Avenidas Novas é o centro residencial da classe média, média-alta e classe alta da cidade de Lisboa que cresceu nos finais do século XIX e princípios do século XX com a expanção da cidade de Lisboa para norte
Avenidas Novas é o centro residencial da classe média, média-alta e classe alta da cidade de Lisboa que cresceu nos finais do século XIX e princípios do século XX com a expanção da cidade de Lisboa para norte

Avenidas Novas

As Avenidas Novas é o local nobre para morar em Lisboa, junto a bairros tradicionais de classe média alta, perto de comercio local e locais de escritórios onde estão instaladas algumas das empresas de renome nacionais e internacionais. O fronteira das Avenidas Novas está junto à Praça Marquês de Pombal e inclui algumas das avenidas e bairros mais centrais de Lisboa, nomeadamente a Avenida Picoas, Praça Duque de Saldanha, a Avenida da República, o Campo Pequeno, o Campo Grande, a Avenida de Berna, a Avenida 5 de Outubro, a Praça de Espanha, a Avenida António Augusto de Aguiar, a Avenida Fontes Pereira de Mello, a Avenida de Roma, a Avenida do Brasil, a Praça do Areeiro, a Praça de Londres, o Bairro Azul e o Bairro de Alvalade. As Avenidas Novas são consideradas um dos principais centros de negócio e comércio de Lisboa devido à presença de centros comerciais como o Fórum Picoas, o Atrium Saldanha, o Saldanha Residence, o Centro Comercial do Campo Pequeno ou o Centro Comercial El Corte Inglês.

Avenidas Novas são uma das principais áreas de negócio e de comércio de Lisboa, onde estão concentradas as maiores marcas, empresas e instituições financeiras nacionais e internacionais
Avenidas Novas são uma das principais áreas de negócio e de comércio de Lisboa, onde estão concentradas as maiores marcas, empresas e instituições financeiras nacionais e internacionais

As Avenidas Novas são uma das principais áreas de negócio e de comércio de Lisboa, onde estão concentradas as maiores marcas, empresas e instituições financeiras nacionais e internacionais. As Avenidas Novas são também procuradas por estudantes e investigadores das mais variadas nacionalidades devido à presença de instituições de mérito reconhecido como é o caso da Faculdade Nova de Lisboa, da Universidade Católica de Lisboa ou da Fundação Calouste Gulbenkian. As Avenidas Novas são muito procuradas por quem aprecia arquitetura, especialmente Art Deco. O local onde pode ver este estilo arquitetónico melhor conservado é no Bairro Azul, uma zona residencial que fica situada próxima do Centro Comercial El Corte Inglês, da Mesquita Central de Lisboa, do Jardim Zoológico de Lisboa, do Parque Eduardo Sétimo e de uma das mais importantes estações de metropolitano de Lisboa, São Sebastião. Assim, as Avenidas Novas são um local de fácil acesso e com uma grande variedade de ofertas. A freguesia das Avenidas Novas tem, também, algumas das mais importantes estações de transportes de Lisboa, nomeadamente as Estações de Entrecampos, Campo Grande e São Sebastião. Nas Avenidas Novas é possível sentir e ver a agitação diária de uma grande capital europeia nas vias principais, mas, ao mesmo tempo, experienciar calma e tranquilidade em bairros como o Azul ou o de Alvalade, onde ainda hoje se encontra, possivelmente, o peixe mais fresco de Lisboa. As Avenidas Novas são ainda um local muito procurado por estudantes e investigadores das mais variadas nacionalidades e culturas devido à presença de instituições de ensino de mérito reconhecido internacionalmente, com destaque para a Universidade Nova de Lisboa e a Fundação Calouste Gulbenkian. As Avenidas Novas são um local de excelência da capital portuguesa, onde é possível fazer negócio, desporto, passear, estudar, descansar ou viver.

Avenidas Novas expandem-se para norte a partir da rotunda do Marquês de Pombal
Avenidas Novas expandem-se para norte a partir da rotunda do Marquês de Pombal

Organização Administrativa

As Avenidas Novas são administradas pela Junta de Freguesia de Avenidas Novas.

Atrações a visitar nas Avenidas Novas de Lisboa (top 10)

1. Fundação Calouste Gulbenkian “… é uma instituição perpétua de nacionalidade portuguesa com fins caritativos, artísticos, educativos e científicos, localizada na Avenida de Berna. A Fundação Calouste Gulbenkian é um espaço vivo, sempre movimentado com visitantes, estudantes universitários, crianças, bailarinos, músicos, investigadores e cientistas. A Fundação Calouste Gulbenkian tem um ativo financeiro superior a três mil milhões de euros por ano, ocupando a 14ª posição do ranking europeu. A Fundação Calouste Gulbenkian foi criada em Portugal por desejo de Calouste Sarkis Gulbenkian (1865-1955), considerado o homem mais rico do mundo, Calouste Sarkis Gulbenkian viveu em Portugal durante as últimas décadas da sua vida. A fundação apenas foi inaugurada em 1969, já depois da sua morte, com um projeto da autoria dos arquitetos Alberto Pessoa (1919-1985), Pedro Cid (1925-1983) e Ruy d’Athouguia (1917-2006), sendo supervisionado por José de Azeredo Perdigão (1896-1993) e Sommer Ribeiro (1924-2006). Foi criada uma equipa de consultores portugueses e estrangeiros, nomeadamente Guimarães Lobato (1915-2008), Sir Leslie Martin (1908-2004), Franco Albini (1905-1977), Georges Henri Riviere (1897-1985), Carlos Ramos (1897-1969) e Keil do Amaral (1910-1975). A fundação encontra-se organizada em três estruturas: o Edifício-sede: da autoria de Pedro Cid; o Grande Auditório: foi projetado por Alberto Pessoa, contou com a participação de Alfredo Keil e Eduardo Anahory (1917-1986). O Grande Auditório é distinto de todos os auditórios que existem no mundo porque tem abertura para o exterior atrás do palco, nomeadamente para o jardim da fundação. É neste auditório que atua a Orquestra Sinfónica Calouste Gulbenkian; e os Jardins Calouste Gulbenkian: da autoria dos arquitetos paisagistas Gonçalo Ribeiro Telles e António Vianna Barreto, que criaram os jardins no topo de uma plataforma artificial.
A Fundação foi inovadora desde o início, tendo criado vários projetos importantes para Portugal, nomeadamente: “Bibliotecas Itinerantes”: instaladas em Citröens que se deslocavam a todo o país, tendo sido uma das poucas formas de acesso à leitura para muitos portugueses durante muitas décadas; Plano de edições de manuais universitários e estudos clássicos da Grécia e Roma Antiga; Biblioteca do Centro Cultural de Paris com aproximadamente 90 mil volumes relacionados com Portugal; Serviços das Comunidades Arménias em Londres que tem por objetivo difundir a língua e cultura arménias e apoiar os imigrantes arménios espalhados pelo mundo; Instituto Gulbenkian de Ciência um dos espaços de investigação de biomedicina mais importantes de Portugal. O Instituto Gulbenkian de Ciência foi inaugurado em 1961 na cidade de Oeiras; Ações de beneficência um pouco por todo o país através da edificação de várias obras, nomeadamente a construção de um bairro de desalojados na Arruda dos Vinhos, ajuda aos mais pobres em 70 países.
Os principais destaques da Fundação Calouste Gulbenkian são:

  • Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão é o mais importante espaço de arte moderna em Portugal desde a fundação em 1983;
  • Edifício Museu Calouste Gulbenkian: da autoria de Ruy d’Athouguia. Maria Teresa Gomes Ferreira foi a museóloga responsável por organizar a Coleção Permanente Calouste Gulbenkian ainda antes de chegar a Portugal, uma vez que a coleção se encontrava dispersa pelas várias residências de Calouste Gulbenkian na Europa, na Turquia e nos Estados Unidos da América. O Museu Calouste Gulbenkian é classificado como um “Sete Melhores Pequenos Museus do Mundo” e o único museu no mundo que é revestido em granito com uma coleção aproximada de seis mil peças. Os principais pontos de interesse do museu são o Baixo-Relevo da Assíria, Nimrud do século IX a.C.; o Tapete da Pérsia dos séculos XVI-XVII com folhas foiciformes; a Pintura “Palas Atena” da autoria de Rembrandt de 1657, Retrato de Helena Fourment da autoria de Rubens de 1632, “Natureza-Morta” da autoria de Claude Monet de 1872; a “Lâmpada de Mesquita do Egipto ou da Síria” datada de 1346; “Diana” da autoria de Jean-Antoine Houdon de 1780; e o “Livro de Horas de Isabel da Bretanha” ou “As Horas de Lamoignon” de 1430; “Peitoral Libélula” da autoria de René Lalique de 1898.
  • Biblioteca de Arte: considerada a melhor Biblioteca de Arte de Portugal, criada por Daciano da Costa (1930-2005), autor da Sala de Leitura da Biblioteca Nacional. É uma biblioteca rara devido à grande qualidade e quantidade de volumes de arte (mais de três mil títulos) que que existem disponíveis, e devido à existência de grandes janelas que permitem a entrada do sol dentro da sala de leitura com uma luminosidade constante durante o dia. Os principais destaques da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian são: as mais de 3 mil títulos da coleção de Calouste Gulbenkian; e as obras de artistas portugueses.

2. Praça de Touros Monumental do Campo Pequeno é um edifício histórico da cidade de Lisboa, com Praça de Toiros, Sala de Espetáculos, Centro Comercial, Museu e restaurantes, localizado no Campo Pequeno. O edifício é uma das principais atrações de Lisboa devido à arquitetura em estilo Neo Árabe e à utilização de tijolo, o que transmite uma cor ocre. A Praça de Touros Monumental do Campo Pequeno foi inaugurada em 1892 e o Centro Comercial inaugurado em 2006 com um projeto dos arquitetos José Bruschy, Pedro Fidalgo, Filomena Vicente, Lourenço Vicente, João Goes Ferreira e Gonçalo Teixeira. Os principais pontos de interesse próximos do Campo Pequeno são: o Jardim do Campo Pequeno; o Parque Infantil Marquês de Marialva; e a Biblioteca Palácio Galveias.

3. Palácio Pimenta (Museu da Cidade) é um espaço museológico localizado no Campo Grande onde é possível conhecer a história da cidade de Lisboa desde a Pré-História até ao século XX. O museu encontra-se integrado num edifício do século XVIII, o Palácio Pimenta, tendo sido inaugurado em 1979 e relançado em 2015 com o nome Museu de Lisboa e dividido em cinco estruturas localizadas em outros locais de Lisboa: Palácio Pimenta; Museu de Santo António; Teatro Romano; Casa dos Bicos; Torreão Poente do Terreiro do Paço.
Os principais destaques do Palácio Pimenta (Museu da Cidade) são: o Jardim Rafael Bordalo Pinheiro; a Maquete de gesso e madeira com representação da cidade de Lisboa anterior ao Terramoto de 1755; Uma pintura a representar o Terreiro do Paço do século XVII da autoria de Dirk Stoop; a Maqueta da cidade de Lisboa de 1950; e os Planos arquitetónicos do Aqueduto de Águas Livres*.

4. Igreja de São Sebastião da Pedreira: é um edifício do século XVII de estilo Barroco e um dos poucos sobreviventes do Terramoto de 1755, localizada na Rua Tomás Ribeiro. A Igreja de São Sebastião da Pedreira foi inaugurada em 1652 e o culto dedicado a São Sebastião, tendo os seguintes destaques: a Escadaria dupla na fachada principal que dá acesso à entrada principal; os Painéis de azulejos a representar cenas da vida de São Sebastião; as Pinturas dedicadas a São Sebastião do século XVIII; e o Retábulo a representar a “Última Ceia” da autoria de Cirilo Volkmar Machado.

5. Jardim Amália Rodrigues é um jardim com 6 hectares com uma vista magnífica sobre a cidade de Lisboa, localizado no topo do Parque Eduardo VII. O Jardim Amália Rodrigues foi inaugurado em 1996 com o nome Alto do Parque, tendo o projeto sido criado por Gonçalo Ribeiro Telles e mudado para o nome atual no ano 2000. O jardim é muito procurado por lisboetas e turistas devido à Vista sobre o Parque Eduardo Sétimo, Marquês de Pombal, Baixa Lisboeta, Rio Tejo e Serra da Arrábida; Existência de um anfiteatro semi circular orientado para a Avenida da Liberdade; Caminhos enquadrados por árvores e roseirais que permitem caminhar à sombra; um Lago redondo onde é possível observar pássaros, animais aquáticos e um passadiço; Esplanada Linha de Água; uma Zona arborizada com árvores de várias espécies, nomeadamente Oliveiras, Pinheiros Mansos, Choupos, Amendoeiras e Carvalhos; uma Escultura a representar “A Maternidade” da autoria do escultor Fernando Botero; e a Escultura a representar “O Segredo” da autoria do escultor António Lagoa Henriques.

6. Museu Bordalo Pinheiro: é um museu que tem “…por missão preservar, estudar, documentar e divulgar a obra de Rafael Bordalo Pinheiro”, localizado no Campo Grande. O Museu Bordalo Pinheiro foi inaugurado em 1916 por iniciativa do colecionador e poeta Arthur Ernesto Santa Cruz Magalhães (1864-1928), estando integrado num edifício da autoria do arquiteto Álvaro Augusto Machado. O espaço museológico integra uma coleção com mais de 13 mil objetos distribuídos por várias categorias, nomeadamente: Jornais; Desenho; Gravura; Pintura; Cerâmica; Azulejaria; Fotografia; Documentação; Equipamentos e Utensílios. Os principais destaques do Museu Bordalo Pinheiro são: Exposição Permanente “Rafael Bordalo Pinheiro”; Exposição Permanente “Bordalo à Mesa”; Exposição Permanente “Centenário do Museu (1916-2016)”; Oficinas onde é possível aprender cerâmica, carpintaria, pintar azulejo ou crochet.

7. Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima é a primeira igreja católica construída em Lisboa após a Implantação da República e a primeira igreja moderna do país, localizada na Avenida de Berna. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima foi inaugurada em 1938 com um projeto da autoria do arquiteto Porfírio Pardal Monteiro (1897-1957) e por desejo do Cardeal Patriarca de Lisboa Dom Manuel Cerejeira (1888-1977). O arquiteto Pardal Monteiro foi autor de projetos como a Estação de Comboios do Cais do Sodré, Estações Marítimas de Alcântara e da Rocha de Conde de Óbidos ou o Hotel Ritz. Os principais destaques da Igreja são: Dimensões do interior com capacidade para 800 pessoas num corpo central com 65 metros de comprimento e uma nave de 50 metros de extensão e 24 metros de largura; Imagem de Nossa Senhora de Fátima no exterior da autoria de António Costa; Apostolário em meio-relevo da autoria de Francisco Franco, localizado na topo do pórtico de entrada; Frescos a representar a Via Sacra da autoria de Henrique Franco; Vitrais da autoria de Almada Negreiros; Pinturas nos arcos da Igreja e fresco a representar a Coroação da Virgem da autoria de Lino António; Escultura de Cristo na Cruz da autoria de Barata Feyo; Retábulo da Ressurreição de São Lázaro da autoria de Leopoldo de Almeida; Batistério – com um exterior redondo e encimado por uma cruz de pedra da autoria de Pardal Monteiro; o interior do Batistério destaca-se pela imagem a representar São João Batista no Batistério da autoria de Leopoldo de Almeida, pela pintura da cúpula, vitrais e os mosaicos da autoria de Almada Negreiros.

8. Biblioteca Nacional de Lisboa é a principal biblioteca de Portugal, localizada no Campo Grande. A Biblioteca Nacional de Lisboa destaca-se pela dimensão e por ser um espaço vivo e muito frequentado por estudantes, professores e investigadores de todas as áreas do conhecimento. A Biblioteca Nacional preserva tudo o que é editado em Portugal e no estrangeiro sobre o país. A biblioteca foi inaugurada em 1969, tendo a participação dos arquitetos Porfírio Pardal Monteiro (1897-1957) e António Pardal Monteiro (1928-2012) e de Daciano da Costa (1930-2005), o primeiro designer de Portugal. A Biblioteca Nacional de Lisboa foi construída no local atual devido à proximidade da futura Cidade Universitária de Lisboa. Os principais destaques da Biblioteca Nacional são a Dimensão da fachada exterior, pintada de cor-de-rosa; a dimensão grandiosa da entrada com escadas largas, os tetos pintados de verde e um painel da autoria de Lino António; a Sala do Conselho com destaque para a mesa desenhada por Daciano da Costa (1930-2005), também autor da Reitoria da Universidade de Lisboa e da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, o teto construído com placas de estafe para gerar uma maior luminosidade e a tapeçaria da autoria de Carlos Botelho; e a Sala de Leitura Geral uma sala de leitura com aproximadamente mil metros quadrados da autoria de Daciano da Costa. Os destaques da Sala de Leitura Geral são: o Teto de luz que transmite a sensação de estar suspenso; a Tapeçaria da autoria de Guilherme Camarinha; a Luminosidade da sala devido à grande dimensão das janelas e pela existência de uma varanda; e a Torre de depósitos de livros com um Depósito de Leitura Geral com quase 3 milhões de livros distribuídos por oito andares, acessível somente aos funcionários da biblioteca que se deslocam aqui para depois entregar os pedidos dos utentes. Neste espaço é possível encontrar livros escritos a partir do século XVI; e o Depósito de Coleções Especiais localizado na mesma torre do Depósito de livros de Leitura Geral, contudo apenas com dois pisos. Nesta coleção encontram-se disponíveis os livros impressos até 1500, nomeadamente, Manuscrito em pergaminho com obras de Santo Isidoro de Sevilha do século, o livro mais antigo da Biblioteca Nacional; a “Bíblia Hebraica de Cervera” escrita entre 1299 e 1300, adquirida por António Ribeiro dos Santos (1745-1818), primeiro Bibliotecário-Mor da Real Biblioteca Pública da Corte; o “Livro de Horas da Rainha Dona Leonor do século XV”; a Bíblia das 42 Linhas escrita entre 1454 e 1455, foi o primeiro livro impresso por Johann Guttenberg. Só existem 49 exemplares da Bíblia das 42 Linhas em todo o mundo; “Os Lusíadas” a primeira edição da obra de Luís de Camões datada de 1572; “A Peregrinação” a primeira edição da obra de Fernão Mendes Pinto datada de 1614; e o Depósito de Cartografia e Iconografia com destque para “Carta do Atlântico Norte” da autoria de Lopo Homem datado de 1550, “Mapa da Demarcação Diamantina do Brasil de 1776”, aproximadamente 250 cartazes alusivos à Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e 30 mil postais ilustrados.

9. Arquivo Nacional da Torre do Tombo é “… um arquivo central do Estado Portugês que guarda documentos desde o século IX até à atualidade…”, localizado na Alameda da Universidade. A palavra “tombo” significa registar e o local onde se registava a propriedade régia era numa das torres do Castelo de São Jorge, o equivalente ao atual “Diário da República”. O arquivo português é dos arquivo mais antigos do mundo, existindo referências da existência desde 1378. O Arquivo Nacional da Torre do Tombo passou por vários edifícios, nomeadamente:

  • Torre do Castelo de São Jorge, entre 1378 e 1755;
  • Barraca: uma barraca provisória construída em madeira depois do Terramoto de 1755;
  • Mosteiro de São Bento: esteve aqui durante aproximadamente duzentos anos até à inauguração do atual edifício, construído entre 1985 e 1990, da autoria do arquiteto Arsénio Cordeiro. O espaço é muito procurado por visitantes vindos de todo o mundo para realizar todo o género de pesquisas, privadas ou públicas para consultar os mais de 100 kms de documentos distribuídos por seis casas-fortes. Os principais destaques são o Edifício com oito gárgulas da autoria do escultor José Aurélio, cada gárgula com 18 toneladas de peso. O edifício foi construído em forma de T, com o objetivo de em caso de terramoto, os dois T caírem um em cima do outro e, assim protegerem a casa-forte onde se encontram os documentos que simbolizam Torre do Tombo; Documentos classificados como Património Mundial da UNESCO – “Carta de Pero Vaz de Caminha de 1500”, o primeiro documento classificado em 2007 e Corpo Documental de 83 mil documentos relativos à Expansão Portuguesa e o “Tratado de Tordesilhas de 1494; Arquivos de Salazar; Processos da Inquisição; Retrato de Diogo do Couto, Guarda-Mor da Torre do Tombo.

10. Cidade Universitária de Lisboa é um polo universitário que integra a maior universidade de Portugal, localizada na Alameda da Universidade. A Cidade Universitária de Lisboa é constituída por dezoito faculdades que oferecem 80 licenciaturas, 201 mestrados e 110 Doutoramentos frequentados por mais de 47 mil alunos em todas as áreas de estudo. A Cidade Universitária de Lisboa foi construída entre 1938 e 1961 com projetos da autoria de Porfírio Pardal Monteiro e António Pardal Monteiro, responsável pelo edifício da Reitoria, pela Faculdade de Letras e pela Faculdade de Direito. As principais atrações da Cidade Universitária é o Edifício da Reitoria com destaque para a sala de espetáculos da Aula Magna, os painéis da autoria de Almada Negreiros e os vitrais de Lino António; e o Jardim frente ao edifício da Reitoria onde é possível observar estudantes vestidos de Traje Académico.

Outras atrações a explorar nas Avenidas Novas

  • Four Seasons Hotel Ritz Lisbon é o hotel de luxo de Lisboa a operar a mais tempo, localizado na Rua Rodrigo da Fonseca. O local foi escolhido estrategicamente devido à proximidade do Aeroporto de Lisboa e da Avenida Marginal, com a ligação ao Estoril e a Cascais. Hotel Ritz foi construído entre 1953 e 1959 pelo arquiteto Porfírio Pardal Monteiro e o projeto de arranjos exteriores de António Vieira Barreto e Álvaro Dentinho, sendo um espaço monumental e palaciano no interior e exterior, construído em estilo Moderno. O edifício do hotel é único na cidade de Lisboa devido à forma de paralelepípedo em que foi arquitetado e por ser um dos espaços interiores com maior concentração de peças de artes decorativas em Lisboa. O Four Seasons Hotel Ritz Lisbon apresenta a curiosidade particular de ter dezasseis elevadores, quatro dedicados ao uso exclusivo pelos hóspedes e doze dedicados ao serviço do hotel. Os principais pontos de interesse do Four Seasons Hotel Ritz Lisbon são a Vista sobre o Parque Eduardo VII, Marquês de Pombal, Baixa de Lisboa, Rio Tejo e Serra da Arrábida; a Proximidade do Centro Comercial Amoreiras; os painéis de azulejos de padrão da autoria de Hansi Staël; uma coluna de cerâmica, da autoria de Querubim Lapa; o desenho mural a representar Orfeu da autoria do escultor Martins Correia; a sala de jantar, da autoria de Lucien Donnat (1920-2013); Duas telas pintadas por Carlos Botelho, uma a representar Lisboa e outra a representar a descarga do sal no porto de Lisboa; a Tapeçaria a representar “As Quatro Estações”, da autoria de Sarah Afonso; a Tapeçarias a representar “História de amor entre Centauros”, da autoria de Almada Negreiros; o Desenho tridimensional a representar a colheita dos cereais, da autoria de Almada Negreiros; o Baixo-Relevo a representar “A criação mítica de Lisboa por Ulisses”, da autoria do escultor Barata Feyo; os Baixo-Relevos a representar “As Partes do Mundo”, ou sejam, os continentes onde Portugal esteve presente, da autoria do escultor Joaquim Correia,; e a Escultura a representar “A Noite e o Dia” da autoria do escultor António Duarte.
  • Casa Artur Prat é a sede da Ordem dos Engenheiros, localizada na Avenida Sidónio Pais. O edifício foi construído para ser a residência do escultor e pintor Artur Prat, inaugurada em 1912 com um projeto de Ventura Terra. Os principais destaques da Casa Artur Prat são as fachadas e os trabalhos de cantaria.
  • Casa dos Viscondes de Valmor é um alojamento local de luxo, localizada na Avenida da República. A Casa dos Viscondes de Valmor foi inaugurada em 1906 como residência da viúva do Visconde de Valmor, projetado da autoria do arquiteto Ventura Terra. A Casa dos Viscondes de Valmor encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público, com o Prémio Valmor em 1906, numa localização central em Lisboa, próximo do Saldanha e da Avenida da Liberdade.
  • Casa-Museu Doutor Anastácio Gonçalves é um museu com mais de três mil obras de arte parte da coleção privada do médico Anastácio Gonçalves, localizada na Avenida 5 de outubro. A Casa-Museu foi inaugurada em 1905 como atelier de pintura e residência do pintor José Malhoa (1855-1933), tendo recebido o Prémio Valmor. O edifício foi adquirido por Anastácio Gonçalves (1889-1965) onde morou sempre com o objetivo de transformar num museu. O Casa-Museu Doutor Anastácio Gonçalves foi inaugurada em 1996 com um projeto dos arquitetos Frederico e Pedro George. Os principais destaques são o Núcleo de Pintura Portuguesa dos séculos XIX e XX; o Núcleo de Porcelana Chinesa; o Núcleo de mobiliário português e estrangeiro; a Coleção de relógios de bolso de fabrico francês e suíço; e a Coleção de aguarelas e artefatos do pintor Silva Porto.
  • Jardim Amélia Carvalheira é um jardim de dois mil metros quadrados, localizado na Avenida Marquês de Tomar próximo da Fundação Calouste Gulbenkian, Igreja de Nossa Senhora de Fátima e Universidade Nova de Lisboa, com um parque infantil e uma escultura de homenagem a Amélia Carvalheira.
  • Palacete Henrique Mendonça é uma das sedes da Fundação Aga Khan em Portugal, localizada na Rua Marquês de Fronteira. O Palacete Henrique Mendonça foi inaugurado em 1909 para ser a residência do empresário Henrique José Monteiro de Mendonça (1864-1942), da autoria do arquiteto Ventura Terra. O Palacete Henrique Mendonça apresenta os seguintes destaques: a fachada principal construída no estilo Arte Nova; a monumentalidade da escadaria de acesso ao andar principal; a decoração do Salão Luís XV em estilo Neo Rococó; e os Jardins do Palacete Henrique Mendonça.
  • Mesquita Central de Lisboa é a principal mesquita da Comunidade Islâmica em Lisboa, localizada na Rua da Mesquita. A Mesquita foi inaugurada em 1985, com um projeto da autoria de António Braga e João Paulo Conceição com o objetivo de ser o principal templo religioso muçulmanos que vivem em Portugal. A Comunidade Islâmica de Portugal tem como líder religioso David Munir, também responsável pela organização de visitas guiadas a não muçulmanos. Os principais pontos de interesse da Mesquita Central de Lisboa são: a fachada principal da mesquita com a cúpula pintada de azul celeste, a Meia Lua e os mosaicos de lápis lazúli por cima da entrada principal; Sala de Oração – com um tapete vermelho que cobre a quase totalidade do chão e inscrições retiradas do Alcorão; Pátio central, um pátio aberto sem telhado com uma fonte ao centro; Sala de lavagem, local onde os muçulmanos realizam o ritual de lavagem antes de cada oração; Biblioteca da Mesquita dedicada ao estudo dos temas relacionados com o Islão.
  • Parque Eduardo Sétimo
  • El Corte Inglês
  • Mercado de Alvalade
  • Museu da cidade de Lisboa
  • Pastelaria Versailles
  • Bairro Azul
  • Clube Militar Naval
  • Culturgest
  • Estufa Fria
  • Imprensa Nacional da Casa da Moeda
  • Palácio Mendonça
  • Palácio Vivalva

Ruas e praças principais

  • Avenida da República é a principal avenida das Avenidas Novas, com ligação entre a Praça Duque de Saldanha e o Campo Grande. A Avenida da República é uma das principais artérias de Lisboa, muito movimentada com turistas e pessoas locais, e veículos automóveis. A Avenida da República é conhecida por ser uma zona de negócios, de restauração, de turismo e de acesso aos transportes públicos. O nome atual foi atribuído em 1910 após a Implantação da República em Portugal. Os principais pontos de interesse da Avenida da República são: o Palacete Valmor; a localização central e a proximidade da Praça Duque de Saldanha e da Avenida da Liberdade; a Praça de Toiros do Campo Pequeno; as Estações de Comboios e Metro de Entrecampos; e o Restaurante O Galletto.
  • Avenida de Berna é um eixo de comunicação muito utilizado para chegar até ao centro da cidade Lisboa, com ligação entre a Praça de Espanha e o Campo Pequeno. A Avenida de Berna é um local muito frequentado por turistas e estudantes devido à proximidade da Universidade Nova de Lisboa e da Fundação Calouste Gulbenkian. O nome atual encontra-se relacionado com uma homenagem feita a Berna, capital da Suíça. As principais atrações da Avenida de Berna são: a Fundação Calouste Gulbenkian; a Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima; e o Instituto de Estudos Medievais.
  • Avenida António Augusto de Aguiar é uma das principais vias de comunicação do centro de Lisboa, com ligação entre a Praça de Espanha e a Avenida Fontes Pereira de Melo. A avenida é essencialmente utilizada por automóveis de turismo, transportes públicos e viaturas particulares. A Avenida António Augusto de Aguiar é assim designada para homenagear o Professor Universitário e Político António Augusto de Aguiar (1838-1887), Ministro das Obras Públicas entre 1883 e 1885. Os principais pontos de interesse da Avenida António Augusto de Aguiar são: a proximidade do Parque Eduardo VII, da Praça Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade; o centro comercial El Corte Inglês; e a Fundação Calouste Gulbenkian.
  • Avenida 5 de Outubro é uma das avenidas mais movimentadas e maiores de Lisboa com aproximadamente dois kms de extensão, com ligação entre a Avenida Professor Aníbal Bettencourt e a Rua Pinheiro Chagas. A Avenida 5 de Outubro é uma zona de passagem muito frequentada por portugueses devido ao grande número de transportes públicos que existem nas proximidades. A Avenida 5 de Outubro é assim designada para homenagear a Revolução de 5 de Outubro de 1910, que instaurou o Regime Republicano em Portugal. Os edifícios da Avenida 5 de Outubro são utilizados essencialmente como hotéis, empresas, escolas, serviços governamentais e infraestruturas de transportes públicos.
  • Avenida Fontes Pereira de Melo é uma das mais importantes avenidas da capital portuguesa, com ligação entre a Praça Duque de Saldanha e a Praça Marquês de Pombal. A avenida é assim designada para homenagear Fontes Pereira de Melo (1819-1887), antigo Presidente do Conselho de Ministros. A Avenida Fontes Pereira de Melo é uma importante via de comunicação rodoviária da cidade com aproximadamente 1 km de extensão, sempre bastante movimentada. A Avenida Fontes Pereira de Melo tem vários pontos de interesse, nomeadamente o Parque Eduardo VII; a a Street Art Gallery; o Teatro Villaret; e o Centro Comercial Saldanha Residence.
  • Praça Duque de Saldanha é uma das principais praças de Lisboa, com ligação entre a Avenida Fontes Pereira de Melo, a Avenida Casal Ribeiro, a Avenida da República e a Avenida Praia da Vitória. A Praça Duque de Saldanha é uma zona extremamente movimentada da cidade devido à presença de inúmeras empresas de serviços, comerciais, hotéis e dois centros comerciais: o Centro Comercial Atrium Saldanha e o Centro Comercial Monumental. A Praça Duque de Saldanha é assim designada em homenagem ao Marechal Duque de Saldanha (1790-1876), um dos políticos mais importantes do século XIX e determinante na Guerra Civil de 1828-1834. Os principais pontos de interesse existentes na Praça Duque de Saldanha são o o Centro Comercial Monumental; o Centro Comercial Atrium Saldanha; e a Estátua do Marechal Duque de Saldanha da autoria de João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun e inaugurada em 1909.

Estabelecimentos de Ensino

  • Instituto de Formação Bancária
  • Instituto Superior de Gestão Bancária
  • Universidade Nova de Lisboa

Empreendimentos Turísticos

  • Corinthia Hotel
  • DoubleTree by Hilton Lisbon Fontana Park
  • Evolution Lisboa Hotel
  • H10 Duque de Loulé
  • Hotel 3K Europa
  • Hotel Real Palácio
  • Jupiter Lisboa Hotel
  • Lisbon Marriott Hotel
  • Lutecia Smart Design Hotel
  • Olissipo Saldanha
  • Sana Lisboa Hotel
  • Sheraton Lisboa Hotel & Spa
  • VIP Grand Lisboa Hotel & Spa

Transportes e Acessos

  • Estações de Metropolitano:
  • Alvalade
  • Campo Pequeno
  • Roma
  • Saldanha
  • Estações de Comboios:
  • Estação Ferroviária de Entrecampos

Feiras, Festas e Romarias

  • Feira do Livro: realiza-se anualmente em Junho no Parque Eduardo Sétimo

Localização da Freguesia de Avenidas Novas no mapa de Lisboa

Localização da freguesia das Avenidas Novas no mapa de Lisboa
Localização da freguesia das Avenidas Novas no mapa de Lisboa
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