelo Mosteiro da Batalha
  • A Quinta de Monserrate foi também propriedade de Tennessee Celeste Claflin sufragista norte-americana e irmã de Victoria Claflin Woodhull (1838-1927), a primeira mulher candidata à Presidência dos Estados Unidos da América
  • O Parque de Monserrate tem mais de três mil espécies exóticas
  • O Parque de Monserrate foi o vencedor do prémio Jardins Europeus em 2013
  • Lord Byron e William Beckford moraram em Sintra
  • Dom Manuel I observou a nau de Nicolau Coelho, que integrava a frota de Vasco da Gama rumo à Índia, a entrar no rio Tejo em 1503
  • Os vinhos de Colares são considerados os mais parecidos com os vinhos de Bordèus em Portugal
  • A cantora norte-americana Madonna esteve interessada em adquirir a Quinta do Relógio em Sintra

Factos rápidos de Sintra

  • Os concelhos de Sintra, Oeiras, Amadora e a empresa municipal Parques de Sintra Monte da Lua criaram um protocolo para realizar o Eixo Verde e Azul que visa a construção de corredores paralelos ao rio Jamor para a circulação de pessoas, água entre a Serra da Carregueira e Caxias numa extensão de 16 km ao longo do rio Jamor
  • O Município de Sintra tem aproximadamente 382 mil habitantes
  • O Concelho de Sintra encontra-se dividido em onze freguesias, nomeadamente Agualva e Mira Sintra, Algueirão-Mem Martins, Almargem do Bispo, Pêro Pinheiro e Montelavar, Cacém e São Marcos, Casal de Cambra, Colares, Massamá e Monte Abraão, Queluz e Belas, Rio de Mouro, São João das Lampas e Terrugem e Sintra
  • A Câmara Municipal de Sintra recebeu o prémio de Município do Ano da Área Metropolitana de Lisboa em 2015
  • Os monumentos de Sintra receberam aproximadamente três milhões e duzentos mil visitantes em 2017
  • O Palácio e o Parque da Pena foi o mais visitado com cerca de um milhão e setecentos mil visitantes em 2017

 

De Sintra a Cascais, passamos pela Serra de Sintra e entramos numa outra vila de encantos. De Sintra a Lisboa, saimos de uma vila e entramos numa cidade europeia com todos os serviços de uma grande cidade.
De Cascais a Lisboa, viajamos por uma Avenida Marginal frente ao mar e rio…