{"id":4912,"date":"2020-08-08T08:08:00","date_gmt":"2020-08-08T08:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/xrei.com\/lisbon-downtown-baixa\/"},"modified":"2021-09-07T17:23:20","modified_gmt":"2021-09-07T17:23:20","slug":"baixa-de-lisboa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/","title":{"rendered":"Baixa de Lisboa"},"content":{"rendered":"<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_4914\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/baixa.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/baixa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4914\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/baixa.jpg\" alt=\"A Baixa em Lisboa \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o de Lisboa, a zona que foi reconstru\u00edda por Marqu\u00eas de Pombal ap\u00f3s o terramoto de 1 de Novembro de 1755, caraterizada pelas ruas retas e largas que foram desenhadas a partir da Rua Augusta e de acordo com as profiss\u00f5es que existiam na \u00e9poca, nomeadamente sapateiros, douradores e correeiros. A Rua Augusta toda pavimentada em cal\u00e7ada portuguesa, \u00e9 uma das ruas com mais anima\u00e7\u00e3o de rua em Lisboa\" width=\"1280\" height=\"854\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/baixa.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/baixa.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/baixa-980x654.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/baixa-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">A Baixa em Lisboa \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o de Lisboa, a zona reconstru\u00edda por Marqu\u00eas de Pombal ap\u00f3s o terramoto de 1 de Novembro de 1755, caraterizada pelas ruas retas e largas que foram desenhadas a partir da Rua Augusta e de acordo com as profiss\u00f5es que existiam na \u00e9poca, nomeadamente sapateiros, douradores e correeiros. A Rua Augusta toda pavimentada em cal\u00e7ada portuguesa, \u00e9 uma das ruas com mais anima\u00e7\u00e3o de rua em Lisboa<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-light-blue ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">In this article, you will get to know about...<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Baixa_de_Lisboa\" >Baixa de Lisboa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Estrutura_deste_artigo_da_Baixa_lisboeta\" >Estrutura deste artigo da Baixa lisboeta:<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#As_Atracoes_da_Baixa_de_Lisboa_top_10\" >As Atra\u00e7\u00f5es da Baixa de Lisboa (top 10)<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Outros_locais_a_visitar_enquanto_exploramos_a_Baixa_de_Lisboa\" >Outros locais a visitar enquanto exploramos a Baixa de Lisboa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Lojas_Historicas_na_Baixa_de_Lisboa_Top_10\" >Lojas Hist\u00f3ricas na Baixa de Lisboa (Top 10)<\/a><ul class='ez-toc-list-level-4' ><li class='ez-toc-heading-level-4'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Outras_Lojas_Historicas_na_Baixa_de_Lisboa\" >Outras Lojas Hist\u00f3ricas na Baixa de Lisboa<\/a><\/li><\/ul><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Ruas_e_pracas_principais_da_Baixa_de_Lisboa\" >Ruas e pra\u00e7as principais da Baixa de Lisboa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Empreendimentos_Turisticos_na_Baixa_de_Lisboa\" >Empreendimentos Tur\u00edsticos na Baixa de Lisboa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Transportes_e_acessos_a_Baixa_de_Lisboa\" >Transportes e acessos \u00e0 Baixa de Lisboa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Parques_de_Estacionamento_junto_a_Baixa_de_Lisboa\" >Parques de Estacionamento junto \u00e0 Baixa de Lisboa:<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-11\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Historia_da_Baixa_de_Lisboa\" >Hist\u00f3ria da Baixa de Lisboa<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-12\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Video_da_rainha_Isabel_II_em_visita_a_Lisboa_em_1957\" >Video da rainha Isabel II em visita a Lisboa em 1957<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-13\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#O_projeto_de_arquitetura_que_originou_a_Baixa_de_Lisboa\" >O projeto de arquitetura que originou a Baixa de Lisboa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-14\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/baixa-de-lisboa\/#Hierarquia_da_Baixa_nomes_Inovacoes_e_porques\" >Hierarquia da Baixa, nomes Inova\u00e7\u00f5es e porqu\u00ea&#8217;s?<\/a><\/li><\/ul><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Baixa_de_Lisboa\"><\/span>Baixa de Lisboa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A <strong>Baixa<\/strong> \u00e9 a zona de Lisboa que foi reconstru\u00edda por Marqu\u00eas de Pombal ap\u00f3s o Terramoto de 1 de Novembro de 1755. A Baixa de Lisboa \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da cidade de Lisboa, tamb\u00e9m chamada de <strong>Baixa Pombalina<\/strong> carateriza-se pelas ruas retas e largas que foram desenhadas a partir da Rua Augusta e de acordo com as profiss\u00f5es que existiam na \u00e9poca, nomeadamente sapateiros, douradores e correeiros. A <strong>Rua Augusta<\/strong> toda pavimentada em cal\u00e7ada portuguesa, <strong>\u00e9 uma das ruas com mais anima\u00e7\u00e3o de rua em Lisboa<\/strong>. Na Baixa \u00e9 poss\u00edvel assistir a uma s\u00e9rie de artistas de rua durante o dia, nomeadamente homens est\u00e1tuas, tocadores de violino e guitarra e, por vezes, grupos de m\u00fasica como as Tunas Acad\u00e9micas e grupos de dan\u00e7arinos africanos. Na Baixa existem estabelecimentos de com\u00e9rcio tradicional, restaurantes com a gastronomia t\u00edpica portuguesa, escrit\u00f3rios de empresas de v\u00e1rias \u00e1reas de neg\u00f3cios (banca, finan\u00e7as, ourivesarias, e outras, hot\u00e9is e hostels de luxo, um miradouro e v\u00e1rios espa\u00e7os culturais, nomeadamente o MUDE (Museu do Design e da Moda). A Baixa \u00e9 muito procurada por aficionados de arquitetura, por homens de neg\u00f3cio, investidores, jovens, ou por turistas \u00e0 descoberta da cidade. A Baixa \u00e9 o local indicado para quem pretende ficar alojado no centro da capital portuguesa e movimentar-se sem necessidade de viatura pr\u00f3pria.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Estrutura_deste_artigo_da_Baixa_lisboeta\"><\/span>Estrutura deste artigo da Baixa lisboeta:<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A Baixa de Lisboa encontra-se limitada a norte pelo Largo do Regedor, a este pela rua da Madalena, a sul pela rua da Alf\u00e2ndega, a oeste pelo Largo de S\u00e3o Juli\u00e3o e pela rua Nova do Almada, faz a liga\u00e7\u00e3o entre o Chiado, a Avenida da Liberdade e Alfama.<\/p>\n<p>A Baixa \u00e9 integrada pela Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"As_Atracoes_da_Baixa_de_Lisboa_top_10\"><\/span>As Atra\u00e7\u00f5es da Baixa de Lisboa (top 10)<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p><strong>1. Convento do Carmo<\/strong>: O Convento do Carmo \u00e9 um dos edif\u00edcios mais importantes da cidade de Lisboa datado do per\u00edodo anterior ao Terramoto de 1 de Novembro de 1755. O Convento do Carmo encontra-se localizado no <em>Largo do Carmo &#8211; Chiado<\/em>, integrando o Museu Nacional de Arqueologia desde o s\u00e9culo XIX, tendo a fachada principal sido recentemente restaurada. O Convento \u00e9 atualmente muito visitado devido \u00e0 cole\u00e7\u00e3o de artefactos importantes da <em>Hist\u00f3ria de Portugal<\/em> exposta no interior do Museu e devido a ser <em>um testemunho arquitet\u00f3nico do terramoto<\/em>. O Convento do Carmo apresenta as seguintes principais cole\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o de Epigrafia Romana;<\/li>\n<li>Cole\u00e7\u00e3o de Cer\u00e2micas e M\u00famias Pr\u00e9-Colombianas;<\/li>\n<li>Sarc\u00f3fago e M\u00famia Eg\u00edpcia;<\/li>\n<li>T\u00famulo de Dom Fernando I (1345-1383);<\/li>\n<li>T\u00famulo da Rainha Dona Maria de \u00c1ustria do s\u00e9culo XVIII;<\/li>\n<li>Pedras mo\u00e7\u00e1rabes do s\u00e9culo X;<\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3883\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/convento-do-carmo.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/convento-do-carmo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5149\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/convento-do-carmo.jpg\" alt=\"Ru\u00ednas do Convento do Carmo \u00e9 um edif\u00edcio localizado no Largo do Carmo, Chiado, integrando o Museu Nacional de Arqueologia desde o s\u00e9culo XIX datado do per\u00edodo anterior ao Terramoto de 1 de Novembro de 1755, um um testemunho arquitet\u00f3nico de Lisboa pr\u00e9-terramoto.\" width=\"1280\" height=\"850\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/convento-do-carmo.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/convento-do-carmo.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/convento-do-carmo-980x651.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/convento-do-carmo-480x319.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Ru\u00ednas do Convento do Carmo \u00e9 um edif\u00edcio localizado no Largo do Carmo, Chiado, integrando o Museu Nacional de Arqueologia desde o s\u00e9culo XIX datado do per\u00edodo anterior ao Terramoto de 1 de Novembro de 1755, um um testemunho arquitet\u00f3nico de Lisboa pr\u00e9-terramoto.<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p><strong>2. Elevador de Santa Justa: <\/strong>O Elevador de Santa Justa \u00e9 um elevador funicular situado na Baixa da cidade de Lisboa constru\u00eddo verticalmente numa estrutura de ferro fundido. As principais atra\u00e7\u00f5es do elevador s\u00e3o a <em>vista panor\u00e2mica sobre Lisboa<\/em> e a arquitetura da estrutura . O Elevador de Santa Justa foi projetado por Raoul Mesnier de Ponsard e inaugurado no dia 10 de Julho de 1902.<\/p>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3895\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/elevador-santa-justa.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/elevador-santa-justa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5151\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/elevador-santa-justa.jpg\" alt=\"Elevador de Santa Justa \u00e9 um elevador vertical com uma arquitetura em ferro fundido, e uma plaaforma no topo que nos permite disfrutar de uma vista panoramica sobre a Baixa lisboeta\" width=\"1280\" height=\"1280\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/elevador-santa-justa.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/elevador-santa-justa.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/elevador-santa-justa-980x980.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/elevador-santa-justa-480x480.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Elevador de Santa Justa \u00e9 um elevador vertical com uma arquitetura em ferro fundido, e uma plataforma no topo que nos permite disfrutar de uma vista panor\u00e2mica sobre a Baixa lisboeta<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p><strong>3. Casa do Alentejo<\/strong>: A Casa do Alentejo \u00e9 a sede da Associa\u00e7\u00e3o Regionalista Alentejana desde 1928. A Casa do Alentejo est\u00e1 integrada num pal\u00e1cio do s\u00e9culo XIX mandado construir pela fam\u00edlia dos Viscondes de Alverca. O pal\u00e1cio foi tendo v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es ao longo dos anos, nomeadamente a de primeiro casino de Lisboa, conhecido como \u201cO Majestic Club\u201d. A Casa do Alentejo tem uma arquitetura estilo neo-\u00e1rabe, tendo sido projetada pelo arquiteto Silva J\u00fanior. A Casa do Alentejo \u00e9 muito visitada devido aos seguintes motivos: beleza do Sal\u00e3o dos Espelhos e pela qualidade da comida regional do Alentejo servida nos restaurantes existentes no pal\u00e1cio.<\/p>\n<p><strong>4. Igreja de S\u00e3o Domingos<\/strong>: A Igreja de S\u00e3o Domingos \u00e9 uma das igrejas mais importantes da cidade, encontra-se localizada no Largo de S\u00e3o Domingos, pr\u00f3ximo da <strong>Pra\u00e7a Dom Pedro IV, conhecida como o Rossio de Lisboa. <\/strong>A igreja foi alvo de duas grandes cat\u00e1strofes, o terramoto de 1755 e um inc\u00eandio em 1954. A Igreja de S\u00e3o Domingos destaca-se devido \u00e0 grande dimens\u00e3o do interior, especialmente o teto constru\u00eddo em falsa ab\u00f3boda de ber\u00e7o pintado com mangan\u00eas e ocre. Os principais destaques s\u00e3o parte do len\u00e7o da Irm\u00e3 L\u00facia e o ter\u00e7o de Jacinta usados no dia 13 de Maio de 1917, durante o Milagre do Sol e o t\u00famulo de Dom Jo\u00e3o de Castro. A Igreja de S\u00e3o Domingos foi alvo de alguns acontecimentos marcantes da Hist\u00f3ria de Portugal, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>o Massacre dos Judeus em 1506;<\/li>\n<li>in\u00edcio dos Autos-de-F\u00e9 da Inquisi\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>local de reuni\u00f5es secretas de Dom Jo\u00e3o IV e aliados contra Espanha.<\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3901\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/igreja-sao-domingos.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/igreja-sao-domingos.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5152\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/igreja-sao-domingos.jpg\" alt=\"Igreja de S\u00e3o Domingos \u00e9 uma igreja com grande significado, tendo sido local de acontecimentos marcantes da hist\u00f3ria de Portugal. Tamb\u00e9m com destaque arquitet\u00f3nico para impon\u00eancia do teto constru\u00eddo em falsa ab\u00f3boda de ber\u00e7o pintado com mangan\u00eas e ocre.\" width=\"1280\" height=\"960\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/igreja-sao-domingos.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/igreja-sao-domingos.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/igreja-sao-domingos-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/igreja-sao-domingos-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Igreja de S\u00e3o Domingos \u00e9 uma igreja com grande significado, tendo sido local de acontecimentos marcantes da hist\u00f3ria de Portugal. Tamb\u00e9m com destaque arquitet\u00f3nico para impon\u00eancia do teto constru\u00eddo em falsa ab\u00f3boda de ber\u00e7o pintado com mangan\u00eas e ocre.<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p><strong>5. Miradouro do Arco da Rua Augusta<\/strong>: O Miradouro do Arco da Rua Augusta \u00e9 um ponto de vista privilegiado sobre Lisboa, o Rio Tejo e o Parque Natural da Arr\u00e1bida. O Miradouro encontra-se integrado no Arco da Rua Augusta, foi inicialmente projetado em 1759 por Eug\u00e9nio dos Santos. O Arco da Rua Augusta foi inaugurado em 1875 com um projeto do arquiteto Ver\u00edssimo Jos\u00e9 da Costa. O Arco da Rua Augusta encontra-se localizado no topo norte da Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio, fazendo a liga\u00e7\u00e3o com a Rua Augusta e a uni\u00e3o de dois edif\u00edcios. \u00c9 uma das principais atra\u00e7\u00f5es de Lisboa devido ao conjunto escult\u00f3rico com representa\u00e7\u00f5es de algumas das figuras mais importantes da Hist\u00f3ria de Portugal, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>as est\u00e1tuas de Viriato, Vasco da Gama, Dom Nuno \u00c1lvares Pereira, Marqu\u00eas de Pombal,<\/li>\n<li>as representa\u00e7\u00f5es aleg\u00f3ricas dos rios Douro e Tejo da autoria de V\u00edtor Bastos.<br \/>As est\u00e1tuas do topo do arco s\u00e3o representa\u00e7\u00f5es aleg\u00f3ricas que representam \u201cA Gl\u00f3ria coroando o G\u00e9nio e o Valor\u201d da autoria do escultor Anatole Calmels, uma inscri\u00e7\u00e3o em latim que significa &#8220;\u00c0s Virtudes dos Maiores&#8221; e um rel\u00f3gio no interior do arco.<\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3956\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vista-da-Rua-Augusta_.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vista-da-Rua-Augusta_.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5162\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vista-da-Rua-Augusta_.jpg\" alt=\"Miradouro do Arco da Rua Augusta \u00e9 o terra\u00e7o do Arco da Rua Augusta com vistas panoramicas sobre a rua Augusta, sobre o Terreiro do Pa\u00e7o, rio Tejo, encosta do Castelo, Chiado e outros locais da Baixa de Lisboa. Aqui temos uma grande proximidade \u00e0s est\u00e1tuas situadas no topo do arco que representam \u201cA Gl\u00f3ria coroando o G\u00e9nio e o Valor\u201d da autoria do escultor Anatole Calmels.\" width=\"1280\" height=\"853\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vista-da-Rua-Augusta_.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/vista-da-Rua-Augusta_.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/vista-da-Rua-Augusta_-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/vista-da-Rua-Augusta_-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Miradouro do Arco da Rua Augusta \u00e9 o terra\u00e7o do Arco da Rua Augusta com vistas panoramicas sobre a rua Augusta, sobre o Terreiro do Pa\u00e7o, rio Tejo, encosta do Castelo, Chiado e outros locais da Baixa de Lisboa. Aqui temos uma grande proximidade \u00e0s est\u00e1tuas situadas no topo do arco que representam \u201cA Gl\u00f3ria coroando o G\u00e9nio e o Valor\u201d da autoria do escultor Anatole Calmels.<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3913\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/miradouro-arco-rua-augusta.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/miradouro-arco-rua-augusta.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5154\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/miradouro-arco-rua-augusta.jpg\" alt=\"Vista da Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio (Terreiro do Pa\u00e7o) desde o miradouro do Arco da Rua Augusta\" width=\"1280\" height=\"720\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/miradouro-arco-rua-augusta.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/miradouro-arco-rua-augusta.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/miradouro-arco-rua-augusta-980x551.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/miradouro-arco-rua-augusta-480x270.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Vista da Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio (Terreiro do Pa\u00e7o) desde o miradouro do Arco da Rua Augusta<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3871\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/arco-rua-augusta.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/arco-rua-augusta.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5148\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/arco-rua-augusta.jpg\" alt=\"A fachada do Arco da Rua Augusta \u00e9 decorado por 12 elementos, nomeadamente a Gl\u00f3ria no topo a coroar o Valor \u00e0 esqueda, e o G\u00e9nio \u00e0 direita, com as incri\u00e7\u00f5es abaixo: &quot;VIRTVTIBVS MAIORVM&quot; As virtudes dos Maiores&quot;; VT SIT OMNIBVS DOCVMENTO.PPD &quot;Que seja uma li\u00e7\u00e3o para todos n\u00f3s. Dedicado ao gasto p\u00fablico&quot;; Abaixo, da esqueda para a direita temos 6 est\u00e1tuas representado o rio Tejo, Viriato, Marqu\u00eas de Pombal, Vasco da Gama, Nuno \u00c1lvares Pereira, e o rio Douro. Ao centro temos o braz\u00e3o de Portugal\" width=\"1280\" height=\"1068\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/arco-rua-augusta.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/arco-rua-augusta.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/arco-rua-augusta-980x818.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/arco-rua-augusta-480x401.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">A fachada do Arco da Rua Augusta \u00e9 decorado por 12 elementos, nomeadamente a Gl\u00f3ria no topo a coroar o Valor \u00e0 esquerda, e o G\u00e9nio \u00e0 direita, com as inscri\u00e7\u00f5es abaixo: &#8220;VIRTVTIBVS MAIORVM&#8221; As virtudes dos Maiores&#8221;; VT SIT OMNIBVS DOCVMENTO.PPD &#8220;Que seja uma li\u00e7\u00e3o para todos n\u00f3s. Dedicado ao gasto p\u00fablico&#8221;; Abaixo, da esquerda para a direita temos 6 est\u00e1tuas representado o rio Tejo, Viriato, Marqu\u00eas de Pombal, Vasco da Gama, Nuno \u00c1lvares Pereira, e o rio Douro. Ao centro temos o Braz\u00e3o de Portugal<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p><strong>6. Museu da Guarda Nacional Republicana<\/strong>: O Museu da Guarda Nacional Republicana encontra-se integrado no edif\u00edcio do <em>Quartel do Carmo. <\/em>O Museu da Guarda Nacional Republicana est\u00e1 localizado no Largo do Carmo, foi aberto ao p\u00fablico em 2015 com o objetivo de preservar e divulgar a hist\u00f3ria da Guarda Nacional Republicana. O Quartel do Carmo foi palco de um dos acontecimentos mais importantes da Hist\u00f3ria de Portugal, nomeadamente a Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos que ocorreu no dia 25 de Abril de 1974. A cole\u00e7\u00e3o do Museu da Guarda Nacional Republicana inclui mais de duas mil pe\u00e7as datadas do s\u00e9culo XIV ao s\u00e9culo XXI, relacionadas com as v\u00e1rias for\u00e7as de seguran\u00e7a que existiram em Portugal, especialmente Guarda Municipal, Guarda Real da Pol\u00edcia de Lisboa e Guarda Nacional Republicana.<\/p>\n<p><strong>7. Teatro Nacional Dona Maria II<\/strong>: O Teatro Nacional Dona Maria II \u00e9 um edif\u00edcio hist\u00f3rico, tem por objetivos a promo\u00e7\u00e3o do teatro a n\u00edvel nacional, a oferta de forma\u00e7\u00e3o para os atores e t\u00e9cnicos e a realiza\u00e7\u00e3o de protocolos nacionais e internacionais para a promo\u00e7\u00e3o do teatro portugu\u00eas. O Teatro Nacional Dona Maria II foi inaugurado no dia de anivers\u00e1rio da Rainha Dona Maria (1819-1853) 13 de Abril de 1846. O Teatro Nacional reflete a influ\u00eancia do escritor Almeida Garrett, respons\u00e1vel pela cria\u00e7\u00e3o da Inspe\u00e7\u00e3o Geral dos Teatros e Espet\u00e1culos Nacionais e pelo Conservat\u00f3rio de Arte Dram\u00e1tica. O Teatro Nacional Dona Maria II foi constru\u00eddo na Pra\u00e7a Dom Pedro IV no local do antigo Pal\u00e1cio dos Estaus, antiga sede da Inquisi\u00e7\u00e3o antes do Terramoto de 1755. O edif\u00edcio atual do Teatro Nacional foi projetado pelo arquiteto italiano Fortunato Lodi. O Teatro Nacional foi quase totalmente destru\u00eddo por um inc\u00eandio em 1964, o que levou \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o e reabertura em 1978. <em>O Teatro Nacional Dona Maria II<\/em> apresenta como principais destaques a fachada principal em estilo Neocl\u00e1ssico, a Sala Garrett, o Sal\u00e3o Nobre e a livraria, os corredores, o faustoso \u00e1trio principal e o Caf\u00e9 Garrett.<\/p>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3944\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/teatro-d-maria-II.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/teatro-d-maria-II.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5160\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/teatro-d-maria-II.jpg\" alt=\"Teatro Nacional Dona Maria II \u00e9 um edif\u00edcio hist\u00f3rico com a fachada principal em estilo Neocl\u00e1ssico, constru\u00eddo na Pra\u00e7a Dom Pedro IV inaugurado no dia de anivers\u00e1rio da Rainha Dona Maria (1819-1853) 13 de Abril de 1846, no local do antigo Pal\u00e1cio dos Estaus. O objetivo do Nacional Dona Maria II \u00e9 a promo\u00e7\u00e3o da arte teatral a n\u00edvel nacional, a oferta de forma\u00e7\u00e3o para os atores e t\u00e9cnicos e a realiza\u00e7\u00e3o de protocolos nacionais e internacionais para a promo\u00e7\u00e3o do teatro portugu\u00eas.\" width=\"1280\" height=\"960\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/teatro-d-maria-II.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/teatro-d-maria-II.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/teatro-d-maria-II-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/teatro-d-maria-II-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Teatro Nacional Dona Maria II \u00e9 um edif\u00edcio hist\u00f3rico com a fachada principal em estilo Neocl\u00e1ssico, constru\u00eddo na Pra\u00e7a Dom Pedro IV inaugurado no dia de anivers\u00e1rio da Rainha Dona Maria (1819-1853) 13 de Abril de 1846, no local do antigo Pal\u00e1cio dos Estaus. O objetivo do Nacional Dona Maria II \u00e9 a promo\u00e7\u00e3o da arte teatral a n\u00edvel nacional, a oferta de forma\u00e7\u00e3o para os atores e t\u00e9cnicos e a realiza\u00e7\u00e3o de protocolos nacionais e internacionais para a promo\u00e7\u00e3o do teatro portugu\u00eas.<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p><strong>8. Museu do Dinheiro<\/strong>: O Museu do Dinheiro \u00e9 um espa\u00e7o onde \u00e9 poss\u00edvel observar a <em>evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do dinheiro de uma forma interativa<\/em>, tem por objetivo fazer a divulga\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria do dinheiro no mundo e em Portugal, encontra-se integrado na antiga Igreja de S\u00e3o Juli\u00e3o, no Largo de S\u00e3o Juli\u00e3o na Baixa Pombalina. O Museu do Dinheiro encontra-se organizado em oito espa\u00e7os, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>Espa\u00e7o Tocar \/ O que \u00e9 o Dinheiro?;<\/li>\n<li>Espa\u00e7o Trocar \/ Isto \u00e9 Dinheiro;<\/li>\n<li>Espa\u00e7o Convencionar \/ A Origem da Moeda;<\/li>\n<li>Espa\u00e7o Representar \/ Sala do Tesouro;<\/li>\n<li>Espa\u00e7o Narrar \/ Genealogia do Dinheiro e da Banca;<\/li>\n<li>Espa\u00e7o Fabricar \/ Produ\u00e7\u00e3o de Moedas e Notas; Ilustrar \/ Notas do Mundo;<\/li>\n<li>Espa\u00e7o Testemunhar \/ O Homem e o Dinheiro;<\/li>\n<li>Espa\u00e7o Revelar \/ Mem\u00f3ria do S\u00edtio.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O Museu do Dinheiro apresenta os seguintes destaques:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Igreja de S\u00e3o Juli\u00e3o<\/em>;<\/li>\n<li><em>Muralha de Dom Dinis<\/em>;<\/li>\n<li><em>Barra de ouro de 12.6 kgs<\/em>;<\/li>\n<li><em>Nota chinesa<\/em>: primeira nota do Oriente do s\u00e9culo IX d.C.;<\/li>\n<li><em>Portugu\u00eas de Dom Manuel I<\/em>: moeda de ouro cunhada entre 1499 e 1521;<\/li>\n<li><em>Morabitino de Dom Sancho II<\/em>: \u00faltimo morabitino cunhado em Portugal;<\/li>\n<li><em>Dobra de 24 escudos<\/em>: a maior e mais pesada moeda de Portugal com 85 gramas de peso;<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>9. Lisboa Story Centre<\/strong>: O Lisboa Story Centre \u00e9 um centro de divulga\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria de Lisboa atrav\u00e9s de apresenta\u00e7\u00f5es com realidade virtual, foi criado como centro de interpreta\u00e7\u00e3o da Hist\u00f3ria de Lisboa. O Lisboa Story Centre tem por objetivo principal a divulga\u00e7\u00e3o da Hist\u00f3ria de Lisboa atrav\u00e9s de formato multidimensional com a ajuda de \u00e1udio guia durante um per\u00edodo aproximado de sessenta minutos. O Lisboa Story Centre encontra-se localizado na Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio. O Lisboa Story Centre encontra-se organizado em seis espa\u00e7os principais:<\/p>\n<ul>\n<li><em>N\u00facleo 1<\/em>: Mitos e Realidades;<\/li>\n<li><em>N\u00facleo 2<\/em>: Lisboa, Cidade Global;<\/li>\n<li><em>N\u00facleo 3<\/em>: 1 de Novembro de 1755;<\/li>\n<li><em>N\u00facleo 4<\/em>: A Vis\u00e3o de Pombal;<\/li>\n<li><em>N\u00facleo 5<\/em>: A Pra\u00e7a: Pol\u00edtica e Prazer;<\/li>\n<li><em>N\u00facleo 6<\/em>: Lisboa Virtual.<\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3907\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/lisboa-story-center.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/lisboa-story-center.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5153\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/lisboa-story-center.jpg\" alt=\"Lisboa Story Center \u00e9 centro de divulga\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria de Lisboa atrav\u00e9s de apresenta\u00e7\u00f5es com realidade virtual onde podemos ficar a conhecer em pormenor a historia da cidade de Lisboa em apenas 60 minutos\" width=\"1280\" height=\"964\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/lisboa-story-center.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/lisboa-story-center.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/lisboa-story-center-980x738.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/lisboa-story-center-480x362.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Lisboa Story Center \u00e9 centro de divulga\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria de Lisboa atrav\u00e9s de apresenta\u00e7\u00f5es com realidade virtual onde podemos ficar a conhecer em pormenor a historia da cidade de Lisboa em apenas 60 minutos<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p><strong>10. Museu da Cerveja (Museu da Cerveja)<\/strong>: O Museu da Cerveja \u00e9 um espa\u00e7o l\u00fadico e de conv\u00edvio \u00e0 volta do tema da cerveja, foi criado com o objetivo de divulgar a hist\u00f3ria da cerveja em Portugal e no Mundo. O Museu da Cerveja encontra-se localizado na Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio, tendo sido inaugurado em 2012. O Museu da Cerveja oferece v\u00e1rios espa\u00e7os culturais e gastron\u00f3micos, nomeadamente o Espa\u00e7o de Cervejaria. O museu encontra-se organizado em quatro espa\u00e7os principais:<\/p>\n<ul>\n<li>Dos prim\u00f3rdios ao in\u00edcio da Produ\u00e7\u00e3o Industrial;<\/li>\n<li>A Hist\u00f3ria dos Produtores Nacionais;<\/li>\n<li>A Cerveja nos Pa\u00edses de L\u00edngua Oficial Portuguesa;<\/li>\n<li>A Adega Mon\u00e1stica.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Outros_locais_a_visitar_enquanto_exploramos_a_Baixa_de_Lisboa\"><\/span>Outros locais a visitar enquanto exploramos a Baixa de Lisboa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p><strong>Sociedade de Geografia de Lisboa<\/strong>: A Sociedade de Geografia de Lisboa \u00e9 um local onde \u00e9 poss\u00edvel aprender sobre a <em>Expans\u00e3o Portuguesa e o avan\u00e7o portugu\u00eas no interior de \u00c1frica<\/em>, especialmente entre Angola e Mo\u00e7ambique. A Sociedade de Geografia de Lisboa encontra-se localizada na rua das Portas de Santo Ant\u00e3o, entre a Pra\u00e7a dos Restauradores e o Largo de S\u00e3o Domingos. A Sociedade de Geografia de Lisboa foi inaugurada no dia 8 de Julho de 1897, aquando da celebra\u00e7\u00e3o do quarto centen\u00e1rio do Descobrimento do Caminho Mar\u00edtimo para a \u00cdndia. O Pal\u00e1cio onde se encontra instalada a sociedade e o museu foi projetado por Jos\u00e9 Lu\u00eds Monteiro, apresentando os seguintes destaques:<\/p>\n<ul>\n<li><em>\u00c1trio<\/em>: Conjunto de seis est\u00e1tuas a representar figuras dos Descobrimentos Portugueses, nomeadamente Infante Dom Henrique, Fern\u00e3o Lopes, Pedro \u00c1lvares Cabral, Azurara, Jo\u00e3o de Barros e Castanheda;<\/li>\n<li><em>Sala do Conv\u00edvio dos S\u00f3cios<\/em>: sala de estar ampla e arejada que recebe os investigadores e s\u00f3cios que frequentam a Sociedade de Geografia de Lisboa;<\/li>\n<li><em>Biblioteca e Cartoteca<\/em>;<\/li>\n<li><em>Sala de reuni\u00f5es da dire\u00e7\u00e3o<\/em>: onde \u00e9 poss\u00edvel observar quadros pintados a \u00f3leo a retratar os v\u00e1rios presidentes da sociedade e o Rei Dom Lu\u00eds;<\/li>\n<li><em>Sala Portugal<\/em>: \u00e9 o local onde se encontra o Museu. O Museu apresenta cole\u00e7\u00f5es de v\u00e1rias regi\u00f5es como \u00c1frica Ocidental, \u00c1frica Central, \u00c1frica Oriental, \u00cdndia, China, Jap\u00e3o e Timor;<\/li>\n<li><em>Sala Algarve<\/em>: aqui destacamos a presen\u00e7a de est\u00e1tuas de Vasco da Gama, do Infante Dom Henrique e de Lu\u00eds Vaz de Cam\u00f5es. Para al\u00e9m destas est\u00e1tuas \u00e9 poss\u00edvel observar o globo que foi propositadamente projetado para a Exposi\u00e7\u00e3o Internacional de Paris de 1931 com o desenho das rotas dos navegadores portugueses entre 1482 e 1660;<\/li>\n<li><em>Sala da \u00cdndia<\/em>: aqui merece referir o variado mobili\u00e1rio indo-portugu\u00eas, os retratos a \u00f3leo do Rei Dom Carlos e da Rainha Dona Am\u00e9lia e dois globos terrestres da autoria de Vicente Coronelli;<\/li>\n<li><em>Sala dos Padr\u00f5es<\/em>: destaque para os padr\u00f5es trazidos de \u00c1frica como o Padr\u00e3o de Diogo C\u00e3o de 1482;<\/li>\n<li><em>Biblioteca<\/em>: a <em>Biblioteca da Sociedade de Geografia de Lisboa<\/em> \u00e9 reconhecida mundialmente como essencial para o estudo da Hist\u00f3ria dos Descobrimentos e Expans\u00e3o Portuguesa, Geografia, Hist\u00f3ria e Etnografia da Comunidade dos Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa. A biblioteca foi inaugurada em 1880, contando aproximadamente com 66 mil t\u00edtulos.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Caf\u00e9 Martinho da Arcada<\/strong>: O Caf\u00e9 Martinho da Arcada \u00e9 um restaurante local hist\u00f3rico de Lisboa e muito frequentado por lisboetas e turistas devido \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o, qualidade da comida e servi\u00e7o, e tamb\u00e9m pela hist\u00f3ria. O Caf\u00e9 Martinho da Arcada encontra-se localizado na Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio, em frente ao Museu da Cerveja. O Caf\u00e9 Martinho da Arcada foi inaugurado no dia 7 de Janeiro de 1782 como loja de bebidas e gelo. O Caf\u00e9 Martinho da Arcada pertenceu a v\u00e1rios propriet\u00e1rios, desde o fundador o Reveiro-Mor da Casa Real Juli\u00e3o Pereira de Castro e o italiano Domenico Mignani que mudou o nome de \u201cCasa do Gelo\u201d para \u201cCasa de Caf\u00e9 Italiana\u201d, Martinho Bartolomeu Rodrigues, mudou o nome para a atual designa\u00e7\u00e3o de &#8220;Caf\u00e9 Martinho da Arcada&#8221; em 1845 e Ant\u00f3nio de Sousa. O Caf\u00e9 Martinho da Arcada come\u00e7ou a ganhar notoriedade entre os lisboetas devido \u00e0 presen\u00e7a constante de v\u00e1rios escritores e intelectuais, nomeadamente Fernando Pessoa, Lu\u00eds Machado, Eduardo Louren\u00e7o, J\u00falio Pomar, Siza Vieira, Am\u00e1lia Rodrigues ou M\u00e1rio Soares. O Caf\u00e9 Martinho da Arcada \u00e9 tamb\u00e9m conhecido pela qualidade da gastronomia, nomeadamente os past\u00e9is de nata, o Bife \u00e0 Martinho e o Bacalhau \u00e0 Martinho.<\/p>\n<p><strong>Igreja da Madalena<\/strong>: A Igreja da Madalena \u00e9 uma igreja reconstru\u00edda depois do Terramoto de 1755 e atualmente usada em cerim\u00f3nias religiosas como a <em>Prociss\u00e3o de Santo Ant\u00f3nio<\/em>. A igreja encontra-se localizada no Largo da Madalena, a meio caminho entre a Baixa e Alfama. A Igreja da Madalena foi inaugurada em 1164, sendo a vers\u00e3o atual uma recupera\u00e7\u00e3o de 1783. Os principais destaques s\u00e3o as pinturas da autoria de Pedro Alexandrino de Carvalho (1730-1810) e de Machado de Castro (1731-1822) no interior e o portal de entrada em estilo Manuelino.<\/p>\n<p><strong>Museu de Lisboa: Torre\u00e3o Poente do Terreiro do Pa\u00e7o<\/strong>: O Torre\u00e3o Poente da Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio \u00e9 um dos cinco espa\u00e7os museol\u00f3gicos que constituem o Museu de Lisboa, nomeadamente o Pal\u00e1cio Pimenta, o Teatro Romano, o Museu de Santo Ant\u00f3nio e a Casa dos Bicos. O Torre\u00e3o Poente era o local onde se encontrava o Pa\u00e7o da Ribeira antes do Terramoto de 1755. O Torre\u00e3o Poente \u00e9 um espa\u00e7o onde se realizam exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias relacionadas com a Hist\u00f3ria de Lisboa<\/p>\n<p><strong>Galerias Romanas da Rua da Prata<\/strong>: As Galerias Romanas da Rua da Prata s\u00e3o um criptop\u00f3rtico estende-se pelas ruas da Prata, Concei\u00e7\u00e3o e do Ouro. O criptop\u00f3rtico era uma estrutura f\u00edsica muito usada pela engenharia romana para nivelar o subsolo e criar maior sustentabilidade para os edif\u00edcios constru\u00eddos \u00e0 superf\u00edcie de ru\u00ednas. As Galerias Romanas datam do s\u00e9culo I d.C. As Galerias foram descobertas em 1771, depois do Terramoto de 1755. As Galerias foram sendo exploradas ao longo dos s\u00e9culos, tendo surgido alguns mitos, especialmente um no s\u00e9culo XIX em que se acreditava que as \u00e1guas das Galerias tinham capacidades curativas para os olhos, sendo conhecidas como <em>Conservas de \u00c1gua da Rua da Prata<\/em>. As Galerias podem ser visitadas no <em>Dia dos Monumentos e S\u00edtios<\/em> durante o m\u00eas Abril e nas Jornadas Europeias do Patrim\u00f3nio durante o m\u00eas Setembro. Existem oito Galerias poss\u00edveis de visitar, distribu\u00eddas por uma extens\u00e3o aproximada de quarenta metros. As Galerias s\u00e3o compostas por v\u00e1rias estruturas, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>Termas dedicadas a Escapul\u00e1rio, o Deus Romano da Medicina;<\/li>\n<li>Rede de distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pela cidade ;<\/li>\n<li>Galeria da Nascente.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Igreja de S\u00e3o Nicolau<\/strong>: A Igreja de S\u00e3o Nicolau foi inaugurada em 1280 com um projeto do Bispo Dom Mateus que a consagrou ao Santo Nicolau. S\u00e3o Nicolau nasceu na Turquia em 270 d. C. , sendo considerado o patrono das crian\u00e7as, dos marinheiros e dos comerciantes. A igreja atual foi constru\u00edda entre 1775 e 1850 sob a orienta\u00e7\u00e3o de Reinaldo Manuel dos Santos. A Igreja de S\u00e3o Nicolau encontra-se localizada na rua da Vit\u00f3ria, em plena Baixa Pombalina. Os principais destaques s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Pinturas do teto da autoria de Ant\u00f3nio Manuel da Fonseca que representam a Alegria, a F\u00e9, a Caridade e cenas da vida quotidiana de S\u00e3o Nicolau;<\/li>\n<li>Quatro medalh\u00f5es a representar os quatro Evangelistas. Mateus, Marcos, Lucas e Jo\u00e3o;<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00f5es da Via Sacra de 1930 da autoria de Salvador Barata Feyo;<\/li>\n<li>Batist\u00e9rio que veio do Convento de S\u00e3o Francisco, entretanto destru\u00eddo pelo Terramoto de 1755;<\/li>\n<li>\u00d3rg\u00e3o que veio do Convento do Beato em 1835.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Igreja de Nossa Senhora da Vit\u00f3ria<\/strong>: A primeira igreja foi constru\u00edda em 1556, integrada num Hosp\u00edcio que era gerido pelo Hospital de Todos-os-Santos. A Igreja de Nossa Senhora da Vit\u00f3ria atual foi inaugurada em 1824. Os principais destaques s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Imagem de Cristo Crucificado;<\/li>\n<li>Vitrais de 1940;<\/li>\n<li>Capela-Mor com imagens de S\u00e3o Pedro e Santo Ant\u00f3nio;<\/li>\n<li>Imagem de Nossa Senhora da Oliveira da autoria de Jos\u00e9 de Almeida;<\/li>\n<li>\u00d3rg\u00e3o de tubos de 1822 da autoria de Machado e Cerveira.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Restaurante Gambrinus<\/strong>: O restaurante Gambrinus \u00e9 um local de refer\u00eancia da gastronomia de Lisboa. O Gambrinus foi inaugurado no dia 14 de Julho de 1936 no n\u00famero 23 da rua das Portas de Santo Ant\u00e3o, onde ainda se encontra. O Gambrinus foi lan\u00e7ado por um alem\u00e3o, Hans Schwitalla, e por um galego, Claudino Sobral Portela, com o objetivo de vender cerveja e comida alem\u00e3. O Gambrinus foi comprado em 1964 e renovado sob orienta\u00e7\u00e3o do arquiteto Maur\u00edcio de Vasconcelos para o aspeto atual. Os interiores s\u00e3o os principais destaques devido \u00e0 decora\u00e7\u00e3o singular feita com mesas e cadeiras de madeira e couro portugu\u00eas, pe\u00e7as de porcelana da Companhia das \u00cdndias, madeiras ex\u00f3ticas, as tape\u00e7arias e os vitrais da autoria de S\u00e1 Nogueira e uma lareira em granito. O Gambrinus \u00e9 um restaurante de luxo onde \u00e9 poss\u00edvel apreciar a gastronomia portuguesa, nomeadamente a Sopa Rica de Peixe, o Empad\u00e3o de Perdiz e o Arroz de Peixe.<\/p>\n<p><strong>Restaurante Solar dos Presuntos<\/strong>: O Restaurante Solar dos Presuntos \u00e9 uma refer\u00eancia gastron\u00f3mica da cidade de Lisboa,, tendo sido inaugurado no dia 30 de Outubro de 1974. O Solar dos Presuntos encontra-se localizado na rua das Portas de Santo Ant\u00e3o, pr\u00f3ximo da Avenida da Liberdade, do Rossio e da Pra\u00e7a dos Restauradores. O dono do restaurante \u00e9 Evaristo Cardoso, antigo chefe da Sele\u00e7\u00e3o Nacional de Futebol. O restaurante apresenta como principais destaques gastron\u00f3micos, nomeadamente Polvo \u00e0 Galega, Lampreia de Escabeche, Cabrito Assado no Forno, Bacalhau \u00e0 Gomes de S\u00e1 ou o Cozido \u00e0 Portuguesa<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Lojas_Historicas_na_Baixa_de_Lisboa_Top_10\"><\/span>Lojas Hist\u00f3ricas na Baixa de Lisboa (Top 10)<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p><strong>Confeitaria Nacional<\/strong>: \u00c9 uma pastelaria tradicional premiada com as melhores distin\u00e7\u00f5es internacionais referentes a do\u00e7aria nacional e receitas originais, foi inaugurada em 1829 por Balthazar Ruiz Castanheiro na Pra\u00e7a da Figueira em Lisboa com o objetivo de ser uma pastelaria de luxo, \u00e0 semelhan\u00e7a das pastelarias que existiam em Paris. A Confeitaria Nacional \u00e9 conhecida devido \u00e0 grande qualidade dos doces e bolos que comercializam, nomeadamente os Pasteis de Nata e o Bolo Rei (bolo tradicional da \u00e9poca no natal). A hist\u00f3ria da Confeitaria Nacional est\u00e1 repleta de curiosidades, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>Foi o primeiro estabelecimento em Lisboa a ter telefone em 1871;<\/li>\n<li>Foi o fornecedor de bolos para a Casa Real Portuguesa em 1871;<\/li>\n<li>A primeira receita de Bolo Rei em Portugal foi importada de Paris por Balthazar Ruiz Castanheiro em 1875;<\/li>\n<li>Recebeu v\u00e1rios pr\u00e9mios internacionais, nomeadamente nas Exposi\u00e7\u00f5es Internacionais de Viena em 1873 e de Filad\u00e9lfia em 1878;<\/li>\n<li>Recebeu o diploma de Casa Centen\u00e1ria da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Lisboa em 1940 entregue pelo antigo Presidente da Rep\u00fablica Marechal Carmona;<\/li>\n<li>A Confeitaria Nacional: \u00e9 atualmente fornecedora oficial da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Manteigaria Silva<\/strong>: A Manteigaria Silva \u00e9 uma loja de refer\u00eancia de Lisboa devido aos mais de 100 anos de exist\u00eancia e pela qualidade dos produtos. A primeira loja da Manteigaria Silva foi inaugurada pr\u00f3xima do Largo de S\u00e3o Domingos e da Pra\u00e7a da Figueira. A Manteigaria Silva atualmente disponibiliza os produtos em quatro lojas, nomeadamente na <em>Loja Hist\u00f3rica da Baixa de Lisboa<\/em>, na <em>loja do Mercado da Ribeira<\/em>, no <em>restaurante Bairro do Avillez no Chiado<\/em> e no <em>caf\u00e9 Vela Latina em Bel\u00e9m<\/em>. A Manteigaria Silva foi inaugurada em 1890, sendo uma das vinte e quatro manteigarias de Lisboa. A Manteigaria Silva foi inicialmente lan\u00e7ada com o nome <em>Bacalhoaria Silva<\/em> e em 1922 mudou para a atual designa\u00e7\u00e3o devido ao facto de a manteiga ser associado como um produto caro e apenas acess\u00edvel \u00e0s classes mais ricas da cidade. A manteiga era cara porque vinha dos A\u00e7ores e era vendida a peso em pequenos pacotes. A Manteigaria Silva apresenta atualmente v\u00e1rios produtos, nomeadamente queijos, presuntos, bacalhau, enchidos, vinhos, bebidas espirituosas, conservas e frutos secos.<\/p>\n<p><strong>Chapelaria Azevedo<\/strong>: A Chapelaria Azevedo \u00e9 uma das lojas hist\u00f3ricas que fazem parte da carateriza\u00e7\u00e3o cultural da cidade de Lisboa. A Chapelaria Azevedo \u00e9 a loja de chap\u00e9us mais antiga de Portugal, tendo sido inaugurada em 1886 por Aquino de Azevedo. A Chapelaria Azevedo encontra-se localizada na Pra\u00e7a Dom Pedro IV, o Rossio de Lisboa. A loja vende chap\u00e9us de todo o g\u00e9nero, nomeadamente o Chap\u00e9u do Panam\u00e1, o Chap\u00e9u \u00e0 Portuguesa ou o Chap\u00e9u de Coco.<\/p>\n<p><strong>A Ginginha<\/strong>: A Ginginha foi a primeira loja em Lisboa a vender a bebida Ginja. A Ginjinha encontra-se localizada no Largo de S\u00e3o Domingos, inaugurada em 1840 pelo galego Espinheira. A partir deste ano, a Ginjinha Espinheira transformou-se numa das lojas de bebidas mais bem sucedidas de Lisboa. A produ\u00e7\u00e3o da ginja \u00e9 feita na Arruda dos Vinhos a aproximadamente quarenta quil\u00f3metros de Lisboa. A produ\u00e7\u00e3o de ginja ronda cerca de cento e cinquenta mil litros por ano. A ginja \u00e9 um licor feito com a\u00e7\u00facar, ginja, aguardente e pau de canela. A ginja \u00e9 sin\u00f3nimo de cereja \u00e1cida e ter\u00e1 vindo do Mar C\u00e1spio ou do Mar Negro para a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica durante a ocupa\u00e7\u00e3o romana. Em Portugal chegou a ser usada para fins medicinais durante o s\u00e9culo XV. A ginja \u00e9 produzida em v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds, nomeadamente no Fund\u00e3o, na Covilh\u00e3, em Belmonte, em Portalegre, Alenquer, Bombarral, \u00d3bidos ou Alcoba\u00e7a<\/p>\n<p><strong>Caf\u00e9 Nicola<\/strong>: O Caf\u00e9 Nicola \u00e9 um dos locais mais conhecidos e frequentados por intelectuais e escritores portugueses desde a inaugura\u00e7\u00e3o em 1779. O Caf\u00e9 Nicola encontra-se localizado na Pra\u00e7a Dom Pedro IV. O Caf\u00e9 Nicola foi um local muito frequentado por pessoas ilustres da sociedade portuguesa, nomeadamente o escritor Bocage (1765-1805) e de acontecimentos hist\u00f3ricos como ter sido um ponto de encontro de espi\u00f5es ingleses, americanos ou alem\u00e3es durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O Caf\u00e9 Nicola \u00e9 tamb\u00e9m produtor de caf\u00e9, exportando para v\u00e1rios pa\u00edses do mundo. Os principais destaques s\u00e3o as pinturas de Fernando Santos a representar Bocage e a arquitetura em Art D\u00e9co da autoria de Ra\u00fal Tojal<\/p>\n<p><strong>Conserveira de Lisboa<\/strong>: A Conserveira de Lisboa \u00e9 uma loja tradicional que vende conservas. A Conserveira de Lisboa encontra-se localizada na rua dos Bacalhoeiros. A Conserveira de Lisboa foi inaugurada em 1930 com o nome de <em>Conserveira do Minho<\/em>, tendo s\u00f3 em 1942 passado a designar-se como <em>Conserveira de Lisboa<\/em>. A Conserveira de Lisboa manteve-se fiel \u00e0 Ind\u00fastria Conserveira, uma ind\u00fastria importante em Portugal durante as d\u00e9cadas de 1960 e 1970, com a manuten\u00e7\u00e3o de tr\u00eas marcas hist\u00f3ricas, nomeadamente <em>Tricana<\/em>, <em>Prata do Mar<\/em> e <em>Minor<\/em>. As ofertas de conservas incluem a mousse de atum, o polvo fumado, o carapau com alho e salsa ou as lulas recheadas. A Conserveira de Lisboa disponibiliza tamb\u00e9m o <strong>Kasutera<\/strong> um produto japon\u00eas em vers\u00e3o mel e ch\u00e1 verde.<\/p>\n<p><strong>Hospital das Bonecas<\/strong>: O Hospital das Bonecas \u00e9 uma oficina de repara\u00e7\u00e3o de bonecas ao mais \u00ednfimo pormenor, em funcionamento desde 1830 inaugurado pela <em>Dona Carlota<\/em> na Pra\u00e7a da Figueira, considerado um dos \u00faltimos <em>hospitais de bonecas<\/em> do mundo. O Hospital das Bonecas foi durante muitos anos o \u00fanico hospital de bonecas da Europa. O Hospital das Bonecas \u00e9 um espa\u00e7o composto por uma loja, um &#8220;hospital&#8221; e um museu. No interior da loja podemos um conjunto de bonecas prontas para ser recuperadas pelos propriet\u00e1rios ou vendidas como bonecas reparadas. O museu do <em>Hospital das Bonecas<\/em> apresenta mais de 3500 tipos de bonecas diferentes.<\/p>\n<p><strong>Restaurante Jo\u00e3o do Gr\u00e3o<\/strong>: O Restaurante Jo\u00e3o do Gr\u00e3o \u00e9 um restaurante conhecido por ter <em>o melhor bacalhau com gr\u00e3o do pa\u00eds<\/em>. O Restaurante Jo\u00e3o do Gr\u00e3o encontra-se localizado na rua dos Correeiros, pr\u00f3ximo da Pra\u00e7a da Figueira e da Pra\u00e7a Dom Pedro IV. O Jo\u00e3o do Gr\u00e3o foi inaugurado h\u00e1 mais de duzentos anos pelo galego Jo\u00e3o do Gr\u00e3o e funcionava 24 horas por dia. O <em>Jo\u00e3o do Gr\u00e3o<\/em> merece uma visita para os f\u00e3s da gastronomia portuguesa, nomeadamente pelo bacalhau e cozido \u00e0 portuguesa.<\/p>\n<p><strong>A Ginjinha Sem Rival<\/strong>: A Ginjinha Sem Rival \u00e9 uma das lojas de ginja mais antigas e famosas da cidade de Lisboa. A Ginja Sem Rival encontra-se localizada na <em>rua das Portas de Santo Ant\u00e3o<\/em>, pr\u00f3ximo da Pra\u00e7a dos Restauradores. A Ginjinha Sem Rival foi inaugurada por Jo\u00e3o Louren\u00e7o Cima em 1890, av\u00f4 dos atuais propriet\u00e1rios, e registada em patente em 1909. A Ginjinha Sem Rival encontra-se integrada numa loja pequena em Art D\u00e9co, mantendo ainda hoje a tra\u00e7ada original. A Ginja Sem Rival tem algumas curiosidades, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>O fundador da loja ter\u00e1 trabalhado inicialmente na Ginja da Espinheira, contudo decidiu abrir uma loja de ginja em frente \u00e0 Espinheira devido a desacatos com o antigo patr\u00e3o;<\/li>\n<li>Uma das marcas mais conhecidas da <em>Ginja Sem Rival<\/em> \u00e9 a <em>Eduardino<\/em>, em homenagem a um cliente ass\u00edduo da loja que atuava como palha\u00e7o regularmente no Coliseu;<\/li>\n<li>O pr\u00e9dio onde se encontra a loja era propriedade do ator portugu\u00eas <em>Vasco Santana<\/em>;<\/li>\n<li>A cantora Am\u00e1lia Rodrigues era vista com regularidade a vender lim\u00f5es \u00e0 Ginjinha Sem Rival.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Tabacaria M\u00f3naco<\/strong>: A Tabacaria M\u00f3naco \u00e9 um local hist\u00f3rico de Lisboa onde \u00e9 poss\u00edvel comprar jornais, revistas, tabaco ou charutos. A Tabacaria M\u00f3naco encontra-se localizado na Pra\u00e7a Dom Pedro IV, ao lado do Caf\u00e9 Nicola. A Tabacaria M\u00f3naco era o local onde personalidades como E\u00e7a de Queir\u00f3s, Fialho de Almeida, Ant\u00f3nio Fran\u00e7a Borges ou Bernardino Machado iam comprar tabaco ou jornais. A Tabacaria M\u00f3naco foi inaugurada em 1875 por Jo\u00e3o Cruz, tendo recebido a alcunha de <em>Capela de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista dos Charutos<\/em>. O nome Tabacaria do M\u00f3naco surgiu como homenagem ao Pr\u00edncipe Alberto I do M\u00f3naco, que visitou Lisboa no s\u00e9culo XIX. A Tabacaria M\u00f3naco merece uma visita por ser um espa\u00e7o hist\u00f3rico, pela decora\u00e7\u00e3o do interior responsabilidade de Rafael Bordallo Pinheiro e pelas pinturas da autoria de Ant\u00f3nio Ramalho.<\/p>\n<h4><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Outras_Lojas_Historicas_na_Baixa_de_Lisboa\"><\/span>Outras Lojas Hist\u00f3ricas na Baixa de Lisboa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h4>\n<ul>\n<li>Arqui Chique<\/li>\n<li>Joalharia Ferreira Marques<\/li>\n<li>Au Petit Peintre<\/li>\n<li>Casa Buttuller<\/li>\n<li>Casa Forra<\/li>\n<li>Casa Mac\u00e1rio<\/li>\n<li>Casa Pereira da Concei\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Drogaria de S\u00e3o Domingos<\/li>\n<li>Espingardaria Central A Montez<\/li>\n<li>Farm\u00e1cia Normal<\/li>\n<li>Ferragens Guedes<\/li>\n<li>Franco Gravador<\/li>\n<li>Joalharia Ferreira Marques<\/li>\n<li>Ginjinha Rubi<\/li>\n<li>Leitaria A Camponesa<\/li>\n<li>Le\u00e3o d\u2019Ouro<\/li>\n<li>Londres Sal\u00e3o<\/li>\n<li>Manuel Tavares<\/li>\n<li>Ourivesaria Sarmento<\/li>\n<li>Primeira Casa das Bandeiras<\/li>\n<li>P\u00e9rola do Rossio<\/li>\n<li>Quiosque Tivoli<\/li>\n<li>Restaurante Jo\u00e3o do Gr\u00e3o<\/li>\n<li>Retrosaria Bijou<\/li>\n<li>Sapataria Lord<\/li>\n<li>Soares &amp; Rebelo<\/li>\n<li>Tabacaria M\u00f3naco<\/li>\n<li>\u00d3ptica Jomil<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Ruas_e_pracas_principais_da_Baixa_de_Lisboa\"><\/span>Ruas e pra\u00e7as principais da Baixa de Lisboa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p><strong>Rua Augusta<\/strong>: a <em>Rua Augusta<\/em> \u00e9 a rua central da <em>Baixa de Lisboa<\/em>. A Rua Augusta foi constru\u00edda ap\u00f3s do Terramoto de 1755, estabelece a liga\u00e7\u00e3o entre a Pra\u00e7a Dom Pedro IV e a Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio onde se encontra a est\u00e1tua equestre do Rei Dom Jos\u00e9 I. A rua Augusta era o local onde existiam as lojas que vendiam seda<\/p>\n<ul>\n<li><em>Rua do Com\u00e9rcio<\/em>: antiga Rua Nova d\u2019El Rey<\/li>\n<li><em>Rua da Prata<\/em>: antiga Rua Bella da Rainha<\/li>\n<li><em>Rua dos Fanqueiros<\/em>: antiga Rua Nova da Princesa<\/li>\n<li><em>Rua dos Douradores<\/em><\/li>\n<li><em>Rua dos Correeiros<\/em><\/li>\n<li><em>Rua dos Sapateiros<\/em><\/li>\n<li><em>Rua de S\u00e3o Juli\u00e3o<\/em><\/li>\n<li><em>Rua da Concei\u00e7\u00e3o<\/em><\/li>\n<li><em>Rua de S\u00e3o Nicolau<\/em><\/li>\n<li><em>Rua da Vit\u00f3ria<\/em><\/li>\n<li><em>Rua da Assun\u00e7\u00e3o<\/em><\/li>\n<li><em>Rua de Santa Justa<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3938\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rua-augusta.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rua-augusta.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5159\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rua-augusta.jpg\" alt=\"Rua Augusta \u00e9 a rua central da Baixa de Lisboa, constru\u00edda ap\u00f3s do Terramoto de 1755, a rua Augusta estabelece a liga\u00e7\u00e3o entre a Pra\u00e7a Dom Pedro IV e a Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio onde se encontra a est\u00e1tua equestre do Rei Dom Jos\u00e9 I. \u00c9 uma rua larga cortada ao transito, com lojas de com\u00e9rcio, restaurantes, confeitarias, hosteis e outras entidades.\" width=\"1280\" height=\"853\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rua-augusta.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rua-augusta.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/rua-augusta-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/rua-augusta-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Rua Augusta \u00e9 a rua central da Baixa de Lisboa, constru\u00edda ap\u00f3s do Terramoto de 1755, a rua Augusta estabelece a liga\u00e7\u00e3o entre a Pra\u00e7a Dom Pedro IV e a Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio onde se encontra a est\u00e1tua equestre do Rei Dom Jos\u00e9 I. \u00c9 uma rua larga cortada ao transito, com lojas de com\u00e9rcio, restaurantes, confeitarias, hosteis e outras entidades.<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p><strong>Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio<\/strong>: a Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio, designada de Terreiro do Pa\u00e7o antes do Terramoto de 1755, \u00e9 a maior e mais importante pra\u00e7a da cidade de Lisboa. A Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio foi projetada por Eug\u00e9nio dos Santos e Carlos Mardel. A Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio apresenta uma planta retangular distribu\u00edda por tr\u00eas alas em U a norte e aberta ao rio Tejo a sul ao longo de aproximadamente 36 mil metros quadrados. Os principais destaques da <em>Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio<\/em> s\u00e3o os dois torre\u00f5es de planta quadrada, o Arco da Rua Augusta, o Cais das Colunas, a Est\u00e1tua Equestre de Dom Jos\u00e9 I da autoria do escultor Machado de Castro e os v\u00e1rios restaurantes e museus que rodeiam a pra\u00e7a.<\/p>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3919\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praca-do-comercio.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praca-do-comercio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5155\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praca-do-comercio.jpg\" alt=\"Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio (Terreiro do Pa\u00e7o) \u00e9 a maior e mais importante pra\u00e7a da cidade de Lisboa, antigamente designada de &quot;Terreiro do Pa\u00e7o&quot; antes do Terramoto de 1755. Os principais destaques da Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio s\u00e3o os dois torre\u00f5es de planta quadrada, o Arco da Rua Augusta, o Cais das Colunas, a Est\u00e1tua Equestre de Dom Jos\u00e9 I e os v\u00e1rios restaurantes e museus.\" width=\"1280\" height=\"854\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praca-do-comercio.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/praca-do-comercio.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/praca-do-comercio-980x654.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/praca-do-comercio-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio (Terreiro do Pa\u00e7o) \u00e9 a maior e mais importante pra\u00e7a da cidade de Lisboa, antigamente designada de &#8220;Terreiro do Pa\u00e7o&#8221; antes do Terramoto de 1755. Os principais destaques da Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio s\u00e3o os dois torre\u00f5es de planta quadrada, o Arco da Rua Augusta, o Cais das Colunas, a Est\u00e1tua Equestre de Dom Jos\u00e9 I e os v\u00e1rios restaurantes e museus.<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3950\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/terreiro-do-paco.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/terreiro-do-paco.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5161\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/terreiro-do-paco.jpg\" alt=\"Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio (Terreiro do Pa\u00e7o) com vista para o rio desde as esplanadas dos restaurantes\" width=\"1280\" height=\"960\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/terreiro-do-paco.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/terreiro-do-paco.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/terreiro-do-paco-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/terreiro-do-paco-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio (Terreiro do Pa\u00e7o) com vista para o rio desde as esplanadas dos restaurantes<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3926\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/restaurantes-praca-do-comercio.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/restaurantes-praca-do-comercio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5157\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/restaurantes-praca-do-comercio.jpg\" alt=\"Esplanadas dos restaurantes do Terreiro do Pa\u00e7o, com vista para o rio Tejo\" width=\"1280\" height=\"960\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/restaurantes-praca-do-comercio.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/restaurantes-praca-do-comercio.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/restaurantes-praca-do-comercio-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/restaurantes-praca-do-comercio-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Esplanadas dos restaurantes do Terreiro do Pa\u00e7o, com vista para o rio Tejo<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3877\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cais-das-colunas.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cais-das-colunas.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4913\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cais-das-colunas.jpg\" alt=\"Cais das Colunas no Terreiro do Pa\u00e7o, composto uma escadaria de marmore que mergulha pelo rio Tejo, ladeadas por duas colunas de marmore (r\u00e9plicas das colunas originais do s\u00e9culo XVIII) que representam a sabedoria e a devo\u00e7\u00e3o. Cais das Colunas era antigamente a entrada nobre de Lisboa onde desembarcaram chefes de estado e outras figuras de destaque, como Isabel II de Inglaterra que desembarcou em Portugal em 1957\" width=\"1280\" height=\"853\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cais-das-colunas.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/cais-das-colunas.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/cais-das-colunas-980x653.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/cais-das-colunas-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Cais das Colunas no Terreiro do Pa\u00e7o, composto uma escadaria de m\u00e1rmore que mergulha pelo rio Tejo, ladeadas por duas colunas de m\u00e1rmore (r\u00e9plicas das colunas originais do s\u00e9culo XVIII) que representam a sabedoria e a devo\u00e7\u00e3o. Cais das Colunas era antigamente a entrada nobre de Lisboa onde desembarcaram chefes de estado e outras figuras de destaque, como Isabel II de Inglaterra que desembarcou em Portugal em 1957<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p><strong>Largo do Carmo<\/strong>: o Largo do Carmo \u00e9 um dos largos mais conhecidos da cidade de Lisboa devido \u00e0 exist\u00eancia de dois edif\u00edcios: O <strong>Convento do Carmo<\/strong> e o <strong>Museu da Guarda Republicana<\/strong>. O Largo do Carmo deve o nome devido \u00e0 exist\u00eancia do <em>Convento do Carmo<\/em> e da <em>Igreja de Nossa Senhora do Vencimento do Monte do Carmo<\/em> do final do s\u00e9culo XIV. O Largo do Carmo tinha a maior igreja de Lisboa at\u00e9 ao Terramoto de 1755. O Largo do Carmo merece uma visita devido ao Convento do Carmo e \u00e0 presen\u00e7a de esplanadas, restaurantes, por ser local de acesso ao Elevador de Santa Justa. \u00c9 no Largo do Carmo que encontramos a loja hist\u00f3rica <em>Ginjinha do Carmo<\/em><\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a Dom Pedro IV<\/strong>: a Pra\u00e7a Dom Pedro IV \u00e9 conhecida como o &#8220;Rossio de Lisboa&#8221;, um espa\u00e7o central e largo da cidade onde a popula\u00e7\u00e3o convive e passeia. \u00c9 comum existirem rossios em v\u00e1rias cidades ao longo do pa\u00eds como em \u00c9vora ou Aveiro. Os rossios s\u00e3o geralmente espa\u00e7os centrais e o local onde funcionam os mercados locais. O Rossio surge referido pela primeira vez em 1419 como um espa\u00e7o lim\u00edtrofe e descampado da cidade de Lisboa. O Rossio foi palco de v\u00e1rios acontecimentos ao longo da hist\u00f3ria, nomeadamente os <em>Autos-de-F\u00e9 da Inquisi\u00e7\u00e3o<\/em> onde os punidos eram queimados em fogueiras. O nome atual de Pra\u00e7a Dom Pedro IV foi designado por decreto de 31 de Outubro de 1836. A Pra\u00e7a Dom Pedro IV apresenta v\u00e1rias atra\u00e7\u00f5es, especialmente as duas fontes de \u00e1gua, o Monumento de Homenagem ao Rei Dom Pedro IV, a Esta\u00e7\u00e3o do Rossio, O Teatro Nacional Dona Maria II, lojas, restaurantes e o pavimento com desenhos produzidos em cal\u00e7ada portuguesa. O Rossio faz a liga\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias ruas e pra\u00e7as, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>Pra\u00e7a dos Restauradores<\/li>\n<li><em>Rua da Betesga<\/em>: considerada a rua mais pequena do pa\u00eds<\/li>\n<li>Rua Augusta<\/li>\n<li>Largo de S\u00e3o Domingos<\/li>\n<li>Rua dos Sapateiros<\/li>\n<li>Rua \u00c1urea ou do Ouro<\/li>\n<li>Cal\u00e7ada do Carmo<\/li>\n<li>Rua do Amparo<\/li>\n<li>Rua Primeiro de Dezembro<\/li>\n<li>Pra\u00e7a da Figueira<\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3924\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/pracao-dom-pedro-iv.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/pracao-dom-pedro-iv.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5156\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/pracao-dom-pedro-iv.jpg\" alt=\"Pra\u00e7a Dom Pedro IV, conhecida por Rossio \u00e9 um local central da Baixa lisboeta, uma pra\u00e7a rodeada de fontes de \u00e1gua, o Monumento de Homenagem ao Rei Dom Pedro IV, a Esta\u00e7\u00e3o do Rossio, O Teatro Nacional Dona Maria II, lojas hist\u00f3ricas, restaurantes e o pavimento com desenhos produzidos em pedra de cal\u00e7ada portuguesa\" width=\"1280\" height=\"960\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/pracao-dom-pedro-iv.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/pracao-dom-pedro-iv.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/pracao-dom-pedro-iv-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/pracao-dom-pedro-iv-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Pra\u00e7a Dom Pedro IV, conhecida por Rossio \u00e9 um local central da Baixa lisboeta, uma pra\u00e7a rodeada de fontes de \u00e1gua, o Monumento de Homenagem ao Rei Dom Pedro IV, a Esta\u00e7\u00e3o do Rossio, O Teatro Nacional Dona Maria II, lojas hist\u00f3ricas, restaurantes e o pavimento com desenhos produzidos em pedra de cal\u00e7ada portuguesa<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_3889\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/d-pedro-iv.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/d-pedro-iv.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5150\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/d-pedro-iv.jpg\" alt=\"Pra\u00e7a Dom Pedro IV (Rossio) durante o dia, com ambiente descontra\u00eddo\" width=\"1280\" height=\"960\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/d-pedro-iv.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/d-pedro-iv.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/d-pedro-iv-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/d-pedro-iv-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Pra\u00e7a Dom Pedro IV (Rossio) durante o dia, com ambiente descontra\u00eddo<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p><strong>Pra\u00e7a da Figueira<\/strong>: A Pra\u00e7a da Figueira \u00e9 uma das grandes pra\u00e7as de Lisboa e faz a liga\u00e7\u00e3o entre o Martim Moniz e a Pra\u00e7a Dom Pedro IV. A Pra\u00e7a da Figueira deve o nome por ter sido o principal mercado ao ar livre. A Pra\u00e7a da Figueira teve v\u00e1rios nomes, nomeadamente <em>Horta do Hospital<\/em>, <em>Pra\u00e7a das Ervas<\/em> ou <em>Pra\u00e7a Nova<\/em>. A Pra\u00e7a da Figueira \u00e9 destacada pela Est\u00e1tua Equestre de Dom Jo\u00e3o I da autoria do arquiteto Jos\u00e9 Segurado e inaugurada no dia 30 de Dezembro de 1971, a <em>feira gastron\u00f3mica e artesanal<\/em> que se realiza regularmente, a <em>Confeitaria Nacional<\/em>, o <em>Hospital das Bonecas<\/em> a paragem do hist\u00f3rico e simb\u00f3lico El\u00e9trico 28. A Pra\u00e7a da Figueira foi o local onde se encontrava o Hospital Real de Todos-os-Santos, considerado o maior hospital do pa\u00eds at\u00e9 ruir devido ao terramoto de 1755. A Pra\u00e7a da Figueira foi um dos primeiros locais do pa\u00eds em 1834 a ter ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Entre 1885 at\u00e9 1949 existiu um Mercado ao ar livre gerido pela Companhia do Mercado da Pra\u00e7a da Figueira. Durante a primeira metade do s\u00e9culo XX foi o local da cidade onde se realizava a <em>Festa dos Santos Populares.<\/em><\/p>\n<p><strong>Pra\u00e7a do Munic\u00edpio<\/strong>: A Pra\u00e7a do Munic\u00edpio \u00e9 o local onde se encontra a <em>sede da C\u00e2mara Municipal de Lisboa<\/em>. A Pra\u00e7a do Mun\u00edcipio faz a liga\u00e7\u00e3o entre a rua do Arsenal e o Largo de S\u00e3o Juli\u00e3o. A Pra\u00e7a do Munic\u00edpio era designada por <em>Largo do Pelourinho<\/em> devido \u00e0 exist\u00eancia do Pelourinho no centro da pra\u00e7a. O Pelourinho simboliza a presen\u00e7a da autoridade municipal na localidade, sendo normalmente o local onde se encontrava o Senado e as casas de resid\u00eancia dos senadores. A Pra\u00e7a do Munic\u00edpio adquiriu o nome atual no dia 24 de Mar\u00e7o de 1886. Os destaques da Pra\u00e7a do Munic\u00edpio s\u00e3o o <em>Museu do Dinheiro<\/em> e o edif\u00edcio da C\u00e2mara Municipal de Lisboa, inaugurado em 1875 com um projeto de Domingos Parente da Silva.<br \/>&lt;h2Feiras, Festas e Romarias na Baixa de Lisboa<\/p>\n<ul>\n<li>Feira de Artesanato do Terreiro do Pa\u00e7o: realiza-se semanalmente no Terreiro do Pa\u00e7o<\/li>\n<li>Abertura das Galerias Romanas Subterr\u00e2neas: abrem anualmente em Setembro<\/li>\n<li>Moda Lisboa: realiza-se anualmente em Mar\u00e7o e Outubro<\/li>\n<li>Lisbon Week: realiza-se anualmente em Setembro<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Empreendimentos_Turisticos_na_Baixa_de_Lisboa\"><\/span>Empreendimentos Tur\u00edsticos na Baixa de Lisboa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Browns Boutique Hotel<\/li>\n<li>Lisboa Carmo Hotel<\/li>\n<li>Pousada de Lisboa &#8211; Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio, Small Luxury Hotel<\/li>\n<li>The Boutique Hotels Figueira<\/li>\n<li>The Seven Hotel<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Transportes_e_acessos_a_Baixa_de_Lisboa\"><\/span>Transportes e acessos \u00e0 Baixa de Lisboa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A Baixa tem os seguintes transportes dispon\u00edveis:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>el\u00e9tricos de Lisboa (Bondes)<\/strong>: N\u00fameros 15, 28 e 25<\/li>\n<li><em>Metropolitano de Lisboa<\/em> :\n<ul>\n<li>Baixa-Chiado<\/li>\n<li>Terreiro do Pa\u00e7o<\/li>\n<li>Rossio<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Parques_de_Estacionamento_junto_a_Baixa_de_Lisboa\"><\/span>Parques de Estacionamento junto \u00e0 Baixa de Lisboa:<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Parque da Pra\u00e7a da Figueira<\/li>\n<li>Parque da Pra\u00e7a do Munic\u00edpio<\/li>\n<li>Parque dos Restauradores<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Historia_da_Baixa_de_Lisboa\"><\/span>Hist\u00f3ria da Baixa de Lisboa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A <strong>Baixa de Lisboa<\/strong> ganhou import\u00e2ncia ap\u00f3s o Terramoto de 1 de Novembro de 1755. Este terremoto foi dos maiores de sempre na hist\u00f3ria mundial com 8,5 de magnitude da escala de Richter e foi respons\u00e1vel pela destrui\u00e7\u00e3o de grande parte da capital portuguesa, tendo destru\u00eddo aproximadamente um d\u00e9cimo das habita\u00e7\u00f5es de Lisboa (alguns n\u00fameros falam em 3 mil casas de um total de 20 mil) e levado \u00e0 morte de mais de dez mil pessoas. A Baixa Pombalina foi constru\u00edda com o objetivo de ter ruas retas, amplas e largas organizadas a partir da Rua Augusta. O principal impulsionador das mudan\u00e7as na cidade foi Marqu\u00eas de Pombal que escolheu Eug\u00e9nio dos Santos (autor do projeto) e Carlos Mardel para desenhar a nova Baixa de Lisboa. A <strong>Baixa \u00e9 um dos primeiros projectos urban\u00edsticos da Europa com edif\u00edcios anti-s\u00edsmicos<\/strong> e com a primeira rede de esgotos dom\u00e9sticos do pa\u00eds. O principal impulsionador das mudan\u00e7as na cidade foi Marqu\u00eas de Pombal. O centro da Baixa ganhou terreno \u00e0s ribeiras Vale Pereiro e de Arroios. Ap\u00f3s a constru\u00e7\u00e3o, a Baixa Pombalina de Lisboa serviu de inspira\u00e7\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o de outras cidades, nomeadamente a cidade algarvia de Vila Real de Santo Ant\u00f3nio, tamb\u00e9m conhecida como a Cidade do Marqu\u00eas.<\/p>\n<p>Lisboa era uma cidade medieval at\u00e9 ao Terramoto de 1 de Novembro de 1755, com ruas curvil\u00edneas e desorganizadas, becos e edif\u00edcios constru\u00eddos praticamente todos de madeira. Lisboa foi constru\u00edda sem plano urban\u00edstico conforme as necessidades dos moradores. Lisboa era uma cidade labir\u00edntica e desorganizada. A Baixa de Lisboa n\u00e3o era uma excep\u00e7\u00e3o. Lisboa teve poucas melhorias no plano urban\u00edstico at\u00e9 1755, nomeadamente a constru\u00e7\u00e3o da rua Nova dos Ferros durante o reinado de Dom Dinis (1261-1325), onde se estabeleceram os comerciantes da cidade e ficou a rua mais importante da capital portuguesa, com a constru\u00e7\u00e3o da <em>Cerca Fernandina<\/em> em 1375 que rodeou toda a cidade de uma muralha durante o reinado de Dom Fernando I (1345-1383), a constru\u00e7\u00e3o do Terreiro do Pa\u00e7o, atual Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio, constru\u00e7\u00e3o da Casa da \u00cdndia, da Ribeira das Naus, do Mercado e da Casa da Alf\u00e2ndega durante o s\u00e9culo XVI e o alargamento da rua dos Ourives da Prata devido ao aumento do tr\u00e2nsito dos coches em 1680.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Video_da_rainha_Isabel_II_em_visita_a_Lisboa_em_1957\"><\/span>Video da rainha Isabel II em visita a Lisboa em 1957<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<div class=\"wpview wpview-wrap\" data-wpview-text=\"https%3A%2F%2Fyoutu.be%2F95FwXIPUyPo\" data-wpview-type=\"embedURL\" contenteditable=\"false\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Royal Reunion Aka Queen In Lisbon (1957)\" width=\"591\" height=\"443\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/95FwXIPUyPo?feature=oembed\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><span class=\"mce-shim\"><\/span><span class=\"wpview-end\"><\/span><\/div>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_projeto_de_arquitetura_que_originou_a_Baixa_de_Lisboa\"><\/span>O projeto de arquitetura que originou a Baixa de Lisboa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Marqu\u00eas de Pombal juntou uma equipa de especialistas composta pelo engenheiro-mor do Reino Manuel da Maia, pelo coronel Carlos Mardel e pelo capit\u00e3o Eug\u00e9nio dos Santos para reconstruir a Baixa de Lisboa. Foram propostos cinco projetos para a reconstru\u00e7\u00e3o da Baixa, nomeadamente duas que defendiam a reconstru\u00e7\u00e3o da Lisboa medieval e desorganizada, a constru\u00e7\u00e3o de Lisboa noutro local, a constru\u00e7\u00e3o de uma cidade praticamente inalterada mas com edif\u00edcios mais baixos e ruas mais largas, outra a destrui\u00e7\u00e3o total da zona atingida pelo terramoto e a constru\u00e7\u00e3o de uma nova e organizada cidade na zona de Bel\u00e9m. O Rei Dom Jos\u00e9 I e o Marqu\u00eas de Pombal optaram pelo <em>projeto n\u00famero cinco da autoria de Eug\u00e9nio dos Santos<\/em>, que incluia <em>a reconstru\u00e7\u00e3o total da Baixa<\/em>. Foi assim que surgiu a Baixa Pombalina altamente organizada, bela e grandiosa, com uma malha octogonal de vias paralelas e perpendiculares, em que as ruas principais convergem na Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio, uma pra\u00e7a larga cuja comunica\u00e7\u00e3o com o resto da baixa seria feita junto ao rio atrav\u00e9s do arco triunfal que coroava a Rua Augusta, s\u00edmbolo do poder supremo e sagrado.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Hierarquia_da_Baixa_nomes_Inovacoes_e_porques\"><\/span>Hierarquia da Baixa, nomes Inova\u00e7\u00f5es e porqu\u00ea&#8217;s?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>A Baixa Pombalina foi constru\u00edda de forma hier\u00e1rquica com ruas principais, secund\u00e1rias e travessas e tr\u00eas tipos de edif\u00edcios, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li>A, o que tem as fachadas mais ricas;<\/li>\n<li>B, fachadas mais pobres que o primeiro mas mais ricas que o \u00faltimo;<\/li>\n<li>C, o que apresenta as fachadas mais pobres.<br \/>A Baixa foi reconstru\u00edda com uma <strong>malha urbana de oito ruas na vertical<\/strong> no sentido sul-norte e <strong>nove ruas octogonais<\/strong> no sentido leste-oeste, as pra\u00e7as do Rossio e do Terreiro do Pa\u00e7o, rebatizado como Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio. As <em>ruas mais importantes foram batizadas com nomes associados \u00e0s profiss\u00f5es<\/em> que ali existiam, nomeadamente a rua do Ouro, a rua dos Sapateiros e a rua dos Fanqueiros, as <em>ruas secund\u00e1rias ficaram com nomes de santos<\/em>, especialmente a rua de Santa Justa e a rua de S\u00e3o Nicolau e a rua principal, <strong>rua Augusta<\/strong> foi <strong>constru\u00edda para homenagear<\/strong> a augusta figura do <strong>Rei Dom Jos\u00e9 I<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>A <strong>Gaiola Pombalina<\/strong> foi outra das inova\u00e7\u00f5es do projeto e foi o <strong>primeiro sistema anti s\u00edsmico da Europa<\/strong><br \/>A Gaiola Pombalina consistiu numa t\u00e9cnica inovadora Europeia de reconstru\u00e7\u00e3o utilizada na Baixa de Lisboa, consistia numa estrutura de madeira flex\u00edvel, constru\u00edda dentro das paredes dos edif\u00edcios que originava uma oscila\u00e7\u00e3o male\u00e1vel que n\u00e3o roturasse em caso de um novo terremoto, a ado\u00e7\u00e3o de telhados em estilo germ\u00e2nico de tijolo no topo dos telhados em forma de &#8220;\u00e1guas furtadas&#8221;, a estandardiza\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o que permitiu que a constru\u00e7\u00e3o de muitos elementos dos edif\u00edcios fossem efetuados fora da cidade de Lisboa, e a produ\u00e7\u00e3o em s\u00e9rie de alguns elementos, como as balaustradas e os pain\u00e9is de azulejos, a constru\u00e7\u00e3o de arcos no piso inferior com objetivo de assegurar a solidez do pr\u00e9dio, a exist\u00eancia de estacas de madeira para ajudar a manter o edif\u00edcio nos terrenos mais inst\u00e1veis da zona e a transforma\u00e7\u00e3o da Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio numa zona de governo, com\u00e9rcio e administra\u00e7\u00e3o. Lisboa transformou-se na primeira cidade moderna do Ocidente depois do Terramoto de 1 de Novembro de 1755.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-santa-maria-maior.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-santa-maria-maior.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5041\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-santa-maria-maior.jpg\" alt=\"Localiza\u00e7\u00e3o da freguesia de Santa Maria Maior no mapa de Lisboa\" width=\"1280\" height=\"1280\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-santa-maria-maior.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-santa-maria-maior.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-santa-maria-maior-980x980.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-santa-maria-maior-480x480.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Baixa em Lisboa \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o de Lisboa, a zona reconstru\u00edda por Marqu\u00eas de Pombal ap\u00f3s o terramoto de 1 de Novembro de 1755, caraterizada pelas ruas retas e largas que foram desenhadas a partir da Rua Augusta e de acordo com as profiss\u00f5es que existiam na \u00e9poca, nomeadamente sapateiros, douradores e correeiros. 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