{"id":8800,"date":"2020-11-30T16:27:00","date_gmt":"2020-11-30T16:27:00","guid":{"rendered":"https:\/\/xrei.com\/?p=8800"},"modified":"2021-01-09T10:47:40","modified_gmt":"2021-01-09T10:47:40","slug":"douro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/","title":{"rendered":"Douro, Portugal"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_8824\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/douro.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-8824\" class=\"size-full wp-image-8824\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/douro.jpg\" alt=\"O Douro \u00e9 um rio naveg\u00e1vel que percorre os vales cultivados nos distritos de Bragan\u00e7a, Vila Real e o Porto ao longo de 210 quil\u00f3metros, na regi\u00e3o norte de Portugal\" width=\"1280\" height=\"854\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/douro.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/douro-980x654.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/douro-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-8824\" class=\"wp-caption-text\">O Douro \u00e9 um rio naveg\u00e1vel que percorre os vales cultivados nos distritos de Bragan\u00e7a, Vila Real e o Porto ao longo de 210 quil\u00f3metros, na regi\u00e3o norte de Portugal<\/p><\/div>\n<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-light-blue ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">In this article, you will get to know about...<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Douro_regiao_demarcada\" >Douro, regi\u00e3o demarcada<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#O_Rio_Douro\" >O Rio Douro<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Os_afluentes_do_rio_Douro\" >Os afluentes do rio Douro<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#A_Regiao_do_Alto_Douro_Vinhateiro\" >A Regi\u00e3o do Alto Douro Vinhateiro<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Os_Concelhos_do_Douro\" >Os Concelhos do Douro<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#A_Evolucao_Historica_da_Regiao_Demarcada\" >A Evolu\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica da Regi\u00e3o Demarcada<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#O_Douro_durante_a_Idade_Media\" >O Douro durante a Idade M\u00e9dia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#O_Douro_entre_o_seculo_XVI_e_XVIII\" >O Douro entre o s\u00e9culo XVI e XVIII<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Vinho_do_Porto_a_partir_do_seculo_XVIII\" >Vinho do Porto a partir do s\u00e9culo XVIII<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#O_Vinho_do_Porto_no_seculo_XIX\" >O Vinho do Porto no s\u00e9culo XIX<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-11\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#A_Regiao_do_Douro_a_partir_do_seculo_XX_ate_a_atualidade\" >A Regi\u00e3o do Douro a partir do s\u00e9culo XX at\u00e9 \u00e0 atualidade<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-12\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Os_marcos_das_demarcacoes_Pombalinas\" >Os marcos das demarca\u00e7\u00f5es Pombalinas<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-13\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#O_Barco_Rabelo\" >O Barco Rabelo<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-14\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#As_Barragens_do_Douro\" >As Barragens do Douro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-15\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#As_Quintas_do_Douro_Top_10\" >As Quintas do Douro (Top 10)<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-16\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Outras_quintas_existentes_no_Douro\" >Outras quintas existentes no Douro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-17\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Principais_atividades_do_Douro\" >Principais atividades do Douro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-18\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Gastronomia_do_Douro\" >Gastronomia do Douro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-19\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Os_Vinhos_do_Douro\" >Os Vinhos do Douro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-20\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Curiosidades_relacionadas_com_o_Douro\" >Curiosidades relacionadas com o Douro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-21\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/douro\/#Factos_Rapidos_do_Douro\" >Factos R\u00e1pidos do Douro<\/a><\/li><\/ul><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Douro_regiao_demarcada\"><\/span>Douro, regi\u00e3o demarcada<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>O Douro \u00e9 um rio naveg\u00e1vel que percorre os vales cultivados nos distritos de Bragan\u00e7a, Vila Real e o Porto ao longo de 210 quil\u00f3metros, na regi\u00e3o norte de Portugal, o resultado da harmonia perfeita entre o trabalho do Homem e a cria\u00e7\u00e3o da Natureza, vis\u00edvel nos socalcos ao longo do vale, nos mais de 100 edif\u00edcios religiosos, nas barragens constru\u00eddas para tornar o rio naveg\u00e1vel desde a entrada em Portugal at\u00e9 \u00e0 foz, nos mais de 50 miradouros que nos permite observar todo o percurso do rio Douro e os mais de 200 kms de percurso do Alto Douro Vinhateiro em territ\u00f3rio portugu\u00eas, nas \u00e1guas naveg\u00e1veis, nas paisagens deslumbrantes ou os vales repletos de amendoeiras em flor. A melhor defini\u00e7\u00e3o para o Douro \u00e9 ditada por Miguel Torga: \u201cO Douro \u00e9 um excesso da natureza\u201d classificada Patrim\u00f3nio Mundial da UNESCO em 2001.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_Rio_Douro\"><\/span>O Rio Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>O rio Douro \u00e9 o terceiro maior rio da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, com uma extens\u00e3o de aproximadamente 930 kms, com a nascente em Serra de Urbi\u00f3n, Espanha, a uma altitude de 2 mil metros, entra em Portugal por Barca d\u2019Alva, e desagua na foz do Porto. Durante aproximadamente dez horas de navega\u00e7\u00e3o podemos observar:<\/p>\n<ul>\n<li>o <strong>Planalto Mirand\u00eas<\/strong>: localizado a nordeste de Tr\u00e1s-os-Montes e Douro Internacional, integra os concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso, Freixo de Espada \u00e0 Cinta e Torre de Moncorvo. \u00c9 uma regi\u00e3o conhecida por ser o local onde se fala o Mirand\u00eas, a segunda l\u00edngua oficial de Portugal; por ser um local propicio \u00e0 observa\u00e7\u00e3o de aves, nomeadamente Cegonhas Negras, \u00c1guias ou Abutres; pelo patrim\u00f3nio arquitet\u00f3nico civil e religioso de Miranda do Douro; pela tradi\u00e7\u00e3o e costumes antigos, designadamente os Pauliteiros de Miranda; e pela gastronomia, com destaque para a Posta \u00e0 Mirandesa;<\/li>\n<li><strong>Cach\u00e3o da Valeira<\/strong>, uma garganta rochosa do rio Douro, tendo sido o grande obst\u00e1culo \u00e0 navega\u00e7\u00e3o do rio Douro e local de v\u00e1rios naufr\u00e1gios at\u00e9 ao s\u00e9culo XVIII. Esta situa\u00e7\u00e3o melhorou no final do s\u00e9culo XVIII com a destrui\u00e7\u00e3o de parte da rocha, e no s\u00e9culo XX com a constru\u00e7\u00e3o da barragem da Valeira.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Os_afluentes_do_rio_Douro\"><\/span>Os afluentes do rio Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li><strong>rio Corgo<\/strong>: \u00e9 um afluente do rio Douro, nasce em Vila Pouca de Aguiar, na Serra da Padrela a 918 metros de altitude, e desagua em Peso da R\u00e9gua. O rio Corgo percorre Vila Real; Santa Marta de Penagui\u00e3o; e Peso da R\u00e9gua.<\/li>\n<li><strong>rio Varosa<\/strong>: \u00e9 um afluente da margem esquerda do rio Douro, nasce em V\u00e1rzea da Serra, Tarouca, e desagua perto de Lamego. O rio tem uma extens\u00e3o aproximada de 45 kms. Ao longo do rio Varosa encontramos Lamego; S\u00e3o Jo\u00e3o de Tarouca; Ucanha; a barragem da Varosa; Vale da Varosa; e O Mosteiro de Santa Maria de Salzedas.<\/li>\n<li><strong>rio Pinh\u00e3o<\/strong>: \u00e9 um afluente da margem direita do rio Douro, nasce na Ra\u00edz do Monte, Vila Pouca de Aguiar, e desagua no Vale do Pinh\u00e3o. Tem 30 kms de extens\u00e3o, e ao longo do percurso passa por Vila do Pinh\u00e3o; e quintas vin\u00edcolas.<\/li>\n<li><strong>rio T\u00e1vora<\/strong>: \u00e9 um afluente da margem esquerda do Douro, nasce em Trancoso e tem uma extens\u00e3o de aproximadamente 65 kms. O principal destaque \u00e9 a barragem Vilar-Tabua\u00e7o, inaugurada em 1955.<\/li>\n<li><strong>rio Torto<\/strong>: \u00e9 um afluente da margem esquerda do rio Douro, nasce em Trancoso, tem uma extens\u00e3o aproximada de 48 kms, e ao longo do percurso passa por Trancoso; e Pinh\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>rio Tua<\/strong>: \u00e9 um afluente da margem direita do rio Douro, com uma extens\u00e3o aproximada de 40 km. O rio Tua nasce em Mirandela onde o Tuela e o Raba\u00e7al convergem e ao longo do percurso passa por Barragem do Tua; Mirandela; Vila Flor; Carrazeda de Ansi\u00e3es; Mur\u00e7a; e Alij\u00f3.<\/li>\n<li><strong>rio Coa<\/strong>: \u00e9 um afluente da margem esquerda do rio Douro, nasce na Serra das Mesas, Sabugal, a 1200 metros de altitude e desagua em Vila Nova de Foz Coa. O rio Coa tem uma extens\u00e3o de 135 kms e \u00e9 dos poucos rios que corre de sul para norte em Portugal. Ao longo do percurso o rio Coa, passa por Vale do Coa; Sabugal; Vila Nova de Foz Coa, onde encontramos pinturas de arte rupestre.<\/li>\n<li><strong>rio Sabor<\/strong>: \u00e9 um afluente da margem direita do rio Douro, nasce nos Montes de Le\u00f3n em Espanha e desagua na Aldeia da Foz do Sabor. O rio tem uma extens\u00e3o aproximada de 120 kms e ao longo do percurso passa por Torre de Moncorvo; Barragem do Pocinho; e pela Aldeia da Foz do Sabor.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"A_Regiao_do_Alto_Douro_Vinhateiro\"><\/span>A Regi\u00e3o do Alto Douro Vinhateiro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A Regi\u00e3o Demarcada do Douro tem uma dimens\u00e3o aproximada de 250 mil hectares, dos quais 45 mil s\u00e3o dedicados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de vinho, com mais de 200 milh\u00f5es de p\u00e9s de vinha, distribu\u00eddos po mais de 40 mil produtores; e apenas 12% desta produ\u00e7\u00e3o serve para vinho generoso e de consumo. O Alto Douro encontra-se dividido em <strong>Baixo-Corgo<\/strong>, com 45000 hectares de \u00e1rea total; e 14501 hectares de vinha; <strong>Cima-Corgo<\/strong>, com 95000 hectares de \u00e1rea total; e 20915 hectares de vinha; e o Douro Superior, com 110000 hectares de \u00e1rea total.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Os_Concelhos_do_Douro\"><\/span>Os Concelhos do Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<h4>Mes\u00e3o Frio<\/h4>\n<p><strong>Mes\u00e3o Frio<\/strong>: \u00e9 um dos concelhos mais pequenos do pa\u00eds, com 25 km2 e 4500 habitantes, encaixada num vale com uma vista desafogada para o rio Douro e a para Serra de Montemuro. O nome \u201cMes\u00e3o\u201d est\u00e1 relacionado, de acordo com a lenda, com a palavra francesa \u201cmaison\u201d e \u201cfrio\u201d devido ao clima muito frio da regi\u00e3o. Os pontos de interesse s\u00e3o: Castro de Cidadelhe; a Casa da Vista Alegre; a igreja de Santa Cristina; a igreja de S\u00e3o Nicolau; os marcos pombalinos, alguns dos marcos originais que podemos encontrar s\u00e3o: n\u00fameros 5 e 6 na Quinta do Piar, n\u00famero 7 na Quinta da Manuela, n\u00famero 8 na Quinta da Ferreira de Baixo; o miradouro da Senhora da Piedade; o miradouro de Barqueiros; o miradouro de Donsumil; o miradouro de S\u00e3o Silvestre; o miradouro do Imagin\u00e1rio; a praia fluvial da Rede; e a praia fluvial do Rio Teixeira.<\/p>\n<h4>Resende<\/h4>\n<p><strong>Resende<\/strong> \u00e9 uma pequena vila com aproximadamente 12 mil habitantes, localizada na margem sul do rio Douro, famosa em Portugal devido a ser a <strong>porta de entrada na Regi\u00e3o do Alto Douro Vinhateiro<\/strong>; por ser a <strong>capital da Cereja em Portugal<\/strong>; e o local de nascimento de Egas Moniz.<br \/>\nResende \u00e9 um local com uma paisagem \u00fanica, com a Serra de Montemuro onde encontramos a igreja de Nossa Senhora; a igreja de Barr\u00f4; a igreja de S\u00e3o Martinho de Mouros; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora de C\u00e1rquere; as termas das Caldas de regos; a igreja de Anreade; o Penedo de S\u00e3o Jo\u00e3o; a Anta de Pendilhe; e a Torre da Lagari\u00e7a;<\/p>\n<h4>Santa Marta de Penagui\u00e3o<\/h4>\n<p><strong>Santa Marta de Penagui\u00e3o<\/strong> \u00e9 uma vila com aproximadamente 1500 habitantes, localizada num dos vales da Serra do Mar\u00e3o, popularmente designada de \u201cConcha Vinhateira\u201d, devido a encontrar-se no meio de um vale em forma de concha, repleto de vinhedo. Santa Marta de Penagui\u00e3o foi o local onde nasceu o cineasta Manoel de Oliveira; a gastronomia \u00e9 rica e tradicional, onde ainda \u00e9 poss\u00edvel assistir \u00e0 tradicional matan\u00e7a do porco. Para al\u00e9m do porco, podemos degustar refei\u00e7\u00f5es variadas, nomeadamente castanha seca e cozida, fumeiros, enchidos, carne de porco conservada em sal e cozida, requeij\u00e3o, leite creme e o vinho de Santa Marta. Em Santa Marta de Penagui\u00e3o podemos visitar o pelourinho medieval; o pal\u00e1cio do Visconde de Santa Marta constru\u00eddo no s\u00e9culo XVIII; a est\u00e1tua de homenagem ao Trabalhador da Vindima da autoria de Laurentino Ribatua; a adega Cooperativa dos Vinhos, considerada a maior e melhor equipada de toda a Regi\u00e3o do Alto Douro Vinhateiro; a capela de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o; a quinta de Avidagos; a capela de S\u00e3o Br\u00e1s; a capela de Nossa Senhora do Viso; a capela de S\u00e3o Sebasti\u00e3o; a capela de Santa Quit\u00e9ria; a capela de Santa Ana; e o Forno Cer\u00e2mico do Per\u00edodo Romano.<\/p>\n<h4>Lamego<\/h4>\n<p><strong>Lamego<\/strong> \u00e9 das localidades mais importantes e antigas da regi\u00e3o do Alto Douro, com aproximadamente 27 mil habitantes, famoso por ser o <strong>local onde nasceu o Vinho do Porto<\/strong>, no Convento de Santa Cruz dos L\u00f3ios, com o <strong>nome original de Vinho Cheirante de Lamego ou Generoso<\/strong>; \u00e9 local onde podemos observar as amendoeiras floridas em Fevereiro, as cerejeiras em Abril e as vinhas em Novembro; \u00e9 uma das cidades que mais contribuiu para a independ\u00eancia de Portugal, e das mais antigas do pa\u00eds; \u00e9 onde podemos visitar o Santu\u00e1rio e a festa de Nossa Senhora dos Rem\u00e9dios; a origem de Egas Moniz e Aquilino Ribeiro; degustar o considerado melhor presunto e fumeiro do pa\u00eds, e a vitela de Laf\u00f5es de carne arouquesa; o Santu\u00e1rio de Nossa Senhora dos Rem\u00e9dios; a S\u00e9 Catedral de Lamego; o castelo e Alc\u00e1\u00e7ova; o centro hist\u00f3rico de Lamego: a Porta dos Figos; o N\u00facleo Arqueol\u00f3gico de Lamego; o museu de Lamego; a igreja de Almacave do s\u00e9culo XII, onde se realizaram as primeiras cortes de Portugal; a igreja do Convento de Santa Cruz; o edif\u00edcio do antigo semin\u00e1rio; o teatro Ribeiro Concei\u00e7\u00e3o; o Solar dos Silveiras; a casa das Br\u00f4lhas; a casa do Po\u00e7o; e a casa Visconde de Arneir\u00f3s.<\/p>\n<h4>Vila Real<\/h4>\n<p><strong>Vila Real<\/strong>: \u00e9 considerada a capital de Tr\u00e1s-os-Montes, ber\u00e7o do prov\u00e9rbio popular \u201cPara c\u00e1 do Mar\u00e3o, mandam os que c\u00e1 est\u00e3o\u201d. Esta localidade encontra-se localizada a aproximadamente 450 metros de altitude, na margem direita do rio Corgo entre as serras do Mar\u00e3o e do Alv\u00e3o. Vila Real \u00e9 uma cidade de origens antigas, habitada desde o Paleol\u00edtico, e ocupada durante o Per\u00edodo Romano. A cidade come\u00e7ou por ser designada <strong>Vila Real de Pan\u00f3ias<\/strong>, fundada por Dom Dinis atrav\u00e9s da emiss\u00e3o de dois forais, o foral de 1289; e o Foral de 1293. Ap\u00f3s a emiss\u00e3o destes dois forais, a cidade cresceu de 430 habitantes em 1530, para 3600 habitantes em 1795. Museu da Vila Velha \u00e9 o local de origem da capital de Tr\u00e1s-os-Montes, que se desenvolveu demogr\u00e1fica e economicamente devido a ter deixado de ser um ponto defensivo do Reino de Portugal; pela exist\u00eancia de \u00e1gua suficiente para a popula\u00e7\u00e3o dentro das muralhas; pela desloca\u00e7\u00e3o do centro da cidade para pr\u00f3ximo da estrada entre o Porto a Bragan\u00e7a, duas vias de comunica\u00e7\u00e3o mais importantes da regi\u00e3o durante a Idade M\u00e9dia; e porque as casas dos nobres estavam na periferia da cidade. Atualmente em Vila Real podemos visitar: o pal\u00e1cio Casa Mateus; a S\u00e9 Catedral de Vila Real; o museu da Vila Velha; a igreja de S\u00e3o Dinis; a casa onde nasceu Diogo C\u00e3o; a igreja da Miseric\u00f3rdia; o convento Masculino de S\u00e3o Francisco; o convento Feminino de Santa Clara; o santu\u00e1rio Rupestre de Pan\u00f3ias; o parque Natural do Alv\u00e3o; o jardim da Carreira; o parque do Corgo; a torre de Quintela; e o jardim Bot\u00e2nico.<\/p>\n<h4>Peso da R\u00e9gua<\/h4>\n<p><strong>Peso da R\u00e9gua<\/strong>: classificada de <strong>Capital Internacional do Vinho e da Vinha<\/strong> e <strong>sede da Casa do Douro<\/strong>. O concelho de Peso da R\u00e9gua, com aproximadamente 16 mil habitantes foi fundado em 1836 e <strong>nasceu da uni\u00e3o das aldeias de &#8220;Peso&#8221; e &#8220;R\u00e9gua&#8221;<\/strong>. Esta cidade \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da Linha Ferrovi\u00e1ria do Douro, de onde podemos viajar no Comboio Hist\u00f3rico do Douro, um dos comboios mais m\u00edticos do pa\u00eds. As principais atra\u00e7\u00f5es de Peso da R\u00e9gua s\u00e3o: o museu do Douro; a biblioteca municipal de Peso da R\u00e9gua; a igreja Matriz de Peso da R\u00e9gua; a capela das Sete Esquinas; a capela de Santo Ant\u00f3nio; a esta\u00e7\u00e3o Arqueol\u00f3gica do Alto da Fonte do Milho; a esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria do Peso da R\u00e9gua; o miradouro de S\u00e3o Leonardo de Galafura; o museu Adega das Giestas Negras; o miradouro de Santo Ant\u00f3nio; o miradouro de S\u00e3o Leonardo; o miradouro de Monte Reso; o miradouro de Vale de Cunca; o parque termal das Caldas do Moledo; a ponte met\u00e1lica de Peso da R\u00e9gua; a quinta 100 Hectares; a quinta da Devesa; a quinta do Judeu; e a quinta Dona Matilde.<\/p>\n<h4>Armamar<\/h4>\n<p>Armamar \u00e9 considerada a \u201cCapital da Ma\u00e7\u00e3 de Montanha\u201d na regi\u00e3o do Alto Douro, com aproximadamente 6300 habitantes. \u00c9 em Armamar encontramos o Restaurante DOC do Chef Rui Paula, um restaurante muito prestigiado em Portugal, e a Quinta dos Frades, uma das quintas mais antigas do Alto Douro, uma antiga propriedade da Ordem de Cister. Armamar \u00e9 considerada a \u201cCapital da Ma\u00e7\u00e3 de Montanha\u201d devido \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de mais de 1.800.000 (um milh\u00e3o e oitocentas mil) macieiras e mais de 50.000 (cinquenta mil) toneladas de ma\u00e7\u00e3 cultivados ao longo de 1400 hectares. Armamar \u00e9 tamb\u00e9m um dos pontos de fronteiras entre a Beira Alta e Tr\u00e1s-os-Montes, onde podemos visitar: a igreja Matriz de S\u00e3o Miguel; a quinta dos Frades; a capela de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o; a capela de Santa B\u00e1rbara; a barragem de Temilobos; o cais Tur\u00edstico e Fluvial da Folgosa; o passeadouro da Folgosa; a igreja Paroquial da Folgosa; a cascata da Misarela; o miradouro da Misarela; o miradouro e Ermida de S\u00e3o Domingos; o vale de Na\u00e7ar\u00e3es; o vale do Douro no Marmelal; e a ermida de Nossa Senhora da Piedade.<\/p>\n<h4>Sabrosa<\/h4>\n<p><strong>Sabrosa<\/strong> \u00e9 considerada um verdadeiro tesouro escondido do Douro, por ser pouco procurada por turistas. Sabrosa, com aproximadamente 6400 habitantes, merece uma visita devido ser o local de nascimento do navegador Fern\u00e3o de Magalh\u00e3es; um munic\u00edpio onde nasceu o escritor Miguel Torga; o local onde podemos degustar o cabrito assado com arroz branco, o Cozido \u00e0 Portuguesa e os enchidos.<br \/>\nOs pontos de interesse de Sabrosa s\u00e3o: a casa de Fern\u00e3o de Magalh\u00e3es; a casa Barros Lobo a igreja Matriz de Sabrosa a capela de Santa B\u00e1rbara; a capela de S\u00e3o Miguel; a capela de S\u00e3o Roque; o miradouro Torguiano de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o do Douro; a Mamoa de Madorras, uma constru\u00e7\u00e3o funer\u00e1ria datada de h\u00e1 6000 anos do per\u00edodo neol\u00edtico; o miradouro da Capela da Senhora da Azinheira; o miradouro de Sabrosa; o miradouro de S\u00e3o Domingos de Provesende; o miradouro de S\u00e3o Domingos do Monte Coxo; o miradouro do Santu\u00e1rio do Senhor dos Aflitos; e o Castro de Sabrosa.<\/p>\n<h4>Tabua\u00e7o<\/h4>\n<p><strong>Tabua\u00e7o<\/strong> uma povoa\u00e7\u00e3o com 6400 habitantes, \u00e9 juntamente com Lamego, o cora\u00e7\u00e3o do Ribadouro, onde podemos visitar o museu do Imagin\u00e1rio Duriense; o <strong>Rijomax<\/strong>, o rel\u00f3gio mais completo e ex\u00f3tico do mundo; a igreja matriz do Tabua\u00e7o; os pa\u00e7os do Concelho do Tabua\u00e7o; a aldeia de Barcos; a aldeia da Granja do Tedo; o miradouro do Alto da Escrita; e o museu Abel Botelho.<\/p>\n<h4>Alij\u00f3<\/h4>\n<p><strong>Alij\u00f3<\/strong> \u00e9 um munic\u00edpio com aproximadamente 13800 habitantes, o local de maior concentra\u00e7\u00e3o de vinhas no Alto Douro Vinhateiro. Alij\u00f3 \u00e9 terra de in\u00fameras curiosidades e factos hist\u00f3ricos, nomeadamente: local da primeira cantina escolar do pa\u00eds; e a cidade onde nasceu o Padre Manuel da N\u00f3brega, fundador da cidade de S\u00e3o Paulo, no Brasil. Os principais destaques a visitar em Alij\u00f3 s\u00e3o: a igreja Matriz de Alij\u00f3; a biblioteca Municipal: local da primeira cantina escolar do pa\u00eds; o teatro Municipal do Alij\u00f3; um pl\u00e1tano com mais de 150 anos, plantado no centro da cidade, onde \u00e9 poss\u00edvel fazer ora\u00e7\u00e3o \u201cS\u00faplica da \u00e1rvore ao Viandante\u201d; a anta da Fonte Coberta; a funda\u00e7\u00e3o Casa-Museu Maur\u00edcio Penha; as termas Caldas de Carl\u00e3o; o miradouro de Casa de Loivos; o miradouro de Nossa Senhora da Piedade; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Piedade em Sanfins do Douro; a capela de Nossa Senhora dos Prazeres; a aldeia da Perafita a aldeia Vinhateira de Favaios: esta pequena localidade apresenta v\u00e1rias atra\u00e7\u00f5es, nomeadamente: o bairro Industrial de Favaios, assim designado por ser o local onde se fabrica o p\u00e3o em Favaios; o edif\u00edcio popularmente chamado de \u201cA Obra\u201d por ter sido durante muitos s\u00e9culos uma fachada e \u00e9 onde se encontra o Museu do P\u00e3o e do Vinho; a igreja de S\u00e3o Domingos, que \u00e9 a igreja mais alta de Vila Real; e a quinta da Avessada.<\/p>\n<h4>Pinh\u00e3o<\/h4>\n<p><strong>Pinh\u00e3o<\/strong> \u00e9 uma pequena localidade, o centro da Regi\u00e3o Demarcada do Douro com 700 habitantes, uma antiga pequena aldeia onde moravam pescadores e os transportadores do vinho nos Barcos Rabelo, que ganhou notoriedade a partir de 1670, com a chegada dos ingleses. Os principais pontos de interesse a visitar s\u00e3o: esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria do Pinh\u00e3o, com 24 pain\u00e9is de azulejos de 1937, que representam a vindima; a Wine House do Pinh\u00e3o; a quinta das Carvalhas; a quinta do Bonfim; e a quinta da Roeda.<\/p>\n<h4>S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira<\/h4>\n<p><strong>S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira<\/strong> tem aproximadamente 7800 habitantes, sendo o maior produtor de Vinho do Douro, e o detentor do foral mais antigo de Portugal emitido em 1055-1065 por Fernando Magno, Imperador de Fran\u00e7a. O nome \u201cPesqueira\u201d estar\u00e1 relacionado com a exist\u00eancia de paredes junto ao rio, constru\u00eddas com o objetivo de facilitar a pesca, protegendo os pescadores da localidade da viol\u00eancia do rio pr\u00f3ximo do Cach\u00e3o da Valeira. S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira destaca-se pela pra\u00e7a da Rep\u00fablica, com a igreja da Santa Casa da Miseric\u00f3rdia e o Museu Eduardo Tavares; a rua dos Gatos, com casas de xisto onde residia durante a Idade M\u00e9dia a comunidade judaica de S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira; a rua do Arco com a presen\u00e7a de um arco ogival que pertencia \u00e0 antiga muralha medieval e \u00e0 torre sineira de 1652; o edif\u00edcio dos Pa\u00e7os do Concelho; a capela de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio; a quinta de Cidr\u00f3; o pa\u00e7o Episcopal de Trev\u00f5es; o solar dos Caiados; o museu de Arte Sacra de Trev\u00f5es; os sete castelos de Paredes da Beira; a quinta da Corredoura; o dolm\u00e9n da Areita; e o museu do Vinho de S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira.<\/p>\n<h4>Cach\u00e3o da Valeira<\/h4>\n<p><strong>Cach\u00e3o da Valeira<\/strong> era uma cascata numa garganta rochosa, considerada uma fronteira na regi\u00e3o, tendo sido palco de v\u00e1rios naufr\u00e1gios, nomeadamente quando Dona Ant\u00f3nia Adelaide Ferreira, conhecida como \u201cFerreirinha\u201d e o Bar\u00e3o de Forrester, que de acordo com a lenda, &#8220;&#8230;seguiam num barco rabelo que naufragou ao passar por Cach\u00e3o da Valeira, e que o Bar\u00e3o de Forrester foi puxado para o fundo do rio Douro devido ao peso das libras de ouro que transportava nas botas. A \u201cFerreirinha\u201d sobreviveu devido ao bal\u00e3o formado pelas saias que vestia.&#8221;<br \/>\nEm Cach\u00e3o da Valeira destacamos: um memorial inscrito na pedra a homenagear os n\u00e1ufragos que padeceram entre 1780 e 1791 durante a abertura do canal. O rochedo de Cach\u00e3o da Valeira foi destru\u00eddo no s\u00e9culo XVIII, contudo o rio Douro apenas ficou naveg\u00e1vel com a constru\u00e7\u00e3o das barragens; o solar dos Castros, designada por casa do Cabo, constru\u00edda em Barroco Joanino; a rua dos Gatos, com os restantes em casas de xisto; o miradouro de Nossa Senhora de Lurdes; o miradouro de S\u00e3o Salvador do Mundo, o principal santu\u00e1rio do rio Douro alcan\u00e7ado atrav\u00e9s de uma subida \u00edngreme com v\u00e1rias pequenas capelas ao longo do percurso; o miradouro de Frei Est\u00eav\u00e3o; o miradouro da Quinta das Carvalhas; o museu do Azeite; a quinta Cad\u00e3o Douro; a quinta da Fonte Nova; a quinta da Gricha; a quinta das Tecedeiras; a quinta de S\u00e3o Jos\u00e9; a quinta de Ventozelo; a quinta Dona Doroteia; a quinta do Penedo do Salto; e a quinta do Pessegueiro.<\/p>\n<h4>Mur\u00e7a<\/h4>\n<p><strong>Mur\u00e7a<\/strong> local da Feira de Mur\u00e7a, uma das feiras mais antigas do pa\u00eds, que se realiza desde 1304. Mur\u00e7a, tem aproximadamente 2200 habitantes, \u00e9 uma localidade conhecida pela do\u00e7aria, nomeadamente o Toucinho do C\u00e9u e as Queijadas de Mur\u00e7a. As atra\u00e7\u00f5es a visitar em Mur\u00e7a s\u00e3o: o edif\u00edcio dos Pa\u00e7os do Concelho; a igreja Matriz de Mur\u00e7a; o parque Natural Regional do Vale do Tua; o pelourinho do s\u00e9culo XVI; a capela da Miseric\u00f3rdia; o castro de Palheiros; a ponte Velha Filipina; a aldeia da Sobreira; o miradouro Casa da Floresta; a aldeia de Porrais; a ribeira de Barroso; o ribeiro do Vale de Manhuscal; a serra da Garraia; o parque Florestal de Mascanho; o mamoa do Castelo; a necr\u00f3pole Megal\u00edtica do Alto das Madorras; as fontes de Mergulho; e o rel\u00f3gios de sol.<\/p>\n<h4>Carrazeda de Ansi\u00e3es<\/h4>\n<p><strong>Carrazeda de Ansi\u00e3es<\/strong> \u00e9 a terra do vinho Generoso, do azeite e dos frutos secos, com aproximadamente 6400 habitantes, e pontos de interesse a visitar: o castelo de Ansi\u00e3es; o museu de Mem\u00f3ria Rural; o parque Internacional de Escultura de Carrazeda de Ansi\u00e3es; a galeria Alberto Carneiro; o centro Interpretativo do Vale do Tua; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Gra\u00e7a; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Sa\u00fade; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Costa; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Paix\u00e3o; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Boa Morte; o cach\u00e3o da Rapa; a anta de Vilarinho da Castanheira; e a anta de Zedes.<\/p>\n<h4>Mirandela<\/h4>\n<p><strong>Mirandela<\/strong> \u00e9 considerado um verdadeiro o\u00e1sis numa \u201cterra quente\u201d de Tr\u00e1s-os-Montes e Regi\u00e3o do Alto Douro Vinhateiro. Mirandela, com aproximadamente 12 mil habitantes, foi o local de constru\u00e7\u00e3o do primeiro metro de superf\u00edcie de Portugal em 1995. Os principais pontos de interesse a visitar s\u00e3o: o castelo de Mirandela; a igreja da Miseric\u00f3rdia de Mirandela; o museu de Arte Sacra da Santa Casa da Miseric\u00f3rdia de Mirandela; o centro Cultural Municipal; a ponte Velha; o repuxo de Mirandela; a Mata de Quadra\u00e7al; a biblioteca Municipal Sarmento Pimentel; o parque do Imp\u00e9rio; o parque Doutor Jos\u00e9 Gama; a reserva da Biosfera Transfronteiri\u00e7a da Meseta Ib\u00e9rica; o pa\u00e7o dos T\u00e1voras; o museu da Oliveira e do Azeite; o museu Rural Ad\u00e9rito Rodrigues; a ecoteca; o museu Armindo Teixeira Lopes; a ponte da Pera; a aldeia de Romeu; o museu de Curiosidades; a quinta dos Bacelares; a quinta dos Pereiras Cabrais; o solar dos Condes de Vinhais; a serra de Santa Coma; a Mata dos Castanheiros; o parque das Merendas; o miradouro de Mirandela; o miradouro do Barcel; e o miradouro do Franco.<\/p>\n<h4>Vila Flor<\/h4>\n<p><strong>Vila Flor<\/strong> \u00e9 um munic\u00edpio com aproximadamente 6700 habitantes, terra da castanha, das amendoeiras em flor, do p\u00e3o, do vinho e onde surgiu o primeiro telefone de Tr\u00e1s-os-Montes. Vila Flor foi conhecida por Al\u00e9m Sabor at\u00e9 ao s\u00e9culo XIII, contudo Dom Dinis optou por mudar de nome devido \u00e0 beleza da paisagem natural da regi\u00e3o. Os principais pontos de interesse a visitar em Vila Flor s\u00e3o: a igreja Matriz de S\u00e3o Bartolomeu; a igreja da Miseric\u00f3rdia; o museu Municipal de Vila Flor; as casas Senhoriais e Solares do Centro Hist\u00f3rico; a porta de Dom Dinis; a fonte Romana; a rua Nova, antiga judiaria; a casa Senhorial da Fam\u00edlia S\u00e1 Correia o centro Interpretativo do Cabe\u00e7o da Mina; o museu Municipal Doutora Berta Cabral; a barragem do Peneireiro; a complexo Tur\u00edstico-Desportivo do Peneireiro; a miradouro da Senhora da Lapa; a antiga Forca de Freixiel, um monumento classificado como Im\u00f3vel de Interesse P\u00fablico desde 1958; a barragem de Mour\u00e3o e Vale Torno; o monte da Aldeia de Vilas Boas; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o; o cabe\u00e7o de S\u00e3o Martinho; e o cabe\u00e7o de S\u00e3o Miguel.<\/p>\n<h4>Vila Nova de Foz Coa<\/h4>\n<p><strong>Vila Nova de Foz Coa<\/strong> \u00e9 um munic\u00edpio com aproximadamente 7400 habitantes, mundialmente conhecida por ter <strong>o maior museu do mundo de Arte Paleol\u00edtica ao ar livre<\/strong>, com mais de 26 kms de extens\u00e3o; mais de 80 s\u00edtios com Arte Rupestre; com aproximadamente 1200 rochas gravadas; e dois locais classificados <strong>Patrim\u00f3nio da Humanidade<\/strong>, nomeadamente o <strong>Vale do C\u00f4a<\/strong> e o <strong>Alto Douro Vinhateiro<\/strong>. Em Vila Nova de Foz Coa podemos visitar: o museu do Coa; a quinta de Vale Me\u00e3o; a igreja Matriz; as gravuras Paleol\u00edticas da Canada do Inferno, Vale Cabr\u00f5es e Vale Jos\u00e9 Esteves; o parque Arqueol\u00f3gico do Vale do Coa; a quinta da Ervamoira; a igreja Matriz de Freixo de Num\u00e3o; o solar Casa Grande; a capela de Santa Quit\u00e9ria; a casa dos Andrades; o miradouro de Santa Luzia; o miradouro do Caminho da Costa; o miradouro de Nossa Senhora do Viso; o miradouro de Santa B\u00e1rbara; o miradouro de S\u00e3o Martinho; o miradouro de Anjo S\u00e3o Gabriel; o miradouro da Mata dos Carrascos; o miradouro de Arnozelo; o castelo de Num\u00e3o; o castelo Melhor; e o castelo Velho.<\/p>\n<h4>Pocinho<\/h4>\n<p><strong>Pocinho<\/strong> \u00e9 uma aldeia conhecida por ser o final da linha ferrovi\u00e1ria do Douro desde que foi desativada a liga\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria entre Barca d\u2019Alva e Espanha em 1989; pela barragem do Pocinho; e pelo centro de alto rendimento de remo do Pocinho.<\/p>\n<h4>M\u00eada<\/h4>\n<p><strong>M\u00eada<\/strong> \u00e9 um concelho com aproximadamente 5300 habitantes, uma regi\u00e3o de fronteira, entre o Douro e a Serra da Estrela, onde \u201cO Douro encontra a Serra\u201d. M\u00eada \u00e9 terra de am\u00eandoas, oliveiras e vinhas plantadas nos socalcos. Os principais pontos de interesse a visitar s\u00e3o: a cidade de M\u00eada, o solar das Casas Novas; a fonte do Esp\u00edrito Santo; a igreja Matriz; o museu Municipal de M\u00eada; a aldeia Hist\u00f3rica de Marialva; a vila Templ\u00e1ria de Longroiva; o castelo de Longroiva; as termas de Longroiva; e o s\u00edtio Arqueol\u00f3gico do Vale do Mouro.<\/p>\n<h4>Alf\u00e2ndega da F\u00e9<\/h4>\n<p><strong>Alf\u00e2ndega da F\u00e9<\/strong> \u00e9 a terra da seda, tendo chegado a produzir mais de 17 mil toneladas de seda em 1070. Alf\u00e2ndega da F\u00e9, atualmente com aproximadamente 5200 habitantes, foi um entreposto durante a ocupa\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana no s\u00e9culo VIII, at\u00e9 ter sido fundada por Dom Dinis atrav\u00e9s da emiss\u00e3o de uma Carta de Foral no ano de 1294. Os pontos de interesse a visitar em Alf\u00e2ndega da F\u00e9 s\u00e3o: o largo do Castelo; a torre do Rel\u00f3gio; a arte Urbana; a casa da cultura do Mestre Jos\u00e9 Rodrigues; a igreja Matriz de S\u00e3o Pedro; a igreja da Miseric\u00f3rdia; a capela de S\u00e3o Sebasti\u00e3o; o santu\u00e1rio de Nossa Senhora de Jerusal\u00e9m; a capela da Lagoinha; o santo Ant\u00e3o da Barca; o solar do Morgado de Vilarelhos; a igreja Matriz de Sambade; o centro de Interpreta\u00e7\u00e3o do Territ\u00f3rio; o santu\u00e1rio de S\u00e3o Bernardino; e o santu\u00e1rio de Cerejais;<\/p>\n<h4>Torre de Moncorvo<\/h4>\n<p><strong>Torre de Moncorvo<\/strong> \u00e9 uma vila e munic\u00edpio com aproximadamente 8600 habitante, \u201cOnde o Ferro \u00e9 a alma da Terra\u201d. Torre de Moncorvo destaca-se das restantes localidades da regi\u00e3o devido a ser um local de uma antiga comunidade judaica; ser o maior produtor de am\u00eandoa do pa\u00eds; e ser uma povoa\u00e7\u00e3o onde se pode degustar peixes do rio durante todo o ano, especialmente durante o Festival das Migas e Peixes do Rio. O nome &#8220;Torre de Moncorvo&#8221;, tem origem num militar de nome &#8220;Mendo&#8221;, conhecido por \u201cCorvo\u201d, que vivia numa \u201cTorre\u201d, num monte perto da povoa\u00e7\u00e3o. Torre de Moncorvo recebeu foral de Dom Dinis, que mandou construir uma torre para a regi\u00e3o defende-se do Reino de Le\u00e3o. Esta torre foi destru\u00edda no s\u00e9culo XIX contra a vontade da maioria da popula\u00e7\u00e3o, com o objetivo de construir os Pa\u00e7os do Concelho. \u00c9 em Torre de Moncorvo que encontramos o segundo p\u00falpito de pedra de granito mais importante de Portugal, depois do que existe na igreja de Santa Cruz de Coimbra. As principais atra\u00e7\u00f5es a visitar em Torre de Moncorvo s\u00e3o: o museu do Ferro e da Regi\u00e3o de Moncorvo; a igreja Matriz de Torre de Moncorvo; a capela e Arco da Senhora dos Rem\u00e9dios; a igreja da Miseric\u00f3rdia; o antigo Castelo de Torre de Moncorvo; o museu de Arte Sacra; o miradouro do Vale do Sabor; o centro de Interpreta\u00e7\u00e3o Ambiental e Recupera\u00e7\u00e3o Animal; o lagar da Cera; a igreja de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o; o miradouro de Vide; o miradouro Barca Velha; o miradouro da Fraga do C\u00e3o; o miradouro da Senhora do Castelo; o miradouro da Fraga do Facho; o miradouro da P\u00f3voa; a serra do Reboredo; a ecopista do Sabor; a praia fluvial da foz do Sabor; o castelo de M\u00f3s; o pelourinho de M\u00f3s; a ferraria da Chapa Cunha; o buraco dos Mouros de Urros; a fraga do Arco de Ma\u00e7ores; as minas de Ferro do Reboredo; e as minas de Volfr\u00e2mio de Carvi\u00e7ais.<\/p>\n<h4>Freixo de Espada \u00e0 Cinta<\/h4>\n<p><strong>Freixo de Espada \u00e0 Cinta<\/strong> \u00e9 um concelho com aproximadamente 3800 habitantes, local antigo e diferenciado na regi\u00e3o devido a ser o local de nascimento de Jorge \u00c1lvares, o primeiro portugu\u00eas a chegar \u00e0 China; o local de nascimento do poeta Guerra Junqueiro (1850-1923); a vila com mais janelas e portas manuelinas de Portugal; a \u00fanica localidade em toda a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica com o <strong>processo completo de produ\u00e7\u00e3o de seda natural<\/strong>, desde a cria\u00e7\u00e3o do bicho-da-seda at\u00e9 \u00e0 tecelagem. Freixo de Espada \u00e0 Cinta teve um grande desenvolvimento econ\u00f3mico entre 1450 e a primeira metade do s\u00e9culo XVI devido \u00e0 import\u00e2ncia da comunidade judaica, e \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de seda. As principais atra\u00e7\u00f5es a visitar s\u00e3o: a torre do Galo; a igreja Matriz de Freixo de Espada \u00e0 Cinta; a igreja da Miseric\u00f3rdia; a igreja do Convento de S\u00e3o Filipe Nery; o miradouro do Penedo Dur\u00e3o; o museu Regional Casa Junqueiro; o museu da Seda e do Territ\u00f3rio; a aldeia de Mazouco; a pintura rupestre Cavalo de Mazouco; o miradouro do Assumadouro; a necr\u00f3pole de S\u00e3o Paulo; o miradouro da Cruzinha; o parque Fluvial do Douro; a praia Fluvial da Congida; o miradouro do Carrascalinho; o miradouro do Bazuco; a quinta da Marit\u00e1vora; a aldeia de Lagoa\u00e7a; a aldeia d\u2019\u00c1vila; e a quinta da Batoca.<\/p>\n<h4>Figueira de Castelo Rodrigo<\/h4>\n<p><strong>Figueira de Castelo Rodrigo<\/strong> \u00e9 um concelho com aproximadamente 6300 habitantes, a terra dos tr\u00eas rios: rio Douro, rio Coa e rio \u00c1gueda, da Serra da Marofa e dos cavalos selvagens, com particular import\u00e2ncia na Hist\u00f3ria de Portugal devido \u00e0 <strong>Batalha da Salgadela<\/strong> realizada no dia 7 de Julho de 1664, onde foi alcan\u00e7ada uma vit\u00f3ria sobre os mais de 3 mil espanh\u00f3is, derrotados por aproximadamente 150 portugueses. Esta batalha foi decisiva na consolida\u00e7\u00e3o da independ\u00eancia de Portugal no s\u00e9culo XVII. Os principais pontos de interesse a visitar s\u00e3o: a igreja do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o; o museu de Artes e Of\u00edcios Francisco T\u00e1vora; o centro Interpretativo e Museol\u00f3gico de Algodres; o museu Rural e Etnogr\u00e1fico de Vilar de Amargo; a barca d\u2019Alva; o pal\u00e1cio Crist\u00f3v\u00e3o de Moura; o castelo Rodrigo; a igreja de Escalh\u00e3o; a serra da Marofa; e a cruz de Pedro Jacques Magalh\u00e3es.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"A_Evolucao_Historica_da_Regiao_Demarcada\"><\/span>A Evolu\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica da Regi\u00e3o Demarcada<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de vinho na regi\u00e3o do Douro existe pelo menos desde 2800 a.C, cultivado pelos povos Romanos, Mu\u00e7ulmanos e Suevos, que desenvolveram o cultivo da vinha. A regi\u00e3o do Douro come\u00e7ou a ganhar import\u00e2ncia durante o Per\u00edodo de Ocupa\u00e7\u00e3o Romana devido \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do Santu\u00e1rio de Pan\u00f3ias em Vila Real, dedicado a Serapis; e \u00e0 cria\u00e7\u00e3o das dioceses durante o governo do Imperador Romano Diocleciano (284-305 a.C.), com o Douro a integrar a &#8220;Gal\u00e9cia&#8221; (a regi\u00e3o localizada no noroeste da antiga Hisp\u00e2nia).<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_Douro_durante_a_Idade_Media\"><\/span>O Douro durante a Idade M\u00e9dia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>A <strong>regi\u00e3o do Douro teve um grande desenvolvimento<\/strong> a partir da Idade M\u00e9dia devido ao <strong>investimento dos condes franceses<\/strong> que acompanharam o Conde Dom Henrique na produ\u00e7\u00e3o dos vinhos cheirantes de Lamego, e no ensaio de da produ\u00e7\u00e3o do espumante, para implementar em Fran\u00e7a; a <strong>doa\u00e7\u00e3o do foral mais antigo em Portugal<\/strong> que incluiu as localidades de S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira, Paredes, Linhares, Penela e Ansi\u00e3es, emitido por Fernando Magno (1016-1065); a <strong>implanta\u00e7\u00e3o da Ordem de Cister<\/strong>, com um contributo decisivo na evolu\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica do Douro a partir do s\u00e9culo XII com o cultivo da vinha. A Ordem de Cister espalhou-se por todo o pa\u00eds, contudo na Regi\u00e3o do Alto Douro h\u00e1 a destacar os mosteiros de Salzedas, S\u00e3o Jo\u00e3o de Tarouca ou S\u00e3o Pedro das \u00c1guias; e a <strong>pol\u00edtica de povoamento de Dom Dinis<\/strong> (1279-1325), com a doa\u00e7\u00e3o de forais a Vila Real da Terra de Pan\u00f3ias em 1289, atual Vila Real, Vila Flor e Torre de Moncorvo.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_Douro_entre_o_seculo_XVI_e_XVIII\"><\/span>O Douro entre o s\u00e9culo XVI e XVIII<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>A <strong>regi\u00e3o do Douro intensificou a liga\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade do Porto<\/strong> com a \u00e9poca dos Descobrimentos, <strong>devido ao aumento do transporte mar\u00edtimo<\/strong> entre o Vale do Douro e a Foz do Douro, onde existiam tabernas que compravam a grande maioria do vinho produzido no Douro, consumido posteriormente pelos marinheiros das caravelas. Durante o Reinado de Dom Manuel I (1495-1521), a Regi\u00e3o do Douro aumentou de import\u00e2ncia devido \u00e0 emiss\u00e3o de mais de 50 forais, nomeadamente Couto do Peso, (atual munic\u00edpio de Peso da R\u00e9gua), Santa Marta de Penagui\u00e3o, S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira ou Lamego. Durante os s\u00e9culos XVI e XVII os vinhos mais procurados eram os vinhos \u201cCheirantes\u201d de Lamego e o vinho Generoso do Vale do Douro, maioritariamente exportados a partir de Vila Nova de Gaia para Inglaterra e Fran\u00e7a; e de Viana do Castelo para Alemanha e Holanda. A produ\u00e7\u00e3o de vinhos cresceu at\u00e9 meados do s\u00e9culo XVIII, quando a produ\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a ser controlada pelos ingleses e escoceses, e a ser alvo de v\u00e1rias fraudes devido \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de dinheiro f\u00e1cil. O Vinho do Porto come\u00e7ou a mudar quando em 1675, foi mencionado pela primeira como \u201cVinho do Porto\u201d num discurso de Duarte Ribeiro de Macedo (1618-1680), diplomata e desembargador da Rela\u00e7\u00e3o do Porto; e em 1678, quando um ingl\u00eas adicionou aguardente aos vinhos com o objetivo de impedir a deteriora\u00e7\u00e3o dos vinhos nas viagens mar\u00edtimas e terrestres.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Vinho_do_Porto_a_partir_do_seculo_XVIII\"><\/span>Vinho do Porto a partir do s\u00e9culo XVIII<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>As regi\u00f5es do Porto e do Douro passaram por uma crise econ\u00f3mica a partir de 1753 devido \u00e0s m\u00e1s \u00e9pocas agr\u00edcolas durante as d\u00e9cadas de 1740 e 1750; \u00e0s fraudes constantes na produ\u00e7\u00e3o do Vinho do Porto, resolvida com a <strong>Primeira Regi\u00e3o Demarcada Vin\u00edcola do Mundo<\/strong> atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o da <strong>Companhia da Agricultura das Vinhas do Alto Douro<\/strong> (atual Real Companhia Velha), por Marqu\u00eas de Pombal em 1756. A cria\u00e7\u00e3o da <em>Companhia da Agricultura das Vinhas do Alto Douro<\/em> <strong>protegeu a produ\u00e7\u00e3o genu\u00edna do vinho<\/strong>; <strong>criou limites geogr\u00e1ficos<\/strong> atrav\u00e9s da demarca\u00e7\u00e3o de zonas e instala\u00e7\u00e3o dos Marcos Pombalinos; contudo indigna\u00e7\u00e3o aos propriet\u00e1rios das vinhas e das tabernas do Porto e Gaia; e originou algumas revoltas na regi\u00e3o, designadamente a Revolta dos Taberneiros, que ocorreu no Porto, inclu\u00eddo as mais de 700 tabernas obrigadas a comprar o vinho \u00e0 Companhia. Na revolta, foram condenadas mais de 400 indiv\u00edduos, 26 foram enforcados em p\u00fablico em Miragaia, e 600 taberneiros foram for\u00e7ados a encerrar os estabelecimentos. A revolta percorreu o largo da Cordoaria; o largo de S\u00e3o Domingos, onde morava o Ju\u00edz do Povo; a rua Ch\u00e3, onde vivia Beleza de Andrade, o Provedor da Companhia, obrigado a colocar a cidade do Porto sob Lei Marcial ap\u00f3s a insatisfa\u00e7\u00e3o popular gerada pela funda\u00e7\u00e3o da Companhia.<\/p>\n<p>A <em>Companhia da Agricultura das Vinhas do Alto Douro<\/em> teve v\u00e1rias designa\u00e7\u00f5es, nomeadamente: <strong>Companhia dos Vinhos do Porto<\/strong>, <strong>Companhia do Alto Douro<\/strong>, a <strong>Companhia do Douro<\/strong>, a <strong>Companhia das Vinhas do Alto Douro<\/strong>, a <strong>Real Companhia dos Vinhos do Porto<\/strong>, a <strong>Companhia Real do Porto<\/strong>, a <strong>Real Companhia dos Vinhos<\/strong> e o nome atual de <strong>Real Companhia Velha<\/strong>, com v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es importantes na regi\u00e3o do Douro, nomeadamente o <strong>estabelecimento dos limites geogr\u00e1ficos<\/strong>, atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o de marcos de pedra emitidos pela Feitoria; a <strong>regulamenta\u00e7\u00e3o dos locais de produ\u00e7\u00e3o de vinho<\/strong>; a <strong>procesos e t\u00e9cnicas para produ\u00e7\u00e3o do vinho<\/strong>; a <strong>realiza\u00e7\u00e3o de inspe\u00e7\u00e3o regulares aos produtores<\/strong> vin\u00edcolas e da aguardente; o <strong>regula\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os<\/strong>; a cria\u00e7\u00e3o de <strong>regras de transporte do vinho<\/strong>; <strong>registo dos nomes dos tripulantes dos barcos Rabelos<\/strong>; <strong>cria\u00e7\u00e3o das aulas de N\u00e1utica<\/strong> em 1762 no Porto, a base da futura Real Academia da Marinha e do Com\u00e9rcio, <strong>atual Academia Polit\u00e9cnica do Porto<\/strong>.<br \/>\nA <em>Companhia da Agricultura das Vinhas do Alto Douro<\/em> tinha o privil\u00e9gio da comercializa\u00e7\u00e3o exclusiva da aguardente e do vinagre para o Brasil; o monop\u00f3lio da venda de vinho \u00e0s tabernas do Porto e arredores; e a produ\u00e7\u00e3o e venda exclusiva de aguardente no Porto e Norte de Portugal.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_Vinho_do_Porto_no_seculo_XIX\"><\/span>O Vinho do Porto no s\u00e9culo XIX<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de vinho passou por uma crise no s\u00e9culo XIX devido \u00e0s pragas nos vinhedos. A praga mais grave foi a Filoxera, que apareceu ao Douro em 1858 e dizimou grande parte das vinhas, deixando terras incultas e obrigou \u00e0 replanta\u00e7\u00e3o de grande parte dos vinhedos, com a prote\u00e7\u00e3o de porta-enxertos dos EUA, imunes \u00e0 praga.<br \/>\n<strong>Ant\u00f3nia Adelaide Ferreira<\/strong> e o <strong>Bar\u00e3o de Forrester<\/strong> foram duas figuras determinantes para o desenvolvimento do Vale do Douro durante s\u00e9culo XIX:<\/p>\n<h4>Dona Ant\u00f3nia Adelaide Ferreira, conhecida por \u201ca Ferreirinha\u201d (1811-1896)<\/h4>\n<p><strong>A Ferreirinha<\/strong> era conhecida como \u201cm\u00e3e dos pobres\u201d, uma figura admirada e querida de todos os durienses. A admira\u00e7\u00e3o era tanta, que mais de 300 mil pessoas assistiram ao funeral em 1896. A empres\u00e1ria Dona Ant\u00f3nia Adelaide Ferreira <strong>foi determinante na elimina\u00e7\u00e3o da praga da Filoxera<\/strong> nas vinhas do Vale do Douro; na <strong>expans\u00e3o das quintas vin\u00edcolas at\u00e9 \u00e0 fronteira com Espanha<\/strong>; na <strong>cria\u00e7\u00e3o de mais de vinte quintas ao longo do Douro<\/strong>, nomeadamente Quinta de Vale Me\u00e3o e a Quinta da Leda; na <strong>constru\u00e7\u00e3o do caminho-de-ferro<\/strong> na regi\u00e3o, que empregou mais de mil oper\u00e1rios; na <strong>edifica\u00e7\u00e3o dos hospitais<\/strong> de Peso da R\u00e9gua, Vila Real, Moncorvo e Lamego; e <strong>na doa\u00e7\u00e3o de fundos \u00e0 Santa Casa da Miseric\u00f3rdia<\/strong> do Porto.<\/p>\n<h4>O Bar\u00e3o de Forrester (1809-1861)<\/h4>\n<p>Joseph James Forrester, conhecido como <strong>Bar\u00e3o de Forrester<\/strong>\u00a0de nacionalidade escocesa, foi fot\u00f3grafo, aguarelista, cart\u00f3grafo, estudioso da regi\u00e3o, produtor e <strong>exportador de vinhos do Douro<\/strong>. Chegou de Gr\u00e3-Bretanha em 1831 para trabalhar na empresa vin\u00edcola que o tio tinha no Douro. O Bar\u00e3o de Forrester era um homem multifacetado e de grande cultura, tendo-se introduzido com facilidade na comunidade brit\u00e2nica do Porto. O Bar\u00e3o teve grande import\u00e2ncia na regi\u00e3o, atuando no <strong>levantamento cartogr\u00e1fico o Alto Douro Vinhateiro<\/strong>, produzindo o <strong>\u201cMapa do Paiz Vinhateiro do Alto Douro\u201d<\/strong> de 1843; o mapa <strong>\u201cDouro Portuguez e Paiz Adjacente\u201d<\/strong> de 1848, onde identificou 210 pontos de navega\u00e7\u00e3o dif\u00edceis para a navega\u00e7\u00e3o, situados entre a fronteira com Espanha e a foz do Douro; pintou <strong>31 aguarelas a representar os trajes tradicionais dos habitantes<\/strong> do Vale do Douro em 1855; e <strong>foi respons\u00e1vel pela representa\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o do Alto Douro na Exposi\u00e7\u00e3o Universal de Londres<\/strong> em 1851 e na <strong>Exposi\u00e7\u00e3o Universal de Paris<\/strong> em 1855;<\/p>\n<h5>O naufr\u00e1gio de Bar\u00e3o de Forrester e Dona Maria Ant\u00f3nia no Cach\u00e3o da Valeira de 1861<\/h5>\n<p>O Bar\u00e3o de Forrester e Dona Maria Ant\u00f3nia sa\u00edram da Quinta do Ves\u00favio em dire\u00e7\u00e3o a Peso da R\u00e9gua no dia 12 de Maio de 1861. A bordo seguiam um total de 17 pessoas, tendo o Bar\u00e3o de Forrester morrido no naufr\u00e1gio no Cach\u00e3o da Valeira. Este local onde existia um grande rochedo era conhecido por ser um local de in\u00fameros acidentes, e temido pelos mais experientes tripulantes dos Barcos Rabelos. De acordo com a lenda, o Bar\u00e3o morreu devido ao peso das libras de ouro que transportava nas botas, e Dona Maria Ant\u00f3nia sobreviveu devido \u00e0 flutua\u00e7\u00e3o das saias.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"A_Regiao_do_Douro_a_partir_do_seculo_XX_ate_a_atualidade\"><\/span>A Regi\u00e3o do Douro a partir do s\u00e9culo XX at\u00e9 \u00e0 atualidade<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>A <strong>Regi\u00e3o do Alto Douro Vinhateiro foi reorganizada em 1932<\/strong> atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es: a casa do Douro; o gr\u00e9mio dos exportadores do Vinho do Porto; e o instituto do Vinho do Porto. A partir de 1974, estas institui\u00e7\u00f5es foram refundadas, passando o Gr\u00e9mio dos Exportadores do Vinho do Porto a designar-se <em>Associa\u00e7\u00e3o dos Exportadores do Vinho do Porto<\/em>. O Alto Douro Vinhateiro teve um grande desenvolvimento econ\u00f3mico a partir de <strong>2001, com a classifica\u00e7\u00e3o de Patrim\u00f3nio Mundial da UNESCO<\/strong>. A import\u00e2ncia e reconhecimento pol\u00edtico nacional levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da Estrutura de Miss\u00e3o para a Regi\u00e3o Demarcada do Douro, no Minist\u00e9rio do Ambiente em 2006.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Os_marcos_das_demarcacoes_Pombalinas\"><\/span>Os marcos das demarca\u00e7\u00f5es Pombalinas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Os marcos em granito foram constru\u00eddos a mando da Companhia da Agricultura das Vinhas do Alto Douro a partir de 1758, o primeiro marco tinha a inscri\u00e7\u00e3o \u201cN\u00ba I Feytoria\u201d, Feytoria ou embarque. \u201cFeytoria\u201d era o nome dado aos vinhos de melhor qualidade da regi\u00e3o, que correspondiam ao atual <em>Vinho do Porto<\/em>. O primeiro marco foi descoberto acidentalmente em 2001, depois de um temporal ter destru\u00eddo o reboco da parede da casa da Quinta de S\u00e3o Gon\u00e7alo da Ribeira, na vila de Barr\u00f4, no concelho de Resende. Este foi o primeiro marco estabelecido na margem esquerda do rio Douro, desconhecendo-se ainda o paradeiro do primeiro marco da margem direita. A Companhia da Agricultura das Vinhas do Alto Douro criou um total de 335 marcos, tendo sido encontrados 131 at\u00e9 \u00e0 atualidade.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_Barco_Rabelo\"><\/span>O Barco Rabelo<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>O <strong>barco Rabelo<\/strong> era o meio de transporte utilizado para carregar as pipas de Vinho do Porto entre a Regi\u00e3o do Alto Douro e a Foz do Douro. Os barcos chegaram a ser milhares, faziam uma viagem durante tr\u00eas dias, chegando em alguns tro\u00e7os da viagem a necessitarem ser puxados por homens, ou juntas de bois devido \u00e0 viol\u00eancia das \u00e1guas. O Barco Rabelo ter\u00e1 sido inspirado nos barcos do Norte da Europa, estudos apontam nesta dire\u00e7\u00e3o devido as v\u00e1rias semelhan\u00e7as da espadela, o tronco que substitu\u00ed o leme; ambos utilizavam vela e remos em simult\u00e2neo; os Rabelos constru\u00eddos no s\u00e9culo XVIII eram decorados com pele de animais; e os fundos dos navios n\u00e3o tinham quilhas.<br \/>\nO nome &#8220;Rabelo&#8221; est\u00e1 relacionado com a espadela em a forma de um rabo. Este aspeto deu origem ao primeiro nome &#8220;rabudos&#8221;, e mais tarde, &#8220;Rabelo&#8221;.<br \/>\nOs barcos Rabelos foram utilizados no transporte do vinho at\u00e9 1870, ano em que o comboio chegou \u00e0 regi\u00e3o do Douro, e tornou-se o <strong>principal meio de transporte principal at\u00e9 Vila Nova de Gaia<\/strong>. Os barcos eram constru\u00eddos no Douro litoral devido \u00e0 proximidade ao pinheiro e eucalipto, utilizados como mat\u00e9ria-prima.<br \/>\nExistiam essencialmente dois tipos de barcos Rabelo, os <strong>\u201cMatizes\u201d<\/strong>, os barcos Rabelos de maior dimens\u00e3o com capacidade de transporte at\u00e9 100 pipas; e os \u201cTrafegueiros\u201d, os barcos mais pequenos com capacidade de transporte at\u00e9 50 pipas. <strong>A tripula\u00e7\u00e3o dos Rabelos, designada por \u201cCampanha\u201d<\/strong>, podia chegar at\u00e9 13 tripulantes, de acordo com a dimens\u00e3o do barco. A maioria dos marinheiros eram recrutados em Mes\u00e3o Frio, Bai\u00e3o, Marco de Canaveses, Resende, Cinf\u00e3es e Castelo de Paiva. Era um trabalho familiar, que passava de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, com v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es, nomeadamente: o <strong>Arrais<\/strong>, propriet\u00e1rio do barco e o respons\u00e1vel pelo <strong>\u201cajuste\u201d<\/strong> (a capacidade de transporte de cada barco), feito em acordo com os donos das quintas. Os arrais constitu\u00edam uma importante fonte de emprego no Vale do Douro, respons\u00e1veis pela contrata\u00e7\u00e3o de trabalhadores para os barcos Rabelo; o <strong>Mestre da Espadela<\/strong>, comandante do barco; o <strong>Feitor da Proa<\/strong>, ajudava o mestre da Espadela nos momentos mais perigosos da viagem; os <strong>Marinheiros<\/strong>, respons\u00e1veis pelo trabalho mais duro no barco, especialmente i\u00e7ar e segurar a vela; o <strong>Encerado<\/strong>, respons\u00e1vel pela prote\u00e7\u00e3o dos marinheiros durante a noite; retirar a \u00e1gua do barco; conduzir a junta de bois quando as \u00e1guas do rio eram demasiado fortes; e o <strong>Mo\u00e7o<\/strong>, que cozinhava e arrumava. Muitas vezes a fun\u00e7\u00e3o do Mo\u00e7o era desempenhado por uma crian\u00e7a.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"As_Barragens_do_Douro\"><\/span>As Barragens do Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<h4>Barragem de Crestuma-Lever<\/h4>\n<p><strong>A barragem de Crestuma-Lever<\/strong> \u00e9 a barragem que se encontra mais pr\u00f3xima da foz do Douro, a aproximadamente 22 kms de dist\u00e2ncia, com uma albufeira de 44 kms. A barragem foi inaugurada em 1995, \u00e9 a primeira barragem da subida do Douro, e inclui uma eclusa que permite ultrapassar um <strong>desn\u00edvel de \u00e1gua com 13.9 metros de altura<\/strong>, o mais pequeno desn\u00edvel ao longo do rio; <strong>nove pilares<\/strong> com 25.5 metros de altura; e <em>oito comportas<\/em> descarregadoras de \u00e1gua.<\/p>\n<h4>Barragem de Carrapatelo<\/h4>\n<p>A <strong>barragem do Carrapatelo<\/strong>, localizada na fronteira dos distritos de Viseu e do Porto, em plenos concelhos de Marco de Canaveses e Cinf\u00e3es, foi o primeiro empreendimento hidrel\u00e9trico a ser constru\u00eddo no Douro nacional, tem uma das maiores eclusas da Europa, com um <strong>desn\u00edvel de 35 metros de altura<\/strong>, inaugurada em 1972;<\/p>\n<h4>Barragem de Baga\u00faste<\/h4>\n<p>A <strong>barragem de Baga\u00faste<\/strong> localizada a aproximadamente 4 kms do Peso da R\u00e9gua, tem um <strong>desn\u00edvel de 27 metros de altura<\/strong>. A barragem foi inaugurada em 1973 e encontra-se pr\u00f3ximo do cais da R\u00e9gua, um dos locais onde podemos embarcar num cruzeiro no Douro.<\/p>\n<h4>Barragem da Valeira<\/h4>\n<p>A <strong>barragem da Valeira<\/strong> foi a terceira barragem a ser constru\u00edda no Douro, inaugurada em 1976. A albufeira da barragem estende-se ao longo de 36 kms, passa pelos concelhos de Carrazeda de Ansi\u00e3es, S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira, Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz C\u00f4a. A eclusa da barragem tem 90 metros de comprimento e um <strong>desn\u00edvel de 32 metros<\/strong>, demorando cerca de vinte minutos a subida da eclusa;<\/p>\n<h4>Barragem do Pocinho<\/h4>\n<p>A <strong>barragem do Pocinho<\/strong> encontra-se localizada entre os rio C\u00f4a e o rio Sabor, a aproximadamente 180 kms de dist\u00e2ncia da foz do Rio Douro, inclui uma albufeira com aproximadamente 40 kms de extens\u00e3o ao longo dos concelhos de Vila Nova de Foz C\u00f4a, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada \u00e0 Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo. A barragem foi inaugurada em 1983, com 12 metros de largura e um <strong>desn\u00edvel de 22 metros<\/strong>. O tempo de subida da eclusa \u00e9 de aproximadamente 15 minutos.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"As_Quintas_do_Douro_Top_10\"><\/span>As Quintas do Douro (Top 10)<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<div id=\"attachment_8812\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-pacheca.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-8812\" class=\"size-full wp-image-8812\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-pacheca.jpg\" alt=\"Quinta da Pacheca no Douro, com quartos transformados a partir de pipas de vinho, inseridos em plena vinha\" width=\"1280\" height=\"815\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-pacheca.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-pacheca-980x624.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-pacheca-480x306.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-8812\" class=\"wp-caption-text\">Quinta da Pacheca no Douro, com quartos transformados a partir de pipas de vinho, inseridos em plena vinha<\/p><\/div>\n<h4>1. Quinta da Pacheca<\/h4>\n<p>A <strong>Quinta da Pacheca<\/strong>, localizada no concelho de Lamego, tem uma vista sobre Peso da R\u00e9gua, o rio Douro e as encostas com as as vinhas e oliveiras. A Quinta da Pacheca integrava os terrenos do Mosteiro de Salzedas, e de S\u00e3o Jo\u00e3o de Tarouca no s\u00e9culo XVI, com o registo mais antigo conhecido datado de 1551. O nome &#8220;Pacheca&#8221; surgiu referenciado pela primeira vez em 1738, com o registo de propriedade em nome de Dona Mariana Pacheco Pereira, a primeira em Portugal a produzir os vinhos brancos Sauvignon Blanc, Riesling e Gewurztraminer, por desejo de Dom Eduardo Freire de Serpa Pimentel. A Quinta da Pacheca \u00e9 atualmente <strong>uma das quintas mais visitadas do Vale do Douro<\/strong> devido \u00e0 vista sobre o rio Douro e Peso da R\u00e9gua; \u00e0 possibilidade de passar a noite em suites de luxo criados a partir de barris de vinho transformados; \u00e0 qualidade da gastronomia e do vinho; \u00e0 possibilidade de observar um dos primeiros marcos de granito estabelecidos na regi\u00e3o pelo Marqu\u00eas de Pombal, em 1758.<\/p>\n<h4>2. Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo<\/h4>\n<p>A <strong>quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo<\/strong> com aproximadamente 120 hectares de extens\u00e3o, est\u00e1 localizada em Pinh\u00e3o, em pleno cora\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o do Alto Douro Vinhateiro. A quinta fez parte da Casa Real de Portugal at\u00e9 1725, ano em que foi criada atrav\u00e9s da uni\u00e3o das duas propriedades: a Quinta Nova e a Quinta de Nossa Senhora do Carmo. A quinta \u00e9 gerida pela fam\u00edlia Amorim desde 1995, foi neste local que se produziu a primeira planta\u00e7\u00e3o monovarietal do rio Douro, entre 1979 e 1981 com a produ\u00e7\u00e3o de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca. Os principais <strong>destaques da quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo<\/strong> s\u00e3o: a adega original de 1764; a capela de Nossa Senhora do Carmo; o Wine Museum Centre; a loja Garrafeira no Patamar Kitchen; e o Conceitus Winery Restaurant.<\/p>\n<div id=\"attachment_8837\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/foz-do-sabor.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-8837\" class=\"size-full wp-image-8837\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/foz-do-sabor.jpg\" alt=\"Vista desde a Foz do Sabor da Quinta Vale de Me\u00e3o, em Vila Nova de Foz C\u00f4a\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/foz-do-sabor.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/foz-do-sabor-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/foz-do-sabor-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-8837\" class=\"wp-caption-text\">Vista desde a Foz do Sabor da Quinta Vale de Me\u00e3o, em Vila Nova de Foz C\u00f4a<\/p><\/div>\n<h4>3. Quinta do Vale Me\u00e3o<\/h4>\n<p>A <strong>quinta de Vale Me\u00e3o<\/strong> com 300 hectares de extens\u00e3o, est\u00e1 localizada em Vila Nova de Foz C\u00f4a, \u00e9 uma das mais importantes da regi\u00e3o devido a ser propriedade dos descendentes da Dona Ant\u00f3nia Adelaide Ferreira \u201cA Ferreirinha\u201d grande figura do Douro. A quinta de Vale Me\u00e3o \u00e9 atualmente gerida pelo trineto Francisco Javier de Olazabal, e o local de cria\u00e7\u00e3o do <strong>vinho Barca Velha<\/strong>; tem uma paisagem deslumbrante sobre as vinhas e o Douro; e tem a possibilidade de confraternizar com os herdeiros diretos de uma personalidade hist\u00f3rica.<\/p>\n<h4>4. Quinta dos Frades<\/h4>\n<p>A <strong>quinta dos Frades<\/strong> \u00e9 uma quinta com aproximadamente 200 hectares de extens\u00e3o, localizada na vila da Folgosa, concelho de Armamar, pr\u00f3xima de Lamego, no sop\u00e9 de uma das encostas do rio Douro. A Quinta dos Frades, antiga Quinta da Folgosa, \u00e9 assim designada por ter sido propriedade do Mosteiro de Salzedas da Ordem de Cister desde 1256, data assinalada no bras\u00e3o na entrada da quinta. A quinta foi vendida ao Bar\u00e3o da Folgosa em 1841, depois da extin\u00e7\u00e3o das Ordens Religiosas em 1834. A quinta pertenceu \u00e0 fam\u00edlia do Bar\u00e3o da Folgosa at\u00e9 1941, ano em que foi adquirida pelo Comendador Delfim Ferreira (1888-1960), considerado na \u00e9poca o homem mais rico de Portugal durante as d\u00e9cadas de 1940 a 1950, e respons\u00e1vel por v\u00e1rios empreendimentos, nomeadamente Hotel Infante Sagres no Porto, respons\u00e1vel da principal f\u00e1brica t\u00eaxtil do pa\u00eds em Vila do Conde, Barragem da Varosa, da casa de Serralves ou o Hotel Sheraton em Lisboa. Os destaques da quinta dos Frades s\u00e3o: a capela do s\u00e9culo XVIII dedicada a S\u00e3o Bernardo; o marco gran\u00edtico da Companhia da Agricultura e dos Vinhos do Alto Douro; a localiza\u00e7\u00e3o num vale central do rio Douro, de onde podemos observar a impon\u00eancia do Alto Douro Vinhateiro, a limpidez das \u00e1guas do rio, e a paisagem das vinhas plantadas entre 50 e 250 metros de altitude; e a casa de Ch\u00e1.<\/p>\n<h4>5. Quinta das Carvalhas<\/h4>\n<p>A <strong>quinta das Carvalhas<\/strong> \u00e9 a sede da Real Companhia Velha, considerada a empresa mais antiga de vinhos em Portugal criada com o alvar\u00e1 r\u00e9gio emitido por Dom Jos\u00e9 I em 10 de Setembro de 1756, com aproximadamente 600 hectares de extens\u00e3o, localizada em S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira na margem esquerda do rio Douro, frente \u00e0 freguesia de Pinh\u00e3o, o centro do Alto Douro Vinhateiro. A quinta das Carvalhas surgiu referida pela primeira vez em 1759. A quinta destaca-se pela planta\u00e7\u00e3o de vinhas entre os 80 e os 400 metros de altitude; 75 hectares de vinhas produzidas no s\u00e9culo XVIII; a vista deslumbrante do Vale do Douro; e a casa Redonda localizada a aproximadamente 550 metros com uma vista panor\u00e2mica sobre o Douro.<\/p>\n<h4>6. Quinta de Lubazim<\/h4>\n<p>A <strong>quinta de Lubazim<\/strong>, \u00e9 uma quinta vinicola tradicioal que est\u00e1 em propriedade da mesma fam\u00edlia desde 1385, localizada na Serra da Lousa, com aproximadamente 50 hectares, com vinhas plantadas a 100 metros de altitude, contudo na d\u00e9cada de 1980 teve grande parte das terras inundadas devido \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da barragem da Valeira. A produ\u00e7\u00e3o de vinhos consiste nas marcas \u201cQuinta de Lubazim\u201d, \u201dLupucinus\u201d e DOC Douro. Inicialmente a propriedade foi doada por Dom Jo\u00e3o I a Jo\u00e3o Gomes de Castro, devido \u00e0 sua participa\u00e7\u00e3o na batalha de Aljubarrota. Esta fam\u00edlia desempenhou um papel importante na Hist\u00f3ria de Portugal, nomeadamente participa\u00e7\u00e3o na Batalha de Aljubarrota em 1385, batalhas na \u00cdndia no s\u00e9culo XVI, ou a participa\u00e7\u00e3o num contingente portugu\u00eas que lutou ao lado de Napole\u00e3o e esteve em Moscovo. As principais atra\u00e7\u00f5es da quinta de Lubazim s\u00e3o a vista sobre a barragem da Valeira e o rio Douro; os Mort\u00f3rios (terrenos inculto devido \u00e0 praga da Filoxera); e a adega Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<h4>7. Quinta da Ferradosa<\/h4>\n<p>A <strong>quinta da Ferradosa<\/strong> \u00e9 a primeira quinta do Douro Superior, tem aproximadamente 350 hectares, localizada em Carrazeda de Ansi\u00e3es. A quinta surgiu mencionada pela primeira vez no s\u00e9culo XIX, \u00e9poca em que pertencia \u00e0 fam\u00edlia Borges. Esta propriedade foi comprada no s\u00e9culo XX pela Real Companhia Velha, e por Joaquim Manuel C\u00e1lem na d\u00e9cada de 1990, propriet\u00e1rio das Caves C\u00e1lem. Os destaques s\u00e3o a adega original; e a casa principal, onde podemos pernoitar e desfrutar da vista sobre o Douro.<\/p>\n<h4>8. Quinta do Bonfim<\/h4>\n<p>A <strong>quinta do Bonfim<\/strong>, \u00e9 uma quinta vinicola localizada na freguesia do Pinh\u00e3o, com uma \u00e1rea de 98 hectares. A quinta pertence \u00e0 fam\u00edlia Symington, estabelecida em Portugal desde o s\u00e9culo XIX, a maior propriet\u00e1ria de quintas no Douro com um total de 26 quintas na sua posse, nomeadamente a quinta do Ves\u00favio, quinta do Bonfim, quinta da Madalena, quinta Malvedos, quinta Cavadinha, quinta da Senhora da Ribeira, quinta do Tua, quinta dos Canais, quinta do Retiro, quinta Ata\u00edde ou quinta Roriz. A<br \/>\nquinta do Bonfim foi comprada por George Warre em 1896 com a designa\u00e7\u00e3o de quinta do Bonfim, com origem na express\u00e3o \u201cVale do Bonfim\u201d, que significa \u201cvale bem colocado\u201d. As principais atra\u00e7\u00f5es s\u00e3o: o centro de visitas; a adega; e o miradouro.<\/p>\n<h4>9. Quinta da Ro\u00eada<\/h4>\n<p>A <strong>quinta da Ro\u00eada<\/strong> \u00e9 uma quinta comprada pela Croft em 1889, tendo-se transformado na principal produtora de vinho Porto Vintage desta empresa, tem uma extens\u00e3o aproximada de 130 hectares e 5 kms do terreno ao longo do rio, com uma paisagem deslumbrante sobre o Douro e a vila do Pinh\u00e3o. O nome \u201cRo\u00eada\u201d est\u00e1 relacionado com o facto do rio ser muito violento antes das barragens, e a \u00e1gua originar um \u201cru\u00eddo\u201d numa curva do rio. Os destaques da quinta da Ro\u00eada s\u00e3o a vista panor\u00e2mica sobre o rio Douro e Pinh\u00e3o; a capela do Esp\u00edrito Santo; a Vintage House Hotel; e a adega.<\/p>\n<h4>10. Quinta Maria Izabel<\/h4>\n<p>A <strong>quinta Maria Izabel<\/strong> \u00e9 uma quinta localizada na Folgosa do Douro em Armamar, com aproximadamente 130 hectares, resultado de um projeto brasileiro em Portugal do ano 2000, quando o empres\u00e1rio Carlos Paes Mendon\u00e7a decidiu investir depois de uma visita \u00e0 regi\u00e3o. Os destaques da quinta Maria Izabel s\u00e3o a vista panor\u00e2mica sobre o rio Douro; o hotel com suites constru\u00eddas em socalcos; os jardins suspensos; e a adega.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Outras_quintas_existentes_no_Douro\"><\/span>Outras quintas existentes no Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li>Quinta do Cach\u00e3o<\/li>\n<li>Quinta dos Ingleses<\/li>\n<li>Quinta do Porto<\/li>\n<li>Quinta da Veiga<\/li>\n<li>Quinta do Valado<\/li>\n<li>Quinta das Varejelas<\/li>\n<li>Quinta da Boavista<\/li>\n<li>Quinta das Covelas<\/li>\n<li>Quinta do Pa\u00e7o de Monsul<\/li>\n<li>Quinta do Crasto<\/li>\n<li>Quinta do Seixo: Sandeman: Tabua\u00e7o<\/li>\n<li>Quinta do C\u00f4tto: Mes\u00e3o Frio<\/li>\n<li>Quinta do Portal: Sabrosa<\/li>\n<li>Quinta do Panascal: Tabua\u00e7o<\/li>\n<li>Quinta do Tedo: Santo Adri\u00e3o<\/li>\n<li>Quinta da Avessada: Alij\u00f3<\/li>\n<li>Quinta das Baldias: Lamego<\/li>\n<li>Quinta do Crasto: Sabrosa<\/li>\n<li>Quinta da Erva Moira: Vila Nova de Foz C\u00f4a<\/li>\n<li>Quinta de Santo Ant\u00f3nio: Tabua\u00e7o<\/li>\n<li>Quinta do Noval: Alij\u00f3<\/li>\n<li>Quinta do Ventozelo: S\u00e3o Jo\u00e3o da Pesqueira<\/li>\n<li>Quinta de N\u00e1poles: Armamar<\/li>\n<li>Quinta da Casa Amarela: Lamego<\/li>\n<li>Casa de Santo Ant\u00f3nio de Britiande: Lamego<\/li>\n<li>Quinta da Gaivosa: Santa Maria de Penagui\u00e3o<\/li>\n<li>Quinta de Santa Euf\u00e9mia: Lamego<\/li>\n<li>Quinta Monte Travesso: Tabua\u00e7o<\/li>\n<li>Quinta de La Rosa: Pinh\u00e3o<\/li>\n<li>Quinta do Vallado: Peso da R\u00e9gua<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Principais_atividades_do_Douro\"><\/span>Principais atividades do Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<h4>Passeio de Barco<\/h4>\n<p>Com v\u00e1rios percursos dispon\u00edveis, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>Porto \/ R\u00e9gua \/ Porto;<\/li>\n<li>R\u00e9gua \/ Porto \/ R\u00e9gua;<\/li>\n<li>R\u00e9gua \/ Pinh\u00e3o \/ R\u00e9gua;<\/li>\n<li>R\u00e9gua \/ Pocinho \/ R\u00e9gua;<\/li>\n<li>R\u00e9gua \/ Barca d\u2019Alva \/ R\u00e9gua;<\/li>\n<li>Porto \/ Barca d\u2019Alva \/Porto.<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Grande Rota do Douro Internacional e Douro Vinhateiro:<\/h4>\n<p>A <strong>Grande Rota do Douro Internacional e Douro Vinhateiro<\/strong> \u00e9 uma rota de aproximadamente 200 kms ao longo dos concelhos de Torre de Moncorvo; Mogadouro; Miranda do Douro; e Vila Nova de Foz C\u00f4a.<\/p>\n<div id=\"attachment_8831\" style=\"width: 1150px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/comboio-historico-douro.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-8831\" class=\"size-full wp-image-8831\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/comboio-historico-douro.jpg\" alt=\"Comboio Historico Douro\" width=\"1140\" height=\"374\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/comboio-historico-douro.jpg 1140w, https:\/\/xrei.com\/images\/comboio-historico-douro-980x322.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/comboio-historico-douro-480x157.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1140px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-8831\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/www.cp.pt\/passageiros\/pt\/como-viajar\/em-lazer\/cultura-natureza\/comboio-historico<\/p><\/div>\n<h4>Comboio Hist\u00f3rico do Douro<\/h4>\n<p>O <strong>comboio hist\u00f3rico do Douro<\/strong> \u00e9 uma locomotiva a vapor de 1925, que parte da Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria da R\u00e9gua, com paragem no Pinh\u00e3o e termina na Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria do Tua. Os principais pontos de interesse ao longo do passeio s\u00e3o a passagem por Peso da R\u00e9gua; o museu do Douro; passagem por Pinh\u00e3o;<br \/>\na esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria do Pinh\u00e3o; e o centro Interpretativo do Tua.<\/p>\n<h4>Rota dos Vinhos de Cister<\/h4>\n<p>A <strong>Rota dos Vinhos<\/strong> \u00e9 um roteiro tur\u00edstico criado em 1999 com passagens pelas propriedades que antigamente pertenceram \u00e0 Ordem de Cister, nomeadamente:<\/p>\n<h5>Roteiro \u201cO Caminho dos Mosteiros\u201d<\/h5>\n<p>com passagem por:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Lamego<\/strong> com visita \u00e0 s\u00e9 catedral de Lamego; e santu\u00e1rio de Nossa Senhora dos Rem\u00e9dios;<\/li>\n<li><strong>Balsem\u00e3o<\/strong> com visita \u00e0 capela Visig\u00f3tica de S\u00e3o Pedro de Balsem\u00e3o;<\/li>\n<li><strong>Armamar<\/strong> com visita: \u00e0 igreja matriz de Armamar; e \u00e0 queda de \u00e1gua de Temilobos;<\/li>\n<li><strong>Cimbres<\/strong> com visita: ao mosteiro de Santa Maria de Salzedas;<\/li>\n<li><strong>Ucanha<\/strong> com visita: \u00e0s caves da Murganheira; a ponte fortificada de Ucanha; e a torre de cobran\u00e7a de portagens, \u00fanica em Portugal;<\/li>\n<li><strong>S\u00e3o Jo\u00e3o de Tarouca<\/strong> com visita: ao mosteiro de S\u00e3o Jo\u00e3o de Tarouca;<\/li>\n<li>e <strong>Britiande<\/strong> com visita: \u00e0 quinta de Santa Cruz.<\/li>\n<\/ul>\n<h5>Roteiro \u201cEntre Vinhas e Castanheiros\u201d<\/h5>\n<p>com passagem por:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Moimenta da Beira<\/strong> com visita: ao mosteiro de Nossa Senhora da Purifica\u00e7\u00e3o; e ao Solar dos Carvalhais;<\/li>\n<li><strong>Fonte Arcada<\/strong> com visita: ao centro hist\u00f3rico; \u00e0 igreja rom\u00e2nica; e \u00e0 Casa da Loba;<\/li>\n<li><strong>Tabua\u00e7o<\/strong> com visita: \u00e0 igreja de S\u00e3o Pedro das \u00c1guias;<\/li>\n<li>Serra da Lapa:<br \/>\nCapela de Nossa Senhora da Lapa;<br \/>\nMosteiro de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o de Tabosa<\/li>\n<li><strong>Sernancelhe<\/strong> com visita: \u00e0 igreja matriz; ao solar Barroco dos Carvalhos; e ao castelo do Penedono.<\/li>\n<\/ul>\n<h5>Roteiro Miguel Torga<\/h5>\n<p>Um roteiro atrav\u00e9s dos locais por onde Miguel Torga passou durante a vida, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Vila Real<\/strong> com visita: ao Solar de Mateus; a Pan\u00f3ias; \u00e0 casa de Diogo C\u00e3o; ao pa\u00e7os do concelho; \u00e0 s\u00e9 de Vila Real; \u00e0 Capela da Miseric\u00f3rdia; \u00e0 casa dos Brocas; \u00e0 igreja de S\u00e3o Pedro; ao Pelourinho; \u00e0 igreja de S\u00e3o Paulo; e ao jardim da Carreira.<\/li>\n<li><strong>S\u00e3o Martinho de Anta e Ferr\u00e3o<\/strong> com visita: \u00e0 casa de Miguel Torga; ao espa\u00e7o Miguel Torga;a Paradela; e \u00e0 Quinta do Crasto.<\/li>\n<li><strong>Sabrosa<\/strong> com visita: a Castro de Sabrosa; \u00e0 casa dos Pereiras; \u00e0 casa da Capela; e ao Solar dos Canavarros.<\/li>\n<li><strong>Peso da R\u00e9gua<\/strong> com visita: ao miradouro e santu\u00e1rio de S\u00e3o Leonardo.<\/li>\n<\/ul>\n<h5>Roteiro da Ma\u00e7\u00e3 em Armamar<\/h5>\n<p>O roteiro da Ma\u00e7\u00e3 em Armamar, Capital da Ma\u00e7\u00e3 de Montanha, \u00e9 uma rota circular com aproximadamente 15 kms com visita \u00e0 f\u00e1brica de produ\u00e7\u00e3o de ma\u00e7\u00e3; prova de v\u00e1rios tipos de ma\u00e7\u00e3s; visita \u00e0 f\u00e1brica de queijo com fabrico artesanal e prova; visita ao centro hist\u00f3rico de Lumiares; visita ao centro hist\u00f3rico de Armamar; visita ao miradouro de S\u00e3o Domingos.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Gastronomia_do_Douro\"><\/span>Gastronomia do Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>A gastronomia do Douro \u00e9 intensa, com sabores fortes e variados dos alimentos tradicionais produzidos na regi\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>O p\u00e3o<\/strong>: P\u00e3o de Padronelo; e o Regueifa ou P\u00e3o Domingueiro;<\/li>\n<li><strong>As entradas e sopas<\/strong>: o Caldo Verde; o Caldo de Farinha; o Torresmos \u00e0 moda de Cinf\u00e3es; o Bazulaque de Tarouca; e o Presunto de Lamego.<\/li>\n<li><strong>os pratos de carnes<\/strong>: o Arroz Malandro de Entrecosto; os Milhos de Entrecosto; o Coelho Assado no Forno a B\u00f4la de Lamego; o Cabrito de Armamar; a Posta \u00e0 Mirandesa; e o Butelo (bulho ou est\u00f4mago do porco) de Vinhais.<\/li>\n<li><strong>os pratos de peixe<\/strong>: o Polvo Assado na Brasa com tomate; o Refogado de Camar\u00e3o; a Torta de Camar\u00e3o; o Arroz de Lampreia; e a Lampreia \u00e0 Bordalesa.<\/li>\n<li><strong>as sobremesas e frutas<\/strong>: as Cavacas de Resende; os Rebu\u00e7ados da R\u00e9gua; o Bolo-Rei do Tabua\u00e7o; as Rabanadas, que tiveram origem no Douro; o Biscoito ou Doce da Teixeira; e a Cereja.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Os_Vinhos_do_Douro\"><\/span>Os Vinhos do Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Os Vinhos da Regi\u00e3o do Alto Douro Vinhateiro destacam-se nas seguintes castas:<br \/>\n<strong>Castas tintas<\/strong>:<\/p>\n<ul>\n<li>Touriga Nacional;<\/li>\n<li>Touriga Franca;<\/li>\n<li>Tinta Roriz;<\/li>\n<li>Tinta Barroca;<\/li>\n<li>Tinto C\u00e3o;<\/li>\n<li>Tinta Amarela;<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Castas brancas<\/strong>:<\/p>\n<ul>\n<li>Malvasia Fina;<\/li>\n<li>Viosinho;<\/li>\n<li>Donzelinho;<\/li>\n<li>Gouveio<\/li>\n<li>Arinto;<\/li>\n<li>C\u00f3dega do Larinho.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Os vinhos do Douro podem-se dividir em tr\u00eas tipos, de acordo com as encostas:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Vinhos do Fundo da Encosta<\/strong>: o local mais indicado para a produ\u00e7\u00e3o de Vinho do Porto;<\/li>\n<li><strong>Vinhos da Meia Encosta<\/strong>: onde cultivam os vinhos que d\u00e3o origem \u00e0s melhores reservas;<\/li>\n<li><strong>Vinhos da Encosta Alta<\/strong>: onde s\u00e3o produzidos essencialmente os vinhos brancos, vinhos de mesa e espumantes; Os principais espumantes produzidos no Douro s\u00e3o as marcas <strong>Raposeira<\/strong> e <strong>Murganheira<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<h4>O vinho do Porto<\/h4>\n<p>O Vinho do Porto \u00e9 um vinho licoroso apreciado como aperitivo, ou no final da refei\u00e7\u00e3o, com um teor alco\u00f3lico m\u00e9dio entre os 16,5 e 22 graus, produzido com a adi\u00e7\u00e3o de aguardente ao vinho durante um interrompimento do processo de fermenta\u00e7\u00e3o. Alguns vinhos do Porto podem ser guardados por v\u00e1rias d\u00e9cadas, conservando as excelentes qualidades. Segundo o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), os maiores importadores do vinho do Porto s\u00e3o os pa\u00edses de Fran\u00e7a, Reino Unido, Holanda, B\u00e9lgica, EUA, Canad\u00e1, Alemanha, Dinamarca e Espanha.<br \/>\nExistem quatro estilos de vinho do Porto: o <strong>ros\u00ea<\/strong>, o <strong>branco<\/strong>, o <strong>tawny<\/strong> e o <strong>ruby<\/strong>.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>vinho do Porto Ros\u00ea<\/strong>: produzido atrav\u00e9s de uma pisa leve das uvas tintas. S\u00e3o vinhos mais frutados do que o normal, que devem ser consumidos novos, uma vez que s\u00e3o pouco resistentes ao envelhecimento.<\/li>\n<li><strong>vinho do Porto Branco<\/strong>: o vinho \u00e9 produzido com uvas brancas, originando vinhos doces, muito doces ou l\u00e1grima e seco.<\/li>\n<li><strong>vinho do Porto Ruby ou Vintage<\/strong>: s\u00e3o vinhos com envelhecimento em garrafa, e preservados em cubas de inox ou de madeira para evitar a oxigena\u00e7\u00e3o. Os Vinhos Ruby s\u00e3o de cor mais escura e sabor mais intenso;<\/li>\n<li><strong>vinhos Tawny<\/strong>: s\u00e3o vinhos envelhecidos em pipas de madeira, t\u00eam um tom acastanhado e vai perdendo cor devido \u00e0 oxida\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Curiosidades_relacionadas_com_o_Douro\"><\/span>Curiosidades relacionadas com o Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li>A express\u00e3o \u201cVinho do Porto\u201d surgiu pela primeira vez em 1675 num discurso de Duarte Ribeiro de Macedo;<\/li>\n<li>Em Outubro de 1990, o Douro passou a ser naveg\u00e1vel entre Porto e Barca d\u2019Alva;<\/li>\n<li>As barragens, tamb\u00e9m s\u00e3o conhecidas por eclusas devido permitirem a passagem de embarca\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>Santa Marta \u00e9 a santa padroeira da regi\u00e3o vinhateira;<\/li>\n<li>O vinho do Porto come\u00e7ou por ser designado como \u201cVinho Fino\u201d pelos produtores, \u201cVinho Generoso\u201d pelos comerciantes, e como \u201cVinho do Porto\u201d a partir do s\u00e9culo XVII, para ser exportado mais facilmente;<\/li>\n<li>O vinho do Porto era antigamente transportado nos barcos Rabelos, contudo atualmente o transporte de vinho do Porto \u00e9 feito em cami\u00f5es cisternas;<\/li>\n<li>A primeira cantina escolar de Portugal surgiu no atual edif\u00edcio da Biblioteca Municipal de Alij\u00f3;<\/li>\n<li>plantar roseiras perto dos p\u00e9s da vinha \u00e9 atualmente um t\u00e9cnica utilizada para detetar precocemente pragas como a Filoxera.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Factos_Rapidos_do_Douro\"><\/span>Factos R\u00e1pidos do Douro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li>Ao longo do rio Douro existem 254 quintas e casais<\/li>\n<li>Na Alto Douro Vinhateiro existem 111 capelas e locais de culto<\/li>\n<li>2% dos lavradores tem mais de 20 hectares, consistem em 600 produtores que det\u00eam aproximadamente um ter\u00e7o da \u00e1rea total de vinhas;<\/li>\n<li>2% dos lavradores t\u00eam vinhas com tamanho entre 1 e 2 hectares;<\/li>\n<li>77% das explora\u00e7\u00f5es vin\u00edcolas do Douro t\u00eam menos de 1 hectare de vinha.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Douro, regi\u00e3o demarcada O Douro \u00e9 um rio naveg\u00e1vel que percorre os vales cultivados nos distritos de Bragan\u00e7a, Vila Real e o Porto ao longo de 210 quil\u00f3metros, na regi\u00e3o norte de Portugal, o resultado da harmonia perfeita entre o trabalho do Homem e a cria\u00e7\u00e3o da Natureza, vis\u00edvel nos socalcos ao longo do vale, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8824,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[282],"tags":[],"class_list":["post-8800","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-norte-de-portugal-regioes-de-portugal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8800","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8800"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8800\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8824"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8800"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8800"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8800"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}