{"id":10108,"date":"2021-02-08T11:59:20","date_gmt":"2021-02-08T11:59:20","guid":{"rendered":"https:\/\/xrei.com\/?p=10108"},"modified":"2021-02-08T15:51:04","modified_gmt":"2021-02-08T15:51:04","slug":"portalegre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/","title":{"rendered":"Portalegre, Portugal"},"content":{"rendered":"<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-light-blue ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">In this article, you will get to know about...<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#Portalegre\" >Portalegre<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#Locais_a_visitar_na_cidade_de_Portalegre\" >Locais a visitar na cidade de Portalegre<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#Outros_locais_a_visitar_no_distrito_de_Portalegre\" >Outros locais a visitar no distrito de Portalegre<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#A_Gastronomia_de_Portalegre\" >A Gastronomia de Portalegre<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#O_artesanato_de_Portalegre\" >O artesanato de Portalegre<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#Historia_de_Portalegre\" >Hist\u00f3ria de Portalegre<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#A_Economia_de_Portalegre\" >A Economia de Portalegre<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#Localizacao_geografica_do_distrito_de_Portalegre\" >Localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do distrito de Portalegre<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#Festas_e_Romarias_de_Portalegre\" >Festas e Romarias de Portalegre<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/xrei.com\/pt\/portalegre\/#Factos_Rapidos_de_Portalegre\" >Factos R\u00e1pidos de Portalegre<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Portalegre\"><\/span>Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p><strong>Portalegre<\/strong> \u00e9 a cidade capital de distrito com menos popula\u00e7\u00e3o em Portugal, localizada em pleno <strong>Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede<\/strong>, na regi\u00e3o do Alentejo e sub-regi\u00e3o do Alto Alentejo. \u00c9 uma cidade rica em patrim\u00f3nio cultural, nomeadamente com o artesanato, os trajes, a gastronomia, o folclore, os cantares e dan\u00e7as tradicionais. Portalegre atra\u00ed turismo essencialmente atrav\u00e9s da gastronomia e dos produtos alimentares, nomeadamente com os vinhos, azeites, queijos, enchidos, e com a do\u00e7aria conventual. A regi\u00e3o de Portalegre \u00e9 conhecida pela gastronomia, pelos campos agr\u00edcolas, com a produ\u00e7\u00e3o de corti\u00e7a, os vinha, o artesanato, o gado, os queijos, a do\u00e7aria conventual, os castelos da zona Raiana de Portugal, os monumentos romanos, e a arqueologia milenar.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Locais_a_visitar_na_cidade_de_Portalegre\"><\/span>Locais a visitar na cidade de Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<h3>1. Centro hist\u00f3rico da cidade de Portalegre<\/h3>\n<p>O <strong>centro hist\u00f3rico de Portalegre<\/strong> \u00e9 um local tranquilo cheio de hist\u00f3ria, onde podemos sentir a calma, apreciar o casario alentejano, com casas caiadas de branco e azul misturadas com pal\u00e1cios senhoriais. Nas ruas estreitas e sinuosas do centro hist\u00f3rico de Portalegre encontramos as lojas de com\u00e9rcio tradicional, e as casas, com fachadas antigas que remontam \u00e0 Idade M\u00e9dia.<br \/>\nO centro de Portalegre encontra-se organizado em duas zonas principais:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Largo do Rossio<\/strong>: onde encontramos o <strong>jardim da Avenida Liberdade<\/strong> e o <strong>pl\u00e1tano do Rossio<\/strong>, uma \u00e1rvore plantada em 1838, \u00e9 atualmente um dos ex-libris de Portalegre, com mais de trinta metros de altura, conhecido como o maior pl\u00e1tano da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica.<\/li>\n<li><strong>Pra\u00e7a da Rep\u00fablica<\/strong>: com as arcadas repletas de esplanadas e caf\u00e9s, e os pal\u00e1cios de estilo barroco, onde est\u00e1 alojada a Escola Superior de Educa\u00e7\u00e3o de Portalegre.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>2. Serra de S\u00e3o Mamede<\/h3>\n<p><strong>Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede<\/strong>: \u00e9 um parque natural criado em 1989, integrando os concelhos de Arronches, Castelo de Vide, Marv\u00e3o e Portalegre parte da cordilheira dos <strong>Montes de Toledo<\/strong>. A <strong>Serra de S\u00e3o Mamede<\/strong> \u00e9 a cadeia montanhosa mais alta a sul do rio Tejo, com 1025 metros de altitude, com <strong>percursos pela natureza<\/strong> de pedra e vegeta\u00e7\u00e3o, ligando pequenas localidades, um local de excel\u00eancia para <strong>observa\u00e7\u00e3o de aves<\/strong>, com uma natureza que muda a paisagem a cada esta\u00e7\u00e3o. Na serra de S\u00e3o Mamede encontramos o <strong>Parque Natural de S\u00e3o Mamede<\/strong>, uma \u00e1rea protegida de Portugal com 56000 hectares distribu\u00eddos pelos quatro concelhos de Portalegre, Castelo de Vide, Marv\u00e3o e Arronches. O Parque Natural de S\u00e3o Mamede \u00e9 composto por uma vegeta\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores de Sobreiro, Azinho, Carvalho, Castanheiro e Pinheiro-bravo, com uma vegeta\u00e7\u00e3o rasteira de Esteva. O <strong>Parque Natural de S\u00e3o Mamede<\/strong> \u00e9 uma zona de excel\u00eancia para a <strong>observa\u00e7\u00e3o de aves<\/strong>, uma vez que faz parte da <strong>rota migrat\u00f3ria de muitas esp\u00e9cies de aves entre a Europa e \u00c1frica<\/strong>, nomeadamente a \u00c1guia-de-bonelli, Grifo, Abutre-preto, Rabirruivo-de-testa-branca, Chasco-preto, Milhafre, Bufo-real, \u00c1guia-cobreira, Gavi\u00e3o-da-europa, Peneireiro-cinzento, Perdiz-comum, Melro-preto, Chapim-preto, Chapim-real, Chapim-azul, Chapim-rabilongo, Gaio-comum, Cartaxo-comum, Pisco-de-peito-ruivo. Aqui tamb\u00e9m avistamos Lontras, Texugos, Tour\u00f4es, Doninhas, Gatos-bravos, Raposas, Coelhos-bravos, Javalis, Fu\u00ednhas, Lebres, Veados, e outros animais selvagens. Em alguns pontos do parque natural encontramos col\u00f3nias de morcegos, e outros animais anf\u00edbios e r\u00e9pteis.<br \/>\nOs <strong>quatro principais percursos pedestres<\/strong> s\u00e3o o percurso Alegrete com 11 km, o percurso Esperan\u00e7a com 16 km, o percurso Galegos com 11.5 km, e o percurso de Marv\u00e3o com 8 km.<br \/>\nO <strong>patrim\u00f3nio edificado a visitar na Serra de S\u00e3o Mamede<\/strong>: a barragem da P\u00f3voa e Meadas, o Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o da Identidade Local da Esperan\u00e7a, o Castelo de Marv\u00e3o, o miradouro de S\u00e3o Mamede, o museu da Sinagoga, o museu e cidade romana de Ammaia, e as pinturas rupestres de Vale de Junco ou Lapa dos Gavi\u00f5es.<\/p>\n<ul>\n<li>O <strong>Pico de S\u00e3o Mamede<\/strong>: localizado a aproximadamente 1025 metros de altitude, \u00e9 o ponto mais alto de Portugal continental a sul do Tejo. Daqui podemos apreciar a vista panor\u00e2mica sobre a barragem da Apartadura, a vila de Marv\u00e3o, a serra da Estrela e a Estremadura espanhola.<\/li>\n<li><strong>Miradouro da Ermida de Nossa Senhora da Lapa<\/strong>: \u00e9 uma ermida localizada a aproximadamente 1 km da vila de Besteiros. Merece um destaque especial devido \u00e0 exist\u00eancia de uma pequena igreja cavada na rocha, e pela vista que proporciona sobre o Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede<\/li>\n<\/ul>\n<h3>3. S\u00e9 Catedral de Portalegre<\/h3>\n<p><strong>S\u00e9 Catedral de Portalegre<\/strong>: \u00e9 um monumento de arquitetura renascentista do s\u00e9culo XVI, classificado Monumento Nacional. A S\u00e9 Catedral destaca-se pelas duas torres sineiras, pelos portais barrocos e pelos azulejos do s\u00e9culo XVIII que decoram toda a sacristia.<\/p>\n<h3>4. Mosteiro de S\u00e3o Bernardo<\/h3>\n<p><strong>Mosteiro de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o de Monjas da Ordem de Cister<\/strong>: conhecido como <strong>Convento, ou Mosteiro de S\u00e3o Bernardo<\/strong>, \u00e9 um edif\u00edcio de arquitetura manuelina, renascentista e barroca classificado como Monumento Nacional. O convento foi inaugurado em 1518 com o objetivo de acolher as &#8220;donzelas sem dote&#8221;. O convento foi extinto em 1878, em 1911 foi convertido em quartel, entre 1932 e 1961 serviu de instala\u00e7\u00f5es para o <strong>Museu Municipal de Portalegre<\/strong>, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1980 serviu de instala\u00e7\u00f5es para a <strong>Escola Pr\u00e1tica da Guarda Nacional Republicana<\/strong>. As grandes atra\u00e7\u00f5es do Mosteiro de S\u00e3o Bernardo s\u00e3o a imponente beleza do Mosteiro, e o facto de ser o local do maior e mais sumptuoso t\u00famulo de Portugal, o t\u00famulo de D Jorge de Melo, antigo Bispo da Guarda.<br \/>\nO Convento de S\u00e3o Bernardo \u00e9 conhecido como um dos principais conventos de do\u00e7aria, juntamente com o Convento de Santa Clara. A do\u00e7aria com origem no Convento de Santa Clara \u00e9 composta pelo Toucinho do c\u00e9u, os Rebu\u00e7ados de ovos, as Rabanadas da abadessa, as Morcelas doces de S\u00e3o Bernardo, o Bolo podre conventual, o Torr\u00e3o real de ovos, o Sarrabulho doce, a Sopa doce de S\u00e3o Bernardo, e os Past\u00e9is de toucinho do c\u00e9u.<\/p>\n<h3>5. Convento de Santa Clara<\/h3>\n<p><strong>Convento de Santa Clara<\/strong>: \u00e9 um convento do s\u00e9culo XIV, fundado pela rainha D Leonor Teles. O claustro do convento \u00e9 o \u00fanico claustro de arquitetura fernandina em Portugal.<br \/>\nO Convento de Santa Clara \u00e9 conhecido como um dos principais conventos de do\u00e7aria, juntamente com o Convento de S\u00e3o Bernardo. A do\u00e7aria com origem no Convento de Santa Clara \u00e9 composta pelo Queijo dourado, o Doce de am\u00eandoa, o Toucinho do c\u00e9u, Manjar branco, os Past\u00e9is de Santa Clara, o Presunto doce, a Lampreia de massap\u00e3o e am\u00eandoa, o Leite serafim, a Receita de fartes, o Bolo Conforto e os Past\u00e9is de mimo.<br \/>\nA <strong>biblioteca municipal de Portalegre<\/strong> est\u00e1 situada no Convento de Santa Clara.<\/p>\n<h3>6. Casa-Museu Jos\u00e9 R\u00e9gio<\/h3>\n<p><strong>Casa-Museu Jos\u00e9 R\u00e9gio<\/strong>: \u00e9 um museu instalado na antiga casa do professor e escritor Jos\u00e9 Maria dos Reis Pereira, conhecido por Jos\u00e9 R\u00e9gio. A casa \u00e9 datada dos finais do s\u00e9culo XVII, onde podemos visitar as obras e as cole\u00e7\u00f5es de Jos\u00e9 R\u00e9gio, com exposi\u00e7\u00f5es de escultura, pintura, faian\u00e7a, arte sacra, trabalhos pastoris e t\u00eaxteis. Jos\u00e9 R\u00e9gio foi um grande colecionador de arte sacra, arte popular e artesanato. As principais atra\u00e7\u00f5es s\u00e3o os objetos de arte sacra, as imagens de Cristo Crucificado, e os Barros de Portalegre.<\/p>\n<h3>7. Museu da Tape\u00e7aria de Portalegre Guy Fino<\/h3>\n<p><strong>Museu da Tape\u00e7aria de Portalegre Guy Fino<\/strong>: \u00e9 um museu dedicado \u00e0 Tape\u00e7aria de Portalegre, uma tape\u00e7aria mural decorativa que consiste numa t\u00e9cnica totalmente manual de tape\u00e7aria inspirada em obras originais de pintores, nomeadamente tape\u00e7aria r\u00e9plica de quadros dos artistas: Almada Negreiros, Anna Christina Dryselius, Ant\u00f3nio Charrua, Ant\u00f3nio DaCosta, Armando Alves, Barbara Walraven, Bruno Munari, Carlos Botelho, Carlos Carreiro, Carlos Santos, Cl\u00e1udia Lima, Costa Pinheiro, Cruzeiro Seixas, Danielle Moser, David Adickes, Eduardo Nery, Em\u00edlia Nadal, Eug\u00e9nio Granell, Figueiredo Sobral, Gilberto Pereira, Gra\u00e7a Morais, Guilherme Camarinha, Joana Vasconcelos, John Olsen, Jorge Martins, Jos\u00e9 de Guimar\u00e3es, Jos\u00e9 Nuno da C\u00e2mara Pereira, Jos\u00e9 Sousa Lara, J\u00falio (Saul Dias), J\u00falio Resende, Lourdes Castro, Lu\u00eds Filipe de Abreu, Lu\u00eds Pinto-Coelho, Manuel Amado, Manuel Cargaleiro, Marcello Moraes, Maria Jo\u00e3o Franco, Mat\u00e9got, Menez, Nadiz Afonso, Otto Nielsen, Paul Mathieu, Renato Torres, Rigo 23, Roger Kathy,Rog\u00e9rio Ribeiro Rui Moreira, S\u00e9rgio Telles, Tom Phillips, Vieira da Silva, e Vitor Pomar.<br \/>\nO Museu da Tape\u00e7aria de Portalegre Guy Fino est\u00e1 situado num pal\u00e1cio do s\u00e9culo XVIII, organizado no <strong>piso t\u00e9rreo<\/strong> com <strong>hist\u00f3ria da manufatura das tape\u00e7arias de Portalegre<\/strong>, e no <strong>primeiro piso<\/strong> com obras de <strong>tape\u00e7aria por ordem cronol\u00f3gica desde a d\u00e9cada de 1940 at\u00e9 \u00e0 atualidade<\/strong>.<\/p>\n<h3>8. Museu Municipal de Portalegre<\/h3>\n<p><strong>Museu Municipal de Portalegre<\/strong>: \u00e9 um museu inaugurado em 1918, instalado numa casa nobre do s\u00e9culo XVI, situada junto \u00e0 S\u00e9 Catedral. No Museu Municipal de Portalegre podemos visitar um esp\u00f3lio composto por arte sacra proveniente dos conventos de Portalegre, Faian\u00e7a portuguesa desde o s\u00e9culo XVII at\u00e9 ao in\u00edcio do s\u00e9culo XX, mobili\u00e1rio de estilos D. Jo\u00e3o V, D. Jos\u00e9, e renascentista, pinturas de artistas portugueses, cole\u00e7\u00e3o de Santos Ant\u00f3nio&#8217;s, caixas de rap\u00e9 em prata, e o primeiro autom\u00f3vel que circulou em Portalegre.<\/p>\n<h3>9. Capela do Calv\u00e1rio<\/h3>\n<p><strong>Capela do Calv\u00e1rio<\/strong>: \u00e9 uma capela de arquitetura maneirista do s\u00e9culo XVIII, situada em Portalegre.<\/p>\n<h3>10. Castelo de Portalegre<\/h3>\n<p><strong>Castelo de Portalegre<\/strong>: \u00e9 um castelo do s\u00e9culo XIII de arquitetura g\u00f3tica classificado Patrim\u00f3nio Nacional desde 1946. O castelo de Portalegre foi uma das mais importantes fortifica\u00e7\u00f5es, parte do sistema defensivo do Alto Alentejo. Com as recentes remodela\u00e7\u00f5es, o castelo foi transformado em ru\u00ednas de castelo medieval com uma mistura de arquitetura contempor\u00e2nea.<br \/>\nNas muralhas do castelo \u00e0 volta de Portalegre encontramos as <strong>Portas do Postigo<\/strong>,<br \/>\n<strong>Portas de Alegrete<\/strong>, <strong>Portas de Elvas<\/strong>, <strong>Portas da Deveza<\/strong>, <strong>Portas do Esp\u00edrito Santo<\/strong>, <strong>Portas do Bispo<\/strong>, <strong>Portas de S\u00e3o Francisco<\/strong>, e as <strong>Portas de \u00c9vora<\/strong>.<\/p>\n<h3>11. Miradouro da Serra<\/h3>\n<p><strong>Miradouro da Serra<\/strong>: \u00e9 um miradouro localizado na serra de Portalegre, a uma altitude aproximada de 670 metros, proporcionando uma vista panor\u00e2mica sobre a cidade de Portalegre.<\/p>\n<h3>12. Capela de Nossa Senhora da Penha<\/h3>\n<p><strong>Capela de Nossa Senhora da Penha<\/strong>: \u00e9 uma capela classificada como Im\u00f3vel de Interesse P\u00fablico, situada no topo de um monte na Serra da Penha a uma altitude aproximada de 628 metros, junto \u00e0 Estrada Nacional 18, perto de Portalegre. No exterior da capela encontramos o <strong>Miradouro da Penha<\/strong>, de onde podemos apreciar uma vista panor\u00e2mica sobre a paisagem envolvente.<\/p>\n<h3>13. Os pal\u00e1cios e casas senhoriais de Portalegre<\/h3>\n<ul>\n<li>Pal\u00e1cio dos Tavares Falc\u00f5es, s\u00e9culo XVI<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio dos Caldeira Castelo-Branco, s\u00e9culos XVI-XVII<\/li>\n<li>Pa\u00e7o Episcopal, s\u00e9culos XVI-XVII<\/li>\n<li>Pa\u00e7os do Concelho, s\u00e9culo XVII<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio Amarelo, s\u00e9culo XVII<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio Andrade e Sousa, s\u00e9culo XVII<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio Achioli, do s\u00e9culo XVII<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio Avilez, do s\u00e9culo XVIII<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio Caldeira de Castel-Branco Barahona, ou Pal\u00e1cio<\/li>\n<li>Barahona, s\u00e9culo XVIII<\/li>\n<li>Pal\u00e1cio P\u00f3voas, s\u00e9culo XVIII<\/li>\n<li>Solar dos Viscondes de Portalegre<\/li>\n<li>Solar das Avencas<\/li>\n<\/ul>\n<h3>14. As fontes de Portalegre<\/h3>\n<ul>\n<li>Fonte do Outeiro, com o bras\u00e3o de armas da cidade<\/li>\n<li>Fontes do Corro<\/li>\n<li>Fonte das Tr\u00eas Bicas, encimada com um varandim<\/li>\n<li>Fonte da Concha<\/li>\n<li>Fonte da Boneca, executada em lioz<\/li>\n<li>Fonte do Mergulho, abastecia o Convento de Santa Clara<\/li>\n<li>Fonte da Miseric\u00f3rdia<\/li>\n<li>Fonte Nova, do escultor Augusto Desirat<\/li>\n<li>Fonte do Rossio<\/li>\n<li>Fonte do Neptuno<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Outros_locais_a_visitar_no_distrito_de_Portalegre\"><\/span>Outros locais a visitar no distrito de Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<h3>Castelo de Marv\u00e3o<\/h3>\n<p><strong>Castelo de Marv\u00e3o<\/strong>: \u00e9 um castelo situado no <strong>Parque Natural de S\u00e3o Mamede<\/strong>, com uma constru\u00e7\u00e3o do castelo foi come\u00e7ada no s\u00e9culo XII e conclu\u00edda no s\u00e9culo XIII. Foi importante como <strong>primeira linha de defesa do pa\u00eds na Guerra da Restaura\u00e7\u00e3o<\/strong>, e nas durante as invas\u00f5es francesas do s\u00e9culo XIX. O castelo tem por principais atra\u00e7\u00f5es a torre de menagem, um restaurante, um centro interpretativo de Portalegre e uma sala de exposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Marv\u00e3o<\/strong>: \u00e9 uma vila portuguesa com aproximadamente 500 habitantes situada pr\u00f3xima da fronteira de Portugal com Espanha. Marv\u00e3o encontra-se situada no topo da Serra do Sapoio, com a muralha do castelo a proteger toda a povoa\u00e7\u00e3o. Marv\u00e3o \u00e9 uma das 21 Maravilhas de Portugal.<br \/>\nO patrim\u00f3nio de destaque em Marv\u00e3o inclui o <strong>Castelo de Marv\u00e3o<\/strong>, a Capela do Esp\u00edrito Santo, a Casa da Cultura, o Convento de Nossa Senhora da Estrela, o Museu Municipal, a <strong>Cidade Romana de Ammaia<\/strong>, o Lagar \/ Museu Ant\u00f3nio Picado Nunes, a Quinta Pedag\u00f3gica das Avel\u00e3s e a Torre da Portagem.<br \/>\nIntegrada em pleno Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede, Marv\u00e3o \u00e9 um concelho marcado pela natureza, sendo de destacar o rio Sever e a Serra de S\u00e3o Mamede. Marv\u00e3o \u00e9 capital do munic\u00edpio, com as freguesias de Beir\u00e3, Santa Maria de Marv\u00e3o, Santo Ant\u00f3nio das Areias, e S\u00e3o Salvador da Aramenha.<br \/>\nPerto de Marv\u00e3o encontramos a <strong>Torre Medieval da Portagem<\/strong>, uma torre quadrangular, provavelmente do s\u00e9culo XIV, destinada \u00e0 vigil\u00e2ncia da <strong>Ponte Romana de Portagem<\/strong>, uma ponte constru\u00edda sobre o <strong>rio Sever<\/strong> nos finais do s\u00e9culo XVI, in\u00edcios do XVII com pedras em granito reaproveitadas de uma ponte romana primitiva. Aqui encontramos a <strong>Praia Fluvial de Portagem<\/strong>, uma praia fluvial com \u00e1gua do rio Saver.<\/li>\n<li><strong>Ammaia<\/strong>: s\u00e3o as ru\u00ednas de uma antiga cidade romana dos finais do s\u00e9culo I a.C, situadas no Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede, classificadas como Monumento Nacional desde 1949.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Castelo de Elvas<\/h3>\n<p><strong>Castelo de Elvas<\/strong>: \u00e9 um castelo do s\u00e9culo XIII classificado Patrim\u00f3nio da Humanidade, Monumento Nacional, situado em posi\u00e7\u00e3o dominante sobre a povoa\u00e7\u00e3o de Elvas e o rio Guadiana. O castelo de Elvas est\u00e1 integrado no projeto <strong>Turismo Militar<\/strong>, que apresenta roteiros hist\u00f3ricos com o objetivo dar a conhecer a <strong>Hist\u00f3ria Militar de Portugal<\/strong>.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Elvas<\/strong>: \u00e9 uma cidade portuguesa com aproximadamente 20 mil habitantes localizada junto da fronteira com Espanha. Elvas foi povoada por Visigodos, Celtas, Romanos e \u00c1rabes at\u00e9 \u00e0 Reconquista em 1229. O <strong>centro hist\u00f3rico da cidade de Elvas<\/strong> \u00e9 protegida pelo <strong>maior conjunto de fortifica\u00e7\u00f5es abaluartadas terrestres do mundo<\/strong>, com um per\u00edmetro de oito a dez km, numa \u00e1rea aproximada de 300 hectares.<br \/>\nParte da cidade de <strong>Elvas<\/strong> foi classificada como <strong>Patrim\u00f3nio da Humanidade<\/strong>, nomeadamente, o <strong>centro hist\u00f3rico da cidade<\/strong>, as <strong>muralhas abaluartadas do s\u00e9culo XVII<\/strong>, o <strong>Forte de Santa Luzia<\/strong>, o <strong>Forte da Gra\u00e7a<\/strong>, o <strong>Aqueduto da Amoreira<\/strong> com os 843 arcos que o comp\u00f5em, o <strong>fortim de S\u00e3o Pedro<\/strong>, o <strong>fortim de S\u00e3o Mamede<\/strong> e o <strong>Fortim de S\u00e3o Domingos<\/strong>. O patrim\u00f3nio de Elvas inclui ainda o Museu Municipal de Fotografia Jo\u00e3o Carpinteiro, o Museu Militar do Forte de Santa Luzia, o Museu de Arte Contempor\u00e2nea, o Museu Rural e o Museu de Arqueologia.<br \/>\nElvas tem um grande destaque no <strong>turismo equestre<\/strong>, nomeadamente atrav\u00e9s do Centro H\u00edpico de S\u00e3o Br\u00e1s, e o Parque e Clube de Tiro e Ca\u00e7a de Elvas.<br \/>\nA gastronomia de Elvas, uma gastronomia tipicamente alentejana, apresenta especialidades como as sopas de p\u00e3o, o borrego assado, o bacalhau dourado, as migas de coentros, as azeitonas de Elvas, e as ameixas de Elvas.<\/li>\n<li><strong>Aqueduto da Amoreira<\/strong>: \u00e9 um aqueduto magnifico do s\u00e9culo XVI e XVII, classificado Patrim\u00f3nio Mundial da UNESCO, parte a &#8220;Cidade Fronteiri\u00e7a e de Guarni\u00e7\u00e3o de Elvas e as suas Fortifica\u00e7\u00f5es, Monumento Nacional, considerado o maior aqueduto da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, com 8,5 quil\u00f3metros de extens\u00e3o, 843 arcos com mais de cinco arcadas, e torres que se elevam a 31 metros de altura.<\/li>\n<li><strong>Forte de Nossa Senhora da Gra\u00e7a<\/strong>: ou <strong>Forte Conde de Lippe<\/strong>, \u00e9 uma fortifica\u00e7\u00e3o espetacular do s\u00e9culo XVIII, com uma cidadela, classificada <strong>Patrim\u00f3nio Mundial pela UNESCO<\/strong>, Monumento Nacional, situada no topo do Monte da Gra\u00e7a, parte da &#8220;Cidade Fronteiri\u00e7a e de Guarni\u00e7\u00e3o de Elvas e as suas Fortifica\u00e7\u00f5es. O Forte de Nossa Senhora da Gra\u00e7a \u00e9 um espa\u00e7o grande, bem preservado, que requer algum tempo para explorar. O Forte \u00e9 composto por tr\u00eas linhas defensivas consideradas <strong>uma obra de arte da arquitetura militar<\/strong>. A Forte de Nossa Senhora da Gra\u00e7a foi a fortaleza que permitiu completar o circuito defensivo da cidade de Elvas.<\/li>\n<li><strong>Forte de Santa Luzia<\/strong>: \u00e9 um forte de 1648 classificado <strong>Patrim\u00f3nio Mundial pela UNESCO<\/strong>, Monumento Nacional, desenhado com planta em estrela, destinado a defender a frente sul da cidade de Elvas.<\/li>\n<li><strong>Museu Militar de Elvas<\/strong>:<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Monumento Natural das Portas de R\u00f3d\u00e3o<\/h3>\n<p><strong>Monumento Natural das Portas de R\u00f3d\u00e3o<\/strong>: conhecido como Portas de Rod\u00e3o, \u00e9 um lugar tranquilo criado por uma forma\u00e7\u00e3o rochosa entre escarpas de 170 metros de altura, que simulam duas portas com o rio Tejo no centro, criando uma paisagem natural de grande atra\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s as Portas de Rod\u00e3o existe um grande Lago, que testemunha que as Port\u00e3o de Rod\u00e3o foram originadas a partir da eros\u00e3o de milh\u00f5es de anos. No topo das Portas de Rod\u00e3o podemos visitar o castelo do Rei Wamba, o povoado paleol\u00edtico de Vilas Ruivas. Este \u00e9 um local de excel\u00eancia para a observa\u00e7\u00e3o de aves, com o avistamento regular de abutres, aves de rapina e outras esp\u00e9cies. As Portas de Rod\u00e3o s\u00e3o um dos geoss\u00edtios do <strong>Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional<\/strong> est\u00e1 integrado na Rede Mundial de Geoparques, criada pela UNESCO abrange uma \u00e1rea composta pelos munic\u00edpios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa, Oleiros, Proen\u00e7a-a-Nova e Vila Velha de R\u00f3d\u00e3o.<\/p>\n<h3>Castelo de Vide<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Castelo de Vide<\/strong>: \u00e9 vila portuguesa situada numa colina da serra de S\u00e3o Mamede com aproximadamente 3400 habitantes. Castelo de Vide \u00e9 considerada por muitos, a \u201cSintra do Alentejo\u201d, uma vila alentejana de particularidades \u00fanicas, com as casas caiadas de branco, as ruas inclinadas, rodeada por muralhas. Em Castelo de Vide podemos visitar um patrim\u00f3nio importante e vasto, nomeadamente: o <strong>Castelo Medieval de Vide<\/strong>, a <strong>judiaria de Castelo de Vide<\/strong>, um bairro judeu que inclui uma <strong>Sinagoga<\/strong>, a Pra\u00e7a D. Pedro V, a Igreja S\u00e3o Jo\u00e3o Batista, a Igreja Matriz e as casas senhoriais, que encontramos um pouco por toda a vila. Pr\u00f3ximo da vila de Castelo de Vide encontramos o Monte da Pena, um local onde se est\u00e1 situada a <strong>Capela de Nossa Senhora da Pena<\/strong>, com um miradouro para Castelo de Vide. A zona moderna de Castelo de Vide tem piscinas municipais, piscinas com escorregas, um pavilh\u00e3o municipal, uma pista de atletismo e um campo de futebol. As festas mais importantes de Castelo de Vide s\u00e3o o <strong>Carnaval Trapalh\u00e3o<\/strong>, que se realiza anualmente em fevereiro, a <strong>Semana Santa<\/strong>, que se realiza anualmente em abril, e o <strong>Mercado Medieval<\/strong>, que se realiza anualmente em Agosto e Setembro. O <strong>Festival Andan\u00e7as<\/strong> \u2013 Festival Internacional de M\u00fasica e Dan\u00e7a Tradicional, que se realiza anualmente em agosto tem vindo a ganhar import\u00e2ncia nos \u00faltimos anos.<\/li>\n<li><strong>Castelo Medieval de Vide<\/strong>: \u00e9 um castelo do s\u00e9culo XIV, classificado Monumento Nacional, situado no topo da colina da serra de S\u00e3o Mamede. O Castelo Medieval de Vide \u00e9 uma das grandes atra\u00e7\u00f5es do distrito de Portalegre. No interior das muralhas encontramos a vila medieval, a judiaria e a sinagoga.<\/li>\n<li><strong>Anta da Melri\u00e7a<\/strong>: est\u00e1 situada perto da vila de Castelo de Vide, consiste num monumento megal\u00edtico de rocha erguida, que tinha antigamente a fun\u00e7\u00e3o de funer\u00e1ria.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Castelo de Belver, em Gavi\u00e3o<\/h3>\n<p><strong>Castelo de Belver<\/strong> \u00e9 um castelo do s\u00e9culo XIII, considerado um dos castelos mais completos da arquitetura militar medieval portuguesa, situado em posi\u00e7\u00e3o dominante sobre a conflu\u00eancia da ribeira de Belver com a margem direita do rio Tejo.<br \/>\n<strong>Gavi\u00e3o<\/strong>: \u00e9 uma vila com aproximadamente 3200 habitantes, profundamente marcada pela beleza natural envolvente. No concelho de Gavi\u00e3o merece visitar o <strong>Castelo de Belver<\/strong>, a <strong>ponte sobre o rio Tejo de Belver<\/strong>, o <strong>miradouro do Outeirinho<\/strong>, o <strong>miradouro do Pintalgaio<\/strong>, a <strong>capela de Nossa Senhora do Pilar<\/strong>, o Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o do Castelo de Belver, o caminho da Fonte Velha, a Igreja Matriz de Gavi\u00e3o, o Museu do Sab\u00e3o, o Museu da Vinha e do Vinho, o N\u00facleo Museol\u00f3gico das Mantas e Tape\u00e7arias de Belver, a Praia Fluvial do Alamal, o Observat\u00f3rio de Avifauna e a Ribeira da Venda.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Praia Fluvial de Ortiga<\/strong>: \u00e9 uma praia fluvial de areia no rio Tejo junto \u00e0 barragem de Belver, onde encontramos o parque de campismo de Ortiga. Aqui perto podemos percorrer alguns caminhos junto da natureza, onde encontramos o <strong>miradouro natural da Cova<\/strong>, o <strong>GEOSSITIO Terra\u00e7o com material Paleol\u00edtico<\/strong>, e a povoa\u00e7\u00e3o de Ortiga.<\/li>\n<li><strong>Anta do Penedo Gordo<\/strong>: um monumento megal\u00edtico situado a norte da barragem do Belver.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Castelo de Alegrete<\/h3>\n<p><strong>Castelo de Alegrete<\/strong>: \u00e9 um pequeno castelo de arquitetura g\u00f3tica constru\u00eddo na idade m\u00e9dia, situado na vila de Alegrete, Portalegre. Desde o castelo temos uma vista panor\u00e2mica da vila e da paisagem de serras envolvente. Devido \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o, foi uma das fortifica\u00e7\u00f5es mais importantes do Alto Alentejo.<\/p>\n<h3>Fluvi\u00e1rio de Mora<\/h3>\n<p><strong>Fluvi\u00e1rio de Mora<\/strong>: \u00e9 um fluvi\u00e1rio situado no Parque Ecol\u00f3gico do Gameiro, na freguesia de Cabe\u00e7\u00e3o. O Fluvi\u00e1rio de Mora \u00e9 composto por um conjunto de aqu\u00e1rios dedicados aos ecossistemas de \u00e1gua doce, com a exposi\u00e7\u00e3o de habitats representativos do percurso de um rio ib\u00e9rico, desde a nascente, passando pela \u00e0 foz, at\u00e9 ao mar. O Fluvi\u00e1rio de Mora tem programas cient\u00edficos e pedag\u00f3gicos apresentados ao longo de v\u00e1rias tem\u00e1ticas, nomeadamente, o Lontr\u00e1rio, a sala Saramugo, a sala Monstros do Rio, sala de Exposi\u00e7\u00e3o Multim\u00e9dia, sala de aula, um audit\u00f3rio, e a sala Habitats Ex\u00f3ticos, com esp\u00e9cies do rio Amazonas e dos Grandes Lagos Africanos. \u00c9 uma atra\u00e7\u00e3o especial para fam\u00edlias e crian\u00e7as, um lugar especial para aprender sobre a natureza. Perto do Fluvi\u00e1rio de Mora podemos visitar a vila de Mora, onde encontramos:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Museu Interativo do Megalitismo<\/strong>: \u00e9 um museu situado na antiga esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria de Mora, galardoado com o pr\u00e9mio &#8220;Melhor Projeto P\u00fablico&#8221;, onde podemos conhecer o patrim\u00f3nio megal\u00edtico do Concelho de Mora atrav\u00e9s de tr\u00eas espa\u00e7os representativos do quotidiano das popula\u00e7\u00f5es, dedicados ao tema: &#8220;a Vida, a Morte e a Contempla\u00e7\u00e3o&#8221; atrav\u00e9s de um v\u00eddeo 3D que retrata a vida num povoado neol\u00edtico<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Parque Ecol\u00f3gico do Gameiro<\/h3>\n<p><strong>Parque Ecol\u00f3gico do Gameiro<\/strong>: \u00e9 um parque natural que envolve o <strong>Fluvi\u00e1rio de Mora<\/strong> na Vila de Cabe\u00e7\u00e3o, onde encontramos uma praia fluvial, parque de campismo, parque de merendas, parque infantil, bar\/cafetaria, <strong>passadi\u00e7os de madeira do Gameiro<\/strong> ao longo da ribeira da Raia, campo de jogos e Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o Ambiental. O Parque Ecol\u00f3gico do Gameiro \u00e9 um local formid\u00e1vel disfrutar de um dia na natureza, com campo de futebol, caf\u00e9, chuveiros, bastantes sombras, num ambiente limpo e cuidado.<\/p>\n<h3>Castelo de Alter do Ch\u00e3o<\/h3>\n<p><strong>Castelo de Alter do Ch\u00e3o<\/strong>: \u00e9 um castelo de arquitetura medieval trecentista, constru\u00eddo no s\u00e9culo XIV, com muralhas em xisto e granito, s\u00e3o refor\u00e7adas por seis torres. O Castelo de Alter do Ch\u00e3o \u00e9 uma antiga defesa da regi\u00e3o Alentejana, situado na vila portuguesa de Alter do Ch\u00e3o, uma vila situada no distrito de Portalegre com aproximadamente 3100 habitantes. Alter do Ch\u00e3o foi fundada em 204 d.C. com o nome de Elteri sob a ocupa\u00e7\u00e3o romana. Aqui podemos visitar o Castelo de Alter do Ch\u00e3o, a <strong>Igreja de Nosso Senhor Jesus do Outeiro<\/strong>, a Igreja da Miseric\u00f3rdia, a Capela de Santana, e a <strong>Coudelaria<\/strong> fundada em 1748 pelo rei portugu\u00eas D Jo\u00e3o V, com o objetivo de fazer a cria\u00e7\u00e3o de cavalos de ra\u00e7a lusitana para o Picadeiro Real.<\/p>\n<h3>Museu Militar de Elvas<\/h3>\n<p><strong>Museu Militar de Elvas<\/strong>: \u00e9 um museu situado dentro das muralhas da cidade de Elvas, no edif\u00edcio do <strong>Convento de S\u00e3o Domingos<\/strong> e da <strong>igreja de S\u00e3o Domingos<\/strong>. No museu militar de Elvas podemos conhecer os <strong>elementos de tra\u00e7\u00e3o animal e arreios militares<\/strong>, o servi\u00e7o de sa\u00fade nas diferentes <strong>especialidades m\u00e9dicas militares<\/strong>, a <strong>Cole\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos militares<\/strong>, nomeadamente, um tanque militar presente na entrada do museu, o tanque de batalha M5-AI Stuart, modelo de 1942, o M47 Patton e ve\u00edculos Unimog 411, usados nas campanhas coloniais portuguesas, as <strong>comunica\u00e7\u00f5es militares<\/strong>, o <strong>Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f3nio de Elvas<\/strong>, e o <strong>Centro de Anima\u00e7\u00e3o e Treino Equestre de Elvas<\/strong><\/p>\n<h3>Castelo de Campo Maior<\/h3>\n<p><strong>Castelo de Campo Maior<\/strong>: \u00e9 um a castelo de arquitetura militar mandado construir por D. Dinis em 1310, classificado como Monumento Nacional, situado na vila alentejana de <strong>Campo Maior<\/strong>. Campo Maior chegou a ser o mais importante centro militar de Portugal, depois de Elvas. Tinha a fun\u00e7\u00e3o de defesa fronteiri\u00e7a, raz\u00e3o pela qual foi aumentado no s\u00e9culo XV com um conjunto de muralhas que albergava todo o per\u00edmetro urbano. Dentro das muralhas da vila podemos visitar outras atra\u00e7\u00f5es, nomeadamente, o <strong>Lagar Museu do Pal\u00e1cio Visconde d&#8217; Oliv\u00e3<\/strong>, a <strong>Capela dos Ossos de Campo Maior<\/strong>, a <strong>Igreja Matriz<\/strong>, <strong>Igreja de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista<\/strong>, o <strong>Museu Aberto de Campo Maior<\/strong> a <strong>Pra\u00e7a da Rep\u00fablica<\/strong> onde encontramos o Pelourinho de Campo Maior e a C\u00e2mara Municipal, e nos limites da vila velha com a expans\u00e3o da nova vila de Campo Maior encontramos o <strong>Jardim Municipal<\/strong>, com \u00e1reas verdes, esplanadas, e a <strong>est\u00e1tua do Comendador Nabeiro<\/strong>, um empres\u00e1rio da regi\u00e3o que tem contribu\u00eddo para o desenvolvimento local atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de emprego com a ind\u00fastria do caf\u00e9. O <strong>patrim\u00f3nio natural de Campo Maior<\/strong> merece um destaque, nomeadamente a <strong>barragem do rio Caia<\/strong> e a <strong>barragem do Abrilongo<\/strong>. Campo Maior \u00e9 conhecida pelas Festas do Povo, que se realizam anualmente em setembro. Durantes estas festas, a vila fica \u201cvestida\u201d de flores de papel e \u00e9 transformada num jardim imenso<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Centro de Ci\u00eancia e do Caf\u00e9<\/strong>: \u00e9 um espa\u00e7o criado pelo industrial Comendador Rui Nabeiro, num edif\u00edcio com uma \u00e1rea total de 3426 m2, onde podemos visitar e conhecer a hist\u00f3ria, o processo de transforma\u00e7\u00e3o e tudo o que est\u00e1 relacionado como o mundo do caf\u00e9, atrav\u00e9s de exposi\u00e7\u00f5es e interatividade. O Centro de Ci\u00eancia e do Caf\u00e9 pertence ao grupo Nabeiro, criador da marca portuguesa Delta Caf\u00e9 desde 1961. Um espa\u00e7o a visitar&#8230;<\/li>\n<\/ul>\n<h3><strong>Adega Mayor<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Adega Mayor<\/strong>: \u00e9 uma adega desenhada pelo arquiteto Siza Vieira, onde num campo de 350 hectares foi criada uma adega, com vista sobre a vinha, um olival, Espanha e a Serra de Portalegre. Aqui podemos experienciar workshops, visitas guiadas ao mundo dos aromas dos vinhos produzidos nesta herdade, provas de produtos gastron\u00f3micos da regi\u00e3o, e passeio pela herdade da Adega Mayor.<\/p>\n<h3>Castelo de Amieira do Tejo<\/h3>\n<p><strong>Castelo de Amieira do Tejo<\/strong>: \u00e9 um castelo de arquitetura g\u00f3tica do s\u00e9culo XIV, que integrava a linha de defesa da fronteira entre Portugal e Espanha, situado na vila de Amieira do Tejo. O Castelo de Amieira \u00e9 um pequeno castelo em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Museu do Sab\u00e3o<\/h3>\n<p><strong>Museu do Sab\u00e3o<\/strong>: \u00e9 um museu instalado na antiga escola prim\u00e1ria de Belver, que preserva a cultura da ind\u00fastria saboeira desde o s\u00e9culo XVI, que acontecia essencialmente na zona do Alto Alentejo e Castelo Branco. A import\u00e2ncia econ\u00f3mica e social na vila de Belver derivada pela ind\u00fastria do sab\u00e3o era not\u00e1vel pela presen\u00e7a de v\u00e1rios produtores artesanais e da Real F\u00e1brica de Sab\u00e3o. O Museu do Sab\u00e3o \u00e9 um museu com muita informa\u00e7\u00e3o sobre o fabrico, hist\u00f3ria e uso do sab\u00e3o, que pretende divulgar os conhecimentos adquiridos pelos antepassados e homenagear a mem\u00f3ria dos saboeiros de Belver.<\/p>\n<h3>Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o da Batalha de Atoleiros<\/h3>\n<p><strong>Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o da Batalha de Atoleiros<\/strong>: \u00e9 um museu que representa uma reconstitui\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de meios multim\u00e9dia, da Batalha de Atoleiros travada em 6 de Abril de 1384 perto da vila de Fronteira.<\/p>\n<h3>Rail Bike Marv\u00e3o<\/h3>\n<p><strong>Rail Bike Marv\u00e3o<\/strong>: \u00e9 uma experi\u00eancia com dois percursos num carro a pedal, que desliza sobre a antiga linha de comboio do Marv\u00e3o, entre as esta\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas no Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede, permitindo observar a natureza e a vida selvagem, uma ponte a 30 m de altura, e as vistas panor\u00e2micas sobre o Castelo de Marv\u00e3o e a vila hist\u00f3rica de Castelo de Vide. Esta experi\u00eancia requer esfor\u00e7o f\u00edsico.<\/p>\n<h3>Menhir de Meada<\/h3>\n<p><strong>Menhir de Meada<\/strong>: \u00e9 um menir do per\u00edodo Neo-Calcol\u00edtico 2500-3500 A.C, situado em Castelo de Vide, classificado como o maior Menir da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, com aproximadamente 4 metros de altura, classificado Monumento Nacional. A \u00e1rea do menir \u00e9 envolvida por outros menires de menor dimens\u00e3o e arvores de sobreiro.<\/p>\n<h3>Anta de Pavia<\/h3>\n<p><strong>Anta de Pavia<\/strong>: \u00e9 uma anta datada do mil\u00e9nio IV ou III A.C. e transformada na <strong>capela de S\u00e3o Dinis<\/strong> no s\u00e9culo XVII, situada no centro da pequena povoa\u00e7\u00e3o de Paiva.<\/p>\n<h3>Ponte de Nossa Senhora da Ajuda<\/h3>\n<p><strong>Ponte de Nossa Senhora da Ajuda<\/strong>: \u00e9 uma ponte do s\u00e9culo XVI com trezentos e oitenta metros de comprimento por cinco metros e meio de largura, apoiada em dezanove arcos, criando uma paisagem fant\u00e1stica sobre o rio Guadiana.<\/p>\n<h3>Mosteiro de Flor da Rosa<\/h3>\n<p><strong>Mosteiro de Flor da Rosa<\/strong>: ou Mosteiro da Ordem do Hospital de Flor da Rosa, \u00e9 um mosteiro fortificado do s\u00e9culo XIV classificado como Monumento Nacional, transformado em 1995 numa <strong>unidade hoteleira das Pousadas de Portugal<\/strong>. Na igreja do convento encontramos atualmente o <strong>N\u00facleo de Escultura Medieval do Museu Nacional de Arte Antiga<\/strong> e uma exposi\u00e7\u00e3o de escultura de Jo\u00e3o Cutileiro.<\/p>\n<ul>\n<li><strong> Anta da Aldeia da Mata<\/strong>: \u00e9 um monumento megal\u00edtico bem preservado, situado perto do Mosteiro de Flor da Rosa, situado num descampado em propriedade privada rodeado de pasto e \u00e1rvores de sobreiro, uma paisagem t\u00edpica alentejana. Para visitar a Anta da Aldeia da Mata necessitamos passar pelo port\u00e3o da propriedade. Dentro da propriedade privada existe gado, e aconselha-se prud\u00eancia com os animais.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Castelo de Avis<\/h3>\n<p><strong>Castelo de Avis<\/strong>: \u00e9 um castelo \u00e9 um castelo do s\u00e9culo XIII situado na vila de <strong>Avis<\/strong>, uma vila portuguesa localizada a uma altitude de 201 metros com aproximadamente 4200 habitantes. A vila de Avis foi sede da Ordem de Avis, uma das Ordens Militares mais importantes de Portugal. A vila respira hist\u00f3ria, com destaque para o centro hist\u00f3rico, o <strong>Castelo de Avis<\/strong>, a Igreja Matriz, a Igreja de Ervedal, o Museu do Campo Alentejano, o Centro Interpretativo da Ordem de Avis e o convento de S\u00e3o Bento da Ordem de Avis. Avis tem locais para a pr\u00e1tica do desporto ao ar livre e para o turismo rural, nomeadamente o parque de campismo da albufeira do Maranh\u00e3o, e o complexo do clube n\u00e1utico de Avis, com uma praia fluvial, piscinas, restaurante e zonas verdes. As festas e romarias mais importantes de Avis s\u00e3o a Feira Medieval Ib\u00e9rica que se realiza em maio, e a Feira Franca de Avis, que se realiza em julho.<\/p>\n<h3>Museu Municipal da Fotografia Jo\u00e3o Carpinteiro<\/h3>\n<p><strong>Museu Municipal da Fotografia Jo\u00e3o Carpinteiro<\/strong>: \u00e9 um museu instalado no edif\u00edcio do antigo Cinema Central, onde podemos conhecer a hist\u00f3ria da fotografia, um esp\u00f3lio de m\u00e1quinas fotogr\u00e1ficas do Dr. Jo\u00e3o Carpinteiro, conhecer como funciona um laborat\u00f3rio para revela\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica, uma biblioteca, e um banco de imagens.<\/p>\n<h3>Barragem de P\u00f3voa<\/h3>\n<p><strong>Barragem de P\u00f3voa<\/strong>: \u00e9 uma barragem perto de Castelo de Vide, que forma a pequena albufeira da barragem de P\u00f3voa e Meadas. \u00c9 um local rodeado de natureza, procurado para a pr\u00e1tica de desporto ao ar livre e piqueniques.<\/p>\n<h3>Ponte de Vila Formosa<\/h3>\n<p><strong>Ponte de Vila Formosa<\/strong>: \u00e9 uma antiga <strong>ponte romana<\/strong> do s\u00e9culo I ou s\u00e9culo II, com 6 arcos divididos em 100 metros de comprimento sobre a ribeira de Seda, situada ao km 8 da EN. 369. A ponte faz parte da antiga estrada romana que ligava Lisboa a M\u00e9rida em Espanha. Devido ao bom estado de conserva\u00e7\u00e3o, ainda \u00e9 utilizada para circula\u00e7\u00e3o autom\u00f3vel. A Ponte de Vila Formosa est\u00e1 classificada como Monumento Nacional.<\/p>\n<h3>Barragem do Caia<\/h3>\n<p><strong>Barragem do Caia<\/strong>: \u00e9 a barragem com a maior albufeira do distrito de Portalegre, abastecida pelo rio Caia. A barragem \u00e9 procurada para a pr\u00e1tica de desportos n\u00e1uticos, nomeadamente windsurf, kitesurf, canoagem, stand up paddle, btt, e desportos de natureza, nomeadamente birdwatching, caminhadas e pesca.<\/p>\n<h3>Convento de Nossa Senhora da Estrela<\/h3>\n<p><strong>Convento de Nossa Senhora da Estrela<\/strong>: \u00e9 um convento do s\u00e9culo XV situado na vila de Santa Maria de Marv\u00e3o, classificado como Im\u00f3vel de Interesse P\u00fablico.<\/p>\n<h3>Vila de Arronches<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Arronches<\/strong>: \u00e9 uma vila portuguesa situada perto da fronteira com aproximadamente 2800 habitantes. Arronches encontra-se inserida no Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede, tornando poss\u00edvel a pr\u00e1tica de atividades desportivas ao ar livre e passeios no meio da natureza. Na vila de Arronches real\u00e7amos o Castelo de Arronches, a Igreja Matriz, a Igreja da Miseric\u00f3rdia, a Igreja de Nossa Senhora da Luz, a torre medieval e o Passeio do Vassalo.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Vila de Fronteira<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Fronteira<\/strong>: \u00e9 uma vila tradicional portuguesa com aproximadamente 3000 habitantes, fundada pelo rei portugu\u00eas D Dinis no s\u00e9culo XIII. Pr\u00f3ximo de Fronteira encontramos <strong>Atoleiros<\/strong>, o local onde D Nuno \u00c1lvares Pereira derrotou os castelhanos em 1384, garantindo a independ\u00eancia de Portugal. Na vila de Fronteira h\u00e1 que real\u00e7ar a Igreja Matriz, a Igreja do Senhor dos M\u00e1rtires, o edif\u00edcio dos Pa\u00e7os do Concelho, a esta\u00e7\u00e3o de comboios com <strong>os pain\u00e9is de azulejos a retratar o estilo de vida da regi\u00e3o<\/strong>, os pal\u00e1cios senhoriais do s\u00e9culo XVIII, o Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o da Batalha de Atoleiros, as Termas da Sulf\u00farea, o Miradouro do Santu\u00e1rio de Nossa Senhora de Vila Velha, e a Praia Fluvial da Ribeira Grande.<br \/>\nAs festas e romarias mais importantes de Fronteira s\u00e3o: as Festas Honra de Nossa Senhora da Vila Velha que se realizam anualmente em agosto, a Comemora\u00e7\u00e3o da Batalha dos Atoleiros, feriado municipal, que se realiza anualmente em Abril, a Feira Medieval, que se realiza anualmente em Abril, e a festa em honra de Nossa Senhora das Candeias, que se realiza anualmente em Fevereiro.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Vila de Monforte<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Monforte<\/strong>: \u00e9 uma vila com 3000 habitantes situada no distrito de Portalegre. Monforte \u00e9 conhecida por ser o local de <strong>origem do c\u00e3o da serra d&#8217;Aires e do rafeiro alentejano<\/strong>. Em Monforte destacamos o Centro de Reprodu\u00e7\u00e3o do Rafeiro Alentejano, Centro Interpretativo Taurom\u00e1quico, a Herdade do Perdig\u00e3o, a Igreja do Calv\u00e1rio, a Igreja de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o, a Igreja de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista, o Museu Municipal, a ponte antiga de Monforte, as ru\u00ednas de Palma, Torre das Figueiras e a Torre do Frade.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Ponte de Sor<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Ponte de Sor<\/strong>: \u00e9 uma cidade e concelho no distrito de Portalegre com aproximadamente 15000 habitantes. No concelho de Ponte de Sor podemos visitar o Centro de Artes e Cultura, a igreja Matriz de Ponte de Sor, a Albufeira de Montargil, as seis capelas de Galveias, o parque aqu\u00e1tico O\u00e1sis Parque, os moinhos de \u00e1gua de rod\u00edzio, o N\u00facleo Megal\u00edtico de Montargil, a Necr\u00f3pole de Santo Andr\u00e9, e a zona ribeirinha de Ponte de Sor.<br \/>\nAs Festas e Romarias mais importantes de Ponte de Sor s\u00e3o a <strong>festa da Salgueirinha<\/strong> que se realiza anualmente na Segunda-Feira de P\u00e1scoa, o <strong>festival Centrum Sete Sois Sete Luas<\/strong>, que se realiza anualmente entre Julho e Setembro, a <strong>feira de Outubro<\/strong>, que se realiza anualmente em Outubro, e o <strong>festival Internacional de Bal\u00f5es de Ar Quente<\/strong> que se realiza anualmente em Novembro. Ponte de Sor \u00e9 servida pelo <strong>Aer\u00f3dromo Municipal de Ponte de Sor<\/strong>, com voos de Planadores, e cursos superiores relacionados com a aeron\u00e1utica \/ aeroespacial, ministrados no edif\u00edcio Campus Universit\u00e1rio.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"A_Gastronomia_de_Portalegre\"><\/span>A Gastronomia de Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>Os pratos t\u00edpicos de Portalegre s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Cozido de gr\u00e3o<\/li>\n<li>Codorniz frita<\/li>\n<li>Cozido \u00e0 Crato<\/li>\n<li>Ensopado de borrego<\/li>\n<li>Lac\u00e3o assado<\/li>\n<li>Lebre com feij\u00e3o branco<\/li>\n<li>Lebre com arroz<\/li>\n<li>Maranhos \u00e0 Belverense<\/li>\n<li>Perdiz de escabeche<\/li>\n<li>Past\u00e9is de Santa Clara<\/li>\n<li>Queijadas de Portalegre<\/li>\n<li>Sericaia<\/li>\n<li>Queijo de Nisa<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_artesanato_de_Portalegre\"><\/span>O artesanato de Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>O ex-libris do artesanato da cidade \u00e9 a arte da tape\u00e7aria, considerada a melhor tape\u00e7aria de Portugal e uma das melhores do mundo. O artesanato de Portalegre tamb\u00e9m inclui as tradi\u00e7\u00f5es da ferraria e da latoaria.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Historia_de_Portalegre\"><\/span>Hist\u00f3ria de Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>Portalegre foi fundada no per\u00edodo de ocupa\u00e7\u00e3o romana, sendo designada de Portus Alacer ou Porto Alegre. Portalegre servia de abrigo aos viajantes que passavam na regi\u00e3o. Portalegre foi fortificada devido \u00e0 proximidade da fronteira com Espanha, tendo sido constru\u00eddo em 1290 um castelo com doze torres e sete portas que protegiam a vila ao acesso de forasteiros. Portalegre foi elevada \u00e0 categoria de cidade em 1550. No s\u00e9culo XVII foi inaugurada a <strong>Real F\u00e1brica de Lanif\u00edcios<\/strong>, o que contribuiu para o desenvolvimento da cidade. No s\u00e9culo XIX foi constru\u00edda a <strong>F\u00e1brica Robinson<\/strong>, que se dedicava \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o da corti\u00e7a. Em 18 de Julho de 1835, Portalegre foi designada capital de distrito.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"A_Economia_de_Portalegre\"><\/span>A Economia de Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A agricultura representa a maior import\u00e2ncia na economia do distrito de Portalegre, com produ\u00e7\u00f5es de cereais, azeite, castanhas e vinho; a pecu\u00e1ria, com a cria\u00e7\u00e3o de gado bovino, caprino, su\u00edno e cavalar; a ind\u00fastria da panifica\u00e7\u00e3o, a ind\u00fastria de leite, caf\u00e9 e ch\u00e1, a produ\u00e7\u00e3o de corti\u00e7a, e o turismo. O distrito de Portalegre tem a maior mancha de sobrado da Europa.<br \/>\nO turismo tem crescido no Alentejo interior durante as ultimas d\u00e9cadas, com o aparecimento de turismo rural potenciado com o alojamento rural de com servi\u00e7o de qualidade, turismo de natureza, turismo vin\u00edcola, turismo n\u00e1utico associado \u00e0s barragens, o turismo relacionado com o circuito cultural e religioso, o turismo de gastronomia e vinhos, turismo de sa\u00fade relacionado com as termas.<\/p>\n<p>A economia empresarial e industrial do distrito de Portalegre \u00e9 apoiada e sustentada pela exist\u00eancia de treze zonas Industriais:<\/p>\n<ol>\n<li>Zona Industrial de Alter do Ch\u00e3o<\/li>\n<li>Zona Industrial de Avis<\/li>\n<li>Zona Industrial de Campo Maior<\/li>\n<li>Zona Industrial de Castelo de Vide<\/li>\n<li>Zona Industrial do Crato<\/li>\n<li>Zona Industrial de Elvas<\/li>\n<li>Zona Industrial de Fronteira<\/li>\n<li>Zona Industrial do Gavi\u00e3o<\/li>\n<li>Zona Industrial de Marv\u00e3o<\/li>\n<li>Zona Industrial de Monforte<\/li>\n<li>Zona Industrial de Nisa<\/li>\n<li>Zona Industrial de Portalegre<\/li>\n<li>Zona Industrial de Sousel<\/li>\n<\/ol>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Localizacao_geografica_do_distrito_de_Portalegre\"><\/span>Localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do distrito de Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>Portalegre faz fronteira com o distrito de Castelo Branco a norte, com o distrito de \u00c9vora a sul, com o distrito de Santar\u00e9m a oeste, e com Espanha a leste. O <strong>distrito de Portalegre<\/strong> tem <strong>69 freguesias<\/strong>, divididas pelos <strong>15 munic\u00edpios<\/strong> compostos pela cidade de Elvas, a cidade de Portalegre, a cidade de Ponte de Sor, a vila de Campo Maior, a vila de Nisa, a vila de Alter do Ch\u00e3o, a vila de Castelo de Vide, a vila de Fronteira, a vila de Arronches, a vila de Sousel, a vila de Avis, a vila de Crato, a vila de Gavi\u00e3o, a vila de Monforte, e a vila de Marv\u00e3o.<br \/>\nOs rios mais importantes do distrito de Portalegre s\u00e3o o rio Avis, o rio Caia, rio Guadiana, rio Sever, e o rio Tejo. As serras mais importantes do distrito de Portalegre s\u00e3o a serra Monte da Penha, serra de S\u00e3o Mamede, serra de Nisa, serra de Marv\u00e3o e a serra de Portalegre.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Festas_e_Romarias_de_Portalegre\"><\/span>Festas e Romarias de Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Made in Portalegre<\/strong>: realiza-se em outubro, de dois em dois anos;<\/li>\n<li><strong>Portalegre JazzFest<\/strong>: realiza-se anualmente em fevereiro;<\/li>\n<li><strong>Feira da Do\u00e7aria Conventual<\/strong>: realiza-se anualmente em abril;<\/li>\n<li><strong>Campeonato de todo-o-terreno baja 500<\/strong>: realiza-se anualmente em outubro;<\/li>\n<li><strong>Festival Internacional de Teatro<\/strong>: realiza-se anualmente em novembro.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Factos_Rapidos_de_Portalegre\"><\/span>Factos R\u00e1pidos de Portalegre<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<ul>\n<li><strong>Popula\u00e7\u00e3o cidade<\/strong>: aproximadamente 22 mil habitantes<\/li>\n<li><strong>Funda\u00e7\u00e3o do concelho<\/strong>: 1259<\/li>\n<li><strong>Regi\u00e3o<\/strong>: Alentejo<\/li>\n<li><strong>Sub-Regi\u00e3o<\/strong>: Alto-Alentejo<\/li>\n<li><strong>Distrito<\/strong>: Portalegre<\/li>\n<li><strong>Feriado Municipal<\/strong>: 23 de maio<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portalegre Portalegre \u00e9 a cidade capital de distrito com menos popula\u00e7\u00e3o em Portugal, localizada em pleno Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede, na regi\u00e3o do Alentejo e sub-regi\u00e3o do Alto Alentejo. \u00c9 uma cidade rica em patrim\u00f3nio cultural, nomeadamente com o artesanato, os trajes, a gastronomia, o folclore, os cantares e dan\u00e7as tradicionais. 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