{"id":4945,"date":"2020-08-08T08:08:00","date_gmt":"2020-08-08T08:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/xrei.com\/sintra\/"},"modified":"2021-09-08T12:54:12","modified_gmt":"2021-09-08T12:54:12","slug":"sintra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/","title":{"rendered":"Sintra, Portugal"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_3163\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/sintra.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3163\" class=\"size-full wp-image-4947\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/sintra.jpg\" alt=\"Sintra \u00e9 a uma vila portuguesa conhecida pelo romantismo. \u00c9 uma vila de pal\u00e1cios, castelos, e casas senhoriais da \u00e9poca dos reis, e rainhas, principes e princesas... Nesta imagem observamos o ambiente da vila, com o castelo dos mouros no topo da serra\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/sintra.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/sintra-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/sintra-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3163\" class=\"wp-caption-text\">Sintra \u00e9 a uma vila portuguesa conhecida pelo romantismo. \u00c9 uma vila de pal\u00e1cios, castelos, e casas senhoriais da \u00e9poca dos reis, e rainhas, principes e princesas&#8230; Nesta imagem observamos o ambiente da vila, com o castelo dos mouros no topo da serra<\/p><\/div>\n<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-light-blue ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">In this article, you will get to know about...<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Sintra\" >Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Situacao_geografica_e_clima_de_Sintra\" >Situa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e clima de Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#O_que_fazer_em_Sintra\" >O que fazer em Sintra<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#As_Atracoes_de_Sintra_top_10\" >As Atra\u00e7\u00f5es de Sintra (top 10)<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Outros_locais_a_explorar_em_Sintra\" >Outros locais a explorar em Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Pontos_de_interesse_que_encontramos_ao_percorrer_a_vila_de_Sintra\" >Pontos de interesse que encontramos ao percorrer a vila de Sintra<\/a><ul class='ez-toc-list-level-4' ><li class='ez-toc-heading-level-4'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Locais_a_visitar_nos_arredores_de_Sintra\" >Locais a visitar nos arredores de Sintra<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Percursos_Pedestres_em_Sintra\" >Percursos Pedestres em Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#A_Docaria_Conventual_de_Sintra\" >A Do\u00e7aria Conventual de Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#O_Vinho_em_Sintra_vinho_de_Colares_e_a_Regiao_Demarcada_de_Colares\" >O Vinho em Sintra, vinho de Colares e a Regi\u00e3o Demarcada de Colares<\/a><ul class='ez-toc-list-level-4' ><li class='ez-toc-heading-level-4'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-11\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Os_principais_produtores_do_vinho_de_Colares_sao\" >Os principais produtores do vinho de Colares s\u00e3o:<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-12\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#O_Golfe_em_Sintra\" >O Golfe em Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-13\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#As_praias_de_Sintra\" >As praias de Sintra<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-14\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Historia_de_Sintra\" >Hist\u00f3ria de Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-15\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Feiras_Festas_e_Romarias\" >Feiras, Festas e Romarias<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-16\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Onde_fazer_compras_em_Sintra\" >Onde fazer compras em Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-17\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Transportes_de_e_para_Sintra\" >Transportes de e para Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-18\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Instituicoes_de_Ensino_em_Sintra\" >Institui\u00e7\u00f5es de Ensino em Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-19\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Servicos_de_Saude_em_Sintra\" >Servi\u00e7os de Sa\u00fade em Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-20\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Organizacao_Administrativa_de_Sintra\" >Organiza\u00e7\u00e3o Administrativa de Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-21\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Figuras_Ilustres_de_Sintra\" >Figuras Ilustres de Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-22\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Citacoes_sobre_Sintra\" >Cita\u00e7\u00f5es sobre Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-23\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Curiosidades_de_Sintra\" >Curiosidades de Sintra<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-24\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/sintra\/#Factos_rapidos_de_Sintra\" >Factos r\u00e1pidos de Sintra<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Sintra\"><\/span>Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>Sintra \u00e9 uma vila portuguesa, parte do distrito da grande Lisboa. Sintra, conhecida como a capital do romantismo em Portugal, \u00e9 considerada uma das mais belas vilas do mundo. \u00c9 conhecida por ser um conto de fadas real, onde \u00e9 poss\u00edvel viajar no tempo sem sair do s\u00e9culo XXI. Ainda nos dias de hoje, passeia-se a cavalo, passeia-se de coche pela serra de Sintra, at\u00e9 ao Pal\u00e1cio da Pena, ao Pal\u00e1cio de Monserrate ou ao Castelo dos Mouros. Se fechar os olhos, consegue visualizar e viajar para o s\u00e9culo XIX e respirar a atmosfera desses tempos ao passear pelas estradas rodeadas por \u00e1rvores e plantas, o que proporciona uma atmosfera de paz \u00fanica no mundo. As ruas de Sintra tem uma aparencia do antigo, com o ch\u00e3o em pedra cal\u00e7ada, a arquitetura das casas tradicionais, e a vida das pessoas locais e turistas que passeiam e comentam a beleza dos pormenores observados.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Situacao_geografica_e_clima_de_Sintra\"><\/span>Situa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e clima de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A vila de Sintra encontra-se localizada num vale da Serra de Sintra com e um microclima semelhante ao clima subtropical do tipo Csb de acordo com a K\u00f6ppen e Geiger. A vila de Sintra est\u00e1 situada a uma altitude de 175 metros, atinge uma altitude m\u00e1xima de 529 metros, a uma distancia de menos de trinta minutos de carro de Lisboa. Sintra \u00e9 uma vila pequena, sendo classificada Patrim\u00f3nio Mundial da UNESCO desde 1995, conhecida pelo grande n\u00famero de monumentos e pal\u00e1cios, pelas pessoas simples e hospitaleiras, pela do\u00e7aria tradicional composta por Travesseiros, Queijadas e Fofos de Belas, pelas praias, pela natureza luxuriante e pelas vistas panoramicas 360\u00ba desde lisboa at\u00e9 ao Oceano Atl\u00e2ntico. O centro hist\u00f3rico de Sintra apresenta uma arquitetura de casas baixas com telhados em estilo germ\u00e2nico, ruas sinuosas e estreitas constru\u00eddas ao longo do sop\u00e9 da Serra de Sintra e um largo central onde se encontra o Pal\u00e1cio Nacional da Vila. Ao redor da vila de Sintra, existem quintas, pal\u00e1cios, \u00e1rvores centen\u00e1rias, jardins luxuriantes, os trilhos da Volta do Duche que fazem a liga\u00e7\u00e3o entre o Castelo dos Mouros e a vila de Sintra, monumentos classificados patrim\u00f3nio mundial da UNESCO, nomeadamente o Pal\u00e1cio da Pena, o Castelo dos Mouros, Quinta da Regaleira, Pal\u00e1cio de Monserrate, o Chalet da Condessa d\u2019Edla e o Convento dos Capuchos que transformam a vila de Sintra na capital do Romantismo em Portugal. A Serra de Sintra foi reflorestada no Parque da Pena pelo Rei-Consorte Dom Fernando II com aproximadamente 150 esp\u00e9cies de plantas importadas de v\u00e1rias partes do mundo, especialmente do Brasil, do M\u00e9xico, do Jap\u00e3o ou da Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_que_fazer_em_Sintra\"><\/span>O que fazer em Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>Sintra \u00e9 uma vila espetacular para visitar, conhecer e viver o ambiente de uma vila escolhida por reis e rainhas, principes, princesas e familias nobres origin\u00e1rias dos mais variados paises do mundo. Passar por Sintra \u00e9 certeza de disfrutar de dias agrad\u00e1veis com um ambiente tranquilo cheio de atra\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, natureza, arquitetura, gastronomia, cultura, vida social e paisagens para apreciar. Neste artigo sobre Sintra vamos mostrar o que Sintra tem, de bom e muito bom para fazer com o seu tempo de visita:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Passeio de charrete<\/strong>: os passeios de charrete s\u00e3o uma viagem na vila do conto de fadas, com v\u00e1rios percursos para apreciar. O passei do <strong>Parque da Pena<\/strong> \u00e9 um o circuito que inclui passagem pelo Vale dos Lagos, Chalet da Condessa d\u2019Edla, Quinta da Pena e Jardim da Condessa d\u2019Edla. Os <strong>Passeios de Charrete<\/strong> s\u00e3o mais regurales entre 1 de maio de 2019 a 30 de setembro de 2019.<\/li>\n<li><strong>Comboio Tur\u00edstico<\/strong>: o passeio no Comboio Tur\u00edstico de Sintra permite observar v\u00e1rios locais, especialmente, a Volta do Duche, Pa\u00e7os do Concelho, Pal\u00e1cio Valen\u00e7as, a vila de S\u00e3o Pedro, Quinta da Regaleira, o Pal\u00e1cio da Pena e o Castelo dos Mouros. \u00c9 um comboio com v\u00e1rias paragens ao longo da vila. O tour do comboio tur\u00edstico de Sintra \u00e9 um tour guiado e dura aproximadamente 45 minutos.<\/li>\n<li><strong>El\u00e9trico de Sintra<\/strong>: o El\u00e9trico de Sintra \u00e9 um transporte tur\u00edstico de Sintra, faz a liga\u00e7\u00e3o de Sintra \u00e0 Praia das Ma\u00e7\u00e3s durante aproximadamente 45 minutos ao longo de 13 kilometros, com paragens nos <em>Montes Santos<\/em>, <em>Ribeira de Sintra<\/em>, <em>Galamares<\/em>, <em>Colares<\/em>, <em>Banz\u00e3o<\/em>, <em>Pinhal<\/em> e <em>Praia das Ma\u00e7\u00e3s<\/em>. O el\u00e9trico foi inaugurado em 1904 com o objetivo de fazer a liga\u00e7\u00e3o entre a vila de Sintra e a Praia das Ma\u00e7\u00e3s, tendo em 1930 chegado \u00e0s Azenhas do Mar<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"As_Atracoes_de_Sintra_top_10\"><\/span>As Atra\u00e7\u00f5es de Sintra (top 10)<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p><strong>1. Pal\u00e1cio Pena<\/strong> ![(38.787598, -9.390620)]: o Pal\u00e1cio da Pena \u00e9 o ex-libris portugu\u00eas do Romantismo, constru\u00eddo nos estilos Neo G\u00f3tico, Neo \u00c1rabe, Neo Manuelino e Neo Oriental e inspirado nos Castelos de Lu\u00eds II da Baviera e no esp\u00edrito de Wagner. Situado no topo de uma rocha escarpada, numa altitude aproximada de 500 metros. O Pal\u00e1cio da Pena integra a Rede de Resid\u00eancias Reais Europeias desde 2013, foi constru\u00eddo a partir do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, sendo poss\u00edvel distinguir tr\u00eas estruturas:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Mosteiro de Nossa Senhora da Pena<\/strong> &#8211; O Mosteiro de Nossa Senhora da Pena foi inaugurado em 1511 com um projeto da autoria de Diogo de Botaica(1460-1528) por desejo de Dom Manuel I (1469-1521) para alojar dezoito monges da Ordem de S\u00e3o Jer\u00f3nimo, antiga sede na Quinta da Penha Longa. Os principais destaques do <strong>Mosteiro de Nossa Senhora da Pena<\/strong> s\u00e3o:<\/li>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>Ret\u00e1bulo da autoria de Nicolau de Chanterene (1470-1551)<\/li>\n<li>Painel de azulejos oferecido por Filipe II (1527-1598) em 1619<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Pal\u00e1cio da Pena<\/strong>: O Pal\u00e1cio da Pena, localizado no Monte da Pena, foi constru\u00eddo entre 1839 e 1852 por desejo do Rei Dom Fernando II (1816-1885), com um projeto da autoria do Bar\u00e3o de Eschwege (1777-1855) para ser resid\u00eancia de ver\u00e3o de Dom Fernando II. Os principais destaques s\u00e3o:<br \/>\n-Muralhas envolventes com duas portas e uma ponte levadi\u00e7a<\/li>\n<li><em>P\u00e1tio dos Arcos<\/em>: localizado em frente \u00e0 Capela<\/li>\n<li><em>Arco dos Lagartos<\/em>: o Arco dos Lagartos \u00e9 um arco triunfal em estilo oriental inspirado na Porta da Justi\u00e7a do Alcazar de Alhambra em Granada. No topo da porta encontram-se tr\u00eas rosas abertas, esculpidas na pedra, que simbolizam o conhecimento, duas colunas com margaridas e viscos, a planta dos Druidas<\/li>\n<li><em>Port\u00e3o Monumental<\/em>: este port\u00e3o ter\u00e1 sido desenhado por Dom Fernando, representando v\u00e1rios motivos ligados a Lisboa, a capital do Imp\u00e9rio e constru\u00eddo em tr\u00eas estilos: Renascentista, Manuelino e Medieval. O port\u00e3o foi inspirado nos seguintes edif\u00edcios:o Pal\u00e1cio do Cunhal das Bolas no Bairro Alto, a Casa dos Bicos no Campo das Cebolas e a Torre de Bel\u00e9m em Bel\u00e9m. Na parte superior do port\u00e3o encontram-se representados cinco merl\u00f5es em que se destaca o do meio com a Cruz de Cristo coberta de peles de animais<\/li>\n<li><em>P\u00f3rtico do Trit\u00e3o<\/em>: o P\u00f3rtico do Trit\u00e3o foi projetado por Dom Fernando e inspirado numa janela que existe no Convento de Cristo em Tomar. O p\u00f3rtico \u00e9 tamb\u00e9m designado de P\u00f3rtico aleg\u00f3rico da cria\u00e7\u00e3o do mundo, apresentando quatro arquivoltas em estilo Neo G\u00f3tico, emoldurados por corais manuelinos. O Trit\u00e3o \u00e9 um ser mitol\u00f3gico, metade homem e metade peixe, que se encontra muito associado \u00e0 \u00e9poca da Expans\u00e3o Portuguesa. A representa\u00e7\u00e3o do Trit\u00e3o foi inspirada no busto que sustenta a janela da Sacristia do Convento de Cristo em Tomar<\/li>\n<li><em>Porta da Origem<\/em>: na Porta da Origem destaca-se a janela em estilo Manuelino, inspirada na Janela Manuelina do Convento de Cristo de Tomar. Por baixo da janela encontra-se o bras\u00e3o de Dona Maria e de Dom Fernando II e no topo uma esfera com a Cruz da Ordem de Cristo ladeada por duas esferas armilares<\/li>\n<li><em>Torre do Rel\u00f3gio<\/em>: a Torre do Rel\u00f3gio foi inspirada na Torre de Bel\u00e9m<\/li>\n<li><em>Entrada do Pal\u00e1cio<\/em>: destaca-se o busto de Dom Fernando II<\/li>\n<li><em>Claustro do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena<\/em>: foi mandado reconstruir por Dom Fernando II em estilo hispano-\u00e1rabe, sendo utilizado como sala de exposi\u00e7\u00f5es. No centro do claustro destaca-se a fonte apoiada em tr\u00eas tartarugas, cujas quatro patas representam os quatro elementos. As tartarugas suportam a carapa\u00e7a, s\u00edmbolo do Cosmos, e apoiam-se nas eras que representam a eternidade<\/li>\n<li><em>Quarto de Dom Carlos I<\/em>: o principal destaque do quarto de Dom Carlos I \u00e9 o mobili\u00e1rio em estilo imp\u00e9rio, nomeadamente a cama, mesa-de-cabeceira, chaise-longue e um espelho. Na casa-de-banho existe o primeiro water-closet de Portugal e um chuveiro de \u00e1guas quentes e frias<\/li>\n<li><em>Atelier do Rei Dom Carlos I<\/em>: o Atelier de Dom Carlos I era o local onde o rei portugu\u00eas se distraia, especialmente a pintar. Destacam-se as caixas de tintas, os pinc\u00e9is e sete telas por terminar<\/li>\n<li><em>Capela<\/em>: esta divis\u00e3o era uma das celas dos monges do antigo mosteiro, tendo sido reaproveitada por Dom Fernando II para fazer uma capela. Os principais pontos de interesse s\u00e3o o <em>Ret\u00e1bulo da capela-mor<\/em> da autoria de Nicolau de Chanterenne, uma oferta de Dom Jo\u00e3o III para a mulher Dona Leonor, e os quatro <em>Vitrais<\/em> com as seguintes representa\u00e7\u00f5es:\n<ul>\n<li><em>Primeiro Vitral<\/em>: Esfera armilar e a Cruz de Cristo, as bandeiras com as armas de Portugal e de Saxe-Coburgo-Gota<\/li>\n<li><em>Segundo Vitral<\/em>: Imagem de Nossa Senhora da Pena com Jesus nos bra\u00e7os<\/li>\n<li><em>Terceiro Vitral<\/em>: imagem de S\u00e3o Jorge<\/li>\n<li><em>Quarto vitral<\/em>: imagem a representar Dom Manuel I a segurar o Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, Vasco da Gama a contemplar a Torre de Bel\u00e9m e uma caravela<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><em>Quarto da Rainha<\/em>: destaque para as paredes de estuque e folha de ouro em estilo mourisco, e a cama, o contador e o bufete constru\u00eddas em pau-santo<\/li>\n<li><em>Sala de Jantar<\/em>: destaque para o servi\u00e7o de mesa usado pela Fam\u00edlia Real, centro de mesa em forma de Caravela sustentada por Neptuno e pelas Ninfas a homenagear a Expans\u00e3o Portuguesa e os tetos com representa\u00e7\u00f5es dos bras\u00f5es de Portugal, bras\u00f5es da Ordem de Cristo e a Esfera Armilar<\/li>\n<li><em>Sala de Saxe<\/em>: a sala apresenta a cole\u00e7\u00e3o de Porcelana de Saxe do Rei Dom Fernando II<\/li>\n<li><em>Escrit\u00f3rio da Rainha<\/em>: o escrit\u00f3rio apresenta algumas pe\u00e7as de mobili\u00e1rio interessantes, nomeadamente uma secret\u00e1ria, uma cadeira em estilo Rom\u00e2ntico e um estudo a \u00f3leo do pintor Cristino Silva<\/li>\n<li><em>Sala \u00c1rabe<\/em>: os destaques s\u00e3o as paredes revestidas a fresco, t\u00eampera e trompe l\u2019oeil com o objetivo de dar uma sensa\u00e7\u00e3o de monumentalidade \u00e0 sala<\/li>\n<li><em>Terra\u00e7o da Rainha<\/em>: deste terra\u00e7o \u00e9 poss\u00edvel observar o Monte do Gigante, onde se encontra uma est\u00e1tua de bronze que representa um guerreiro que protege o Pal\u00e1cio da Pena e o Oceano Atl\u00e2ntico<\/li>\n<li><em>Sala Indiana<\/em>: a Sala Indiana encontra-se decorada com temas e mobili\u00e1rio de origem indiana. As paredes encontram-se cobertas de estuques em estilo mourisco e indiano. O teto \u00e9 de madeira e decorado com motivos neo-mouriscos<\/li>\n<li><em>Sal\u00e3o Nobre<\/em>: o sal\u00e3o nobre era usado como sala de recep\u00e7\u00e3o dos visitantes do pal\u00e1cio, tendo como principais destaques os m\u00f3veis em estilo indiano, as doze ros\u00e1ceas superiores que representam as doze casas do Zod\u00edaco e as doze Portas da Jerusal\u00e9m Celeste<\/li>\n<li><em>Sala dos Veados<\/em>: A Sala dos Veados tamb\u00e9m designada como <em>Sala dos Cavaleiros<\/em>, era usada como sala de jantar da Fam\u00edlia Real, destaca-se devido \u00e0 <em>exposi\u00e7\u00e3o de alguns vitrais que integravam a cole\u00e7\u00e3o do Rei Dom Fernando II<\/em>, ao <em>Maquete do Pal\u00e1cio da Pena<\/em> e \u00e0s Cabe\u00e7as de veado em gesso com hastes salientes. O centro da sala \u00e9 uma coluna que representa o tronco de uma \u00e1rvore.<\/li>\n<li><em>Cozinha Real<\/em>: onde \u00e9 poss\u00edvel observar os equipamentos e utens\u00edlios utilizados durante o quotidiano da familia real.<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"attachment_2977\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena-panorama.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2977\" class=\"size-full wp-image-5083\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena-panorama.jpg\" alt=\"Pal\u00e1cio da Pena \u00e9 o ex-libris portugu\u00eas do Romantismo. \u00c9 um pal\u00e1cio situado no topo da serra de Sintra com uma arquitetura mistura de v\u00e1rios estilos, inspirado no Castelo de Lu\u00eds II da Baviera. As cores do pal\u00e1cio tornam a arquitetura e o ambiente extremamente fascinante. Esta imagem do Pal\u00e1cio da Pena foi tirada do ponto mais alto de Sintra, o miradouro da Cruz Alta.\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena-panorama.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena-panorama-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena-panorama-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2977\" class=\"wp-caption-text\">Pal\u00e1cio da Pena \u00e9 o ex-libris portugu\u00eas do Romantismo. \u00c9 um pal\u00e1cio situado no topo da serra de Sintra com uma arquitetura mistura de v\u00e1rios estilos, inspirado no Castelo de Lu\u00eds II da Baviera. As cores do pal\u00e1cio tornam a arquitetura e o ambiente extremamente fascinante. Esta imagem do Pal\u00e1cio da Pena foi tirada do ponto mais alto de Sintra, o miradouro da Cruz Alta.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2959\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2959\" class=\"size-full wp-image-5080\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena.jpg\" alt=\"Pal\u00e1cio da Pena terra\u00e7o oeste, local de onde temos uma vista panoramica sobre a serra e o oceano Atl\u00e2ntico\" width=\"1280\" height=\"833\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena-980x638.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-pena-480x312.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2959\" class=\"wp-caption-text\">Pal\u00e1cio da Pena terra\u00e7o oeste, local de onde temos uma vista panoramica sobre a serra e o oceano Atl\u00e2ntico<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2965\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-penafachada.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2965\" class=\"size-full wp-image-5081\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-penafachada.jpg\" alt=\"Pal\u00e1cio da Pena, fachada leste vista do terra\u00e7o da rainha.\" width=\"1280\" height=\"897\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-penafachada.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-penafachada-980x687.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-da-penafachada-480x336.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2965\" class=\"wp-caption-text\">Pal\u00e1cio da Pena, fachada leste vista do terra\u00e7o da rainha.<\/p><\/div>\n<p><strong>2. Castelo dos Mouros<\/strong>: ![(38.792557, -9.389338)] o Castelo dos Mouros \u00e9 a estrutura militar mais antiga de Sintra, tendo sido constru\u00eddo no s\u00e9culo X durante a ocupa\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana com o objetivo de constituir uma defesa avan\u00e7ada de Lisboa. O castelo ocupa aproximadamente uma \u00e1rea de 12 mil m2, apresentando uma muralha com 450 metros de extens\u00e3o. Daqui \u00e9 poss\u00edvel observar num dia com c\u00e9u limpo a paisagem at\u00e9 \u00e0s Ilhas Berlengas. O local foi propositadamente escolhido para que fosse poss\u00edvel avisar Lisboa da vinda dos vikings. Existem registos de v\u00e1rias tentativas de tomada do castelo por parte de guerreiros crist\u00e3os, especialmente por Sigurd o Cruzado (1103-1130), Rei da Noruega em 1109 a caminho de Jerusal\u00e9m. O castelo dispunha de v\u00e1rias estruturas de apoio, nomeadamente um forno comunit\u00e1rio, silos de armazenamento de cereais e leguminosas e casas. O bairro mu\u00e7ulmano foi completamente destru\u00eddo em 1147 depois da conquista de Lisboa, Santar\u00e9m e Sintra por Dom Afonso Henriques. Em 1154 o Castelo e a vila de Sintra foram doados por Dom Afonso Henriques a Dom Gualdim Pais, Mestre dos Templ\u00e1rios. Com o passar dos s\u00e9culos o Castelo dos Mouros foi perdendo a fun\u00e7\u00e3o defensiva e a vila de Sintra come\u00e7ou a crescer. Em 1839 o Rei Dom Fernando II comprou e transformou o Castelo dos Mouros num castelo-paisagem, tendo sido reabilitado entre 2008 e 2012. Os principais destaques do <em>Castelo dos Mouros<\/em> s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Cavalari\u00e7as do Castelo dos Mouros<\/li>\n<li>Silos isl\u00e2micos para armazenar os cereais e leguminosas<\/li>\n<li>Bairro isl\u00e2mico com forno comunit\u00e1rio<\/li>\n<li>Igreja de S\u00e3o Pedro de Canaferrim do s\u00e9culo XII constru\u00edda por cima do destru\u00eddo bairro isl\u00e2mico<\/li>\n<li>Necr\u00f3pole medieval<\/li>\n<li>Grande Cisterna<\/li>\n<li>Porta da Trai\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"attachment_2893\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/castelos-do-mouros.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2893\" class=\"size-full wp-image-4946\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/castelos-do-mouros.jpg\" alt=\"Castelo dos Mouros \u00e9 a estrutra militar mais antiga de Sintra, constru\u00eddo no s\u00e9culo X durante a ocupa\u00e7\u00e3o mul\u00e7ulmana em Portugal\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/castelos-do-mouros.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/castelos-do-mouros-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/castelos-do-mouros-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2893\" class=\"wp-caption-text\">Castelo dos Mouros \u00e9 a estrutra militar mais antiga de Sintra, constru\u00eddo no s\u00e9culo X durante a ocupa\u00e7\u00e3o mul\u00e7ulmana em Portugal<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2887\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/castelo-dos-mouros-vistoi-da-vila.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2887\" class=\"size-full wp-image-5069\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/castelo-dos-mouros-vistoi-da-vila.jpg\" alt=\"Castelo dos Mouros na serra e Sintra visto desde o centro da vila\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/castelo-dos-mouros-vistoi-da-vila.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/castelo-dos-mouros-vistoi-da-vila-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/castelo-dos-mouros-vistoi-da-vila-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2887\" class=\"wp-caption-text\">Castelo dos Mouros na serra e Sintra visto desde o centro da vila<\/p><\/div>\n<p><strong>3. Cabo da Roca<\/strong>: ![(38\u00ba 46&#8242;,99 N, 09\u00ba 29&#8242;,75 W)] o Cabo da Roca \u00e9 o <em>ponto mais ocidental da Europa<\/em>, sendo tamb\u00e9m designado por Cabo da Ofiussa, Cabo da Serpente ou Promont\u00f3rio da Lua. O farol do Cabo da Roca foi constru\u00eddo no dia 1 de Fevereiro de 1758, tendo entrado em fun\u00e7\u00f5es em 1772 e automatizado em 1990. O Farol do Cabo da Roca apresenta uma altura de 22 metros, tendo sido constru\u00eddo no topo de uma fal\u00e9sia com uma altitude de 165 metros, podendo ser observado at\u00e9 48,1 km de dist\u00e2ncia no oceano. Os principais destaques s\u00e3o o <em>Farol de datado de 1772<\/em>, a <em>vista sobre o Oceano Atl\u00e2ntico<\/em>, a <em>Praia da Ursa<\/em> e o <em>Guincho<\/em>.<\/p>\n<div id=\"attachment_2833\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2833\" class=\"size-full wp-image-5062\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca.jpg\" alt=\"Cabo da Roca \u00e9 o ponto mais ocidental da Europa, sendo tamb\u00e9m designado por Cabo da Ofiussa, Cabo da Serpente ou Promont\u00f3rio da Lua. \u00c9 um local de grande energia, com uma vista fant\u00e1stica sobre o oceano e da for\u00e7a do mar que bate nas escarpas.\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2833\" class=\"wp-caption-text\">Cabo da Roca \u00e9 o ponto mais ocidental da Europa, sendo tamb\u00e9m designado por Cabo da Ofiussa, Cabo da Serpente ou Promont\u00f3rio da Lua. \u00c9 um local de grande energia, com uma vista fant\u00e1stica sobre o oceano e da for\u00e7a do mar que bate nas escarpas.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_3247\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vista-cabo-da-roca.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3247\" class=\"size-full wp-image-5127\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vista-cabo-da-roca.jpg\" alt=\"Desde o Cabo da Roca podemos observar a norte a praia da Ursa e a praia da Aroeira e o Guincho a sul. As praias t\u00eam acesso atrav\u00e9s de um caminho pedonal\" width=\"1280\" height=\"850\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vista-cabo-da-roca.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/vista-cabo-da-roca-980x651.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/vista-cabo-da-roca-480x319.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3247\" class=\"wp-caption-text\">Desde o Cabo da Roca podemos observar a norte a praia da Ursa e a praia da Aroeira e o Guincho a sul. As praias t\u00eam acesso atrav\u00e9s de um caminho pedonal<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2845\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca-paisagem.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2845\" class=\"size-full wp-image-5064\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca-paisagem.jpg\" alt=\"O farol do Cabo da Roca \u00e9 um importante ponto de sinaliza\u00e7\u00e3o para os navegadores que passam pelas aguas costeiras. \" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca-paisagem.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca-paisagem-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/cabo-da-roca-paisagem-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2845\" class=\"wp-caption-text\">O farol do Cabo da Roca \u00e9 um importante ponto de sinaliza\u00e7\u00e3o para os navegadores que passam pelas aguas costeiras.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_3109\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praia-da-ursa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3109\" class=\"size-full wp-image-5105\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praia-da-ursa.jpg\" alt=\"A praia da Ursa \u00e9 uma praia paradisiaca isolada por entre escarpas de rocha. O nome de Ursa deve-se \u00e0 rocha imponente que avistamos \u00e0 beira mar, juntamente com uma segunda rocha \u00e0 qual chamam de A Noiva. A praia da Ursa \u00e9 considerada a praia mais ocidental da Europa continental, acessivel atrav\u00e9s de uma caminhada de aproximadamente 20 minutos por um caminho irregular perto do Cabo da Roca. A praia \u00e9 pequena, isolada, com uma ondula\u00e7\u00e3o forte. A praia da Ursa n\u00e3o tem vigil\u00e2ncia.\" width=\"1280\" height=\"849\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praia-da-ursa.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/praia-da-ursa-980x650.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/praia-da-ursa-480x318.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3109\" class=\"wp-caption-text\">A praia da Ursa \u00e9 uma praia paradisiaca isolada por entre escarpas de rocha. O nome de Ursa deve-se \u00e0 rocha imponente que avistamos \u00e0 beira mar, juntamente com uma segunda rocha \u00e0 qual chamam de A Noiva. A praia da Ursa \u00e9 considerada a praia mais ocidental da Europa continental, acessivel atrav\u00e9s de uma caminhada de aproximadamente 20 minutos por um caminho irregular perto do Cabo da Roca. A praia \u00e9 pequena, isolada, com uma ondula\u00e7\u00e3o forte. A praia da Ursa n\u00e3o tem vigil\u00e2ncia.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2869\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/caminho-praia-da-ursa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2869\" class=\"size-full wp-image-5066\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/caminho-praia-da-ursa.jpg\" alt=\"Acesso \u00e0 praia da Ursa \u00e9 feito por um caminho pedonal com alguma dificuldade devido ao terreno inclinado e irregular, acedido apenas pelos mais ag\u00e9is\" width=\"1280\" height=\"850\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/caminho-praia-da-ursa.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/caminho-praia-da-ursa-980x651.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/caminho-praia-da-ursa-480x319.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2869\" class=\"wp-caption-text\">Acesso \u00e0 praia da Ursa \u00e9 feito por um caminho pedonal com alguma dificuldade devido ao terreno inclinado e irregular, acedido apenas pelos mais ag\u00e9is<\/p><\/div>\n<p><strong>4. Pal\u00e1cio Nacional de Sintra<\/strong>: ![(38.797679, -9.390666)] o Pal\u00e1cio Nacional de Sintra era um dos <em>pal\u00e1cios utilizados para as f\u00e9rias da Fam\u00edlia Real<\/em>, localizado no centro da vila de Sintra. O Pal\u00e1cio Nacional de Sintra, tamb\u00e9m designado por <em>Pa\u00e7o Real<\/em> ou <em>Pal\u00e1cio da Vila<\/em>, foi sendo constru\u00eddo ao longo dos s\u00e9culos, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li><em>S\u00e9culo X<\/em>: come\u00e7ou por ser a sede do governador mu\u00e7ulmano;<\/li>\n<li><em>Reinado de Dom Dinis<\/em>: foram efectuadas obras de recupera\u00e7\u00e3o devido \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o do pal\u00e1cio, nomeadamente novos aposentos reais, uma capela e o quarto-pris\u00e3o de Dom Afonso VI;<\/li>\n<li><em>Reinado de Dom Jo\u00e3o I<\/em>: Dom Jo\u00e3o I atribuiu a recupera\u00e7\u00e3o do pal\u00e1cio a Jo\u00e3o Garcia de Toledo, que construiu v\u00e1rias estruturas, nomeadamente os tr\u00eas arcos da entrada principal voltada para a vila com vista para o povo, a constru\u00e7\u00e3o da Sala das Pegas, da Sala das Sereias, da Sala dos \u00c1rabes, da Sala dos Cisnes e as chamin\u00e9s da cozinha;<\/li>\n<li><em>Reinado de Dom Manuel I<\/em>: durante este reinado foi constru\u00eddo o Pa\u00e7o Real e a Sala dos Bras\u00f5es.<br \/>\nO <strong>Pal\u00e1cio Nacional da Vila de Sintra<\/strong> foi classificado <em>Monumento Nacional em 1910<\/em>, <em>Patrim\u00f3nio Mundial da Humanidade da UNESCO desde 1995<\/em> e passou a integrar a <em>Rede de Resid\u00eancias Reais Europeias<\/em> desde 2013. Os principais pontos de interesse s\u00e3o:<\/li>\n<li><em>Sala dos Cisnes<\/em>: as pinturas atuais s\u00e3o um restauro do s\u00e9culo XVII das originais do s\u00e9culo XV. Os cisnes representam a Casa Real Inglesa em homenagem a Dona Filipa de Lencastre (1360-1414), mulher de Dom Jo\u00e3o I. O Cisne da Casa Real Inglesa encontrava-se associado a Lohengrin, um dos Cavaleiros da T\u00e1vola Redonda do Rei Artur<\/li>\n<li><em>Sala das Pegas<\/em>: o principal destaque \u00e9 a pintura do teto que inclui a alegoria da ave pega, conhecida por roubar objectos, uma rosa vermelha associada \u00e0 Casa Inglesa da Rainha In\u00eas de Lencastre e a inscri\u00e7\u00e3o Por Bem associada ao Rei Dom Jo\u00e3o I<\/li>\n<li><em>apela do Esp\u00edrito Santo<\/em>: na capela destacam-se os pain\u00e9is de azulejos hispano-mouriscos das paredes, \u00fanicos em Portugal<\/li>\n<li><em>Sala dos Bras\u00f5es<\/em>: \u00e9 a mais importante sala her\u00e1ldica da Europa. A pintura do teto encontra-se organizada em <strong>cinco c\u00edrculos<\/strong>, o <em>Primeiro c\u00edrculo<\/em> &#8211; com representa\u00e7\u00e3o das armas do Rei Dom Manuel I com o escudo, a coroa e o drag\u00e3o da Lenda do Rei Artur, o <em>Segundo c\u00edrculo<\/em> com representa\u00e7\u00e3o dos medalh\u00f5es com as armas dos oito filhos do segundo casamento com Dona Maria de Arag\u00e3o (1482-1517), filha dos Reis Cat\u00f3licos de Espanha, Fernando (1452-1516) e Isabel (1451-1504), o <em>Terceiro c\u00edrculo<\/em> com representa\u00e7\u00e3o dos medalh\u00f5es com as armas dos membros da Casa Real, o <em>Quarto c\u00edrculo<\/em> com representa\u00e7\u00e3o dos veados dentro de medalh\u00f5es, e o <em>Quinto c\u00edrculo<\/em> com representa\u00e7\u00e3o de 72 pain\u00e9is das fam\u00edlias nobres mais importantes da \u00e9poca, e que apoiavam o Rei Dom Manuel I, nomeadamente os Noronhas, Coutinho, Castro, Ata\u00edde, D\u2019E\u00e7a, os Menezes, Castros de Penha Verde, Cunha, Sousa, Pereiras, Vasconcellos, Melo, Silvas, Albuquerque, Andrade, Almeida, Manoel, Febo Moniz, Lima, T\u00e1voras, Henriques, Mendon\u00e7a, Albergaria, Almada, Azevedo, Castelo-Branco, Abreu, Brito, Moura, Lobo, S\u00e1, Corte-Real, Lemos, Ribeiro, Cabral, Miranda, Tavares, Mascarenhas, Sampaio, Malafaia, Meira, Aboim, Carvalho, Mota, Costa, Pessanha, Pacheco, Sotomaior, Lobato, Teixeira, Valente, Serpa, Gama, Nogueira, Bethancourt, G\u00f3is, Pestana, Barreto, Coelho, Queir\u00f3s, Ferreira, Siqueira, Cerqueira, Pimentel, Fois, Arca, Pinto, Gouveia, Faria, Vieira, Aguiar e Borges. A pintura dos <em>cinco c\u00edrculos<\/em> foi realizada com o objetivo de mostrar uni\u00e3o depois dos tempos de divis\u00e3o do Reinado de Dom Jo\u00e3o II.<\/li>\n<li><em>Cozinha<\/em>: os destaques da cozinha s\u00e3o as <em>duas chamin\u00e9s de 33 metros de altura<\/em>;<\/li>\n<li><em>Sala \u00c1rabe<\/em>: era o local mais antigo do pal\u00e1cio, local onde se reunia o respons\u00e1vel \u00e1rabe de Sintra. O principal destaque \u00e9 um tanque no pavimento que funcionava como um local de refresco. Este tanque era comum nos pal\u00e1cios do Imp\u00e9rio Isl\u00e2mico.<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"attachment_3013\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-sintra.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3013\" class=\"size-full wp-image-5089\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-sintra.jpg\" alt=\"Pal\u00e1cio Nacional de Sintra \u00e9 uma imponente estrutura que marca o centro da vila. O pal\u00e1cio era um dos pal\u00e1cios utilizados para as f\u00e9rias da Fam\u00edlia Real. O Pal\u00e1cio Nacional de Sintra \u00e9 tamb\u00e9m designado por Pa\u00e7o Real ou Pal\u00e1cio da Vila \" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-sintra.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-sintra-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-sintra-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3013\" class=\"wp-caption-text\">Pal\u00e1cio Nacional de Sintra \u00e9 uma imponente estrutura que marca o centro da vila. O pal\u00e1cio era um dos pal\u00e1cios utilizados para as f\u00e9rias da Fam\u00edlia Real. O Pal\u00e1cio Nacional de Sintra \u00e9 tamb\u00e9m designado por Pa\u00e7o Real ou Pal\u00e1cio da Vila<\/p><\/div>\n<p><strong>5. Pal\u00e1cio e Parque de Monserrate<\/strong>: ![(38.794154, -9.420646)] o Pal\u00e1cio de Monserrate \u00e9 um pal\u00e1cio conhecido pela arquitetura e pelo paisagismo, localizado a quatro kilometros do centro hist\u00f3rico de Sintra. O nome Monserrate surgiu em 1540 devido \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma capela dedicada a <em>Nossa Senhora de Montserrat<\/em> na quinta que pertenceu \u00e0 fam\u00edlia Mello e Castro entre 1600 e 1790, ano em que o ingl\u00eas Gerard de Visme arrendou o pal\u00e1cio. O atual Pal\u00e1cio de Monserrate \u00e9 o resultado de v\u00e1rias interven\u00e7\u00f5es de cidad\u00e3os ingleses, nomeadamente Gerard de Visme, William Beckford e Francis Cook. A Quinta de Monserrate foi comprada por Gerard de Visme em 1789, um comerciante rico ingl\u00eas que vivia em Lisboa, tendo sido alugada a v\u00e1rias personalidades, nomeadamente William Beckford at\u00e9 1794, a Lord Byron. Francis Cook (1817-1901), comprou a propriedade em 1863 e reconstruiu-a com um projeto com mistura de v\u00e1rios estilos, nomeadamente o g\u00f3tico, indiano e mourisco, da autoria do arquiteto James Knowles. Os principais destaques do <em>Pal\u00e1cio e Parque de Monserrate<\/em> s\u00e3o o <em>Jardim do M\u00e9xico<\/em>, o <em>Jardim da \u00c1frica do Sul<\/em>, o <em>Roseiral de Monserrate<\/em>, a <em>Ermida de Monserrate <\/em>, a <em>Capela do Fundador<\/em>, a <em>Sala da M\u00fasica<\/em>, o <em>Torre\u00e3o Sul<\/em>, e a <em>Biblioteca<\/em>.<\/p>\n<div id=\"attachment_2983\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2983\" class=\"size-full wp-image-5084\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate.jpg\" alt=\"Pal\u00e1cio de Monserrate \u00e9 um pal\u00e1cio conhecido pela arquitetura e pelo paisagismo, localizado a quatro kilometros do centro hist\u00f3rico de Sintra\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2983\" class=\"wp-caption-text\">Pal\u00e1cio de Monserrate \u00e9 um pal\u00e1cio conhecido pela arquitetura e pelo paisagismo, localizado a quatro kilometros do centro hist\u00f3rico de Sintra<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2995\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-inside.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2995\" class=\"size-full wp-image-5086\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-inside.jpg\" alt=\"Os interiores do pal\u00e1cio de Monserrate s\u00e3o altamente luxuosos, com mistura de v\u00e1rios estilos arquitet\u00f3nicos, nomeadamente o g\u00f3tico, indiano e mourisco, da autoria do arquiteto James Knowles\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-inside.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-inside-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-inside-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2995\" class=\"wp-caption-text\">Os interiores do pal\u00e1cio de Monserrate s\u00e3o altamente luxuosos, com mistura de v\u00e1rios estilos arquitet\u00f3nicos, nomeadamente o g\u00f3tico, indiano e mourisco, da autoria do arquiteto James Knowles<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2989\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-cupula.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2989\" class=\"size-full wp-image-5085\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-cupula.jpg\" alt=\"C\u00fapula da sala de m\u00fasica do pal\u00e1cio de Monserrate, uma arquitetura imponente que nos absorve a aten\u00e7\u00e3o \u00e0s cores elegantes da pedra branca natural com o dourado e a ilumina\u00e7\u00e3o, criando um ambiente de luxuria altamente agrad\u00e1vel\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-cupula.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-cupula-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-monserrate-cupula-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2989\" class=\"wp-caption-text\">C\u00fapula da sala de m\u00fasica do pal\u00e1cio de Monserrate, uma arquitetura imponente que nos absorve a aten\u00e7\u00e3o \u00e0s cores elegantes da pedra branca natural com o dourado e a ilumina\u00e7\u00e3o, criando um ambiente de luxuria altamente agrad\u00e1vel<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2935\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/monserrate-restored-in-1858.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2935\" class=\"size-full wp-image-5076\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/monserrate-restored-in-1858.jpg\" alt=\"A constru\u00e7\u00e3o do atual pal\u00e1cio de Monserrate foi iniciada em 1858 por ordem do novo propriet\u00e1rio Francis Cook com projeto do arquiteto James Thomas Knowles no local onde em 1540 foi constru\u00edda uma capela dedicada a Nossa Senhora de Monserrate\" width=\"1280\" height=\"854\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/monserrate-restored-in-1858.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/monserrate-restored-in-1858-980x654.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/monserrate-restored-in-1858-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2935\" class=\"wp-caption-text\">A constru\u00e7\u00e3o do atual pal\u00e1cio de Monserrate foi iniciada em 1858 por ordem do novo propriet\u00e1rio Francis Cook com projeto do arquiteto James Thomas Knowles no local onde em 1540 foi constru\u00edda uma capela dedicada a Nossa Senhora de Monserrate<\/p><\/div>\n<p><strong>6. Pal\u00e1cio e Quinta da Regaleira<\/strong>: ![(38.796449, -9.396024)] O <em>Pal\u00e1cio e Quinta da Regaleira<\/em> \u00e9 um espa\u00e7o constru\u00eddo com o objetivo de ser a casa de f\u00e9rias de um empres\u00e1rio de caf\u00e9, localizado no limite do centro hist\u00f3rico de Sintra. A propriedade da Quinta da Regaleira foi comprada por Ant\u00f3nio Monteiro aos Bar\u00f5es da Regaleira, que se inspirou no <em>Pal\u00e1cio Nacional da Pena<\/em>, no <em>Hotel Palace do Bu\u00e7aco<\/em> e na <em>Epopeia Portuguesa dos Descobrimentos<\/em> para o projeto realizado por Luigi Manini, com experiencia nos projetos do Hotel Palace do Bu\u00e7aco e no Teatro Nacional de S\u00e3o Carlos em Lisboa. Luigi Manini foi o grande respons\u00e1vel pelos jardins, pelas grutas, pelos lagos, pelo po\u00e7o inici\u00e1tico, pela capela, pelas esculturas e pelo pal\u00e1cio. No <em>Pal\u00e1cio e Quinta da Regaleira<\/em> \u00e9 poss\u00edvel identificar refer\u00eancias \u00e0 mitologia grega, a Dante, a Cam\u00f5es, \u00e0 Ordem de Cristo ou \u00e0 Ordem dos Rosa-Cruz. O <em>Pal\u00e1cio da Regaleira<\/em> encontra-se dividido em quatro pisos,<\/p>\n<ul>\n<li><em>Piso zero<\/em>: tamb\u00e9m designado de <em>Piso Nobre<\/em>, destaca-se pela decora\u00e7\u00e3o das salas nos estilos Manuelino, Renascentista e Barroco;<\/li>\n<li><em>Piso Primeiro<\/em>: encontram-se os locais destinados \u00e0 fam\u00edlia Monteiro, nomeadamente a sala de estudo, a sala dos brinquedos e a Sala Lus\u00edada;<\/li>\n<li><em>Piso Segundo<\/em>: com a sala octogonal, constru\u00edda tendo por base a <em>Charola do Convento de Cristo em Tomar<\/em>;<\/li>\n<li><em>Piso Terceiro<\/em>: com a torre neomedieval, o escrit\u00f3rio de Ant\u00f3nio Monteiro e o laborat\u00f3rio;<br \/>\nO <em>jardim da Regaleira<\/em> apresenta v\u00e1rios destaques, nomeadamente<\/li>\n<li><em>Alea dos Deuses<\/em>: \u00e9 a alameda que faz a liga\u00e7\u00e3o entre a <em>Loggia dos Pis\u00f5es<\/em> e o <em>Pal\u00e1cio da Regaleira<\/em>. Os destaques s\u00e3o as nove est\u00e1tuas de deuses greco-romanos: <em>Fortuna<\/em>, <em>Orfeu<\/em>, <em>V\u00e9nus<\/em>, <em>Flora<\/em>, <em>Ceres<\/em>, <em>P\u00e3<\/em>, <em>Dion\u00edsio<\/em>, <em>Vulcano<\/em> e <em>Hermes<\/em>;<\/li>\n<li><em>Capela<\/em>: a capela foi constru\u00edda em estilo Neo-Manuelino e destaca-se pelas cenas da <em>Anuncia\u00e7\u00e3o<\/em>, da <em>Coroa\u00e7\u00e3o de Maria<\/em>, das <em>Cruzes da Ordem de Cristo<\/em>, a herdeira portuguesa da Ordem Templ\u00e1ria e um t\u00fanel que faz a liga\u00e7\u00e3o ao pal\u00e1cio atrav\u00e9s da cripta;<\/li>\n<li><em>Po\u00e7o Inici\u00e1tico<\/em>: \u00e9 uma torre invertida com aproximadamente 27 metros escavada no interior da terra. O po\u00e7o inici\u00e1tico apresenta uma escadaria em espiral que reproduz o Inferno de Dante e a rela\u00e7\u00e3o entre a Terra e o C\u00e9u.<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"attachment_3133\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-palacio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3133\" class=\"size-full wp-image-5109\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-palacio.jpg\" alt=\"Pal\u00e1cio e Quinta da Regaleira \u00e9 um projeto de Luigi Manini inspirado no Pal\u00e1cio Nacional da Pena, no Hotel Palace do Bu\u00e7aco e na Epopeia Portuguesa dos Descobrimentos. \" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-palacio.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-palacio-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-palacio-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3133\" class=\"wp-caption-text\">Pal\u00e1cio e Quinta da Regaleira \u00e9 um projeto de Luigi Manini inspirado no Pal\u00e1cio Nacional da Pena, no Hotel Palace do Bu\u00e7aco e na Epopeia Portuguesa dos Descobrimentos.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_3127\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3127\" class=\"size-full wp-image-5108\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira.jpg\" alt=\"A Quinta da Regaleira, al\u00e9m do Pal\u00e1cio e do Po\u00e7o Inici\u00e1tico, \u00e9 muito admirada pelos espa\u00e7os verdes envolventes que criam um ambiente mistico a toda a envolvente\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3127\" class=\"wp-caption-text\">A Quinta da Regaleira, al\u00e9m do Pal\u00e1cio e do Po\u00e7o Inici\u00e1tico, \u00e9 muito admirada pelos espa\u00e7os verdes envolventes que criam um ambiente mistico a toda a envolvente<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_3139\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-pormenor.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3139\" class=\"size-full wp-image-5110\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-pormenor.jpg\" alt=\"O Po\u00e7o Inici\u00e1tico da Quinta da Regaleira \u00e9 uma das grandes atra\u00e7\u00f5es, \u00e9 composto por uma uma escadaria em espiral que significa a reprodu\u00e7\u00e3o do Inferno de Dante e a rela\u00e7\u00e3o entre a Terra e o C\u00e9u\" width=\"1280\" height=\"851\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-pormenor.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-pormenor-980x652.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/quinta-da-regaleira-pormenor-480x319.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3139\" class=\"wp-caption-text\">O Po\u00e7o Inici\u00e1tico da Quinta da Regaleira \u00e9 uma das grandes atra\u00e7\u00f5es, \u00e9 composto por uma uma escadaria em espiral que significa a reprodu\u00e7\u00e3o do Inferno de Dante e a rela\u00e7\u00e3o entre a Terra e o C\u00e9u<\/p><\/div>\n<p><strong>7. Convento dos Capuchos<\/strong>: ![(38.784412, -9.438148)] o <em>Convento dos Capuchos<\/em> localizado na Serra de Sintra era um convento muito pequeno e foi constru\u00eddo com o objetivo de se confundir com a paisagem envolvente e permitir uma maior proximidade dos oito monges que o habitavam com a natureza da Serra de Sintra. Recebeu a desgna\u00e7\u00e3o de <em>Convento da Corti\u00e7a<\/em> porque a corti\u00e7a era um dos poucos materiais que ornamentava o edif\u00edcio. O Convento dos Capuchos foi inaugurado em 1560 por desejo de Dom \u00c1lvaro de Castro, conselheiro de Estado do Rei Dom Sebasti\u00e3o. O convento recebeu a designa\u00e7\u00e3o de Convento de <em>Santa Cruz da Serra de Sintra<\/em> e foi entregue a frades da Ordem de S\u00e3o Francisco. O Convento dos Capuchos foi abandonado em 1834, ano que decretou o fim das ordens mon\u00e1stico-religiosas em Portugal. Os destaques do <em>Convento dos Capuchos<\/em> s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Terreiro das Cruzes<\/em><\/li>\n<li><em>P\u00f3rtico das Fragas<\/em><\/li>\n<li><em>Terreiro do Sino<\/em><\/li>\n<li><em>Terreiro da Fonte<\/em><\/li>\n<li><em>Capela da Paix\u00e3o de Cristo<\/em><\/li>\n<li><em>Porta da Morte<\/em><\/li>\n<li><em>Dormit\u00f3rio<\/em><\/li>\n<li><em>Casa das \u00c1guas<\/em><\/li>\n<li><em>Cozinha<\/em><\/li>\n<li><em>Refeit\u00f3rio<\/em><\/li>\n<li><em>Biblioteca<\/em><\/li>\n<li><em>Cela da Penit\u00eancia<\/em><\/li>\n<li><em>Quarto Superior<\/em><\/li>\n<li><em>Sala do Cap\u00edtulo<\/em><\/li>\n<li><em>Claustro<\/em><\/li>\n<li><em>Ermida do Senhor no Horto<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>8. Pal\u00e1cio Nacional e Jardins de Queluz<\/strong>: ![(38.750773, -9.259061)] O Pal\u00e1cio Nacional de Queluz \u00e9 uma das \u00faltimas constru\u00e7\u00f5es da Europa em Estilo Rococ\u00f3, localizado em Queluz. O Pal\u00e1cio Nacional de Queluz desempenhou v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es ao longo da hist\u00f3ria, nomeadamente casa de campo dos Marqueses de Castelo Rodrigo, quinta de recreio durante o per\u00edodo de ocupa\u00e7\u00e3o espanhola, casa de lazer e f\u00e9rias da Fam\u00edlia Real Portuguesa, Resid\u00eancia Oficial da Fam\u00edlia Real entre 1794 e 1807 ap\u00f3s ao inc\u00eandio do Pal\u00e1cio Nacional da Ajuda at\u00e9 \u00e0s Invas\u00f5es Francesas, propriedade do Estado em 1908, classificado como Monumento Nacional em 1910. A Fam\u00edlia Real, a Corte e a Nobreza usavam o Pal\u00e1cio Real de Queluz como local de f\u00e9rias e entretenimento, a que se chamou Real Quinta de Recreio, especialmente para a realiza\u00e7\u00e3o de festas, de bailes, serenatas, espet\u00e1culos de fogo preso, jogos de \u00e1gua, passeios de barco no Canal dos Azulejos, concursos equestres e touradas. O Pal\u00e1cio Nacional de Queluz teve duas fases de constru\u00e7\u00e3o, nomeadamente a entre 1747 e 1784 com a participa\u00e7\u00e3o do arquiteto Mateus Vicente de Oliveira e do ourives e arquiteto franc\u00eas Jean-Baptiste Robillon e a segunda fase de constru\u00e7\u00e3o entre 1784 e 1792 sob orienta\u00e7\u00e3o do arquiteto e sargento-mor Manuel Caetano de Sousa. A primeira fase de constru\u00e7\u00e3o incluiu a constru\u00e7\u00e3o da Sala do Trono, o Pavilh\u00e3o de Aposentos Privados, o Lago das Medalhas, a Escadaria dos Le\u00f5es ou o Canal dos Azulejos.<\/p>\n<div id=\"attachment_3031\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-azul.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3031\" class=\"size-full wp-image-5092\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-azul.jpg\" alt=\"O Pal\u00e1cio Nacional de Queluz \u00e9 uma das \u00faltimas constru\u00e7\u00f5es da Europa em Estilo Rococ\u00f3, teve v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es ao longo da hist\u00f3ria, nomeadamente casa de campo dos Marqueses de Castelo Rodrigo, quinta de recreio durante o per\u00edodo de ocupa\u00e7\u00e3o espanhola, casa de lazer e f\u00e9rias da Fam\u00edlia Real Portuguesa, Resid\u00eancia Oficial da Fam\u00edlia Real entre 1794 e 1807 ap\u00f3s ao inc\u00eandio do Pal\u00e1cio Nacional da Ajuda at\u00e9 \u00e0s Invas\u00f5es Francesas, propriedade do Estado em 1908, classificado como Monumento Nacional em 1910\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-azul.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-azul-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-azul-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3031\" class=\"wp-caption-text\">O Pal\u00e1cio Nacional de Queluz \u00e9 uma das \u00faltimas constru\u00e7\u00f5es da Europa em Estilo Rococ\u00f3, teve v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es ao longo da hist\u00f3ria, nomeadamente casa de campo dos Marqueses de Castelo Rodrigo, quinta de recreio durante o per\u00edodo de ocupa\u00e7\u00e3o espanhola, casa de lazer e f\u00e9rias da Fam\u00edlia Real Portuguesa, Resid\u00eancia Oficial da Fam\u00edlia Real entre 1794 e 1807 ap\u00f3s ao inc\u00eandio do Pal\u00e1cio Nacional da Ajuda at\u00e9 \u00e0s Invas\u00f5es Francesas, propriedade do Estado em 1908, classificado como Monumento Nacional em 1910<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_3037\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-pousada.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3037\" class=\"size-full wp-image-5093\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-pousada.jpg\" alt=\"Pousada de Queluz, explorada pelo grupo Pestana, \u00e9 um hotel hist\u00f3rico instalado no edif\u00edcio da Torre do Rel\u00f3gio do Pal\u00e1cio de Queluz. Autoria do arquiteto e sargento-mor Manuel Caetano de Sousa, a torre do rel\u00f3gio tem uma arquitetura de influ\u00eancia do barroco e rococ\u00f3 dos s\u00e9culos XVIII e XIX.\" width=\"1280\" height=\"653\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-pousada.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-pousada-980x500.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-pousada-480x245.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3037\" class=\"wp-caption-text\">Pousada de Queluz, explorada pelo grupo Pestana, \u00e9 um hotel hist\u00f3rico instalado no edif\u00edcio da Torre do Rel\u00f3gio do Pal\u00e1cio de Queluz. Autoria do arquiteto e sargento-mor Manuel Caetano de Sousa, a torre do rel\u00f3gio tem uma arquitetura de influ\u00eancia do barroco e rococ\u00f3 dos s\u00e9culos XVIII e XIX.<\/p><\/div>\n<p>A segunda fase de constru\u00e7\u00e3o incluiu a edifica\u00e7\u00e3o da Fachada de Cerim\u00f3nias e o Pavilh\u00e3o Dona Maria. Os destaques do <em>Pal\u00e1cio Nacional e Jardins de Queluz<\/em> s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Sala do Trono<\/strong>: a Sala do Trono come\u00e7ou a ser constru\u00edda em 1768 e foi terminada em 1774 em Estilo Rococ\u00f3. O projeto da Sala do Trono \u00e9 da autoria de Jean-Baptiste Robillion. Esta sala tinha por fun\u00e7\u00e3o principal a realiza\u00e7\u00e3o das festas organizadas por Dona Maria I e por Dom pedro III e algumas cerim\u00f3nias oficiais. Os principais destaques s\u00e3o as paredes esculpidas em talha dourada da autoria do entalhador Silvestre Faria Lobo, os jogos da luz que vem do exterior e que reflete nos espelhos da sala, as pinturas da autoria de Jo\u00e3o de Freitas Leit\u00e3o a representar a F\u00e9, o Sol, a Esperan\u00e7a, a Guerra, a Justi\u00e7a e a Caridade;\n<p><div id=\"attachment_3049\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-espelhos.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3049\" class=\"size-full wp-image-5095\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-espelhos.jpg\" alt=\"Sal\u00e3o dos Espelhos do Pal\u00e1cio Nacional de Queluz\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-espelhos.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-espelhos-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-espelhos-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3049\" class=\"wp-caption-text\">Sal\u00e3o dos Espelhos do Pal\u00e1cio Nacional de Queluz<\/p><\/div><\/li>\n<li><strong>Sala da M\u00fasica<\/strong>: a Sala da M\u00fasica foi constru\u00edda em 1759 e desempenhou v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es, especialmente sala de festas, sala de audi\u00eancias e beija-m\u00e3o, casa da \u00f3pera e concertos de m\u00fasica de c\u00e2mara. As atra\u00e7\u00f5es da Sala da M\u00fasica s\u00e3o as colunas pintadas com o objetivo de imitar o m\u00e1rmore e a decora\u00e7\u00e3o do teto em talha dourada da autoria de Silvestre Faria Lobo<\/li>\n<li>\n<p><div id=\"attachment_3055\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-salao-de-baile.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3055\" class=\"size-full wp-image-5096\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-salao-de-baile.jpg\" alt=\"Sal\u00e3o de baile do Pal\u00e1cio Nacional de Queluz com colunas pintadas com o objetivo de imitar o m\u00e1rmore e a decora\u00e7\u00e3o do teto em talha dourada da autoria de Silvestre Faria Lobo\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-salao-de-baile.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-salao-de-baile-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-salao-de-baile-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3055\" class=\"wp-caption-text\">Sal\u00e3o de baile do Pal\u00e1cio Nacional de Queluz com colunas pintadas com o objetivo de imitar o m\u00e1rmore e a decora\u00e7\u00e3o do teto em talha dourada da autoria de Silvestre Faria Lobo<\/p><\/div><\/li>\n<li><strong>Sala dos Embaixadores<\/strong>: a Sala dos Embaixadores integrou o projeto inicial de Jean-Baptiste Robillion. Os principais pontos de interesse s\u00e3o as pinturas da autoria de Bruno Jos\u00e9 do Vale e Francisco de Melo, a pintura do painel central da autoria do italiano Giovanni Berardi a representar Dom Jo\u00e3o V, a Rainha Dona Vit\u00f3ria e os filhos, os dois doss\u00e9is usados para tronos\n<p><div id=\"attachment_3043\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-embaixadores.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3043\" class=\"size-full wp-image-5094\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-embaixadores.jpg\" alt=\"Sala dos Embaixadores do Pal\u00e1cio Nacional de Queluz, com pinturas da autoria de Bruno Jos\u00e9 do Vale e Francisco de Melo, a pintura do painel central da autoria do italiano Giovanni Berardi a representar Dom Jo\u00e3o V, a Rainha Dona Vit\u00f3ria e os seus filhos\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-embaixadores.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-embaixadores-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-nacional-de-queluz-sala-dos-embaixadores-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3043\" class=\"wp-caption-text\">Sala dos Embaixadores do Pal\u00e1cio Nacional de Queluz, com pinturas da autoria de Bruno Jos\u00e9 do Vale e Francisco de Melo, a pintura do painel central da autoria do italiano Giovanni Berardi a representar Dom Jo\u00e3o V, a Rainha Dona Vit\u00f3ria e os seus filhos<\/p><\/div><\/li>\n<li><strong>Capela<\/strong>: o projeto foi da autoria de Mateus Vicente de Oliveira. A Capela do Pal\u00e1cio Real de Queluz foi o local da realiza\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias cerim\u00f3nias, especialmente a Missa das Pedras quando os materiais chegaram para o in\u00edcio das obras, a cerim\u00f3nia de lava-p\u00e9s que geralmente realizava-se no Pal\u00e1cio Nacional da Ajuda, Prociss\u00e3o da Senhora do Cabo e os oito batizados dos filhos de Dom Jo\u00e3o VI e de Dona Carlota Joaquina. Os destaques s\u00e3o a c\u00fapula da capela-mor, a obra de talha dourada da autoria de Silvestre Faria Lobo, o ret\u00e1bulo que com uma pintura da autoria de Andr\u00e9 Gon\u00e7alves a representar a padroeira de Queluz Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o, a pintura do teto da autoria de Alexandrino de Carvalho com alus\u00f5es \u00e0 Virgem;<\/li>\n<li><strong>Biblioteca de Arte Equestre Dom Diogo de Bragan\u00e7a<\/strong>: \u00e9 a \u00fanica biblioteca em Portugal exclusivamente dedicada \u00e0 Arte Equestre aberta ao p\u00fablico. A biblioteca disponibiliza aproximadamente 2000 publica\u00e7\u00f5es, 294 livros e folhetos dos s\u00e9culos XIX e XX, 800 t\u00edtulos europeus dos s\u00e9culos XVI, XVII, XVIII e XIX, 322 ilustrados da segunda metade do s\u00e9culo XX, 165 gravuras e estampas originais.<\/li>\n<li><strong>Pavilh\u00e3o Robillion<\/strong>: o Pavilh\u00e3o Robillion foi constru\u00eddo com o objetivo de integrar os aposentos privados da Fam\u00edlia Real. O projeto foi da autoria de Jean-Baptiste Robillion e foi usado por Dom Pedro III, Dom Jo\u00e3o VI, Dona Carlota Joaquina, Dom Miguel e Dom Pedro IV.<\/li>\n<li><strong>Corredor das mangas<\/strong>: era o local onde se guardavam as mangas de vidro que protegiam as velas. O Corredor das Mangas \u00e9 tamb\u00e9m conhecido por Corredor dos Azulejos devido aos pain\u00e9is de azulejos de duas \u00e9pocas distintas: os primeiros azulejos de 1764 pintados por Manuel da Costa Rosado a representar cenas de ca\u00e7a, e os segundos azulejos do ano de 1784 da autoria de Francisco Jorge da Costa a representar os v\u00e1rios continentes, as esta\u00e7\u00f5es do ano e a mitologia cl\u00e1ssica, os vasos de faian\u00e7a da <em>Real F\u00e1brica do Rato<\/em> e da <em>F\u00e1brica Vi\u00fava Lamego<\/em>, e alguns carrinhos que foram criados com o objetivo de permitir a desloca\u00e7\u00e3o nos jardins;<\/li>\n<li><strong>Sala Dom Quixote<\/strong>: nesta sala de efeito circular destacam-se as oito pinturas com ornamentos de talha dourada e pasta de papel com cenas da vida de <em>Dom Quixote La Mancha de Cervantes<\/em>, a pintura da tela central do teto com uma alegoria dedicada \u00e0 m\u00fasica. Foi neste local que aconteu a morte de Dom Pedro IV<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Jardins de Queluz<\/strong>: os grandes destaques dos <em>Jardins de Queluz<\/em> s\u00e3o as est\u00e1tuas, os lagos, as fontes, as grandes dimens\u00f5es, os vasos, os bustos.<\/p>\n<div id=\"attachment_3007\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-jardins.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3007\" class=\"size-full wp-image-5088\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-jardins.jpg\" alt=\"Os jardins do Pal\u00e1cio de Queluz s\u00e3o compostos por v\u00e1rias atra\u00e7\u00f5es que variam desde lagos, a est\u00e1tuas, jardim bot\u00e2nico, canal dos azulejos, onde comportas permitem a passagem do rio Jamor \" width=\"1280\" height=\"851\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-jardins.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-jardins-980x652.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-jardins-480x319.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3007\" class=\"wp-caption-text\">Os jardins do Pal\u00e1cio de Queluz s\u00e3o compostos por v\u00e1rias atra\u00e7\u00f5es que variam desde lagos, a est\u00e1tuas, jardim bot\u00e2nico, canal dos azulejos, onde comportas permitem a passagem do rio Jamor<\/p><\/div>\n<p>Os principais pontos de interesse dos Jardins de Queluz s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Canal dos Azulejos<\/em>: era o local onde se organizavam passeios de barco. No Canal dos Azulejos destacam-se as pinturas dos pain\u00e9is de azulejos do Lago Grande da autoria de Jo\u00e3o Antunes e Manuel da Costa Rosado. O Lago Grande tinha dois objetivos, era um dos elementos decorativos dos Jardins de Queluz e foi a forma encontrada para levar \u00e1gua desde a Ribeira do Jamor at\u00e9 aos Jardins de Queluz numa extens\u00e3o aproximada de 115 metros. O Lago Grande integra duas esculturas em chumbo que representam Baco, Ariadne, V\u00e9nus e Ad\u00f3nis da autoria do escultor de chumbo ingl\u00eas John Cheere. O Canal dos Azulejos era designado de Lago Grande devido \u00e0 dimens\u00e3o. O Canal dos Azulejos foi restaurado durante o Reinado de Carlos por Pereira C\u00e3o e Carlos Alberto Nunes;<\/li>\n<li><em>Jardim Bot\u00e2nico de Queluz<\/em>: o Jardim Bot\u00e2nico de Queluz foi constru\u00eddo entre 1769 e 1776 e era constitu\u00eddo por 24 canteiros de v\u00e1rios frutos e plantas, especialmente a produ\u00e7\u00e3o de anan\u00e1s, um fruto raro e ex\u00f3tico no s\u00e9culo XVIII. O Jardim Bot\u00e2nico de Queluz tamb\u00e9m era conhecido por Jardim das Estufas;<\/li>\n<li><em>Lago de Nereide<\/em>: o grande destaque \u00e9 o conjunto de escult\u00f3rico da autoria do ingl\u00eas John Cheere;<\/li>\n<li><em>Lago de Neptuno<\/em>: o Lago de Neptuno foi desenhado por Jean-Baptiste Robillion em 1771 e apresenta por principais atra\u00e7\u00f5es as esculturas de chumbo da autoria de John Cheere que representam Neptuno, Aquiles, a Primavera, o Ver\u00e3o, o Outono, Meleager, Atlanta, Vertumnus, Pomona, Marte e Minerva;\n<p><div id=\"attachment_3001\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-fonte-do-neptuno.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3001\" class=\"size-full wp-image-5087\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-fonte-do-neptuno.jpg\" alt=\"Lago de Neptuno \u00e9 um dos muitos lagos com est\u00e1tuas que podemos admirar no jardim do pal\u00e1cio de Queluz\" width=\"1280\" height=\"851\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-fonte-do-neptuno.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-fonte-do-neptuno-980x652.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palacio-de-queluz-fonte-do-neptuno-480x319.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3001\" class=\"wp-caption-text\">Lago de Neptuno \u00e9 um dos muitos lagos com est\u00e1tuas que podemos admirar no jardim do pal\u00e1cio de Queluz<\/p><\/div><\/li>\n<li><em>Jardim P\u00eansil<\/em>: o Jardim P\u00eansil deve o nome por se encontrar sobre um terreno desnivelado e um reservat\u00f3rio de \u00e1gua. Destaca-se pelo labirinto enorme que constitui o ex-libris do pal\u00e1cio;<\/li>\n<li><em>Jardim de Malta<\/em>: o Jardim de Malta foi constru\u00eddo a partir de 1754. O Jardim de Malta recebeu este nome porque Dom Pedro III desempenhou a fun\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3o Mestre da Ordem de Malta. As principais atra\u00e7\u00f5es s\u00e3o os quatro lagos e as esculturas que representam a M\u00fasica, a Pintura, a Escultura e a Arquitetura.\n<p><div id=\"attachment_3073\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palcacio-de-queluz-corps-de-logis.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3073\" class=\"size-full wp-image-5099\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palcacio-de-queluz-corps-de-logis.jpg\" alt=\"O Pal\u00e1cio de Queluz. A &quot;Fachada Cerimonial&quot; do corps de logis da autoria de Mateus Vicente de Oliveira.\" width=\"1280\" height=\"805\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/palcacio-de-queluz-corps-de-logis.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/palcacio-de-queluz-corps-de-logis-980x616.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/palcacio-de-queluz-corps-de-logis-480x302.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3073\" class=\"wp-caption-text\">O Pal\u00e1cio de Queluz. A &#8220;Fachada Cerimonial&#8221; do corps de logis da autoria de Mateus Vicente de Oliveira.<\/p><\/div><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>9. Pal\u00e1cio de Seteais<\/strong>: ![(38.796188, -9.398261)] O <em>Pal\u00e1cio de Seteais<\/em> \u00e9 um hotel de luxo alojado num pal\u00e1cio do s\u00e9culo XVIII e XIX, localizado na estrada de Monserrate \u00e0 sa\u00edda do centro hist\u00f3rico de Sintra. Pr\u00f3ximo do Pal\u00e1cio de Seteais \u00e9 poss\u00edvel visitar locais como a <em>Quinta e Pal\u00e1cio da Regaleira<\/em> ou a <em>Quinta do Rel\u00f3gio<\/em>. O nome Seteais est\u00e1 relacionado com a <em>Lenda dos Seteais<\/em>, que segundo a lenda: &#8220;que ap\u00f3s a conquista de Sintra em 1147, o cavaleiro crist\u00e3o Dom Mendo de Paiva encontrou uma porta secreta a servir de fuga para alguns mu\u00e7ulmanos. Entre os fugitivos, encontrava-se uma moura muito bonita acompanhada pela aia, tendo ambas sido feitas prisioneiras. Assim que viu o Dom Mendo de Paiva, a jovem moura soltou o primeiro suspiro. O segundo suspiro surgiu quando percebeu que ia ser feita prisioneira, o que fez com que a aia contasse a maldi\u00e7\u00e3o dos sete suspiros que uma feiticeira lhe tinha lan\u00e7ado. A maldi\u00e7\u00e3o dizia que ao atingir o s\u00e9timo suspiro num dia a jovem moura morreria. O cavaleiro n\u00e3o acreditou e continuou a caminhada. A revela\u00e7\u00e3o do segredo deu origem a outro suspiro e o facto de Dom Mendo n\u00e3o ter acreditado foi motivo para que suspirasse mais uma vez. Ap\u00f3s saber desta maldi\u00e7\u00e3o Dom Mendo prometeu que as levaria para um local sossegado. Quando encontrou o local, Dom Mendo afastou-se por breves momentos, mas foi o suficiente para que um grupo de mu\u00e7ulmanos atacasse as mouras e cortasse a cabe\u00e7a da aia. Foi o sexto suspiro. O s\u00e9timo e \u00faltimo suspiro surgiu quando viu a adaga de um dos mu\u00e7ulmanos. Quando Dom Mendo de Paiva regressou ao local j\u00e1 era tarde, pois ambas estavam mortas. Desolado com a situa\u00e7\u00e3o resolveu chamar Seteais ao s\u00edtio onde as duas mu\u00e7ulmanas foram mortas.&#8221;<br \/>\nO <em>Pal\u00e1cio de Seteais<\/em> foi construido a mando do c\u00f4nsul holand\u00eas Daniel Gildemeester (1714-1793) numa propriedade cedida pelo Marqu\u00eas de Pombal (1699-1782). Ap\u00f3s a morte do c\u00f4nsul holand\u00eas o pal\u00e1cio foi vendido ao Marqu\u00eas de Marialva que alargou o pal\u00e1cio com um projeto em forma de &#8220;U&#8221; da autoria do arquiteto Jos\u00e9 da Costa e Silva (1747-1819). O Pal\u00e1cio de Seteais foi comprado pela cadeia Tivoli em 1954, sendo restaurado oficialmente designado por <em>Tivoli Pal\u00e1cio de Seteais Sintra Hotel<\/em> em 2009 pela Funda\u00e7\u00e3o Ricardo Esp\u00edrito Santo. Os principais destaques do <em>Pal\u00e1cio de Seteais<\/em> s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Arco da entrada<\/em>: foi inaugurado em 1802 e constru\u00eddo para receber a visita do <em>Rei Dom Jo\u00e3o VI<\/em> e da mulher <em>Dona Carlota Joaquina<\/em>. O arco triunfal foi constru\u00eddo em Estilo Neocl\u00e1ssico<\/li>\n<li><em>Jardins de Seteais<\/em>: Os Jardins de Seteais s\u00e3o compostos por arbustos em forma labirintica, de onde \u00e9 poss\u00edvel observar a vista do vale.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>10. Chalet da Condessa d\u2019 Edla<\/strong>: ![(38.785235, -9.399112)]: O <em>Chalet da Condessa d\u2019Edla<\/em> \u00e9 uma pequena casa de campo propriedade da Condessa d\u2019Edla, localizado na zona ocidental do Parque da Pena. O Chalet da Condessa d\u2019 Edla foi constru\u00eddo entre 1869 e 1875 por ordem de Dom Fernando II de acordo com o modelo usado nos chalets dos Alpes. O <em>Chalet da Condessa d\u2019 Edla<\/em> era um espa\u00e7o privado, construido com o objetivo de recriar a paisagem da \u00c1ustria e da Su\u00ed\u00e7a, origens de Dom Fernando e da Condessa d\u2019Edla. O projeto do Chalet da Condessa d\u2019 Edla foi da autoria da Condessa d\u2019Edla, foi abandonado at\u00e9 2006, ano em que come\u00e7ou a ser restaurado, e reaberto ao p\u00fablico em 2011. Os principais destaques do <em>Chalet da Condessa d\u2019 Edla<\/em> s\u00e3o a <strong>decora\u00e7\u00e3o em corti\u00e7a<\/strong>, o <strong>quarto da Condessa d\u2019Edla<\/strong>, os <strong>rochedos no jardim<\/strong>, as plantas importadas dos v\u00e1rios locais do mundo, como os Himalaias, os Estados Unidos da Am\u00e9rica, Norte da Europa e a <strong>vista sobre o Pal\u00e1cio da Pena e o Castelo dos Mouros<\/strong><\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Outros_locais_a_explorar_em_Sintra\"><\/span>Outros locais a explorar em Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p><strong>Parque da Pena<\/strong>: ![(38.789333, -9.392152)] o <em>Parque da Pena<\/em> encontra-se integrado em 200 hectares da Serra de Sintra que incluem o Pal\u00e1cio Nacional da Pena. Os principais destaques do <em>Parque da Pena<\/em> s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><em>\u00c1rvore da Vida<\/em>: \u00e9 a \u00e1rvore que se encontra \u00e0 entrada do Parque da Pena e que reproduz a \u00c1rvore do \u00c9den, da entrada do Para\u00edso<\/li>\n<li><em>Fonte dos Passarinhos<\/em> \u00e9 uma fonte em estilo \u00e1rabe e oriental decorada com azulejos fabricados na F\u00e1brica Roseira em Lisboa com uma inscri\u00e7\u00e3o em \u00e1rabe com o texto &#8220;O Sult\u00e3o Dom Manuel construiu esta capela bendita em nome de Nossa Senhora da Pena no ano de 1503 em comemora\u00e7\u00e3o do regresso a salvo de Dom Vasco da Gama do descobrimento das terras e pa\u00edses que encontrou, isto \u00e9 o Cabo da Boa Esperan\u00e7a, a \u00cdndia e outros&#8221;. No interior da fonte existiam tr\u00eas estatuetas de passarinhos que entretanto desapareceram;<\/li>\n<li><em>Feteira da Rainha<\/em>: \u00e9 uma \u00e1rea composta por v\u00e1rias dezenas de fetos arb\u00f3reos, percursos pedestres, nascentes de \u00e1gua e um forno c\u00f3smico muito usado na alquimia;<\/li>\n<li><em>Estufas<\/em>: com o objetivo de abrigar os ne\u00f3fitos ou novas plantas que se destinam a cultivar o Parque da Pena;<\/li>\n<li><em>Templo das Colunas<\/em>: um templo circular sustentado por doze colunas que representam as doze casas do Zod\u00edaco, encontra-se protegido por um carvalho, a \u00e1rvore dos Druidas. A porta do templo \u00e9 guardada por um gnomo esculpido na pedra que representa os quatro elementos:<\/li>\n<li><em>Capela de Santo Amaro<\/em>: de acordo com a lenda, <strong>Santo Amaro<\/strong> lia tanto que andava por cima da \u00e1gua sem se aperceber. A Capela de Santo Amaro \u00e9 a \u00faltima paragem antes do Castelo dos Mouros<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Museu de Hist\u00f3ria Natural de Sintra<\/strong>: ![(38.798113, -9.389993)] O Museu de Hist\u00f3ria Natural de Sintra \u00e9 um espa\u00e7o museol\u00f3gico que preserva e divulga a hist\u00f3ria natural de Sintra, localizado no Centro Hist\u00f3rico de Sintra. Os principais pontos de interesse s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Mais de dez mil f\u00f3sseis;<\/li>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o de Trilobites;<\/li>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o de meteoritos, nomeadamente o Meteorito de Nantan da China.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>News Museum<\/strong>: ![(38.796438, -9.389937)] O News Museum \u00e9 um museu dedicado \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o das not\u00edcias mais importantes da hist\u00f3ria da Humanidade, localizado no Centro Hist\u00f3rico de Sintra. O museu encontra-se alojado no edif\u00edcio do antigo Museu do Brinquedo e explica a hist\u00f3ria da comunica\u00e7\u00e3o social e homenageia os jornalistas mais importantes da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Quinta do Rel\u00f3gio<\/strong>: ![(38.796292, -9.395318)] a Quinta do Rel\u00f3gio \u00e9 uma quinta do s\u00e9culo XVIII, localizada na Serra de Sintra. A quinta teve v\u00e1rios propriet\u00e1rios ao longo da hist\u00f3ria, nomeadamente Dom Fernando Maria de Sousa Coutinho Castelo Branco e Meneses, o 15\u00ba Conde de Redondo, o multimilion\u00e1rio Metznar, o banqueiro Thomas Horn, o esclavagista Manuel Pinto da Fonseca e o sueco Christopher Berglund. A Quinta do Rel\u00f3gio ficou conhecida quando foi comprada pelo traficante de escravos Manuel Pinto da Fonseca, conhecido por Conde de Monte Cristo, que fez fortuna com o com\u00e9rcio de escravos. Manuel Pinto da Fonseca entregou o projeto da quinta ao arquiteto Ant\u00f3nio Manuel da Fonseca J\u00fanior. A Quinta do Rel\u00f3gio foi classificada como Patrim\u00f3nio da Humanidade da UNESCO em 1997. A tradi\u00e7\u00e3o popular dos habitantes de Sintra diz que est\u00e1 assombrada devido ao sangue dos escravos que foi derramado ao longo da carreira de Manuel Pinto da Fonseca<\/p>\n<p><strong>Parque da Liberdade<\/strong>: O <em>Parque da Liberdade<\/em> \u00e9 um jardim da vila de Sintra, localizado na &#8220;Volta do Duche&#8221; \u00e0 entrada do Centro Hist\u00f3rico de Sintra. O Parque da Liberdade foi inaugurado em Julho de 1937, tendo os seguintes pontos de interesse<\/p>\n<ul>\n<li>Mais de 60 esp\u00e9cies diferentes de plantas e \u00e1rvores<\/li>\n<li><em>Teatro Virtual<\/em> onde \u00e9 poss\u00edvel visitar a reprodu\u00e7\u00e3o virtual das rela\u00e7\u00f5es comerciais entre Portugal e o Jap\u00e3o durante o s\u00e9culo XVI<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Centro Interactivo Mitos e Lendas de Sintra<\/strong>: ![(38.690424, -9.335667)] O <em>Centro Interactivo Mitos e Lendas de Sintra<\/em> \u00e9 o espa\u00e7o tur\u00edstico mais recente localizado na vila de Sintra. O centro apresenta filmes tridimensionais sobre mitos e lendas de Sintra, organizado em quatro n\u00facleos:<\/p>\n<ul>\n<li><em>N\u00facleo 1<\/em>: a visita tem in\u00edcio no piso mais alto, o equivalente virtual ao topo da Serra de Sintra e \u00e9 informado sobre a <em>Cria\u00e7\u00e3o das Penhas<\/em>, a <em>Lenda dos Cinco Altos de Nomes Iguais<\/em> e <em>Apelidos Diferentes de Sintra<\/em>;<\/li>\n<li><em>N\u00facleo 2<\/em>: neste piso \u00e9 contada a <em>Hist\u00f3ria de Sintra<\/em>;<\/li>\n<li><em>N\u00facleo 3<\/em>: aqui s\u00e3o explicadas a <em>Lenda dos T\u00famulos dos Dois Irm\u00e3os<\/em>, a <em>Lenda dos Sete Ais<\/em> e a <em>Lenda da Apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora<\/em><\/li>\n<li><em>N\u00facleo 4<\/em>: neste piso encontra-se a simula\u00e7\u00e3o do <em>Po\u00e7o Inici\u00e1tico da Quinta da Regaleira<\/em> e outras <em>experi\u00eancias tridimensionais \u00fanicas sobre a Serra de Sintra<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Povoado do Paleol\u00edtico \/ Calcol\u00edtico<\/strong>: este n\u00facleo \u00e9 um nicho arqueol\u00f3gico com vest\u00edgios do Paleol\u00edtico, Calcol\u00edtico e Neol\u00edtico Final, localizado na Rua das Padarias, na vila velha de Sintra, com destaques para os mais de 400 artefactos existente no local.<\/p>\n<p>Pa\u00e7os do Concelho<\/p>\n<div id=\"attachment_3383\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/camara-municipal-de-sintra.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3383\" class=\"size-full wp-image-5128\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/camara-municipal-de-sintra.jpg\" alt=\"O edif\u00edcio do Pa\u00e7os do Concelho de Sintra foi constru\u00eddo entre 1906 e 1909, de fachadas imponentes com janelas neo-Manuelinas. No al\u00e7ado principal destaca-se uma torre com uma cobertura piramidal revestida com azulejos, com representa\u00e7\u00e3o da Cruz de Cristo e o Escudo P\u00e1trio, e uma esfera armilar no topo. No interior existe claustro com varandins decorados em estilo neo-Manuelino e Renascentista\" width=\"1280\" height=\"1031\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/camara-municipal-de-sintra.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/camara-municipal-de-sintra-980x789.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/camara-municipal-de-sintra-480x387.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3383\" class=\"wp-caption-text\">O edif\u00edcio do Pa\u00e7os do Concelho de Sintra foi constru\u00eddo entre 1906 e 1909, de fachadas imponentes com janelas neo-Manuelinas. No al\u00e7ado principal destaca-se uma torre com uma cobertura piramidal revestida com azulejos, com representa\u00e7\u00e3o da Cruz de Cristo e o Escudo P\u00e1trio, e uma esfera armilar no topo.<br \/>No interior existe claustro com varandins decorados em estilo neo-Manuelino e Renascentista<\/p><\/div>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Pontos_de_interesse_que_encontramos_ao_percorrer_a_vila_de_Sintra\"><\/span>Pontos de interesse que encontramos ao percorrer a vila de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Explorar a vila de Sintra caminhando<\/p>\n<p><strong>Fonte da Sabuga<\/strong>: A Fonte da Sabuga \u00e9 uma das fontes mais importantes de Sintra devido \u00e0s capacidades curativas da \u00e1gua, localizada na estrada que faz a liga\u00e7\u00e3o entre Sintra e Colares. A fonte atual foi reconstru\u00edda depois do Terramoto de 1755, apresentando o painel de azulejos brancos e azuis como principal destaque.<\/p>\n<p><strong>Miradouro da Cruz Alta<\/strong>: O Miradouro da Cruz Alta \u00e9 o ponto mais alto da Serra de Sintra, localizado em pleno Parque da Pena a 529 metros de altitude. O principal destaque do miradouro \u00e9 a vista sobre o Pal\u00e1cio da Pena, do Castelo dos Mouros, da Vila de Sintra e do Oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p><strong>Pal\u00e1cio dos Ribafria<\/strong>: O Pal\u00e1cio dos Ribafria \u00e9 um pal\u00e1cio do s\u00e9culo XVI, localizado na V\u00e1rzea de Sintra. O pal\u00e1cio foi mandado construir em 1541 por Gaspar Gon\u00e7alves em estilo Manuelino. Os principais destaques s\u00e3o os:<\/p>\n<ul>\n<li>Jardins;<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio;<\/li>\n<li>Lago;<\/li>\n<li>Cisterna.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Biblioteca Municipal de Sintra<\/strong>: A Biblioteca Municipal de Sintra \u00e9 uma biblioteca p\u00fablica, localizada na Rua Gomes de Amorim em Sintra. A Biblioteca de Sintra encontra-se integrada na Casa Mantero, apresentando os seguintes servi\u00e7os:<\/p>\n<ul>\n<li>Leitura Presencial;<\/li>\n<li>N\u00facleo de Braille;<\/li>\n<li>N\u00facleo de Hist\u00f3ria Local e Regional;<\/li>\n<li>Acervo de Camilo Castelo Branco;<\/li>\n<li>Esp\u00f3lios de Vera Jane, Oliva Guerra, \u00c2ngelo Costa Cabral e Rodrigo Castro Pereira;<\/li>\n<li>Casa de Ch\u00e1.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Capela de S\u00e3o Mamede de Janas<\/strong>: A Capela de S\u00e3o Mamede de Janas \u00e9 uma capela do s\u00e9culo XVI, localizada em Janas. Janas \u00e9 uma pequena aldeia do concelho de Sintra, localizada a aproximadamente um kilometro da vila das Azenhas do Mar. A capela apresenta as seguintes atra\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>Capela de planta circular dedicada a S\u00e3o Mamede, o santo protetor do gado;<\/li>\n<li>Banco corrido a toda a volta da capela.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Cascata dos Pis\u00f5es<\/strong>: A Cascata dos Pis\u00f5es \u00e9 uma pequena cascata que se encontra na estrada que faz a liga\u00e7\u00e3o entre Sintra e a Quinta da Regaleira. H\u00e1 a destacar o som da \u00e1gua a cair que provoca um efeito calmante e o arvoredo que a rodeia, criando um ambiente m\u00edstico.<\/p>\n<p><strong>Centro Cultural Olga Cadaval<\/strong>: O Centro Cultural Olga Cadaval \u00e9 a principal sala de espet\u00e1culos e de atividades culturais de Sintra. O centro foi constru\u00eddo em 1945 para inaugurar o Cine-Teatro Carlos Manuel com um projeto da autoria de Manuel Joaquim Norte J\u00fanior. O edif\u00edcio foi abandonado ap\u00f3s o inc\u00eandio de 1985, at\u00e9 ter sido inaugurado com o nome atual em 2001 em homenagem a Olga Cadaval (1900-1996), Marquesa de Cadaval e mecenas das artes em Lisboa e Sintra. O Centro Cultural Olga Cadaval apresenta os seguintes destaques:<\/p>\n<ul>\n<li>Audit\u00f3rio Jorge Sampaio: \u00e9 o maior audit\u00f3rio do centro cultural, com capacidade para mil lugares;<\/li>\n<li>Audit\u00f3rio Ac\u00e1cio Barreiros: \u00e9 o audit\u00f3rio mais pequeno do centro cultural.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Centro Interativo Sintra, Mitos e Lendas<\/strong>: O Centro Interactivo Sintra, Mitos e Lendas \u00e9 o espa\u00e7o tur\u00edstico mais recente de Sintra, localizado na Pra\u00e7a da Rep\u00fablica. Este centro apresenta mitos e lendas sobre Sintra em formato multidemnsional. As atrac\u00e7\u00f5es do Centro Interativo de Sintra s\u00e3o as seguintes:<\/p>\n<ul>\n<li>Piso 1: Lendas dos \u201cT\u00famulos dos dois Irm\u00e3os\u201d e dos \u201cSete Ais\u201d;<\/li>\n<li>Piso -1: Entrada num t\u00fanel que simula o <em>Po\u00e7o Inici\u00e1tico da Quinta da Regaleira<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Chalet Biester<\/strong>: O Chalet Biester \u00e9 um edif\u00edcio neo G\u00f3tico de final do s\u00e9culo XIX, localizado na estrada da Pena em plena Serra de Sintra. O Chalet foi constru\u00eddo em 1890 com o objetivo ser a resid\u00eancia de Ernest Biester (1893-1964), empres\u00e1rio do Teatro Nacional Dona Maria II, com um projeto da autoria de Jos\u00e9 Lu\u00eds Monteiro, autor da Esta\u00e7\u00e3o de Comboios do Rossio e do Parque Eduardo S\u00e9timo em Lisboa, e do cen\u00f3grafo Luigi Manini, encenador do Teatro Nacional de S\u00e3o Carlos e autor da decora\u00e7\u00e3o do interior do Pal\u00e1cio da Quinta da Regaleira. O pal\u00e1cio \u00e9 atualmente resid\u00eancia privada, tendo ficado conhecido devido a ter sido neste chalet que Roman Polansky filmou \u201cA Nona Porta\u201d, que contou com a participa\u00e7\u00e3o do ator Johnny Depp, devido \u00e0 impon\u00eancia dos vitrais encomendados a Fran\u00e7a, e devido a de acordo com a tradi\u00e7\u00e3o popular, existirem sete pisos subterr\u00e2meos onde uma sociedade secreta se reunia e por ser local onde se encontram tr\u00eas c\u00f3pias de um livro escrito pelo Diabo.<\/p>\n<p><strong>Fonte Mourisca<\/strong>: A Fonte Mourisca \u00e9 uma fonte de 1922 constru\u00edda com o objetivo de susbtituir o Chafariz da C\u00e2mara Municipal de Sintra, localizada na Volta do Duche, \u00e0 entrada do Centro Hist\u00f3rico de Sintra. A fonte \u00e9 um projeto da autoria de Jos\u00e9 da Fonseca, apresentando os seguintes destaques:<\/p>\n<ul>\n<li>Azulejos de inspira\u00e7\u00e3o mud\u00e9jar;<\/li>\n<li>Fachada com tr\u00eas arcos em ferradura;<\/li>\n<li>Bancos corridos de pedra;<\/li>\n<li>Bica de bronze.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Fonte da Pipa<\/strong>: A Fonte da Pipa \u00e9 um chafariz do s\u00e9culo XVIII, localizada na Serra de Sintra. A Fonte da Pipa surge mencionada pela primeira vez no s\u00e9culo XIV, sendo o aspeto atual posterior ao Terramoto de 1755. Os destaques s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Pain\u00e9is de azulejos a representar Diana e Justi\u00e7a;<\/li>\n<li>Pain\u00e9is de azulejos a representar florestas de pinheiros.<br \/>\n!(:fonte-da-pipa)<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Fonte da Mata Alva<\/strong>: A Fonte da Mata Alva \u00e9 uma fonte do s\u00e9culo XVIII, localizada na Rua Barbosa du Bocage. A fonte foi refundada em 1875 por Francisco, Visconde de Monserrate, tendo sido constru\u00edda em semi-c\u00edrculo. Os principais pontos de interesse s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Quatro pain\u00e9is de 16 azulejos cada um pintados de azul e amarelo<\/li>\n<li>Pain\u00e9is de azulejos a representar um \u201ctapete de ma\u00e7arocas\u201d, uma t\u00e9cnica azulejar muito usada no s\u00e9culo XVIII<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Igreja de S\u00e3o Pedro de Penaferrim<\/strong>: A Igreja de S\u00e3o Pedro de Penaferrim \u00e9 a igreja matriz de Sintra, localizada em S\u00e3o Pedro de Sintra. A atual igreja foi constru\u00edda depois do Terramoto de 1755, contudo a ermida primitiva foi inaugurada no s\u00e9culo XVI por desejo de Dom \u00c1lvaro de Castro. Os principais pontos de interesse da Igreja de S\u00e3o Pedro de Penaferrim s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Pain\u00e9is de azulejos do s\u00e9culo XVIII a representar a vida de S\u00e3o Pedro;<\/li>\n<li>Escultura g\u00f3tica do s\u00e9culo XVI a retratar S\u00e3o Pedro;<\/li>\n<li>Cristo luso-oriental de marfim do s\u00e9culo XVII;<\/li>\n<li>Armas do Arcebispo Dom Tom\u00e1s de Almeida na fachada.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Igreja de Santa Maria<\/strong>: A Igreja de Santa Maria \u00e9 a igreja de uma das par\u00f3quias mais antigas do pa\u00eds, localizada no Arrabalde em Sintra. A igreja original foi constru\u00edda no s\u00e9culo XIII com um projeto da autoria do Prior Martim Dade. Os principais destaques da Igreja de Santa Maria s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>P\u00f3rtico G\u00f3tico original que resistiu ao Terramoto;<\/li>\n<li>Pia Batismal em estilo Manuelino;<\/li>\n<li>Imagem estofada do s\u00e9culo XVII a representar Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Igreja Paroquial de S\u00e3o Miguel<\/strong>: A Igreja Paroquial de S\u00e3o Miguel \u00e9 uma igreja contempor\u00e2nea da de Santa Maria, localizada na rampa de acesso ao Castelo dos Mouros. A igreja atualmente desativada.<\/p>\n<p><strong>Igreja de Nossa Senhora da Miseric\u00f3rdia<\/strong>: A Igreja de Nossa Senhora da Miseric\u00f3rdia \u00e9 uma igreja do s\u00e9culo XVI, localizada no Largo do Pelourinho. A igreja foi inaugurada em 1545, na sequ\u00eancia da cria\u00e7\u00e3o da Miseric\u00f3rdia de Sintra pela Rainha Dona Catarina, esposa de Dom Jo\u00e3o III. Os principais pontos de interesse da Igreja de Nossa Senhora da Miseric\u00f3rdia s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Pinturas a representar \u201cA Adora\u00e7\u00e3o dos Magos\u201d e \u201cA Ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo\u201d da autoria de Crist\u00f3v\u00e3o Vaz;<\/li>\n<li>Altar-Mor com uma figura a representar Nossa Senhora da Miseric\u00f3rdia.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Igreja de S\u00e3o Martinho<\/strong>: A Igreja de S\u00e3o Martinho \u00e9 uma igreja do s\u00e9culo XVIII, localizada na Pra\u00e7a da Rep\u00fablica. A igreja primitiva foi constru\u00edda em estilo Rom\u00e2nico no s\u00e9culo XII, restaurada durante o Reinado de Dom Dinis e reconstru\u00edda depois de 1755 devido \u00e0 grande destrui\u00e7\u00e3o que sofreu durante o Terramoto. Os principais pontos de interesse s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Pinturas do s\u00e9culo XVI a representar a vida de S\u00e3o Martinho de Dume<\/li>\n<li>L\u00e1pide de 1334 em estilo G\u00f3tico da autoria de Margarida Fernandes<\/li>\n<li>Tr\u00eas T\u00e1buas do s\u00e9culo XVI pintadas por Mestre de S\u00e3o Quintino a representar \u201cS\u00e3o Martinho e o Pobre\u201d, \u201cS\u00e3o Pedro\u201d e \u201cSanto Ant\u00f3nio\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Miradouro do Adro da Igreja de S\u00e3o Martinho<\/strong>: O Miradouro do Adro da Igreja de S\u00e3o Martinho \u00e9 um ponto de vista privilegiado da vila e serra de Sintra, localizado na Igreja de S\u00e3o Martinho. O principal destaque \u00e9 a vista panor\u00e2mica que \u00e9 poss\u00edvel obter sobre a Serra de Sintra, do Pal\u00e1cio da Pena e do Castelo dos Mouros<\/p>\n<p><strong>Miradouro da Correnteza<\/strong>: O Miradouro da Correnteza \u00e9 um dos pontos de vista mais procurados de Sintra, localizado na Alameda dos Combatentes da Grande Guerra. O grande destaque do Miradouro da Correnteza \u00e9 a vista que se consegue obter dos seguintes locais:<\/p>\n<ul>\n<li>Castelo dos Mouros;<\/li>\n<li>Vale da Raposa;<\/li>\n<li>Vila de Sintra;<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio Nacional de Sintra;<\/li>\n<li>Oceano Atl\u00e2ntico.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Miradouro da Ferraria<\/strong>: O Miradouro da Ferraria \u00e9 o miradouro indicado para apreciar o Centro Hist\u00f3rico da Vila de Sintra, localizado na Rua da Ferraria. Deste miradouro \u00e9 poss\u00edvel observar o Centro Hist\u00f3rico de Sintra, a paisagem da serra e o Oceano Atl\u00e2ntico<\/p>\n<p><strong>Miradouro da Vigia<\/strong>: O Miradouro da Vigia \u00e9 um miradouro de S\u00e3o Pedro de Sintra, localizado a aproximadamente dois kilometros do Centro Hist\u00f3rico de Sintra. O miradouro permite observar o Pal\u00e1cio da Pena, o Castelo dos Mouros e o Castelo de S\u00e3o Greg\u00f3rio<\/p>\n<p><strong>Jardim da Vigia<\/strong>: O Jardim da Vigia \u00e9 um jardim e miradouro, localizado na Rua Doutor Herm\u00ednio de Sousa. Deste jardim e miradouro \u00e9 poss\u00edvel observar o Pal\u00e1cio da Pena e o Castelo dos Mouros<\/p>\n<p><strong>MU.SA: Museu das Artes de Sintra<\/strong>: O MU.SA (Museu das Artes de Sintra) \u00e9 um museu de arte contempor\u00e2nea, localizado na Avenida Heliodoro Salgado. O museu encontra-se integrado no edif\u00edcio do antigo Casino, pr\u00f3ximo do Centro Cultural Olga Cadaval. Os principais destaques do MU.SA s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o Municipal de Arte: esta cole\u00e7\u00e3o integra exposi\u00e7\u00f5es de Em\u00edlia de Paula Campos (1884-1943), Dorita Castel-Branco (1936-1996);<\/li>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o de Arte Figurativa;<\/li>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o de Fotografia.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Museu Anjos Teixeira<\/strong>: O Museu Anjos Teixeira \u00e9 um museu dedicado a dois escultores, Artur Anjos Teixeira e Pedro Anjos Teixeira, localizado na Azinhaga de Sintra. O museu encontra-se integrado num edif\u00edcio que desempenhou v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es, nomeadamente azenha, serra\u00e7\u00e3o de pedra, dep\u00f3sito de viaturas municipais e museu a partir de 1976. Os principais destaques do Museu Anjos Teixeira s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o de Artur Anjos Teixeira;<\/li>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o de Pedro Anjos Teixeira.<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"attachment_2947\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/museu-anjos-teixeira.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2947\" class=\"size-full wp-image-5078\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/museu-anjos-teixeira.jpg\" alt=\"Museu Anjos Teixeira \u00e9 um museu dedicado a dois escultores, Artur Anjos Teixeira e Pedro Anjos Teixeira que trabalham as tem\u00e1ticas da anatomia humana e animal, o trabalho, a liberdade, as profiss\u00f5es, a condi\u00e7\u00e3o feminina e as figuras hist\u00f3ricas e religiosas\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/museu-anjos-teixeira.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/museu-anjos-teixeira-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/museu-anjos-teixeira-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2947\" class=\"wp-caption-text\">Museu Anjos Teixeira \u00e9 um museu dedicado a dois escultores, Artur Anjos Teixeira e Pedro Anjos Teixeira que trabalham as tem\u00e1ticas da anatomia humana e animal, o trabalho, a liberdade, as profiss\u00f5es, a condi\u00e7\u00e3o feminina e as figuras hist\u00f3ricas e religiosas<\/p><\/div>\n<p><strong>Museu do Bonsai<\/strong>: O Museu do Bonsai \u00e9 um museu dedicado \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o do bonsai, localizado na Estrada de Ch\u00e3o de Meninos. Os principais destaques do Museu do Bonsai s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Bonsai Family Residence<\/em>: oferece a oportunidade de experi\u00eanciar uma dormida no Bonsai Family Residence<\/li>\n<li><em>\u00c1rvore Murraya<\/em>: A \u00c1rvore Murraya tem mais de 100 anos, 1.60 metros de altura, tendo sido importada da China<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Museu Ferreira de Castro<\/strong>: O Museu Ferreira de Castro \u00e9 um museu dedicado \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o da obra do escritor Ferreira de Castro (1896-1974), localizado na Rua Consiglieri Pedroso no Casal de Santo Ant\u00f3nio. Os principais destaques do Museu Ferreira de Castro s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o dos romances de Ferreira de Castro;<\/li>\n<li>Quadros e materiais de escrita de Ferreira de Castro;<\/li>\n<li>Esp\u00f3lio documental acess\u00edvel ao grande p\u00fablico e investigadores.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Museu Klaus Ohnsmann<\/strong>: O Museu Klaus Ohnsmann \u00e9 dedicado \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o da obra do pintor alem\u00e3o Klaus Ohnsmann, localizado na Rua Costa do Castelo. O pintor centrou grande parte da sua carreira na representa\u00e7\u00e3o de Sintra. O principal destaque \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o de Sintra nas telas da autoria de Klaus Ohnsmann<\/p>\n<p><strong>Quinta da Amizade<\/strong>: A Quinta da Amizade \u00e9 um dos edif\u00edcios que podemos visitar em Sintra, fica localizado na Serra de Sintra. A Quinta da Amizade ou Vila Sassetti foi constru\u00edda no final do s\u00e9culo XIX para ser a resid\u00eancia de Vitor Carlos Sassetti, sendo da autoria de Luigi Manini e inspirado nos castelos da Lombardia. Vitor Sassetti foi um empres\u00e1rio nascisdo em Sintra e propriet\u00e1rio do Hotel Vitor. Os principais destaques da Quinta da Amizade s\u00e3o a inser\u00e7\u00e3o da propriedade no Percurso da Vila Sassetti, um dos percursos mais procurados em Sintra. Este percurso faz a liga\u00e7\u00e3o do Centro Hist\u00f3rico de Sintra ao Castelo dos Mouros e Pal\u00e1cio da Pena. O percurso apresenta os seguintes pontos de interesse:<\/p>\n<ul>\n<li>Casa do Caseiro;<\/li>\n<li>Penedo da Amizade;<\/li>\n<li>Floresta de Loureiros;<\/li>\n<li>Tapada dos Bichos;<\/li>\n<li>Edif\u00edcio com uma grande mistura de materiais, nomeadamente pedra r\u00fastica e tijoleira;<\/li>\n<li>Alto-Relevo da fam\u00edlia Sassetti;<\/li>\n<li>Azulejos do s\u00e9culo XVI.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Quinta da Penha Verde<\/strong>: A Quinta da Penha Verde \u00e9 uma quinta do s\u00e9culo XVI, localizada na Estrada da Pena. A Quinta da Penha Verde foi constru\u00edda para ser a resid\u00eancia de Dom Jo\u00e3o de Castro (1500-1548), Vice-Rei da \u00cdndia, com um projeto da autoria de Francisco de Holanda. Os principais destaques s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Ermida de Nossa Senhora do Monte;<\/li>\n<li>Capela de S\u00e3o Br\u00e1s;<\/li>\n<li>Ermida de S\u00e3o Pedro;<\/li>\n<li>Ermida de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista;<\/li>\n<li>Ermida de Santa Catarina.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Quinta do Saldanha<\/strong>: A Quinta do Saldanha \u00e9 propriedade do Patriarcado de Lisboa, localizada A Quinta do Saldanha encontra-se atualmente desativada, contudo merece um destaque devido \u00e0 hist\u00f3ria da propriedade, que pertenceu ao Marechal Duque de Saldanha (1790-1876), um dos pol\u00edticos e militares mais importantes do s\u00e9culo XIX, neto do Marqu\u00eas de Pombal.<\/p>\n<h4><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Locais_a_visitar_nos_arredores_de_Sintra\"><\/span>Locais a visitar nos arredores de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h4>\n<p><strong>Colares<\/strong>: ![(38.807664, -9.443136)] Colares \u00e9 uma vila conhecida pela praia e pelo vinho, localizada a aproximadamente seis kilometros de Sintra. Colares encontra-se localizada num vale da Serra de Sintra, onde \u00e9 poss\u00edvel observar a vegeta\u00e7\u00e3o luxuriante, as vinhas que produzem o Vinho de Colares, e o el\u00e9ctrico que faz a liga\u00e7\u00e3o a Sintra, \u00e0 Praia das Ma\u00e7\u00e3s e \u00e0s Azenhas do Mar. Colares foi doada em 1385 a Dom Nuno \u00c1lvares Pereira devido \u00e0 lealdade prestada ao Reino durante a guerra com Espanha de 1383 a 1385. A partir de 1855 Colares passou a integrar o concelho de Sintra como junta de freguesia. Os principais pontos de atra\u00e7\u00e3o da vila de Colares s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Banz\u00e3o<\/em><\/li>\n<li><em>Cabo da Roca<\/em><\/li>\n<li><em>Adega Beira-Mar<\/em><\/li>\n<li><em>Adega Visconde de Salr\u00e9u<\/em><\/li>\n<li><em>Adega Regional de Colares<\/em><\/li>\n<li><em>Santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Peninha<\/em><\/li>\n<li><em>Convento de Santa Ana da Ordem do Carmo<\/em><\/li>\n<li><em>Igreja de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o<\/em><\/li>\n<li><em>Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o<\/em><\/li>\n<li><em>Casa Branca<\/em><\/li>\n<li><em>Pal\u00e1cio de Dom Diniz Melo e Castro<\/em><\/li>\n<li><em>Quinta dos Freixos<\/em><\/li>\n<li><em>Quinta Mazziotti<\/em><\/li>\n<li><em>Quinta de Milides<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Azenhas do Mar<\/strong>: !(38.839400, -9.460648): As Azenhas do Mar s\u00e3o uma pequena vila, localizada num promont\u00f3rio sobre o Oceano Atl\u00e2ntico a aproximadamente 14 kilometros de Sintra. O nome de Azenhas do mar tem origem na existencia de onze azenhas eram movidas pela \u00e1gua do mar ou do rio, e produziam p\u00e3o com os cereais produzidos nas proximidades. A vila das Azenhas dos Mar tem aproximadamente 800 habitantes, integrando a freguesia de Colares. Os principais destaques de <em>Azenhas do Mar<\/em> s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li><em>Local de origem da Casta Ramisco do Vinho de Colares<\/em><\/li>\n<li><em>El\u00e9trico de Sintra<\/em><\/li>\n<li><em>Piscina natural com \u00e1gua salgada<\/em><\/li>\n<li><em>Capela de S\u00e3o Louren\u00e7o<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>Praia das Azenhas do Mar<\/p>\n<div id=\"attachment_2821\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/azenhas-do-mar.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2821\" class=\"size-full wp-image-5060\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/azenhas-do-mar.jpg\" alt=\"Azenhas do Mar \u00e9 uma aldeia no litoral do concelho de Sintra, freguesia de Colares. A Azenhas do Mar \u00e9 muito conhecida devido \u00e0 praia na qual existe uma piscina oce\u00e2nica natural, sendo um dos locais mais fotografados para postais de Portugal. O nome Azenhas significa Moinho de \u00c1gua.\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/azenhas-do-mar.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/azenhas-do-mar-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/azenhas-do-mar-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2821\" class=\"wp-caption-text\">Azenhas do Mar \u00e9 uma aldeia no litoral do concelho de Sintra, freguesia de Colares. A Azenhas do Mar \u00e9 muito conhecida devido \u00e0 praia na qual existe uma piscina oce\u00e2nica natural, sendo um dos locais mais fotografados para postais de Portugal. O nome Azenhas significa Moinho de \u00c1gua.<\/p><\/div>\n<p><strong>Casa-Museu de Leal da C\u00e2mara<\/strong>: A Casa-Museu de Leal da C\u00e2mara \u00e9 um espa\u00e7o museol\u00f3gico respons\u00e1vel pela divulga\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o da obra do Mestre Leal da C\u00e2mara, localizada na Cal\u00e7ada da Rinchoa em Rio de Mouro. Mestre Leal da C\u00e2mara (1876-1948) foi um pintor e caricaturista que viveu no edif\u00edcio onde se encontra o atual museu. O edific\u00edo desempenhou v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es, nomeadamente a fun\u00e7\u00e3o de entreposto de muda de cavalos quando o Marqu\u00eas de Pombal se deslocava entre a Quinta da Granja em Sintra e o Pal\u00e1cio de Oeiras, fun\u00e7\u00e3o de Hospital de Campanha durante as Invas\u00f5es Francesas e fun\u00e7\u00f5es de museu. Os principais pontos de interesse da Casa-Museu de Leal da C\u00e2mara s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>N\u00facleo dos Saloios da Casa-Museu Leal da C\u00e2mara;<\/li>\n<li>Cole\u00e7\u00f5es de pintura, caricatura e desenho;<\/li>\n<li>Arquivo fotogr\u00e1fico e documental;<\/li>\n<li>Pain\u00e9is de azulejos.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Ecoaldeia de Janas<\/strong>: A Ecoaldeia de Janas \u00e9 \u201c&#8230; um colectivo de pessoas unidas com o objetivo de construir um centro de educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o-formal para a sustentabilidade \u2026\u201d, localizada na Quinta do Luzio em Janas. A Ecoaldeia de Janas teve in\u00edco em 2012 com o lan\u00e7amento oficial do projeto. Os principais destaques da Ecoaldeia de Janas s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>O Centro de Educa\u00e7\u00e3o Ambiental por onde passam mais de cinco mil alunos todos os anos;<\/li>\n<li>A Resid\u00eancia Food Farming;<\/li>\n<li>A Associa\u00e7\u00e3o Dolmen;<\/li>\n<li>Os Viveiros de Janas;<\/li>\n<li>O Api\u00e1rio Pedag\u00f3gico de Janas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Miradouro das Azenhas do Mar<\/strong>: O Miradouro das Azenhas do Mar \u00e9 um miradouro junto ao Oceano Atl\u00e2ntico, localizado nas Azenhas do Mar. O destaque \u00e9 a beleza proporcionada pela vista sobre a aldeia das Azenhas do Mar composto por casas brancas na arriba, a piscina natual de \u00e1gua do mar com a continua\u00e7\u00e3o da praia, e a for\u00e7a do Oceano Atl\u00e2ntico a embater nas rochas. A situa\u00e7\u00e3o do miradouro a sul proporciona um angulo perfeito para os aficionados da fotografia, fazendo deste local um dos locais de elei\u00e7\u00e3o para a cria\u00e7\u00e3o de postais sobre Portugal. As Azenhas do Mar s\u00e3o tamb\u00e9m um dos locais de de observa\u00e7\u00e3o do por do sol que reflete no mar e transforma o horizonte com cores de tonalidade avermelhadas&#8230;<\/p>\n<p><strong>Museu Arqueol\u00f3gico de S\u00e3o Miguel de Odrinhas<\/strong>: O Museu Arqueol\u00f3gico de S\u00e3o Miguel de Odrinhas \u00e9 um museu que conserva e divulga cole\u00e7\u00f5es de arqueologia desde a antiguidade, localizado em S\u00e3o Miguel de Odrinhas. O museu foi inaugurado em 1999, com um projeto da autoria de Alberto Castro Nunes &amp; Ant\u00f3nio Maria Braga. Os principais pontos de interesse do Museu Arqueol\u00f3gico de S\u00e3o Miguel de Odrinhas s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Exposi\u00e7\u00f5es \u201cO Livro de Pedra\u201d e \u201cO Claustro do Tempo\u201d<\/li>\n<li>Ru\u00ednas Romanas de S\u00e3o Miguel de Odrinhas<\/li>\n<li>Biblioteca<\/li>\n<li>Audit\u00f3rio<\/li>\n<li>Caf\u00e9 Museu<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Museu do Ar<\/strong>: O Museu do Ar \u00e9 uma \u00e1rea onde est\u00e3o integrados um conjunto de espa\u00e7os museol\u00f3gicos respons\u00e1veis por \u201cColecionar, estudar, expor e divulgar &#8230;\u201d, localizado em P\u00earo Pinheiro. O <em>Museu do Ar<\/em> tem liga\u00e7\u00e3o a dois outros p\u00f3los em Ovar e em Alverca, com os seguintes destaques:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Hangar Principal<\/em>: numa \u00e1rea aproximada de 3000 m2 com 42 aeronaves<\/li>\n<li><em>TAP<\/em>: Espa\u00e7o dedicado \u00e0 companhia a\u00e9rea portuguesa com cerca de 700 m2, onde s\u00e3o apresentados simuladores e aeronaves desde a funda\u00e7\u00e3o em 1945;<\/li>\n<li><em>ANA<\/em>: uma sala de 700 m2 dedicada a observar a hist\u00f3ria da Aeroportos e Navega\u00e7\u00e3o A\u00e9rea atrav\u00e9s de v\u00e1rios objetos, nomeadamente a maqueta original do Aeroporto de Lisboa e o mobili\u00e1rio da primeira Torre de Controlo de Tr\u00e1fego A\u00e9reo<\/li>\n<li><em>Hangares Hist\u00f3ricos<\/em>: composto por tr\u00eas hangares, o <strong>primeiro Hangar<\/strong> \u00e9 composto pelo audit\u00f3rio multim\u00e9dia e algumas aeronaves civis, o <strong>segundo Hangar<\/strong> \u00e9 dedicado \u00e0 Guerra Colonial Portuguesa e o <strong>terceiro Hangar<\/strong> tem em exposi\u00e7\u00e3o dois avi\u00f5es utilizados habitualmente na forma\u00e7\u00e3o de pilotos.<\/li>\n<li><em>Sala dos Pioneiros<\/em>: onde encontramos a descri\u00e7\u00e3o dos primeiros v\u00f4os realizados por portugueses, a documenta\u00e7\u00e3o e as descri\u00e7\u00f5es das principais viagens a\u00e9reas dos portugueses pelo mundo, nomeadamente as viagens de Sacadura Cabral, Gago Coutinho, Sarmento de Beires, Brito Pais, Humberto da Cruz e Carlos Bleck<\/li>\n<\/ul>\n<p>Quinta dos Pis\u00f5es &#8211; A Quinta dos Pis\u00f5es \u00e9 uma quinta abandonada, localizada na antiga Estrada de Colares. A <em>Quinta dos Pis\u00f5es<\/em> foi constru\u00edda no s\u00e9culo XVI, apresenta algumas curiosidades hist\u00f3ricas, nomeadamente o facto de ter sido a primeira casa de Sintra a ter aquecimento central por caldeira, e ter sido palco como um dos locais de reuni\u00e3o dos planeadores do atentado ao Rei Dom Jos\u00e9 I em 1758.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Percursos_Pedestres_em_Sintra\"><\/span>Percursos Pedestres em Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Pequena Rota 1<\/strong>: Santa Maria &#8211; O Percurso de Santa Maria \u00e9 realizado ao longo de 1.9 kilometros, sendo de f\u00e1cil execu\u00e7\u00e3o. A rota come\u00e7a em frente ao Pal\u00e1cio Nacional da Vila, passa pela Fonte da Sabuga, pela Igreja de Santa Maria e pelo Parque da Liberdade;<\/li>\n<li><strong>Pequena Rota 2 e 3<\/strong>: Pena e Mouros &#8211; O Percurso Pena e Mouros \u00e9 realizado ao longo de 4,5kilometros. A rota come\u00e7a em frente ao Pal\u00e1cio Nacional da Vila, passando pela Pra\u00e7a da Rep\u00fablica, Fonte da Sabuga, Igreja de Santa Maria, S\u00e3o Pedro de Penaferrim, Castelo dos Mouros, Pal\u00e1cio da Pena e Parque da Liberdade;<\/li>\n<li><strong>Pequena Rota 4<\/strong>: Seteais &#8211; O Percurso de Seteais \u00e9 feito ao longo de 3.5 kilometros, sendo um percurso dif\u00edcil de executar. O Percurso de Seteais come\u00e7a em frente ao Pal\u00e1cio Nacional da Vila e passa pela Torre do Rel\u00f3gio, Igreja de S\u00e3o Martinho, Quinta da Regaleira, Hotel Pal\u00e1cio de Seteais, Rampa da Pena, Fonte da Pipa e Pal\u00e1cio de Seteais;<\/li>\n<li><strong>Pequena Rota 5<\/strong>: Quintas &#8211; O Percurso Quintas \u00e9 realizado ao longo de 2.3 kilometros, come\u00e7ando em frente ao Pal\u00e1cio Nacional da Vila. O Percurso Quintas passa pelas quintas mais emblem\u00e1ticas de Sintra, nomeadamente Quinta da Regaleira, Quinta do Rel\u00f3gio, Quinta do Castanheiro, Quinta dos Alfinetes, Quinta Dona Am\u00e9lia e Quinta dos Castanheiras;<\/li>\n<li><strong>Pequena Rota 6<\/strong>: Rio da Mula &#8211; O Percurso Rio da Mula \u00e9 realizado ao longo de 11,3 kilometros, come\u00e7ando na Barragem Rio da Mula. A Rota Rio da Mula passa pelo Convento dos Capuchos, Memorial dos Soldados e Pedra Amarela;<\/li>\n<li><strong>Pequena Rota 7<\/strong>: Cabo da Roca &#8211; O Percurso Cabo da Roca \u00e9 realizado ao longo de 13.2 kilometros, come\u00e7ando no Cabo da Roca.. A Rota Cabo da Roca passa pela Ulgueira, Praia da Adraga, Praia Grande do Rod\u00edzio, pelo local onde se encontram pegadas de Dinossauros e Almo\u00e7ageme;<\/li>\n<li><strong>Pequena Rota 8<\/strong>: Vinho de Colares &#8211; O Percurso Vinho de Colares \u00e9 realizado ao longo de 15.5 kilometros, come\u00e7ando na Adega Regional de Colares. A Rota Vinho de Colares passa pelo Pinhal da Nazar\u00e9, Vinhas do Vinho Ramisco, Fontanelas e Janas;<\/li>\n<li><strong>Pequena Rota 9<\/strong>: Rota das Aldeias &#8211; O Percurso Aldeias \u00e9 executado ao longo de 13.5 kilometros, come\u00e7ando na Adega Regional de Colares. A Rota das Aldeias passa por S\u00e3o Jo\u00e3o das Lampas, Ponte Romana, Assafora e Catribana;<\/li>\n<li><strong>Pequena Rota 10<\/strong>: Peninha &#8211; O Percurso da Peninha \u00e9 efectuado ao longo de 5.9 kilometros, come\u00e7ando no Largo da Peninha. A Rota da Peninha passa pela Ermida de Nossa Senhora da Peninha, Ermida de S\u00e3o Saturnino, Adrenunes e Pedras Irm\u00e3s;<\/li>\n<li><strong>Pequena Rota 11<\/strong>: Capuchos- O Percurso dos Capuchos \u00e9 realizado ao longo de 4.9 kilometros, come\u00e7ando no Convento dos Capuchos. A Rota dos Capuchos passa pelo Convento dos Capuchos, Memorial dos Soldados, Tholos do Monge e Pedra Amarela;<\/li>\n<li><strong>Percurso de Grande Rota 11<\/strong>: E9 &#8211; O Percurso GR11 \u00e9 executado ao longo de 29.7 kilometros, come\u00e7ando na Azoia. A Rota GR11 \u00e9 executado em seis horas, terminando no Carvalhal, localizado a aproximadamente trinta minutos de autom\u00f3vel<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"A_Docaria_Conventual_de_Sintra\"><\/span>A Do\u00e7aria Conventual de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p><strong>Travesseiros de Sintra<\/strong>: os Travesseiros de Sintra s\u00e3o uma das especialidades da vila, um bolo em forma de almofada composto por massa fina folhada recheadda com doce de ovos e am\u00eandoa, fabricados na Casa Piriquita desde 1862 e fundada por Amaro dos Santos e Const\u00e2ncia Gomes, conhecida na vila de Sintra como Piriquita. A Casa Piriquita come\u00e7ou por fabricar queijadas, as favoritas do Rei Dom Carlos e da Rainha Dona Am\u00e9lia, sendo que os Travesseiros foram criados s\u00f3 na d\u00e9cada de 1940 por Const\u00e2ncia Lu\u00edsa Cunha, filha dos fundadores. A receita do travesseiro s\u00f3 \u00e9 conhecida pela propriet\u00e1ria. A Casa Piriquita tem recebido v\u00e1rios pr\u00e9mios, nomeadamente nas Exposi\u00e7\u00f5es Regionais de Sintra em 1920, o registo das marcas Travesseiros da Piriquita e Past\u00e9is de Cruz Alta em 1989 e o registo da Casa Piriquita por Ant\u00f3nio Manuel Santos Cunha.<br \/>\n<strong>Queijadas de Sintra<\/strong>: as queijadas de Sintra s\u00e3o confecionadas com queijo ou requeij\u00e3o, ovos, leite, a\u00e7\u00facar e canela, tendo as primeiras sido vendidas no ano de 1756 em Ranholas na produtora Maria Sapa, a fabricante mais antigo de queijadas na Volta do Duche, pr\u00f3xima do centro hist\u00f3rico da Vila de Sintra. As f\u00e1bricas de queijadas mais conhecidas s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Sapa<\/em><\/li>\n<li><em>Greg\u00f3rio<\/em><\/li>\n<li><em>Casa do Preto<\/em><\/li>\n<li><em>Piriquita<strong><br \/>\n<\/strong>Os Fofos de Belas*<\/em>: os fofos de Belas s\u00e3o doces tradicionais produzidos na F\u00e1brica dos Fofos de Belas. Os Fofos de Belas s\u00e3o pequenos p\u00e3es-de-l\u00f3 moles, recheados com creme de ovo e gr\u00e3os de a\u00e7\u00facar branco. Os bolos s\u00e3o fofos e com tons amarelados, o que d\u00e1 uma apar\u00eancia e sabor \u00fanicos. Os Fofos de Belas foram criados pela m\u00e3e da atual propriet\u00e1ria, a senhora Liberdade, para consumo interno, sendo Inicialmente designados por Fartos de Creme.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_Vinho_em_Sintra_vinho_de_Colares_e_a_Regiao_Demarcada_de_Colares\"><\/span>O Vinho em Sintra, vinho de Colares e a Regi\u00e3o Demarcada de Colares<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p><strong>O vinho de Colares<\/strong> integra a Regi\u00e3o de Colares, uma das Regi\u00f5es Demarcadas mais antigas de Portugal. A Regi\u00e3o Demarcada de Colares integra as freguesias de Colares, S\u00e3o Martinho e S\u00e3o Jo\u00e3o das Lampas, sendo a Regi\u00e3o Demarcada mais ocidental da Europa e a mais pequena do pa\u00eds. O vinho come\u00e7ou a ser produzido no s\u00e9culo XIII, tendo ganho fama devido aos seguintes motivos:<\/p>\n<ul>\n<li>Longevidade<\/li>\n<li>Resist\u00eancia ao clima<\/li>\n<li>Aproximadamente 80% da vinha encontra-se instalada em solo de areia<\/li>\n<li>Vinha nunca foi afetada pelo insecto filoxera, que dizimou a produ\u00e7\u00e3o vin\u00edcola em toda a Europa no s\u00e9culo XIX.<br \/>\nA Regi\u00e3o Demarcada de Colares, demarcada em 1908, encontra-se organizada tendo por base a Adega Regional de Colares, que \u00e9 considerada a mais antiga do pa\u00eds com a funda\u00e7\u00e3o em 1931. As castas mais importantes do Vinho de Colares s\u00e3o:<\/li>\n<li>Malvasia de Colares<\/li>\n<li>Ramisco de Colares<\/li>\n<\/ul>\n<h4><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Os_principais_produtores_do_vinho_de_Colares_sao\"><\/span>Os principais produtores do vinho de Colares s\u00e3o:<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h4>\n<ul>\n<li>Adega Regional de Colares<\/li>\n<li>Adega Ant\u00f3nio Bernardino Paulo da Silva<\/li>\n<li>Adega Vi\u00fava Gomes<\/li>\n<li>Casal de Santa Maria<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_Golfe_em_Sintra\"><\/span>O Golfe em Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Sintra tem quatro campos principais, nomeadamente:<\/p>\n<p><strong>Penha Longa Hotel &amp; Golf Resort<\/strong>: &#8211; O Penha Longa Hotel &amp; Golf Resort, localizado entre Sintra e Cascais, \u00e9 um dos campos de golf mais not\u00e1veis de Portugal, integrando a lista dos trinta melhores campos de golfe da Europa. O campo de golf de 27 buracos foi desenhado por Robert Trent Jones Jr e inaugurado em 1992 com o percurso do &#8220;Atl\u00e2ntico Championship&#8221;, composto por dezoito buracos e o percurso do &#8220;Mosteiro&#8221;, composto por nove buracos. O Campo da Penha Longa j\u00e1 recebeu v\u00e1rios torneios importantes, nomeadamente o Open Portugal de 1994, Open Portugal de 1995 e Open Portugal de 2010. Algumas das atra\u00e7\u00f5es de destaque do Penha Longa golf course \u00e9 a presen\u00e7a junto ao &#8220;par 5&#8221; de um aqueduto do Per\u00edodo Romano e o Mosteiro e Igreja de S\u00e3o Jer\u00f3nimo da Penha Longa, um mosteiro datado do s\u00e9culo XIV que pertencia \u00e0 Ordem de S\u00e3o Jer\u00f3nimo<\/p>\n<div id=\"attachment_3097\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/penha-longa-hotel.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3097\" class=\"size-full wp-image-5103\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/penha-longa-hotel.jpg\" alt=\"Penha Longa Hotel &amp; Golf Resort \u00e9 um hotel de luxo situado em pleno campo de golf, com uma envolvente de natureza localizado entre Sintra e Cascais, tem um dos campos de golf mais not\u00e1veis de Portugal, integrando a lista dos trinta melhores campos de golfe da Europa\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/penha-longa-hotel.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/penha-longa-hotel-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/penha-longa-hotel-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3097\" class=\"wp-caption-text\">Penha Longa Hotel &amp; Golf Resort \u00e9 um hotel de luxo situado em pleno campo de golf, com uma envolvente de natureza localizado entre Sintra e Cascais, tem um dos campos de golf mais not\u00e1veis de Portugal, integrando a lista dos trinta melhores campos de golfe da Europa<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2929\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-golf-pena-longa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2929\" class=\"size-full wp-image-5075\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-golf-pena-longa.jpg\" alt=\"Mapa em azulejo da Quinta da Penha Longa, onde est\u00e1 integrado o Hotel &amp; Golf da Penha Longa Resort\" width=\"1280\" height=\"727\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-golf-pena-longa.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-golf-pena-longa-980x557.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-golf-pena-longa-480x273.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2929\" class=\"wp-caption-text\">Mapa em azulejo da Quinta da Penha Longa, onde est\u00e1 integrado o Hotel &amp; Golf da Penha Longa Resort<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_2941\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mosteiro-pena-longa-descricao.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2941\" class=\"size-full wp-image-5077\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mosteiro-pena-longa-descricao.jpg\" alt=\"Descri\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria do Mosteiro da Penha Longa, onde descreve que este foi o primeiro convento da Ordem dos Jer\u00f3nimos em Portugal, com a primeira pedra de fundan\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada pelo Rei D. Jo\u00e3o I em 1390, embora hoje, desse edific\u00edo apenas se possam identificar com clareza, tra\u00e7os da arquitectura Manuelina (1517) e Renancentista (1543) de s\u00e9c. XVI. Desta \u00e9poca, e o clautro interior, centro ordenador de todo o conjunto conventual. Com a constru\u00e7\u00e3o do corpo do alongado Dormit\u00f3rio pelo Infante D. Lu\u00eds e Cardeal Rei D. Henrique (1580) o conjunto conventual toma as propor\u00e7\u00f5es que hoje lhe conhecemos. Pontualmente, \u00e9 tamb\u00e9m vis\u00edvel a contribui\u00e7\u00e3o Neocl\u00e1ssica e Barroca no recorte de alguns portais e janelas, assim como interessantes exemplos da decora\u00e7\u00e3o Rom\u00e2ntica, do s\u00e9c. XIX, entre os quais se destacam o Sal\u00e3o Nobre e a Sala \u00c1rabe\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mosteiro-pena-longa-descricao.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/mosteiro-pena-longa-descricao-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/mosteiro-pena-longa-descricao-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-2941\" class=\"wp-caption-text\">Descri\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria do Mosteiro da Penha Longa, onde descreve que este foi o primeiro convento da Ordem dos Jer\u00f3nimos em Portugal, com a primeira pedra de fundan\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada pelo Rei D. Jo\u00e3o I em 1390, embora hoje, desse edific\u00edo apenas se possam identificar com clareza, tra\u00e7os da arquitectura Manuelina (1517) e Renancentista (1543) de s\u00e9c. XVI. Desta \u00e9poca, e o clautro interior, centro ordenador de todo o conjunto conventual. Com a constru\u00e7\u00e3o do corpo do alongado Dormit\u00f3rio pelo Infante D. Lu\u00eds e Cardeal Rei D. Henrique (1580) o conjunto conventual toma as propor\u00e7\u00f5es que hoje lhe conhecemos. Pontualmente, \u00e9 tamb\u00e9m vis\u00edvel a contribui\u00e7\u00e3o Neocl\u00e1ssica e Barroca no recorte de alguns portais e janelas, assim como interessantes exemplos da decora\u00e7\u00e3o Rom\u00e2ntica, do s\u00e9c. XIX, entre os quais se destacam o Sal\u00e3o Nobre e a Sala \u00c1rabe<\/p><\/div>\n<p><strong>Pestana Beloura Golf<\/strong> &#8211; O Campo Pestana Beloura Golf, localizado entre Sintra e Cascais, apresenta dezoito buracos distribu\u00eddos por aproximadamente 60 hectares, sendo da autoria do arquiteto norte-americano Rocky Roquemore. O campo foi inaugurado em 1993, apresentando v\u00e1rios pontos de interesse:<\/p>\n<ul>\n<li>Floresta com mais de 40 mil eucaliptos, pinheiros e magn\u00f3lias<\/li>\n<li>V\u00e1rios lagos e cursos de \u00e1gua<\/li>\n<li>Vista da Serra de Sintra<\/li>\n<li>Exist\u00eancia de infraestruturas de apoio &#8211; Academia de Treino e o Clubhouse<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Belas Clube de Campo<\/strong> &#8211; O Belas Clube de Campo \u00e9 um campo de golfe localizado a aproximadamente quinze minutos de autom\u00f3vel de Sintra, vinte minutos de Cascais e a quinze minutos do Aeroporto de Lisboa. O Belas Clube de Campo com dezoito buracos, foi desenhado pelo arquiteto norte-americano Rocky Roquemore. Os principais pontos de interesse s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Condom\u00ednio residencial de luxo<\/li>\n<li>Vista do Pal\u00e1cio da Pena e do Castelo dos Mouros<\/li>\n<li>Infraestruturas de apoio &#8211; academia de treino, ciclovia, restaurante panor\u00e2mico, clubhouse e um espa\u00e7o para crian\u00e7as<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Lisbon Sports Club<\/strong> &#8211; O Lisbon Sports Club \u00e9 um campo de golfe localizado na Serra da Carregueira, estando a aproximadamente vinte km de Lisboa. O Lisbon Sports Club foi criado em 1922 como clube de cricket para a comunidade brit\u00e2nica residente em Lisboa. O campo de golfe foi projetado pela Hawtree &amp; Sons e inaugurado em 1992 com dezoito buracos, sendo um dos poucos clubes tipicamente ingleses que existem em Portugal. O Lisbon Sports Club apresenta v\u00e1rios pontos de interesse, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>Servi\u00e7os e instala\u00e7\u00f5es &#8211; Club House, servi\u00e7o de babysitting durante o fim-de-semana, escola de golfe e li\u00e7\u00f5es gratuitas para os filhos dos s\u00f3cios do clube<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"As_praias_de_Sintra\"><\/span>As praias de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Praia da Adraga<\/strong>: ![(N38\u00ba48&#8217;8.59&#8221; , W9\u00ba29&#8217;05.17)] a Praia da Adraga encontra-se classificada pelo The Sunday Times como uma das melhores praias europeias. A Praia da Adraga apresenta as seguintes atra\u00e7\u00f5es:\n<ul>\n<li>Vista sobre o Oceano Atl\u00e2ntico e a ribanceira<\/li>\n<li>Forma de ba\u00eda do areal<\/li>\n<li>Pedra de Alvidrar ou Pedra do Ju\u00edzo<\/li>\n<li>Gruta do Fojo<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Praia das Azenhas do Mar<\/strong>: ![(N38\u00ba50&#8217;25.18&#8221; , W9\u00ba27&#8217;42.36)] \u00e9 uma praia de pequena dimens\u00e3o, com aproximadamente trinta metros de extens\u00e3o. A Praia das Azenhas do Mar apresenta os seguintes pontos de interesse:\n<ul>\n<li>Forma em anfiteatro<\/li>\n<li>Casas caiadas de branco e pintadas com uma lista azul<\/li>\n<li>Piscina natural de \u00e1gua salgada<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Praia Grande<\/strong>: ![(N38\u00ba48&#8217;51.83&#8221; , W9\u00ba28&#8217;36.32)] a Praia Grande \u00e9 a maior praia do litoral do concelho de Sintra, sendo muito procurada pelos praticantes de surf e bodyboard. Na Praia Grande realizam-se alguns campeonatos destas atividades, nomeadamente o Campeonato do Mundo de Bodyboard. A Praia Grande apresenta os seguintes pontos de interesse:\n<ul>\n<li>Realiza\u00e7\u00e3o regular de competi\u00e7\u00f5es europeias e mundiais de desportos n\u00e1uticos, nomedamente surf e bodyboard;<\/li>\n<li>Exist\u00eancia de v\u00e1rios restaurantes onde \u00e9 poss\u00edvel saborear o peixe e o marisco pescados no Oceano Atl\u00e2ntico;<\/li>\n<li>Seis pegadas de Dinossauros com aproximadamente 170 milh\u00f5es de anos, localizadas na escarpa Sul da praia.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Praia das Ma\u00e7\u00e3s<\/strong>: ![(N38\u00ba49&#8217;32.03&#8221; , W9\u00ba28&#8217;09.64)] A Praia das Ma\u00e7\u00e3s \u00e9 uma praia que se encontra localizada na foz do rio das Ma\u00e7\u00e3s, sendo assim designada a antigamente durante a esta\u00e7\u00e3o do Outono o mar transportava uma grande quantidade de ma\u00e7\u00e3s das quintas que ali existiam. A localidade come\u00e7ou a ser povoada no s\u00e9culo XIX com a constru\u00e7\u00e3o de tr\u00eas casas, nomeadamente do Padre de Colares Matias del Campo, do autor do Hino Nacional de Portugal Alfredo Keil e de um habitante das Azenhas do Mar, Manuel Prego. Os principais destaques s\u00e3o:\n<ul>\n<li>Alto da Vigia<\/li>\n<li>A vila da Praia das Ma\u00e7\u00e3s<\/li>\n<li>El\u00e9trico de Sintra<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Praia do Magoito<\/strong>: ![(N38&#8217;51&#8217;53.37&#8221; , W9\u00ba26&#8217;55.91&#8221;)] A Praia do Magoito, localizada na aldeia do Magoito \u00e9 conhecida v\u00e1rios aspetos, nomeadamente:\n<ul>\n<li>Ser das praias com mais iodo da Europa<\/li>\n<li>Pela grande quantidade de rochas<\/li>\n<li>Pela vista sobre o Cabo da Roca<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Praia Pequena<\/strong>: A Praia Pequena, localizada pr\u00f3ximo da Praia Grande, \u00e9 muito procurada devido a ser adequada para fam\u00edlias<\/li>\n<li><strong>Praia de S\u00e3o Juli\u00e3o<\/strong>: ![(N38\u00ba55&#8217;48.41&#8221; , W9\u00ba25&#8217;04.39)] A Praia de S\u00e3o Juli\u00e3o, \u00e9 a praia que se encontra localizada mais a norte no concelho de Sintra. A Praia de S\u00e3o Juli\u00e3o disponibiliza um areal de aproximadamente dois kilometros, sendo muito procurada para a pr\u00e1tica do surf e do bodyboard<\/li>\n<li><strong>Praia da Ursa<\/strong>: ![(N38\u00ba47&#8217;23.98&#8221; , W9\u00ba29&#8217;29.40)] A Praia da Ursa, localizada pr\u00f3ximo do Cabo da Roca, destaca-se pela beleza natural e pela areia fina. O acesso \u00e0 praia \u00e9 de algum grau de dificuldade, demorando a descida aproximadamente uma hora. O nome atual \u00e9 devido \u00e0 presen\u00e7a da Rocha de Ursa, que devido \u00e0 eros\u00e3o apresenta a forma de uma ursa com uma cria ao colo<\/li>\n<li><strong>Praia da Vigia<\/strong>: ![(N38\u00ba55&#8217;11.59&#8221; , W9\u00ba25&#8217;27.94)] A Praia da Vigia, localizada a sul de S\u00e3o Juli\u00e3o, destaca-se devido ao areal de aproximadamente dois kilometros e por ser uma praia naturista.<\/li>\n<li>Praia da Aguda<\/li>\n<li>Praia de Samara<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Historia_de_Sintra\"><\/span>Hist\u00f3ria de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>Sintra \u00e9 uma vila que respira hist\u00f3ria, apelidade pelo historiador grego Plutarco como a Serra da Lua. Sintra foi ocupada desde o Neol\u00edtico por v\u00e1rios povos, nomeadamente Celtas, Romanos e Mu\u00e7ulmanos, sendo considerada um local m\u00e1gico e sagrado. O culto da Lua era praticado em Sintra pelos celtas sempre que existiam noites de lua cheia. Estes rituais eram especialmente feitos em locais pr\u00f3ximos da Peninha. Os Romanos diziam que Sintra era o Monte Sagrado ou Monte da Lua em homenagem a Cintia, ou seja Deusa da Lua. O nome Sintra come\u00e7ou por ser associado a Cintia, a Deusa da Lua de Roma, depois Xintria, Zintira, Sentra e Xentra j\u00e1 no s\u00e9culo XIX.<br \/>\nA vila de Sintra foi conquistada em 1109 pelo conde Dom Henrique uma primeira vez, mas s\u00f3 em 1147 foi definitivamente conquistada por Dom Afonso Henriques, no mesmo ano da conquista de Lisboa. Sintra recebeu foral no dia 9 de Janeiro de 1154.<br \/>\nEsta localidade foi muito destru\u00edda pelo terramoto de 1 de Novembro de 1755.<br \/>\nA partir do s\u00e9culo XVIII, a vila de Sintra foi promovida devido \u00e0 presen\u00e7a de celebridades famosas, nomeadamente William Burnett, William Beckford, a princesa Carlota Joaquina, Gerard Devisme, E\u00e7a de Queiroz, Richard Strauss, Hans Christian Andersen, Robert Southey, Ra\u00fal Lino, Ferreira de Castro, Eduardo Viana, Milly Possoz, Alfredo Keil, Ramalho Ortig\u00e3o entre muitos outros.<br \/>\nA paisagem atual de Sintra foi constru\u00edda e desenvolvida ao longo dos s\u00e9culos, nomeadamente no s\u00e9culo XIX pelo rei Dom Fernando II, que era conhecido como o rei-artista. Dom Fernando criou uma r\u00e9plica do Castelo de Neuschwanstein que foi constru\u00eddo por Lu\u00eds II da Baviera. O resultado final foi o magn\u00edfico e \u00fanico Pal\u00e1cio da Pena e tudo o que o envolve. A partir de 1995, Sintra foi classificada como Patrim\u00f3nio Mundial da Humanidade pela UNESCO.<br \/>\n<strong>A vila de Sintra teve tr\u00eas per\u00edodos principais de desenvolvimento, nomeadamente<\/strong>:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>S\u00e9culos X ao XV<\/strong>: Sintra foi uma vila importante durante a ocupa\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana, tendo sido constru\u00eddo o <em>Castelo dos Mouros<\/em> e parte do <em>Pal\u00e1cio Nacional de Sintra<\/em>, sendo determinante at\u00e9 \u00e0 conquista de Lisboa em 1147 por Dom Afonso Henriques. At\u00e9 ao s\u00e9culo XV o Pal\u00e1cio Nacional de Sintra foi local de f\u00e9rias da Fam\u00edlia Real. Sintra perdeu import\u00e2ncia at\u00e9 ao s\u00e9culo XVIII devido a v\u00e1rios motivos, nomeadamente a ocupa\u00e7\u00e3o espanhola entre 1580 e 1640 e a escolha de outros pal\u00e1cios para f\u00e9rias como o Pal\u00e1cio Nacional de Mafra, o Pal\u00e1cio de Pombal em Oeiras e o Pal\u00e1cio Nacional de Queluz;<\/li>\n<li><strong>Depois do s\u00e9culo XVIII<\/strong>: Sintra voltou a ser importante depois do surgimento do Romantismo, um movimento cultural europeu que defendia uma maior aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 Natureza e um regresso ao passado, nomeadamente a Roma e \u00e0 Gr\u00e9cia. O Romantismo em Portugal surgiu em v\u00e1rias \u00e1reas, nomeadamente a Hist\u00f3ria e a Literatura com o surgimento de personalidades importantes como Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco ou Almeida Garrett. Sintra foi tamb\u00e9m muito visitada por intelectuais, m\u00fasicos, pol\u00edticos e homens de neg\u00f3cios estrangeiros, nomeadamente Richard Strauss, William Beckford, Francis Cook, Bar\u00e3o de Eschwege, Lord Byron, Hans Christian Andersen, Robert Southey ou Ant\u00f3nio Monteiro;<\/li>\n<li><strong>Patrim\u00f3nio Mundial da UNESCO<\/strong>: Sintra ganhou uma nova vitalidade na segunda metade do s\u00e9culo XX com a classifica\u00e7\u00e3o de Patrim\u00f3nio Mundial pela UNESCO no dia 6 de Dezembro de 1995 e com a visita de mais de tr\u00eas milh\u00f5es de turistas desde 2017.<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"attachment_3229\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ruas-tradicionais.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3229\" class=\"size-full wp-image-5124\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ruas-tradicionais.jpg\" alt=\"As ruas de SIntras foram restauradas em no ver\u00e3o de 2020, com ch\u00e3o de pedra tradicional Portuguesa, contudo nesta imagem ainda temos o antigo piso gasto pelo uso dos visitantes transeuntes\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ruas-tradicionais.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ruas-tradicionais-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ruas-tradicionais-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3229\" class=\"wp-caption-text\">As ruas de SIntras foram restauradas em no ver\u00e3o de 2020, com ch\u00e3o de pedra tradicional Portuguesa, contudo nesta imagem ainda temos o antigo piso gasto pelo uso dos visitantes transeuntes<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_3199\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-centro.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3199\" class=\"size-full wp-image-5119\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-centro.jpg\" alt=\"O centro da vila de Sintra \u00e9 composto por um grande largo com o sul decorado com a encosta da vila a caminho do Castelo dos Mouros e do Pal\u00e1cio da Pena, e o norte com a impon\u00eancia do Pal\u00e1cio Nacional de Sintra\" width=\"1280\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-centro.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-centro-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-centro-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3199\" class=\"wp-caption-text\">O centro da vila de Sintra \u00e9 composto por um grande largo com o sul decorado com a encosta da vila a caminho do Castelo dos Mouros e do Pal\u00e1cio da Pena, e o norte com a impon\u00eancia do Pal\u00e1cio Nacional de Sintra<\/p><\/div>\n<p>Sintra tem um micro-clima \u00fanico \u00e0s portas de Lisboa, com alguns dias de um nevoeiro glamorouso, semelhante ao de Inglaterra. Sintra foi designada Patrim\u00f3nio da UNESCO em 1995. A partir deste momento, a vila cresceu e come\u00e7ou a receber milh\u00f5es de turistas vindos do mundo inteiro.<\/p>\n<div id=\"attachment_3193\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ambiente.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3193\" class=\"size-full wp-image-5118\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ambiente.jpg\" alt=\"O ambiente de Sintra \u00e9 um ambiente de romantismo, hist\u00f3ria, glamour, uma viagem ao passado com o conforto do presente\" width=\"1280\" height=\"855\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ambiente.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ambiente-980x655.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-ambiente-480x321.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3193\" class=\"wp-caption-text\">O ambiente de Sintra \u00e9 um ambiente de romantismo, hist\u00f3ria, glamour, uma viagem ao passado com o conforto do presente<\/p><\/div>\n<p>A vida em Sintra \u00e9 tranquila, ao sairmos para a pra\u00e7a central de Sintra, frente ao Pal\u00e1cio Nacional de Sintra, conseguimos avistar grupos de turistas de todas as nacionalidades e idades a dirigirem-se para a Vila Velha de Sintra, local onde podemos provar os famosos doces locais &#8220;Travesseiros de Sintra&#8221; e fazer compras nas in\u00fameras lojas tradicionais que ali existem, ir at\u00e9 ao Pal\u00e1cio da Pena, \u00e0 Quinta da Regaleira ou ao Castelo dos Mouros a p\u00e9, de bicicleta, de autocarro, de coche ou de tuck tuck.<\/p>\n<div id=\"attachment_3151\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/ruas-da-via-de-sintra.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3151\" class=\"size-full wp-image-5112\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/ruas-da-via-de-sintra.jpg\" alt=\"As ruas de Sintra s\u00e3o ruas estreitas, com um ambiente alegre colorido criado pelo pequeno com\u00e9rcio que serve os muitos visitantes que chegam para conhecerem as v\u00e1rias atra\u00e7\u00f5es...\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/ruas-da-via-de-sintra.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/ruas-da-via-de-sintra-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/ruas-da-via-de-sintra-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3151\" class=\"wp-caption-text\">As ruas de Sintra s\u00e3o ruas estreitas, com um ambiente alegre colorido criado pelo pequeno com\u00e9rcio que serve os muitos visitantes que chegam para conhecerem as v\u00e1rias atra\u00e7\u00f5es&#8230;<\/p><\/div>\n<p>Sintra \u00e9 tamb\u00e9m Natureza, existindo em cada canto jardins, flores, matas e caminhos pedestres para explorar. As fontes de \u00e1gua fresca merecem um destaque especial, pois existem algumas fontes de onde \u00e9 poss\u00edvel beber \u00e1gua da nascente da Serra de Sintra.<\/p>\n<p>A vila de Sintra fica situada a aproximadamente trinta kilometros de Lisboa, \u00e9 um local tranquilo, seguro e com uma grande oferta de hot\u00e9is e restaurantes. As praias s\u00e3o tamb\u00e9m muito procuradas pelos lisboetas durante o ver\u00e3o, n\u00e3o s\u00f3 para veraneio, mas para a pr\u00e1tica de desportos n\u00e1uticos, nomeadamente o surf, o bodyboard, o windsurf. Sintra \u00e9 uma localidade e um concelho de visita obrigat\u00f3ria com pontos de interesse dos mais bem classificados no mundo, Sintra \u00e9 um optimo local para viver e trabalhar.<\/p>\n<div id=\"attachment_3115\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praia-grande.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3115\" class=\"size-full wp-image-5106\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praia-grande.jpg\" alt=\"Praia Grande \u00e9 uma praia mais perto de Sintra, a aproximadamente 11 kilometros de dist\u00e2ncia. A praia Grande tem boas condi\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica de desportos n\u00e1uticos, nomeadamente surf e bodyboard, sendo palco de algumas das etapas dos campeonatos de surf\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praia-grande.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/praia-grande-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/praia-grande-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3115\" class=\"wp-caption-text\">Praia Grande \u00e9 uma praia mais perto de Sintra, a aproximadamente 11 kilometros de dist\u00e2ncia. A praia Grande tem boas condi\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica de desportos n\u00e1uticos, nomeadamente surf e bodyboard, sendo palco de algumas das etapas dos campeonatos de surf<\/p><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Feiras_Festas_e_Romarias\"><\/span>Feiras, Festas e Romarias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Festas do Divino Esp\u00edrito Santos<\/strong>: realizam-se anualmente em Colares sete semanas depois da P\u00e1scoa<\/li>\n<li><strong>Festa de S\u00e3o Pedro de Penaferrim<\/strong>: realizam-se quinzenalmente em S\u00e3o pedro de Penaferrim nos segundo e quarto Domingos de cada m\u00eas<\/li>\n<li><strong>C\u00edrio de Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong>: peregrina\u00e7\u00e3o que se realiza anualmente entre as localidades de Eugaria e Mucifal em Julho<\/li>\n<li><strong>Ver\u00e3o na Quinta da Ribafria<\/strong>: festival que se realiza anualmente na Quinta da Ribafria entre Maio e Setembro<\/li>\n<li><strong>Festas em Honra de S\u00e3o Mamede<\/strong>: realizam-se anualmente em Janas no m\u00eas de Agosto<\/li>\n<li><strong>Festas de Nossa Senhora da Praia<\/strong>: realizam-se anualmente na Praia das Ma\u00e7\u00e3s no primeiro Domingo de Setembro<\/li>\n<li><strong>Feira Setecentista de Queluz<\/strong>: realiza-se anualmente em Setembro no Pal\u00e1cio Nacional de Queluz<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Onde_fazer_compras_em_Sintra\"><\/span>Onde fazer compras em Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Beloura Shopping<\/li>\n<li>Centro Comercial Forum de Sintra<\/li>\n<li>Mercado de Almo\u00e7ageme<\/li>\n<li>Mercado de S\u00e3o Pedro de Sintra<\/li>\n<li>Vila Velha de Sintra<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"attachment_3205\" style=\"width: 1290px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-comercio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3205\" class=\"size-full wp-image-5120\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-comercio.jpg\" alt=\"A vila velha de Sintra tem um com\u00e9rcio muito tradicional, onde encontramos pequenas lojas de artesanato, restaurantes, bares, e a confeitaria Piriquita, com os famosas queijadas de sintra e outras delicias a\u00e7ucaradas\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-comercio.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-comercio-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/vila-de-sintra-comercio-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3205\" class=\"wp-caption-text\">A vila velha de Sintra tem um com\u00e9rcio muito tradicional, onde encontramos pequenas lojas de artesanato, restaurantes, bares, e a confeitaria Piriquita, com os famosas queijadas de sintra e outras delicias a\u00e7ucaradas<\/p><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Transportes_de_e_para_Sintra\"><\/span>Transportes de e para Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Comboios<\/strong>: existem comboios para Sintra que partem das esta\u00e7\u00f5es da Gare do Oriente e do Rossio. A esta\u00e7\u00e3o de Queluz-Belas \u00e9 onde se deve sair para visitar o Pal\u00e1cio Nacional de Queluz e a Matinha de Queluz. As esta\u00e7\u00f5es de comboio do concelho de Sintra s\u00e3o:\n<ul>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o de Queluz-Belas<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o de Monte Abra\u00e3o<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o Massam\u00e1-Barcarena<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o Agualva-Cac\u00e9m<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o de Rio de Mouro<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o das Merc\u00eas<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o de Algueir\u00e3o<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o da Portela de Sintra<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o de Sintra<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Autocarros<\/strong>: existem autocarros para percursos do quotidiano e outras tur\u00edsticas:\n<ul>\n<li><strong>Carreira 434<\/strong>: faz o Circuito da Pena, que inclui o Centro Hist\u00f3rico, o Castelo dos Mouros e o Pal\u00e1cio da Pena. O autocarro parte da esta\u00e7\u00e3o de Sintra e do centro hist\u00f3rico da vila.<\/li>\n<li><strong>Carreira 435<\/strong>: tamb\u00e9m chamada de Villa Express Quatro Pal\u00e1cios, inclui o seguinte no percurso: Pal\u00e1cio Nacional de Sintra, Pal\u00e1cio da Regaleira, Pal\u00e1cio de Seteais, Pal\u00e1cio de Monserrate.<\/li>\n<li><strong>Carreira 441<\/strong>: tamb\u00e9m designada por Tr\u00eas Praias, inclui Praia Grande, Praia das Ma\u00e7\u00e3s e Praia das Azenhas<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>El\u00e9ctrico de Sintra<\/strong>: el\u00e9ctrico tradicional de Sintra que faz a liga\u00e7\u00e3o da vila a Colares durante os meses de Ver\u00e3o. A viagem, muito tranquila e agrad\u00e1vel, demora aproximadamente 45 minutos.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Instituicoes_de_Ensino_em_Sintra\"><\/span>Institui\u00e7\u00f5es de Ensino em Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Col\u00e9gio Vasco da Gama<\/li>\n<li>Col\u00e9gio dos Pl\u00e1tanos<\/li>\n<li>Conservat\u00f3rio de M\u00fasica em Sintra<\/li>\n<li>Escola Portuguesa de Arte Equestre<\/li>\n<li>Escola Profissional de Recupera\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f3nio de Sintra<\/li>\n<li>Prime School International &#8211; Sintra<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Servicos_de_Saude_em_Sintra\"><\/span>Servi\u00e7os de Sa\u00fade em Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Cl\u00ednica CintraM\u00e9dica &#8211; Portela de Sintra<\/li>\n<li>CUF Sintra<\/li>\n<li>Hospital Amadora-Sintra<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Organizacao_Administrativa_de_Sintra\"><\/span>Organiza\u00e7\u00e3o Administrativa de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>O concelho de Sintra \u00e9 o segundo do pa\u00eds com mais habitantes, aproximadamente 378 mil. O munic\u00edpio de Sintra \u00e9 administrativamente organizado em onze freguesias, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>Junta de Freguesia de Algueir\u00e3o-Mem Martins<\/li>\n<li>Junta de Freguesia de Casal de Cambra<\/li>\n<li>Junta de Freguesia de Colares<\/li>\n<li>Junta de Freguesia de Rio de Mouro<\/li>\n<li>Uni\u00e3o das Freguesias de Agualva e Mira Sintra<\/li>\n<li>Uni\u00e3o das Freguesias de Almargem do Bispo, P\u00earo Pinheiro e Montelavar<\/li>\n<li>Uni\u00e3o das Freguesias de Cac\u00e9m e S\u00e3o Marcos<\/li>\n<li>Uni\u00e3o das Freguesias de Massam\u00e1 e Monte Abra\u00e3o<\/li>\n<li>Uni\u00e3o das Freguesias de Queluz e Belas<\/li>\n<li>Uni\u00e3o das Freguesias de S\u00e3o Jo\u00e3o das Lampas e Terrugem<\/li>\n<li>Uni\u00e3o das Freguesias de Sintra<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Figuras_Ilustres_de_Sintra\"><\/span>Figuras Ilustres de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Dom Fernando II<\/strong>: (1816-1885) Fernando Augusto nasceu em Viena de \u00c1ustria no seio da fam\u00edlia Saxe-Coburgo Gotha no dia 29 de Outubro de 1816 e morreu em Lisboa a 15 de Dezembro de 1885. Dom Fernando foi o \u00faltimo rei consorte de Portugal e um dos fundadores do Romantismo nacional. Dom Fernando II casou com Dona Maria II em 1836 por procura\u00e7\u00e3o, que durou at\u00e9 1855, ano em que a Rainha morreu durante o parto do d\u00e9cimo primeiro filho. Dom Fernando II ficou como Regente do Reino de Portugal at\u00e9 o filho Dom Pedro atingir a maioridade. Dom Fernando voltou a casar em 1869 com a Condessa d&#8217;Edla, tendo sido muito pol\u00e9mico davido ao facto de Condessa d&#8217;Edla ser cantora de \u00f3pera e m\u00e3e solteira. Dom Fernando II morreu em 1885 e foi sepultado no Mosteiro de S\u00e3o Vicente de Fora em Lisboa, espa\u00e7o do Pante\u00e3o Real da Dinastia de Bragan\u00e7a. Dom Fernando II teve um papel \u00edmpar no desenvolvimento e na prote\u00e7\u00e3o do patrim\u00f3nio portugu\u00eas atrav\u00e9s de v\u00e1rias medidas, nomeadamente:\n<ul>\n<li>Cria\u00e7\u00e3o da Academia de Belas Artes<\/li>\n<li>Oferta de bolsas de estudo a artistas portugueses como Bordalo Pinheiro e Viana da Mota<\/li>\n<li><em>Restauro de v\u00e1rios monumentos<\/em>: Mosteiro da Batalha, Mosteiro dos Jer\u00f3nimos, Torre de Bel\u00e9m, S\u00e9 Catedral de Lisboa, Convento de Mafra, Convento de Cristo em Tomar e o Templo Romano em \u00c9vora;<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Condessa d\u2019Edla<\/strong>: (1836-1929) De nome &#8220;Elise Hensler&#8221; nasceu na Su\u00ed\u00e7a no dia 22 de Maio de 1836 e faleceu a 21 de Maio de 1929 em Lisboa. Elise Hensler emigrou aos doze anos de idade com os pais para Boston, Estados Unidos da Am\u00e9rica, tendo come\u00e7ado a trabalhar no Scalla de Mil\u00e3o, onde permaneceu durante tr\u00eas anos. Elise Hensler chegou a Portugal em 1860 para cantar no Teatro Nacional de S\u00e3o Jo\u00e3o no Porto e no Teatro Nacional de S\u00e3o Carlos em Lisboa, \u00e9poc em que conheceu Dom Fernando II, com quem viria a casar e a mudar-se definitivamente para Sintra. Em Sintra o casal afastou-se da pol\u00edtica de Lisboa e dedicou-se ao desenvolvimento do Pal\u00e1cio da Pena e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do Chalet da Condessa d\u2019Edla. A Condessa d\u2019Edla recebeu o Pal\u00e1cio da Pena, o Castelo dos Mouros e o Chalet da Condessa d\u2019Edla, ap\u00f3s a morte de Dom Fernando em 1885. A Condessa d\u2019 Edla morreu com 91 anos, estando sepultada no Cemit\u00e9rio dos Prazeres.<\/li>\n<li><strong>Al Baqr<\/strong>: Um ge\u00f3grafo mu\u00e7ulmano que viajou por todo o Imp\u00e9rio Isl\u00e2mico durante o s\u00e9culo X. Foi o primeiro ge\u00f3grafo a deixar documenta\u00e7\u00e3o escrita sobre Sintra;<\/li>\n<li><strong>Bar\u00e3o de Eschwege<\/strong>: (1777-1855) Wilhelm Ludwig von Eschwege nasceu em Aue, pr\u00f3ximo de Eschwege na prov\u00edncia de Hesse-Kassel. Eschwege, terminou os estudos em engenharia de minas no ano de 1800 na Universidade de G\u00f6ttingen e em Marburg. O Bar\u00e3o de Eschwege veio para Portugal em Julho de 1803 para gerir as minas de ferro da Foz do Alge, pr\u00f3ximo de Figueir\u00f3 dos Vinhos e em 1807 ingressou no Ex\u00e9rcito Portugu\u00eas devido \u00e0 Invas\u00e3o do Ex\u00e9rcito Napole\u00f3nico de Portugal com a patente de capit\u00e3o de artilharia. Dois anos depois viajou para o Brasil com o objetivo de proceder \u00e0 reativa\u00e7\u00e3o mineira do territ\u00f3rio, tendo sido nesta col\u00f3nia portuguesa que ganhou notoriedade como membro da direc\u00e7\u00e3o do Real Gabinete de Mineralogia do Rio de Janeiro, professor da Academia Militar, instala\u00e7\u00e3o da F\u00e1brica do Prata \u201cA Patri\u00f3tica\u201d e pela melhoria das estradas das capitanias de Minas Gerais e Goi\u00e1s. O Bar\u00e3o de Eschwege tinha regressado \u00e0 Alemanha em 1821, e regressou a Portugal em 1839 para dirigir as obras do Pal\u00e1cio Nacional da Pena, que constituiu a \u00faltima grande obra em Portugal. A seguir \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o no pal\u00e1cio ainda regressou ao Brasil, contudo por pouco tempo, vindo a falecer no dia 1 de Fevereiro de 1855 j\u00e1 na Alemanha;<\/li>\n<li><strong>William Beckford<\/strong>: (1760-1844) William Beckford foi um escritor, colecionador e viajante ingl\u00eas que se apaixonou por Sintra. William Beckford nasceu em Londres numa fam\u00edlia rica aristocrata e propriet\u00e1ria de v\u00e1rias planta\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00facar na Jamaica, tendo sido acusado pela sociedade londrina de pr\u00e1ticas sexuais menos pr\u00f3prias para a \u00e9poca, o que o levou a viajar por v\u00e1rios pa\u00edses europeus, nomeadamente Fran\u00e7a, Espanha, It\u00e1lia, Su\u00ed\u00e7a e Portugal. As obras mais importantes incluem o romance <em>Vathek: Um Conto \u00c1rabe de 1786<\/em>, o <strong>Di\u00e1rio de William Beckford em Portugal e Espanha de 1835<\/strong> e <em>Alcoba\u00e7a e Batalha: Recorda\u00e7\u00f5es de Viagem<\/em>. William Beckford esteve em Portugal tr\u00eas vezes:\n<ul>\n<li>1787 &#8211; esteve em Lisboa<\/li>\n<li>1793 e 1795 &#8211; esteve hospedado na Quinta e Pal\u00e1cio do Ramalh\u00e3o em Sintra<\/li>\n<li>1798 a 1799 &#8211; arrendou e fez obras de fundo no Pal\u00e1cio e Jardim de Monserrate<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Lord Byron<\/strong>: (1788-1824) <strong>George Gordon Noel<\/strong> nasceu no dia 22 de Janeiro de 1788 e faleceu a 19 de Abril de 1824. <em>Lord Byron foi um dos maiores poetas do s\u00e9culo XIX<\/em> e uma das grandes figuras do Romantismo Europeu, tendo desempenhado com sucesso v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es, nomeadamente deputado da C\u00e2mara dos Lordes, membro do Comit\u00e9 Londrino de Independ\u00eancia da Gr\u00e9cia, escritor e intelectual. As principais obras foram Childe Harold\u2019s Pilgrimage, escrito entre 1812 e 1819 e onde escreve sobre Sintra, The Corsair em 1814, The Siege of Corinth em 1816 e The Liberal em 1822<\/li>\n<li><strong>Francis Cook<\/strong>: (1817-1901) Sir Francis Cook nasceu no dia 23 de Janeiro 1817 e morreu a 17 de Fevereiro de 1901. Sir Francis Cook detinha a terceira maior fortuna de Inglaterra e tinha uma das maiores cole\u00e7\u00f5es de arte no s\u00e9culo XIX, tendo 510 grandes obras de arte em 1876. Francis Cook fez fortuna na ind\u00fastria t\u00eaxtil e chegou a ter a sede da empresa no centro de Londres no Armaz\u00e9m Cook &amp; Son, tendo comprado Monserrate em 1863. Sir Francis Cook recebeu v\u00e1rios t\u00edtulos nobili\u00e1rquicos em Portugal e Inglaterra, nomeadamente <em>Primeiro Visconde de Monserrate<\/em>, <em>Primeiro Baronete em Inglaterra<\/em>, membro da Sociedade de Antiqu\u00e1rios de Londres<\/li>\n<li><strong>Luigi Manini<\/strong>: (1848-1936) o cen\u00f3grafo italiano Luigi Manini nasceu no dia 8 de Mar\u00e7o de 1848 e faleceu a 29 de Junho de 1936. Luigi Manini nasceu numa fam\u00edlia humilde, o que o levou a ter de trabalhar aos nove anos no atelier de Giovanni Zaffeva como aprendiz. Manini licenciou-se em Ornamenta\u00e7\u00e3o na Real Academia de Belas Artes de Mil\u00e3o em 1861, tendo desempenhado v\u00e1rios cargos, nomeadamente como cen\u00f3grafo ou arquiteto-decorador na edifica\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios edif\u00edcios importantes na Europa, nomeadamente:\n<ul>\n<li>Teatro Scala em Mil\u00e3o<\/li>\n<li>Teatro Nacional de S\u00e3o Carlos<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio e Quinta da Regaleira<\/li>\n<li>Teatro Nacional Dona Maria<\/li>\n<li>Palace Hotel do Bu\u00e7aco<\/li>\n<li>Casa de Giardiniere-Biester<\/li>\n<li>Villa Sassetti<\/li>\n<li>Chalet Lima Mayer em Sintra<\/li>\n<li>Teatro Pal\u00e1cio de Foz<\/li>\n<li>Teatro Dona Am\u00e9lia<\/li>\n<li>Teatro S\u00e3o Luiz<\/li>\n<li>Teatro S\u00e3o Jo\u00e3o do Porto<\/li>\n<li>Museu Militar de Lisboa<\/li>\n<li>Museu Conde Castro Guimar\u00e3es em Cascais.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Ant\u00f3nio Monteiro<\/strong> (1848-1920) Ant\u00f3nio Augusto Carvalho Monteiro nasceu no dia 27 de Novembro de 1848 e faleceu em 24 de Outubro de 1920. Ant\u00f3nio Monteiro nasceu no Rio de Janeiro, filho dos portugueses Frederico Augusto Mendes Monteiro e Ana Thereza Carolina de Carvalho. Ant\u00f3nio Monteiro, ficou conhecido como <strong>Monteiro dos Milh\u00f5es<\/strong> devido \u00e0 fortuna que herdou dos pais e aos neg\u00f3cios que realizou com produtos como o caf\u00e9. Ant\u00f3nio Monteiro licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra em 1871 e casou dois anos depois com Perp\u00e9tua Augusta Pereira de Melo (1852-1913). Monteiro dos Milh\u00f5es era um colecionador \u00e1vido e um mecenas das artes, sendo de destacar as cole\u00e7\u00f5es de rel\u00f3gios, borboletas, e das obras de Lu\u00eds Vaz de Cam\u00f5es. No ano de 1876 instalou-se definitivamente em Portugal no Pal\u00e1cio Quintela-Farrobo na rua do Alecrim em Lisboa. Ant\u00f3nio Monteiro decidiu construir uma resid\u00eancia de f\u00e9rias em Sintra, a Quinta da Regaleira, e contratar Luigi Manini para a projetar entre 1898 e 1912. Ant\u00f3nio Monteiro recebeu o t\u00edtulo de <em>Mo\u00e7o Fidalgo da Casa Real<\/em> atribu\u00eddo por Dom Lu\u00eds I. Ant\u00f3nio Carvalho Monteiro acabou por falecer em 1920 com um desgosto profundo devido \u00e0 morte da mulher uns anos antes;<\/li>\n<li><strong>Gerard de Visme<\/strong> (1725-1798) ingl\u00eas de origem francesa que foi o primeiro habitante ingl\u00eas em Monserrate. Gerard de Visme nasceu em Inglaterra numa fam\u00edlia de Huguenotes Franceses, ou seja Protestantes Franceses. Gerald de Visme nasceu no dia 22 de Fevereiro de 1725 e faleceu a 20 de Novembro de 1727. N\u00e3o se sabe muita coisa acerca da vida de Gerard de Visme, exceto que viveu em Portugal entre 1746 e 1794 onde era propriet\u00e1rio de duas quintas: uma em Lisboa, a Quinta de S\u00e3o Domingos de Benfica, e outra em Sintra, a Quinta de Monserrate. Gerald de Visme foi membro da Brithish Factory em Lisboa, estando envolvido na constru\u00e7\u00e3o do Hospital Ingl\u00eas em Lisboa e desempenhou o cargo de Administrador das J\u00f3ias da Coroa e Minas de Diamantes do Brasil. A principal fonte da fortuna foi o com\u00e9rcio do pau-brasil devido a ter conseguido o monop\u00f3lio desta mercadoria gra\u00e7as \u00e0 amizade que tinha com o Marqu\u00eas de Pombal.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Citacoes_sobre_Sintra\"><\/span>Cita\u00e7\u00f5es sobre Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>&#8220;Hoje \u00e9 o dia mais feliz da minha vida! Conhe\u00e7o a It\u00e1lia, a Sic\u00edlia, a Gr\u00e9cia e o Egito e nunca vi nada, nada que valha a pena! \u00c9 coisa mais bela que tenho visto! Este \u00e9 o verdadeiro jardim de Klingsor e l\u00e1 no alto est\u00e1 o Castelo do Santo Graal&#8221;, Richard Strauss<\/li>\n<li>&#8220;Verdadeira vinheta das Mil e uma Noites, uma vis\u00e3o de contos de fadas&#8221;, Hans Christian Andersen<\/li>\n<li>&#8220;Cintra\u2019s Glorious Eden&#8221;, Lord Byron<\/li>\n<li>&#8220;Em Sintra n\u00e3o se morre &#8211; passa-se vivo para o outro lado. Porque a morte \u00e9 imposs\u00edvel no vigor da beleza. E a mem\u00f3ria que passou fica nela para colaborar&#8221;, Virg\u00edlio Ferreira<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Curiosidades_de_Sintra\"><\/span>Curiosidades de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Sintra foi o primeiro s\u00edtio europeu inscrito pela UNESCO como paisagem cultural em 1995<\/li>\n<li>O Pal\u00e1cio Nacional da Pena foi o primeiro pal\u00e1cio rom\u00e2ntico da Europa, constru\u00eddo trinta anos do conhecido Schloss Neuschwanstein da Baviera na Alemanha<\/li>\n<li>Foi Dom Fernando II que introduziu em Portugal a tradi\u00e7\u00e3o de decorar um pinheiro no Natal e distribuir presentes \u00e0s crian\u00e7as<\/li>\n<li>1836 foi o ano em que Dom Fernando casou com Dona Maria II e em que se verificou o nascimento da Condessa d\u2019Edla, futura mulher do Rei Artista<\/li>\n<li>Diz-se que a alma da Dona Carlota Joaquina vagueia pelos corredores do Pal\u00e1cio Nacional de Queluz durante a noite<\/li>\n<li>O estilo neog\u00f3tico ingl\u00eas foi muito influenciado pelo Mosteiro da Batalha<\/li>\n<li>A Quinta de Monserrate foi tamb\u00e9m propriedade de Tennessee Celeste Claflin sufragista norte-americana e irm\u00e3 de Victoria Claflin Woodhull (1838-1927), a primeira mulher candidata \u00e0 Presid\u00eancia dos Estados Unidos da Am\u00e9rica<\/li>\n<li>O Parque de Monserrate tem mais de tr\u00eas mil esp\u00e9cies ex\u00f3ticas<\/li>\n<li>O Parque de Monserrate foi o vencedor do pr\u00e9mio Jardins Europeus em 2013<\/li>\n<li>Lord Byron e William Beckford moraram em Sintra<\/li>\n<li>Dom Manuel I observou a nau de Nicolau Coelho, que integrava a frota de Vasco da Gama rumo \u00e0 \u00cdndia, a entrar no rio Tejo em 1503<\/li>\n<li>Os vinhos de Colares s\u00e3o considerados os mais parecidos com os vinhos de Bord\u00e8us em Portugal<\/li>\n<li>A cantora norte-americana Madonna esteve interessada em adquirir a Quinta do Rel\u00f3gio em Sintra<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Factos_rapidos_de_Sintra\"><\/span>Factos r\u00e1pidos de Sintra<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Os concelhos de Sintra, Oeiras, Amadora e a empresa municipal Parques de Sintra Monte da Lua criaram um protocolo para realizar o Eixo Verde e Azul que visa a constru\u00e7\u00e3o de corredores paralelos ao rio Jamor para a circula\u00e7\u00e3o de pessoas, \u00e1gua entre a Serra da Carregueira e Caxias numa extens\u00e3o de 16 km ao longo do rio Jamor<\/li>\n<li>O Munic\u00edpio de Sintra tem aproximadamente 382 mil habitantes<\/li>\n<li>O Concelho de Sintra encontra-se dividido em onze freguesias, nomeadamente Agualva e Mira Sintra, Algueir\u00e3o-Mem Martins, Almargem do Bispo, P\u00earo Pinheiro e Montelavar, Cac\u00e9m e S\u00e3o Marcos, Casal de Cambra, Colares, Massam\u00e1 e Monte Abra\u00e3o, Queluz e Belas, Rio de Mouro, S\u00e3o Jo\u00e3o das Lampas e Terrugem e Sintra<\/li>\n<li>A C\u00e2mara Municipal de Sintra recebeu o pr\u00e9mio de Munic\u00edpio do Ano da \u00c1rea Metropolitana de Lisboa em 2015<\/li>\n<li>Os monumentos de Sintra receberam aproximadamente tr\u00eas milh\u00f5es e duzentos mil visitantes em 2017<\/li>\n<li>O Pal\u00e1cio e o Parque da Pena foi o mais visitado com cerca de um milh\u00e3o e setecentos mil visitantes em 2017<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De Sintra a Cascais, passamos pela Serra de Sintra e entramos numa outra vila de encantos. De Sintra a Lisboa, saimos de uma vila e entramos numa cidade europeia com todos os servi\u00e7os de uma grande cidade.<br \/>\nDe Cascais a Lisboa, viajamos por uma Avenida Marginal frente ao mar e rio&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sintra Sintra \u00e9 uma vila portuguesa, parte do distrito da grande Lisboa. Sintra, conhecida como a capital do romantismo em Portugal, \u00e9 considerada uma das mais belas vilas do mundo. \u00c9 conhecida por ser um conto de fadas real, onde \u00e9 poss\u00edvel viajar no tempo sem sair do s\u00e9culo XXI. 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