{"id":4874,"date":"2020-08-08T08:08:00","date_gmt":"2020-08-08T08:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/xrei.com\/?p=4874"},"modified":"2021-09-07T17:22:58","modified_gmt":"2021-09-07T17:22:58","slug":"avenidas-novas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/","title":{"rendered":"Avenidas Novas, Lisboa"},"content":{"rendered":"<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_6679\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/avenidas-novas.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/avenidas-novas.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6679\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/avenidas-novas.jpg\" alt=\"Avenidas Novas \u00e9 o centro residencial da classe m\u00e9dia, m\u00e9dia-alta e classe alta da cidade de Lisboa que cresceu nos finais do s\u00e9culo XIX e princ\u00edpios do s\u00e9culo XX com a expan\u00e7\u00e3o da cidade de Lisboa para norte\" width=\"1280\" height=\"960\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/avenidas-novas.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/avenidas-novas.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/avenidas-novas-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/avenidas-novas-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Avenidas Novas \u00e9 o centro residencial da classe m\u00e9dia, m\u00e9dia-alta e classe alta da cidade de Lisboa que cresceu nos finais do s\u00e9culo XIX e princ\u00edpios do s\u00e9culo XX com a expan\u00e7\u00e3o da cidade de Lisboa para norte<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-light-blue ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">In this article, you will get to know about...<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Avenidas_Novas\" >Avenidas Novas<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Organizacao_Administrativa\" >Organiza\u00e7\u00e3o Administrativa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Atracoes_a_visitar_nas_Avenidas_Novas_de_Lisboa_top_10\" >Atra\u00e7\u00f5es a visitar nas Avenidas Novas de Lisboa (top 10)<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Outras_atracoes_a_explorar_nas_Avenidas_Novas\" >Outras atra\u00e7\u00f5es a explorar nas Avenidas Novas<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Ruas_e_pracas_principais\" >Ruas e pra\u00e7as principais<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Estabelecimentos_de_Ensino\" >Estabelecimentos de Ensino<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Empreendimentos_Turisticos\" >Empreendimentos Tur\u00edsticos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Transportes_e_Acessos\" >Transportes e Acessos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Feiras_Festas_e_Romarias\" >Feiras, Festas e Romarias<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/avenidas-novas\/#Localizacao_da_Freguesia_de_Avenidas_Novas_no_mapa_de_Lisboa\" >Localiza\u00e7\u00e3o da Freguesia de Avenidas Novas no mapa de Lisboa<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Avenidas_Novas\"><\/span>Avenidas Novas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>As Avenidas Novas \u00e9 o local nobre para morar em Lisboa, junto a bairros tradicionais de classe m\u00e9dia alta, perto de comercio local e locais de escrit\u00f3rios onde est\u00e3o instaladas algumas das empresas de renome nacionais e internacionais. O fronteira das Avenidas Novas est\u00e1 junto \u00e0 Pra\u00e7a Marqu\u00eas de Pombal e inclui algumas das avenidas e bairros mais centrais de Lisboa, nomeadamente a Avenida Picoas, Pra\u00e7a Duque de Saldanha, a Avenida da Rep\u00fablica, o Campo Pequeno, o Campo Grande, a Avenida de Berna, a Avenida 5 de Outubro, a Pra\u00e7a de Espanha, a Avenida Ant\u00f3nio Augusto de Aguiar, a Avenida Fontes Pereira de Mello, a Avenida de Roma, a Avenida do Brasil, a Pra\u00e7a do Areeiro, a Pra\u00e7a de Londres, o Bairro Azul e o Bairro de Alvalade. As <em>Avenidas Novas<\/em> s\u00e3o consideradas um dos principais centros de neg\u00f3cio e com\u00e9rcio de Lisboa devido \u00e0 presen\u00e7a de centros comerciais como o F\u00f3rum Picoas, o Atrium Saldanha, o Saldanha Residence, o Centro Comercial do Campo Pequeno ou o Centro Comercial El Corte Ingl\u00eas.<\/p>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_6685\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/parque-el-corte-ingles.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/parque-el-corte-ingles.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6685\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/parque-el-corte-ingles.jpg\" alt=\"Avenidas Novas s\u00e3o uma das principais \u00e1reas de neg\u00f3cio e de com\u00e9rcio de Lisboa, onde est\u00e3o concentradas as maiores marcas, empresas e institui\u00e7\u00f5es financeiras nacionais e internacionais\" width=\"1280\" height=\"960\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/parque-el-corte-ingles.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/parque-el-corte-ingles.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/parque-el-corte-ingles-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/parque-el-corte-ingles-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Avenidas Novas s\u00e3o uma das principais \u00e1reas de neg\u00f3cio e de com\u00e9rcio de Lisboa, onde est\u00e3o concentradas as maiores marcas, empresas e institui\u00e7\u00f5es financeiras nacionais e internacionais<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p>As Avenidas Novas s\u00e3o uma das principais \u00e1reas de neg\u00f3cio e de com\u00e9rcio de Lisboa, onde est\u00e3o concentradas as maiores marcas, empresas e institui\u00e7\u00f5es financeiras nacionais e internacionais. As Avenidas Novas s\u00e3o tamb\u00e9m procuradas por estudantes e investigadores das mais variadas nacionalidades devido \u00e0 presen\u00e7a de institui\u00e7\u00f5es de m\u00e9rito reconhecido como \u00e9 o caso da Faculdade Nova de Lisboa, da Universidade Cat\u00f3lica de Lisboa ou da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian. As Avenidas Novas s\u00e3o muito procuradas por quem aprecia arquitetura, especialmente Art Deco. O local onde pode ver este estilo arquitet\u00f3nico melhor conservado \u00e9 no Bairro Azul, uma zona residencial que fica situada pr\u00f3xima do Centro Comercial El Corte Ingl\u00eas, da Mesquita Central de Lisboa, do Jardim Zool\u00f3gico de Lisboa, do Parque Eduardo S\u00e9timo e de uma das mais importantes esta\u00e7\u00f5es de metropolitano de Lisboa, S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Assim, as Avenidas Novas s\u00e3o um local de f\u00e1cil acesso e com uma grande variedade de ofertas. A freguesia das Avenidas Novas tem, tamb\u00e9m, algumas das mais importantes esta\u00e7\u00f5es de transportes de Lisboa, nomeadamente as Esta\u00e7\u00f5es de Entrecampos, Campo Grande e S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Nas Avenidas Novas \u00e9 poss\u00edvel sentir e ver a agita\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de uma grande capital europeia nas vias principais, mas, ao mesmo tempo, experienciar calma e tranquilidade em bairros como o Azul ou o de Alvalade, onde ainda hoje se encontra, possivelmente, o peixe mais fresco de Lisboa. As Avenidas Novas s\u00e3o ainda um local muito procurado por estudantes e investigadores das mais variadas nacionalidades e culturas devido \u00e0 presen\u00e7a de institui\u00e7\u00f5es de ensino de m\u00e9rito reconhecido internacionalmente, com destaque para a Universidade Nova de Lisboa e a Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian. As Avenidas Novas s\u00e3o um local de excel\u00eancia da capital portuguesa, onde \u00e9 poss\u00edvel fazer neg\u00f3cio, desporto, passear, estudar, descansar ou viver.<\/p>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_6691\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rotunda-marques-de-pombal.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rotunda-marques-de-pombal.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6691\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rotunda-marques-de-pombal.jpg\" alt=\"Avenidas Novas expandem-se para norte a partir da rotunda do Marqu\u00eas de Pombal\" width=\"1280\" height=\"960\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rotunda-marques-de-pombal.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/rotunda-marques-de-pombal.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/rotunda-marques-de-pombal-980x735.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/rotunda-marques-de-pombal-480x360.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Avenidas Novas expandem-se para norte a partir da rotunda do Marqu\u00eas de Pombal<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Organizacao_Administrativa\"><\/span>Organiza\u00e7\u00e3o Administrativa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>As Avenidas Novas s\u00e3o administradas pela Junta de Freguesia de Avenidas Novas.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Atracoes_a_visitar_nas_Avenidas_Novas_de_Lisboa_top_10\"><\/span>Atra\u00e7\u00f5es a visitar nas Avenidas Novas de Lisboa (top 10)<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p><strong>1. Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian<\/strong> \u201c&#8230; \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o perp\u00e9tua de nacionalidade portuguesa com fins caritativos, art\u00edsticos, educativos e cient\u00edficos, localizada na Avenida de Berna. A Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian \u00e9 um espa\u00e7o vivo, sempre movimentado com visitantes, estudantes universit\u00e1rios, crian\u00e7as, bailarinos, m\u00fasicos, investigadores e cientistas. A Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian tem um ativo financeiro superior a tr\u00eas mil milh\u00f5es de euros por ano, ocupando a 14\u00aa posi\u00e7\u00e3o do ranking europeu. A <em>Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian<\/em> foi criada em Portugal por desejo de <em>Calouste Sarkis Gulbenkian<\/em> (1865-1955), considerado o homem mais rico do mundo, <em>Calouste Sarkis Gulbenkian<\/em> viveu em Portugal durante as \u00faltimas d\u00e9cadas da sua vida. A funda\u00e7\u00e3o apenas foi inaugurada em 1969, j\u00e1 depois da sua morte, com um projeto da autoria dos arquitetos Alberto Pessoa (1919-1985), Pedro Cid (1925-1983) e Ruy d\u2019Athouguia (1917-2006), sendo supervisionado por Jos\u00e9 de Azeredo Perdig\u00e3o (1896-1993) e Sommer Ribeiro (1924-2006). Foi criada uma equipa de consultores portugueses e estrangeiros, nomeadamente Guimar\u00e3es Lobato (1915-2008), Sir Leslie Martin (1908-2004), Franco Albini (1905-1977), Georges Henri Riviere (1897-1985), Carlos Ramos (1897-1969) e Keil do Amaral (1910-1975). A funda\u00e7\u00e3o encontra-se organizada em tr\u00eas estruturas: o <strong>Edif\u00edcio-sede<\/strong>: da autoria de Pedro Cid; o <strong>Grande Audit\u00f3rio<\/strong>: foi projetado por Alberto Pessoa, contou com a participa\u00e7\u00e3o de Alfredo Keil e Eduardo Anahory (1917-1986). O <em>Grande Audit\u00f3rio<\/em> \u00e9 distinto de todos os audit\u00f3rios que existem no mundo porque tem abertura para o exterior atr\u00e1s do palco, nomeadamente para o jardim da funda\u00e7\u00e3o. \u00c9 neste audit\u00f3rio que atua a Orquestra Sinf\u00f3nica Calouste Gulbenkian; e os <strong>Jardins Calouste Gulbenkian<\/strong>: da autoria dos arquitetos paisagistas Gon\u00e7alo Ribeiro Telles e Ant\u00f3nio Vianna Barreto, que criaram os jardins no topo de uma plataforma artificial.<br \/>A Funda\u00e7\u00e3o foi inovadora desde o in\u00edcio, tendo criado v\u00e1rios projetos importantes para Portugal, nomeadamente: <strong>\u201cBibliotecas Itinerantes\u201d<\/strong>: instaladas em Citr\u00f6ens que se deslocavam a todo o pa\u00eds, tendo sido uma das poucas formas de acesso \u00e0 leitura para muitos portugueses durante muitas d\u00e9cadas; <strong>Plano de edi\u00e7\u00f5es de manuais universit\u00e1rios e estudos cl\u00e1ssicos da Gr\u00e9cia e Roma Antiga<\/strong>; <strong>Biblioteca do Centro Cultural de Paris<\/strong> com aproximadamente 90 mil volumes relacionados com Portugal; <strong>Servi\u00e7os das Comunidades Arm\u00e9nias em Londres<\/strong> que tem por objetivo difundir a l\u00edngua e cultura arm\u00e9nias e apoiar os imigrantes arm\u00e9nios espalhados pelo mundo; <strong>Instituto Gulbenkian de Ci\u00eancia<\/strong> um dos <em>espa\u00e7os de investiga\u00e7\u00e3o de biomedicina mais importantes<\/em> de Portugal. O <em>Instituto Gulbenkian de Ci\u00eancia<\/em> foi inaugurado em 1961 na cidade de Oeiras; <strong>A\u00e7\u00f5es de benefic\u00eancia<\/strong> um pouco por todo o pa\u00eds atrav\u00e9s da edifica\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias obras, nomeadamente a constru\u00e7\u00e3o de um bairro de desalojados na Arruda dos Vinhos, ajuda aos mais pobres em 70 pa\u00edses.<br \/>Os principais destaques da <em>Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian<\/em> s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Centro de Arte Moderna Jos\u00e9 de Azeredo Perdig\u00e3o<\/strong> \u00e9 o mais importante espa\u00e7o de arte moderna em Portugal desde a funda\u00e7\u00e3o em 1983;<\/li>\n<li><strong>Edif\u00edcio Museu Calouste Gulbenkian<\/strong>: da autoria de Ruy d\u2019Athouguia. Maria Teresa Gomes Ferreira foi a muse\u00f3loga respons\u00e1vel por organizar a Cole\u00e7\u00e3o Permanente Calouste Gulbenkian ainda antes de chegar a Portugal, uma vez que a cole\u00e7\u00e3o se encontrava dispersa pelas v\u00e1rias resid\u00eancias de Calouste Gulbenkian na Europa, na Turquia e nos Estados Unidos da Am\u00e9rica. O Museu Calouste Gulbenkian \u00e9 classificado como um <strong>\u201cSete Melhores Pequenos Museus do Mundo\u201d<\/strong> e o \u00fanico museu no mundo que \u00e9 revestido em granito com uma cole\u00e7\u00e3o aproximada de seis mil pe\u00e7as. Os principais pontos de interesse do museu s\u00e3o o <strong>Baixo-Relevo da Ass\u00edria, Nimrud do s\u00e9culo IX a.C.<\/strong>; o <strong>Tapete da P\u00e9rsia dos s\u00e9culos XVI-XVII com folhas foiciformes<\/strong>; a <strong>Pintura \u201cPalas Atena\u201d<\/strong> da autoria de Rembrandt de 1657, Retrato de Helena Fourment da autoria de Rubens de 1632, \u201cNatureza-Morta\u201d da autoria de Claude Monet de 1872; a <strong>\u201cL\u00e2mpada de Mesquita do Egipto ou da S\u00edria\u201d<\/strong> datada de 1346; <strong>\u201cDiana\u201d<\/strong> da autoria de Jean-Antoine Houdon de 1780; e o <strong>\u201cLivro de Horas de Isabel da Bretanha\u201d<\/strong> ou <strong>\u201cAs Horas de Lamoignon\u201d<\/strong> de 1430; <strong>\u201cPeitoral Lib\u00e9lula\u201d<\/strong> da autoria de Ren\u00e9 Lalique de 1898.<\/li>\n<li><strong>Biblioteca de Arte<\/strong>: considerada a <em>melhor Biblioteca de Arte de Portugal<\/em>, criada por Daciano da Costa (1930-2005), autor da Sala de Leitura da Biblioteca Nacional. \u00c9 uma biblioteca rara devido \u00e0 grande qualidade e quantidade de volumes de arte (mais de tr\u00eas mil t\u00edtulos) que que existem dispon\u00edveis, e devido \u00e0 exist\u00eancia de grandes janelas que permitem a entrada do sol dentro da sala de leitura com uma luminosidade constante durante o dia. Os principais destaques da <em>Biblioteca de Arte<\/em> da <em>Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian<\/em> s\u00e3o: as mais de 3 mil t\u00edtulos da cole\u00e7\u00e3o de Calouste Gulbenkian; e as obras de artistas portugueses.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>2. Pra\u00e7a de Touros Monumental do Campo Pequeno<\/strong> \u00e9 um edif\u00edcio hist\u00f3rico da cidade de Lisboa, com Pra\u00e7a de Toiros, Sala de Espet\u00e1culos, Centro Comercial, Museu e restaurantes, localizado no Campo Pequeno. O edif\u00edcio \u00e9 uma das principais atra\u00e7\u00f5es de Lisboa devido \u00e0 arquitetura em estilo Neo \u00c1rabe e \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de tijolo, o que transmite uma cor ocre. A <em>Pra\u00e7a de Touros Monumental do Campo Pequeno<\/em> foi inaugurada em 1892 e o Centro Comercial inaugurado em 2006 com um projeto dos arquitetos Jos\u00e9 Bruschy, Pedro Fidalgo, Filomena Vicente, Louren\u00e7o Vicente, Jo\u00e3o Goes Ferreira e Gon\u00e7alo Teixeira. Os principais pontos de interesse pr\u00f3ximos do Campo Pequeno s\u00e3o: o <strong>Jardim do Campo Pequeno<\/strong>; o <strong>Parque Infantil Marqu\u00eas de Marialva<\/strong>; e a <strong>Biblioteca Pal\u00e1cio Galveias<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>3. Pal\u00e1cio Pimenta<\/strong> (Museu da Cidade) \u00e9 um espa\u00e7o museol\u00f3gico localizado no Campo Grande onde \u00e9 poss\u00edvel conhecer a hist\u00f3ria da cidade de Lisboa desde a Pr\u00e9-Hist\u00f3ria at\u00e9 ao s\u00e9culo XX. O museu encontra-se integrado num edif\u00edcio do s\u00e9culo XVIII, o Pal\u00e1cio Pimenta, tendo sido inaugurado em 1979 e relan\u00e7ado em 2015 com o nome <strong>Museu de Lisboa<\/strong> e dividido em cinco estruturas localizadas em outros locais de Lisboa: <strong>Pal\u00e1cio Pimenta<\/strong>; <strong>Museu de Santo Ant\u00f3nio<\/strong>; <strong>Teatro Romano<\/strong>; <strong>Casa dos Bicos<\/strong>; <strong>Torre\u00e3o Poente do Terreiro do Pa\u00e7o<\/strong>.<br \/>Os principais destaques do <em>Pal\u00e1cio Pimenta<strong> (Museu da Cidade) s\u00e3o: o <\/strong>Jardim Rafael Bordalo Pinheiro<strong>; a Maquete de gesso e madeira com representa\u00e7\u00e3o da cidade de Lisboa anterior ao Terramoto de 1755; Uma pintura a representar o Terreiro do Pa\u00e7o do s\u00e9culo XVII da autoria de Dirk Stoop; a Maqueta da cidade de Lisboa de 1950; e os <\/strong>Planos arquitet\u00f3nicos do Aqueduto de \u00c1guas Livres*<\/em>.<\/p>\n<p><strong>4. Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o da Pedreira<\/strong>: \u00e9 um edif\u00edcio do s\u00e9culo XVII de estilo Barroco e um dos poucos sobreviventes do Terramoto de 1755, localizada na Rua Tom\u00e1s Ribeiro. A <em>Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o da Pedreira<\/em> foi inaugurada em 1652 e o culto dedicado a S\u00e3o Sebasti\u00e3o, tendo os seguintes destaques: a Escadaria dupla na fachada principal que d\u00e1 acesso \u00e0 entrada principal; os Pain\u00e9is de azulejos a representar cenas da vida de S\u00e3o Sebasti\u00e3o; as Pinturas dedicadas a S\u00e3o Sebasti\u00e3o do s\u00e9culo XVIII; e o Ret\u00e1bulo a representar a \u201c\u00daltima Ceia\u201d da autoria de Cirilo Volkmar Machado.<\/p>\n<p><strong>5. Jardim Am\u00e1lia Rodrigues<\/strong> \u00e9 um jardim com 6 hectares com uma vista magn\u00edfica sobre a cidade de Lisboa, localizado no topo do Parque Eduardo VII. O <em>Jardim Am\u00e1lia Rodrigues<\/em> foi inaugurado em 1996 com o nome Alto do Parque, tendo o projeto sido criado por Gon\u00e7alo Ribeiro Telles e mudado para o nome atual no ano 2000. O jardim \u00e9 muito procurado por lisboetas e turistas devido \u00e0 <strong>Vista sobre o Parque Eduardo S\u00e9timo, Marqu\u00eas de Pombal, Baixa Lisboeta, Rio Tejo e Serra da Arr\u00e1bida<\/strong>; <strong>Exist\u00eancia de um anfiteatro semi circular<\/strong> orientado para a Avenida da Liberdade; <strong>Caminhos enquadrados por \u00e1rvores e roseirais<\/strong> que permitem caminhar \u00e0 sombra; um <strong>Lago redondo<\/strong> onde \u00e9 poss\u00edvel observar p\u00e1ssaros, animais aqu\u00e1ticos e um passadi\u00e7o; <strong>Esplanada Linha de \u00c1gua<\/strong>; uma <strong>Zona arborizada<\/strong> com \u00e1rvores de v\u00e1rias esp\u00e9cies, nomeadamente Oliveiras, Pinheiros Mansos, Choupos, Amendoeiras e Carvalhos; uma <strong>Escultura a representar \u201cA Maternidade\u201d<\/strong> da autoria do escultor Fernando Botero; e a <strong>Escultura a representar \u201cO Segredo\u201d<\/strong> da autoria do escultor Ant\u00f3nio Lagoa Henriques.<\/p>\n<p><strong>6. Museu Bordalo Pinheiro<\/strong>: \u00e9 um museu que tem \u201c&#8230;por miss\u00e3o preservar, estudar, documentar e divulgar a obra de Rafael Bordalo Pinheiro\u201d, localizado no Campo Grande. O <em>Museu Bordalo Pinheiro<\/em> foi inaugurado em 1916 por iniciativa do colecionador e poeta Arthur Ernesto Santa Cruz Magalh\u00e3es (1864-1928), estando integrado num edif\u00edcio da autoria do arquiteto \u00c1lvaro Augusto Machado. O espa\u00e7o museol\u00f3gico integra uma cole\u00e7\u00e3o com mais de 13 mil objetos distribu\u00eddos por v\u00e1rias categorias, nomeadamente: Jornais; Desenho; Gravura; Pintura; Cer\u00e2mica; Azulejaria; Fotografia; Documenta\u00e7\u00e3o; Equipamentos e Utens\u00edlios. Os principais destaques do <em>Museu Bordalo Pinheiro<\/em> s\u00e3o: Exposi\u00e7\u00e3o Permanente \u201cRafael Bordalo Pinheiro\u201d; Exposi\u00e7\u00e3o Permanente \u201cBordalo \u00e0 Mesa\u201d; Exposi\u00e7\u00e3o Permanente \u201cCenten\u00e1rio do Museu (1916-2016)\u201d; Oficinas onde \u00e9 poss\u00edvel aprender cer\u00e2mica, carpintaria, pintar azulejo ou crochet.<\/p>\n<p><strong>7. Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio de F\u00e1tima<\/strong> \u00e9 a primeira igreja cat\u00f3lica constru\u00edda em Lisboa ap\u00f3s a Implanta\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica e a primeira igreja moderna do pa\u00eds, localizada na Avenida de Berna. A <em>Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio de F\u00e1tima<\/em> foi inaugurada em 1938 com um projeto da autoria do arquiteto Porf\u00edrio Pardal Monteiro (1897-1957) e por desejo do Cardeal Patriarca de Lisboa Dom Manuel Cerejeira (1888-1977). O arquiteto Pardal Monteiro foi autor de projetos como a Esta\u00e7\u00e3o de Comboios do Cais do Sodr\u00e9, Esta\u00e7\u00f5es Mar\u00edtimas de Alc\u00e2ntara e da Rocha de Conde de \u00d3bidos ou o Hotel Ritz. Os principais destaques da Igreja s\u00e3o: <strong>Dimens\u00f5es do interior<\/strong> com capacidade para 800 pessoas num corpo central com 65 metros de comprimento e uma nave de 50 metros de extens\u00e3o e 24 metros de largura; <strong>Imagem de Nossa Senhora de F\u00e1tima<\/strong> no exterior da autoria de Ant\u00f3nio Costa; <strong>Apostol\u00e1rio em meio-relevo<\/strong> da autoria de Francisco Franco, localizado na topo do p\u00f3rtico de entrada; <strong>Frescos a representar a Via Sacra<\/strong> da autoria de Henrique Franco; <strong>Vitrais<\/strong> da autoria de Almada Negreiros; <strong>Pinturas nos arcos da Igreja e fresco<\/strong> a representar a Coroa\u00e7\u00e3o da Virgem da autoria de Lino Ant\u00f3nio; <strong>Escultura de Cristo na Cruz<\/strong> da autoria de Barata Feyo; <strong>Ret\u00e1bulo da Ressurrei\u00e7\u00e3o<\/strong> de S\u00e3o L\u00e1zaro da autoria de Leopoldo de Almeida; <strong>Batist\u00e9rio<\/strong> &#8211; com um exterior redondo e encimado por uma cruz de pedra da autoria de Pardal Monteiro; o interior do Batist\u00e9rio destaca-se pela imagem a representar S\u00e3o Jo\u00e3o Batista no Batist\u00e9rio da autoria de Leopoldo de Almeida, pela pintura da c\u00fapula, vitrais e os mosaicos da autoria de Almada Negreiros.<\/p>\n<p><strong>8. Biblioteca Nacional de Lisboa<\/strong> \u00e9 a principal biblioteca de Portugal, localizada no Campo Grande. A <strong>Biblioteca Nacional de Lisboa<\/strong> destaca-se pela dimens\u00e3o e por ser um espa\u00e7o vivo e muito frequentado por estudantes, professores e investigadores de todas as \u00e1reas do conhecimento. A Biblioteca Nacional preserva tudo o que \u00e9 editado em Portugal e no estrangeiro sobre o pa\u00eds. A biblioteca foi inaugurada em 1969, tendo a participa\u00e7\u00e3o dos arquitetos Porf\u00edrio Pardal Monteiro (1897-1957) e Ant\u00f3nio Pardal Monteiro (1928-2012) e de Daciano da Costa (1930-2005), o primeiro designer de Portugal. A Biblioteca Nacional de Lisboa foi constru\u00edda no local atual devido \u00e0 proximidade da futura Cidade Universit\u00e1ria de Lisboa. Os principais destaques da <em>Biblioteca Nacional<\/em> s\u00e3o a <em>Dimens\u00e3o da fachada exterior<\/em>, pintada de cor-de-rosa; a dimens\u00e3o grandiosa da entrada com escadas largas, os tetos pintados de verde e um painel da autoria de Lino Ant\u00f3nio; a <em>Sala do Conselho<\/em> com destaque para a mesa desenhada por Daciano da Costa (1930-2005), tamb\u00e9m autor da Reitoria da Universidade de Lisboa e da Biblioteca de Arte da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, o teto constru\u00eddo com placas de estafe para gerar uma maior luminosidade e a tape\u00e7aria da autoria de Carlos Botelho; e a <em>Sala de Leitura Geral<\/em> uma sala de leitura com aproximadamente mil metros quadrados da autoria de Daciano da Costa. Os destaques da <em>Sala de Leitura Geral<\/em> s\u00e3o: o Teto de luz que transmite a sensa\u00e7\u00e3o de estar suspenso; a Tape\u00e7aria da autoria de Guilherme Camarinha; a Luminosidade da sala devido \u00e0 grande dimens\u00e3o das janelas e pela exist\u00eancia de uma varanda; e a <strong>Torre de dep\u00f3sitos de livros<\/strong> com um <strong>Dep\u00f3sito de Leitura Geral<\/strong> com quase 3 milh\u00f5es de livros distribu\u00eddos por oito andares, acess\u00edvel somente aos funcion\u00e1rios da biblioteca que se deslocam aqui para depois entregar os pedidos dos utentes. Neste espa\u00e7o \u00e9 poss\u00edvel encontrar livros escritos a partir do s\u00e9culo XVI; e o <strong>Dep\u00f3sito de Cole\u00e7\u00f5es Especiais<\/strong> localizado na mesma torre do Dep\u00f3sito de livros de Leitura Geral, contudo apenas com dois pisos. Nesta cole\u00e7\u00e3o encontram-se dispon\u00edveis os livros impressos at\u00e9 1500, nomeadamente, <em>Manuscrito em pergaminho com obras de Santo Isidoro de Sevilha<\/em> do s\u00e9culo, o livro mais antigo da Biblioteca Nacional; a <em>\u201cB\u00edblia Hebraica de Cervera\u201d<\/em> escrita entre 1299 e 1300, adquirida por Ant\u00f3nio Ribeiro dos Santos (1745-1818), primeiro Bibliotec\u00e1rio-Mor da Real Biblioteca P\u00fablica da Corte; o <em>\u201cLivro de Horas da Rainha Dona Leonor do s\u00e9culo XV\u201d<\/em>; a <em>B\u00edblia das 42 Linhas<\/em> escrita entre 1454 e 1455, foi o primeiro livro impresso por Johann Guttenberg. S\u00f3 existem 49 exemplares da B\u00edblia das 42 Linhas em todo o mundo; <em>\u201cOs Lus\u00edadas\u201d<\/em> a <strong>primeira edi\u00e7\u00e3o da obra de Lu\u00eds de Cam\u00f5es<\/strong> datada de 1572; <em>\u201cA Peregrina\u00e7\u00e3o\u201d<\/em> a <strong>primeira edi\u00e7\u00e3o da obra de Fern\u00e3o Mendes Pinto<\/strong> datada de 1614; e o <strong>Dep\u00f3sito de Cartografia e Iconografia<\/strong> com destque para <em>\u201cCarta do Atl\u00e2ntico Norte\u201d<\/em> da autoria de Lopo Homem datado de 1550, \u201cMapa da Demarca\u00e7\u00e3o Diamantina do Brasil de 1776\u201d, aproximadamente 250 cartazes alusivos \u00e0 Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e 30 mil postais ilustrados.<\/p>\n<p><strong>9. Arquivo Nacional da Torre do Tombo<\/strong> \u00e9 \u201c&#8230; um arquivo central do Estado Portug\u00eas que guarda documentos desde o s\u00e9culo IX at\u00e9 \u00e0 atualidade\u2026\u201d, localizado na Alameda da Universidade. A palavra \u201ctombo\u201d significa registar e o local onde se registava a propriedade r\u00e9gia era numa das torres do Castelo de S\u00e3o Jorge, o equivalente ao atual \u201cDi\u00e1rio da Rep\u00fablica\u201d. O arquivo portugu\u00eas \u00e9 dos arquivo mais antigos do mundo, existindo refer\u00eancias da exist\u00eancia desde 1378. O <em>Arquivo Nacional da Torre do Tombo<\/em> passou por v\u00e1rios edif\u00edcios, nomeadamente:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Torre do Castelo de S\u00e3o Jorge<\/em>, entre 1378 e 1755;<\/li>\n<li><em>Barraca<\/em>: uma barraca provis\u00f3ria constru\u00edda em madeira depois do Terramoto de 1755;<\/li>\n<li><em>Mosteiro de S\u00e3o Bento<\/em>: esteve aqui durante aproximadamente duzentos anos at\u00e9 \u00e0 inaugura\u00e7\u00e3o do atual edif\u00edcio, constru\u00eddo entre 1985 e 1990, da autoria do arquiteto Ars\u00e9nio Cordeiro. O espa\u00e7o \u00e9 muito procurado por visitantes vindos de todo o mundo para realizar todo o g\u00e9nero de pesquisas, privadas ou p\u00fablicas para consultar os mais de 100 kms de documentos distribu\u00eddos por seis casas-fortes. Os principais destaques s\u00e3o o <em>Edif\u00edcio<\/em> com oito g\u00e1rgulas da autoria do escultor Jos\u00e9 Aur\u00e9lio, cada g\u00e1rgula com 18 toneladas de peso. O edif\u00edcio foi constru\u00eddo em forma de T, com o objetivo de em caso de terramoto, os dois T ca\u00edrem um em cima do outro e, assim protegerem a casa-forte onde se encontram os documentos que simbolizam Torre do Tombo; <em>Documentos classificados como Patrim\u00f3nio Mundial da UNESCO<\/em> &#8211; \u201cCarta de Pero Vaz de Caminha de 1500\u201d, o primeiro documento classificado em 2007 e <strong>Corpo Documental de 83 mil documentos relativos \u00e0 Expans\u00e3o Portuguesa e o \u201cTratado de Tordesilhas de 1494<\/strong>; Arquivos de Salazar; Processos da Inquisi\u00e7\u00e3o; Retrato de Diogo do Couto, Guarda-Mor da Torre do Tombo.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>10. Cidade Universit\u00e1ria de Lisboa<\/strong> \u00e9 um polo universit\u00e1rio que integra a maior universidade de Portugal, localizada na Alameda da Universidade. A Cidade Universit\u00e1ria de Lisboa \u00e9 constitu\u00edda por dezoito faculdades que oferecem 80 licenciaturas, 201 mestrados e 110 Doutoramentos frequentados por mais de 47 mil alunos em todas as \u00e1reas de estudo. A <em>Cidade Universit\u00e1ria de Lisboa<\/em> foi constru\u00edda entre 1938 e 1961 com projetos da autoria de Porf\u00edrio Pardal Monteiro e Ant\u00f3nio Pardal Monteiro, respons\u00e1vel pelo edif\u00edcio da Reitoria, pela Faculdade de Letras e pela Faculdade de Direito. As principais atra\u00e7\u00f5es da Cidade Universit\u00e1ria \u00e9 o <em>Edif\u00edcio da Reitoria<\/em> com destaque para a sala de espet\u00e1culos da Aula Magna, os pain\u00e9is da autoria de Almada Negreiros e os vitrais de Lino Ant\u00f3nio; e o Jardim frente ao edif\u00edcio da Reitoria onde \u00e9 poss\u00edvel observar estudantes vestidos de Traje Acad\u00e9mico.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Outras_atracoes_a_explorar_nas_Avenidas_Novas\"><\/span>Outras atra\u00e7\u00f5es a explorar nas Avenidas Novas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Four Seasons Hotel Ritz Lisbon<\/strong> \u00e9 o hotel de luxo de Lisboa a operar a mais tempo, localizado na Rua Rodrigo da Fonseca. O local foi escolhido estrategicamente devido \u00e0 proximidade do Aeroporto de Lisboa e da Avenida Marginal, com a liga\u00e7\u00e3o ao Estoril e a Cascais. Hotel Ritz foi constru\u00eddo entre 1953 e 1959 pelo arquiteto Porf\u00edrio Pardal Monteiro e o projeto de arranjos exteriores de Ant\u00f3nio Vieira Barreto e \u00c1lvaro Dentinho, sendo um espa\u00e7o monumental e palaciano no interior e exterior, constru\u00eddo em estilo Moderno. O edif\u00edcio do hotel \u00e9 \u00fanico na cidade de Lisboa devido \u00e0 forma de paralelep\u00edpedo em que foi arquitetado e por ser um dos espa\u00e7os interiores com maior concentra\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as de artes decorativas em Lisboa. O <em>Four Seasons Hotel Ritz Lisbon<\/em> apresenta a curiosidade particular de ter dezasseis elevadores, quatro dedicados ao uso exclusivo pelos h\u00f3spedes e doze dedicados ao servi\u00e7o do hotel. Os principais pontos de interesse do <em>Four Seasons Hotel Ritz Lisbon<\/em> s\u00e3o a <strong>Vista sobre o Parque Eduardo VII, Marqu\u00eas de Pombal, Baixa de Lisboa, Rio Tejo e Serra da Arr\u00e1bida<\/strong>; a <strong>Proximidade do Centro Comercial Amoreiras<\/strong>; os <strong>pain\u00e9is de azulejos de padr\u00e3o<\/strong> da autoria de Hansi Sta\u00ebl; uma <strong>coluna de cer\u00e2mica<\/strong>, da autoria de Querubim Lapa; o <strong>desenho mural a representar Orfeu<\/strong> da autoria do escultor Martins Correia; a <strong>sala de jantar<\/strong>, da autoria de Lucien Donnat (1920-2013); <strong>Duas telas pintadas por Carlos Botelho<\/strong>, uma a representar Lisboa e outra a representar a descarga do sal no porto de Lisboa; a <strong>Tape\u00e7aria a representar \u201cAs Quatro Esta\u00e7\u00f5es\u201d<\/strong>, da autoria de Sarah Afonso; a <strong>Tape\u00e7arias a representar \u201cHist\u00f3ria de amor entre Centauros\u201d<\/strong>, da autoria de Almada Negreiros; o <strong>Desenho tridimensional a representar a colheita dos cereais<\/strong>, da autoria de Almada Negreiros; o <strong>Baixo-Relevo a representar \u201cA cria\u00e7\u00e3o m\u00edtica de Lisboa por Ulisses\u201d<\/strong>, da autoria do escultor Barata Feyo; os <strong>Baixo-Relevos a representar \u201cAs Partes do Mundo\u201d<\/strong>, ou sejam, os continentes onde Portugal esteve presente, da autoria do escultor Joaquim Correia,; e a <strong>Escultura a representar \u201cA Noite e o Dia\u201d<\/strong> da autoria do escultor Ant\u00f3nio Duarte.<\/li>\n<li><strong>Casa Artur Prat<\/strong> \u00e9 a sede da Ordem dos Engenheiros, localizada na Avenida Sid\u00f3nio Pais. O edif\u00edcio foi constru\u00eddo para ser a resid\u00eancia do escultor e pintor Artur Prat, inaugurada em 1912 com um projeto de Ventura Terra. Os principais destaques da <em>Casa Artur Prat<\/em> s\u00e3o as fachadas e os trabalhos de cantaria.<\/li>\n<li><strong>Casa dos Viscondes de Valmor<\/strong> \u00e9 um alojamento local de luxo, localizada na Avenida da Rep\u00fablica. A Casa dos Viscondes de Valmor foi inaugurada em 1906 como resid\u00eancia da vi\u00fava do Visconde de Valmor, projetado da autoria do arquiteto Ventura Terra. A <em>Casa dos Viscondes de Valmor<\/em> encontra-se classificado como <strong>Im\u00f3vel de Interesse P\u00fablico<\/strong>, com o Pr\u00e9mio Valmor em 1906, numa <em>localiza\u00e7\u00e3o central em Lisboa<\/em>, pr\u00f3ximo do Saldanha e da Avenida da Liberdade.<\/li>\n<li><strong>Casa-Museu Doutor Anast\u00e1cio Gon\u00e7alves<\/strong> \u00e9 um museu com mais de tr\u00eas mil obras de arte parte da cole\u00e7\u00e3o privada do m\u00e9dico Anast\u00e1cio Gon\u00e7alves, localizada na Avenida 5 de outubro. A Casa-Museu foi inaugurada em 1905 como atelier de pintura e resid\u00eancia do pintor Jos\u00e9 Malhoa (1855-1933), tendo recebido o Pr\u00e9mio Valmor. O edif\u00edcio foi adquirido por Anast\u00e1cio Gon\u00e7alves (1889-1965) onde morou sempre com o objetivo de transformar num museu. O <em>Casa-Museu Doutor Anast\u00e1cio Gon\u00e7alves<\/em> foi inaugurada em 1996 com um projeto dos arquitetos Frederico e Pedro George. Os principais destaques s\u00e3o o <em>N\u00facleo de Pintura Portuguesa dos s\u00e9culos XIX e XX<\/em>; o <em>N\u00facleo de Porcelana Chinesa<\/em>; o <em>N\u00facleo de mobili\u00e1rio<\/em> portugu\u00eas e estrangeiro; a <em>Cole\u00e7\u00e3o de rel\u00f3gios de bolso<\/em> de fabrico franc\u00eas e su\u00ed\u00e7o; e a <em>Cole\u00e7\u00e3o de aguarelas e artefatos<\/em> do pintor Silva Porto.<\/li>\n<li><strong>Jardim Am\u00e9lia Carvalheira<\/strong> \u00e9 um jardim de dois mil metros quadrados, localizado na Avenida Marqu\u00eas de Tomar pr\u00f3ximo da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, Igreja de Nossa Senhora de F\u00e1tima e Universidade Nova de Lisboa, com um parque infantil e uma escultura de homenagem a Am\u00e9lia Carvalheira.<\/li>\n<li><strong>Palacete Henrique Mendon\u00e7a<\/strong> \u00e9 uma das sedes da <strong>Funda\u00e7\u00e3o Aga Khan em Portugal<\/strong>, localizada na Rua Marqu\u00eas de Fronteira. O Palacete Henrique Mendon\u00e7a foi inaugurado em 1909 para ser a resid\u00eancia do empres\u00e1rio Henrique Jos\u00e9 Monteiro de Mendon\u00e7a (1864-1942), da autoria do arquiteto Ventura Terra. O <em>Palacete Henrique Mendon\u00e7a<\/em> apresenta os seguintes destaques: a fachada principal constru\u00edda no estilo Arte Nova; a monumentalidade da escadaria de acesso ao andar principal; a decora\u00e7\u00e3o do Sal\u00e3o Lu\u00eds XV em estilo Neo Rococ\u00f3; e os Jardins do Palacete Henrique Mendon\u00e7a.<\/li>\n<li><strong>Mesquita Central de Lisboa<\/strong> \u00e9 a principal mesquita da Comunidade Isl\u00e2mica em Lisboa, localizada na Rua da Mesquita. A Mesquita foi inaugurada em 1985, com um projeto da autoria de Ant\u00f3nio Braga e Jo\u00e3o Paulo Concei\u00e7\u00e3o com o objetivo de ser o principal templo religioso mu\u00e7ulmanos que vivem em Portugal. A Comunidade Isl\u00e2mica de Portugal tem como l\u00edder religioso David Munir, tamb\u00e9m respons\u00e1vel pela organiza\u00e7\u00e3o de visitas guiadas a n\u00e3o mu\u00e7ulmanos. Os principais pontos de interesse da <em>Mesquita Central de Lisboa<\/em> s\u00e3o: a fachada principal da mesquita com a c\u00fapula pintada de azul celeste, a Meia Lua e os mosaicos de l\u00e1pis laz\u00fali por cima da entrada principal; Sala de Ora\u00e7\u00e3o &#8211; com um tapete vermelho que cobre a quase totalidade do ch\u00e3o e inscri\u00e7\u00f5es retiradas do Alcor\u00e3o; P\u00e1tio central, um p\u00e1tio aberto sem telhado com uma fonte ao centro; Sala de lavagem, local onde os mu\u00e7ulmanos realizam o ritual de lavagem antes de cada ora\u00e7\u00e3o; Biblioteca da Mesquita dedicada ao estudo dos temas relacionados com o Isl\u00e3o.<\/li>\n<li>Parque Eduardo S\u00e9timo<\/li>\n<li>El Corte Ingl\u00eas<\/li>\n<li>Mercado de Alvalade<\/li>\n<li>Museu da cidade de Lisboa<\/li>\n<li>Pastelaria Versailles<\/li>\n<li>Bairro Azul<\/li>\n<li>Clube Militar Naval<\/li>\n<li>Culturgest<\/li>\n<li>Estufa Fria<\/li>\n<li>Imprensa Nacional da Casa da Moeda<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio Mendon\u00e7a<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio Vivalva<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Ruas_e_pracas_principais\"><\/span>Ruas e pra\u00e7as principais<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Avenida da Rep\u00fablica<\/strong> \u00e9 a principal avenida das Avenidas Novas, com liga\u00e7\u00e3o entre a Pra\u00e7a Duque de Saldanha e o Campo Grande. A Avenida da Rep\u00fablica \u00e9 uma das principais art\u00e9rias de Lisboa, muito movimentada com turistas e pessoas locais, e ve\u00edculos autom\u00f3veis. A <em>Avenida da Rep\u00fablica<\/em> \u00e9 conhecida por ser uma zona de neg\u00f3cios, de restaura\u00e7\u00e3o, de turismo e de acesso aos transportes p\u00fablicos. O nome atual foi atribu\u00eddo em 1910 ap\u00f3s a <em>Implanta\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica em Portugal<\/em>. Os principais pontos de interesse da <em>Avenida da Rep\u00fablica<\/em> s\u00e3o: o <em>Palacete Valmor<\/em>; a <em>localiza\u00e7\u00e3o central<\/em> e a proximidade da Pra\u00e7a Duque de Saldanha e da Avenida da Liberdade; a <em>Pra\u00e7a de Toiros<\/em> do Campo Pequeno; as <em>Esta\u00e7\u00f5es de Comboios e Metro<\/em> de Entrecampos; e o <em>Restaurante O Galletto<\/em>.<\/li>\n<li><strong>Avenida de Berna<\/strong> \u00e9 um eixo de comunica\u00e7\u00e3o muito utilizado para chegar at\u00e9 ao centro da cidade Lisboa, com liga\u00e7\u00e3o entre a Pra\u00e7a de Espanha e o Campo Pequeno. A Avenida de Berna \u00e9 um local muito frequentado por turistas e estudantes devido \u00e0 proximidade da Universidade Nova de Lisboa e da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian. O nome atual encontra-se relacionado com uma homenagem feita a Berna, capital da Su\u00ed\u00e7a. As principais atra\u00e7\u00f5es da <em>Avenida de Berna<\/em> s\u00e3o: a <em>Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian<\/em>; a <em>Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio de F\u00e1tima<\/em>; e o <em>Instituto de Estudos Medievais<\/em>.<\/li>\n<li><strong>Avenida Ant\u00f3nio Augusto de Aguiar<\/strong> \u00e9 uma das principais vias de comunica\u00e7\u00e3o do centro de Lisboa, com liga\u00e7\u00e3o entre a Pra\u00e7a de Espanha e a Avenida Fontes Pereira de Melo. A avenida \u00e9 essencialmente utilizada por autom\u00f3veis de turismo, transportes p\u00fablicos e viaturas particulares. A <em>Avenida Ant\u00f3nio Augusto de Aguiar<\/em> \u00e9 assim designada para homenagear o Professor Universit\u00e1rio e Pol\u00edtico Ant\u00f3nio Augusto de Aguiar (1838-1887), Ministro das Obras P\u00fablicas entre 1883 e 1885. Os principais pontos de interesse da <em>Avenida Ant\u00f3nio Augusto de Aguiar<\/em> s\u00e3o: a proximidade do Parque Eduardo VII, da Pra\u00e7a Marqu\u00eas de Pombal e Avenida da Liberdade; o <em>centro comercial El Corte&nbsp;<\/em><i>Ingl\u00eas<\/i>; e a <em>Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian<\/em>.<\/li>\n<li><strong>Avenida 5 de Outubro<\/strong> \u00e9 uma das avenidas mais movimentadas e maiores de Lisboa com aproximadamente dois kms de extens\u00e3o, com liga\u00e7\u00e3o entre a Avenida Professor An\u00edbal Bettencourt e a Rua Pinheiro Chagas. A <em>Avenida 5 de Outubro<\/em> \u00e9 uma zona de passagem muito frequentada por portugueses devido ao grande n\u00famero de transportes p\u00fablicos que existem nas proximidades. A Avenida 5 de Outubro \u00e9 assim designada para homenagear a Revolu\u00e7\u00e3o de 5 de Outubro de 1910, que instaurou o Regime Republicano em Portugal. Os edif\u00edcios da Avenida 5 de Outubro s\u00e3o utilizados essencialmente como hot\u00e9is, empresas, escolas, servi\u00e7os governamentais e infraestruturas de transportes p\u00fablicos.<\/li>\n<li><strong>Avenida Fontes Pereira de Melo<\/strong> \u00e9 uma das mais importantes avenidas da capital portuguesa, com liga\u00e7\u00e3o entre a Pra\u00e7a Duque de Saldanha e a Pra\u00e7a Marqu\u00eas de Pombal. A avenida \u00e9 assim designada para homenagear Fontes Pereira de Melo (1819-1887), antigo Presidente do Conselho de Ministros. A <em>Avenida Fontes Pereira de Melo<\/em> \u00e9 uma importante via de comunica\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria da cidade com aproximadamente 1 km de extens\u00e3o, sempre bastante movimentada. A <em>Avenida Fontes Pereira de Melo<\/em> tem v\u00e1rios pontos de interesse, nomeadamente o <em>Parque Eduardo VII<\/em>; a a <em>Street Art Gallery<\/em>; o <em>Teatro Villaret<\/em>; e o <em>Centro Comercial Saldanha Residence<\/em>.<\/li>\n<li><strong>Pra\u00e7a Duque de Saldanha<\/strong> \u00e9 uma das principais pra\u00e7as de Lisboa, com liga\u00e7\u00e3o entre a Avenida Fontes Pereira de Melo, a Avenida Casal Ribeiro, a Avenida da Rep\u00fablica e a Avenida Praia da Vit\u00f3ria. A Pra\u00e7a Duque de Saldanha \u00e9 uma zona extremamente movimentada da cidade devido \u00e0 presen\u00e7a de in\u00fameras empresas de servi\u00e7os, comerciais, hot\u00e9is e dois centros comerciais: o <strong>Centro Comercial Atrium Saldanha<\/strong> e o <strong>Centro Comercial Monumental<\/strong>. A <em>Pra\u00e7a Duque de Saldanha<\/em> \u00e9 assim designada em homenagem ao Marechal Duque de Saldanha (1790-1876), um dos pol\u00edticos mais importantes do s\u00e9culo XIX e determinante na Guerra Civil de 1828-1834. Os principais pontos de interesse existentes na <em>Pra\u00e7a Duque de Saldanha<\/em> s\u00e3o o o <em>Centro Comercial Monumental<\/em>; o <em>Centro Comercial Atrium Saldanha<\/em>; e a <em>Est\u00e1tua do Marechal Duque de Saldanha<\/em> da autoria de Jo\u00e3o Carlos de Saldanha Oliveira e Daun e inaugurada em 1909.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Estabelecimentos_de_Ensino\"><\/span>Estabelecimentos de Ensino<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Instituto de Forma\u00e7\u00e3o Banc\u00e1ria<\/li>\n<li>Instituto Superior de Gest\u00e3o Banc\u00e1ria<\/li>\n<li>Universidade Nova de Lisboa<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Empreendimentos_Turisticos\"><\/span>Empreendimentos Tur\u00edsticos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Corinthia Hotel<\/li>\n<li>DoubleTree by Hilton Lisbon Fontana Park<\/li>\n<li>Evolution Lisboa Hotel<\/li>\n<li>H10 Duque de Loul\u00e9<\/li>\n<li>Hotel 3K Europa<\/li>\n<li>Hotel Real Pal\u00e1cio<\/li>\n<li>Jupiter Lisboa Hotel<\/li>\n<li>Lisbon Marriott Hotel<\/li>\n<li>Lutecia Smart Design Hotel<\/li>\n<li>Olissipo Saldanha<\/li>\n<li>Sana Lisboa Hotel<\/li>\n<li>Sheraton Lisboa Hotel &amp; Spa<\/li>\n<li>VIP Grand Lisboa Hotel &amp; Spa<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Transportes_e_Acessos\"><\/span>Transportes e Acessos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Esta\u00e7\u00f5es de Metropolitano:<\/li>\n<li>Alvalade<\/li>\n<li>Campo Pequeno<\/li>\n<li>Roma<\/li>\n<li>Saldanha<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00f5es de Comboios:<\/li>\n<li>Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria de Entrecampos<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Feiras_Festas_e_Romarias\"><\/span>Feiras, Festas e Romarias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li>Feira do Livro: realiza-se anualmente em Junho no Parque Eduardo S\u00e9timo<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Localizacao_da_Freguesia_de_Avenidas_Novas_no_mapa_de_Lisboa\"><\/span>Localiza\u00e7\u00e3o da Freguesia de Avenidas Novas no mapa de Lisboa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<div class=\"mceTemp\">\n<dl id=\"attachment_5028\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 1280px;\" data-mce-style=\"width: 1280px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-avenidas-novas.jpg\" data-mce-href=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-avenidas-novas.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5028\" src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-avenidas-novas.jpg\" alt=\"Localiza\u00e7\u00e3o da freguesia das Avenidas Novas no mapa de Lisboa\" width=\"1280\" height=\"1280\" data-mce-src=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-avenidas-novas.jpg\" srcset=\"https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-avenidas-novas.jpg 1280w, https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-avenidas-novas-980x980.jpg 980w, https:\/\/xrei.com\/images\/mapa-avenidas-novas-480x480.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Localiza\u00e7\u00e3o da freguesia das Avenidas Novas no mapa de Lisboa<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Avenidas Novas \u00e9 o centro residencial da classe m\u00e9dia, m\u00e9dia-alta e classe alta da cidade de Lisboa que cresceu nos finais do s\u00e9culo XIX e princ\u00edpios do s\u00e9culo XX com a expan\u00e7\u00e3o da cidade de Lisboa para norte Avenidas Novas As Avenidas Novas \u00e9 o local nobre para morar em Lisboa, junto a bairros tradicionais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6679,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[198],"tags":[],"class_list":["post-4874","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lisboa-centro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4874","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4874"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4874\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6679"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4874"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4874"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xrei.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4874"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}